sexta-feira, 18 de outubro de 2019

A mostra aberta ao público na quinta-feira, reúne fotografias dos alunos da rede pública municipal


Estudantes da escola Casa Familiar Rural, da comunidade do bairro do Quebra Pote, participam da exposição do Projeto “Retratos da Terra”, no Shopping São Luís, na capital do estado. A mostra aberta ao público na quinta-feira (17), reúne fotografias dos alunos da rede pública municipal. O secretário de Estado de Cultura, Anderson Lindoso, representou o governador Flávio Dino na solenidade de abertura do evento.

O secretário considera o projeto uma iniciativa que estimula a sensibilidade dos jovens. “É fundamental que o poder público e a iniciativa privada se unam em ações como esta. Nosso país passa por um momento delicado socialmente, por isso, temos que investir na nossa juventude, na formação, na cultura, educação e cidadania dos nossos estudantes, para construirmos um futuro melhor”, avaliou.

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O secretário considera o projeto uma iniciativa que estimula a sensibilidade dos jovens.
O secretário também destacou o empenho e o comprometimento do Governo do Estado com as políticas públicas voltadas à formação da juventude maranhense. “Investir na nossa juventude, tanto na área cultural quanto na educacional, é uma das prioridades do governador Flávio Dino. São projetos como Retratos da Terra que revelam como nossa juventude é especial e diferenciada”, comentou Anderson Lindoso.

Projeto Retrato da Terra

A mostra é realizada em comunidades de 35 cidades brasileiras. Tem como objetivo despertar nos jovens a reflexão crítica e a consciência social por meio da fotografia. Além dos estudantes, participam da exposição o fotógrafo maranhense José Meirelles Jr. e a fotógrafa paulistana Karina Bacci, curadora do projeto.

A exposição tem como tema “Um olhar sobre minha Comunidade”. A ideia é incentivar a criatividade artística de jovens por meio da fotografia, mostrando o olhar de cada um em sua comunidade. A exposição, também, poderá ser visitada na Casa do Maranhão, no período de 4 de novembro até 4 de dezembro.

Os jovens que participaram do projeto receberam formação técnica em fotografia e saíram a campo para registrar imagens de vários locais da cidade. O projeto Retratos da Terra é realizado pela empresa Elo3, com amparo na Lei Federal de Incentivo à Cultura, nº 8.313/91 – Lei Rouanet e tem o patrocínio da Alcoa.

MATÉRIA ENVIADA PELA SECRETARIA DA COMUNICAÇÃO SOCIAL E ASSUNTOS POLÍTICOS DO GOVERNO DO MARANHÃO 
Sem Bolsonaro, Bivar e o PSL valem tanto quanto o...

Jair Bolsonaro deu um cruzado de direita no presidente do PSL, Luciano Bivar.
Caso o presidente decida deixar o partido, grande parte da bancada poderá acompanhá-lo.

O que isso significa?

Bivar só estava atrás do fundo partidário de R$ 270 milhões.  Se  Bolsonaro deixar o PSL, o partido deixa de existir … vira um ‘nanico’ sem dinheiro.
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Bolsonaro e Bivar: ‘Cocô do...?
Também ficou exposta a articulação para fusão do PSL com o DEM (de Rodrigo Maia e David Alcolumbre) já revelada.

A Bivar só lhe resta uma saída: bater na lona e pedir ‘água’. Ele foi nocauteado por Bolsonaro.

Moral da história:

Sem Bolsonaro, Bivar e o PSL valem tanto quanto o ‘cocô do mosquito do cavalo do bandido’.

DB
EDIÇÃO DA AGÊNCIA BALUARTE
DESIGUALDADE 
Pesquisa divulgada pelo IBGE mostra aumento da distância entre mais ricos e mais pobres
A remuneração do 1% da população que ganha em média R$ 27.744 por mês - normalmente executivos de grandes empresas - é 34 vezes maior do que o rendimento da metade da população brasileira, os trabalhadores que vivem com a média de R$ 820 mensais.
Brasil, país que já figura na lista das 15 nações mais desiguais do mundo, alargou ainda mais o fosso entre a elite e as camadas pobres - Créditos: Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
A distância salarial vinha caindo até 2013.
Os números constam da Pesquisa Nacional Por Amostra de Domicílios Contínua (Pnadc) 2018 divulgada nesta quarta-feira (16) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A diferença entre o topo e a base, segundo o IBGE, é a mais alta da série histórica da pesquisa, iniciada em 2012.
A distância salarial vinha caindo até 2013, ficando estável em 2016. Essa tendência foi revertida a partir de 2017, se alargando em 2018.
A desigualdade aumenta quando o rendimento real do trabalho dos mais pobres cai ou sobe menos do que o dos mais ricos, o que tem acontecido nos últimos anos.
“O rendimento do trabalho corresponde a aproximadamente três quartos do rendimento total das famílias. O mercado de trabalho em crise, onde as pessoas estão deixando seus empregos e indo trabalhar em outras ocupações, com salários mais baixos, provoca um impacto no rendimento total”, explicou a gerente da PNAD Contínua, Maria Lucia Vieira.
A pesquisa também mostra que os 10% mais pobres ficam com apenas 0,8% de toda a massa de salários do país, enquanto os 10% mais ricos concentram 43,1%.
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A remuneração do 1% da população que ganha em média R$ 27.744 por mês - normalmente executivos de grandes empresas - é 34 vezes maior do que o rendimento da...
Com isso, o Índice de Gini, que mede a concentração de renda, subiu de 0,537 para 0,545, levando em consideração todas as rendas das famílias (trabalho, aposentadoria, pensões, aluguéis, Bolsa Família e outros benefícios sociais). Esse é o maior Gini desde 2012, ano em que foi publicada a primeira pesquisa. Nessa base de dados, quanto mais próximo de 1, pior.
Já a massa do rendimento médio mensal real domiciliar per capita, que era de R$ 264 bilhões em 2017, cresceu para R$ 277,7 bilhões em 2018.
Os dados do IBGE mostraram ainda que mais da metade dos brasileiros têm renda inferior a um salário-mínimo.
BDF
EDIÇÃO DE ANB 

Na manhã desta quinta-feira

O administrador da feira da Cohab, identificado como Dimas Garcia Araújo, foi executado na manhã desta quinta-feira (17), em São Luís.
Segundo a polícia, a vítima foi morta por um feirante conhecido como Nilson. A motivação seria a disputa por ponto comercial na feira.
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Até o momento, o assassino não foi encontrado.
Ainda de acordo com informações policiais, Dimas e o acusado discutiram ontem (16) pelo box da feira. E nesta quinta-feira, Nilson se aproximou da vítima e efetuou 5 disparos contra o administrador, que foi alvejado por 3 tiros. Ele não resistiu aos ferimentos e faleceu no local.
Até o momento, o assassino não foi encontrado.
Uma equipe da Polícia Militar já está no local para apurar o caso. Agentes da Superintendência de Homicídios, do IML e ICRIM se deslocaram para a feira.
quarta-feira, 16 de outubro de 2019

Para locação de veículos

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E máquinas pesadas.
A prefeita da Raposa, Talita Laci, homologou um contrato milionário para locação de veículos e máquinas pesadas.
LACIANDO? A prefeita da Raposa, Talita. 
O acordo contratual foi assinado com as empresas C.G.C Construções e Terraplanagem e a Futura Empreendimentos Eireli, com valor estimado em R$ 3.548.570,00 milhões.
Com valor estimado em...
Parte desse montante, cerca de R$ 1.285.920,00 milhão, será destinado a CCG Construções, que tem como sócios Caio César Sodré Pereira, César Roberto Pereira e Gustavo Sodré, e a quantia de R$ 2.262.650,00 milhões ficará com a Futura, cuja proprietária é Maria Aparecida Barros Ribeiro.
terça-feira, 15 de outubro de 2019
CATALUNHA
A decisão ficou longe das demandas do Ministério Público, mas endossa a Advocacia Estatal

Quase oito anos de processo separatista na Catalunha, que culminaram em uma declaração de independência fracassada em 2017, resultaram em sentenças de nove a 13 anos de prisão na segunda-feira para seus principais impulsionadores e na reativação da ordem de detenção para o ex-presidente forgido da Justiça espanhola, Carles Puigdemont.  O Supremo Tribunal encerrou um dos processos mais complicados que já enfrentou. E fez isso com condenações, sim, mas sobretudo lançando uma acusação profunda contra os dirigentes do movimento, a quem acusa de querer realizar "uma mera quimera" e um "artifício enganoso" que vem condicionando a vida pública espanhola desde 2012.

A resposta do independentismo foi de absoluta rejeição da sentença, mas, pelos canais institucionais, foram evitados apelos à desobediência. Houve protestos a céu aberto nas ruas, especialmente com o bloqueio do aeroporto de Barcelona por milhares de manifestantes. A sentença não atende às expectativas de quase ninguém. Estava longe das reivindicações do promotor, porque o Tribunal não identificou um grau suficiente de violência para apoiar a existência de um crime de rebelião. Obviamente, não satisfez o movimento de independência, que já havia anunciado de antemão que só aceitaria a absolvição dos agora condenados. Por outro lado, está próximo do que a Advocacia Estatal defendeu, ao optar por não acusar os réus de rebelião, sedição e desvio de fundos públicos.

As condenações, de qualquer forma, motivaram importantes protestos de independência nas ruas da Catalunha. O ex-vice-presidente catalão Oriol Junqueras enfrenta a maior pena, de 13 anos, por um crime de sedição (motim) com desvio de fundos públicos. Dos outros oito réus em prisão preventiva, três ex-conselheiros (Raül Romeva, Jordi Turull e Dolors Bassa) foram condenados por sedição e peculato a 12 anos de prisão. Dois outros (Josep Rull e Joaquim Forn) foram absolvidos do crime de peculato, e o tribunal impôs 10 anos e meio de prisão. O ex-presidente do Parlamento Carme Forcadell enfrenta uma sentença de 11 anos e meio por sedição. Por essa mesma ofensa, uma sentença de nove anos foi imposta aos líderes da Assembleia Nacional Catalã e de Òmnium Cultural, Jordi Sànchez e Jordi Cuixart. Os únicos três réus que foram julgados em liberdade (os ex-conselheiros Santi Vila, Carles Mundó e Meritxell Borràs) foram condenados a um ano e oito meses de desqualificação especial e 10 meses de multa com uma taxa diária de 200 euros.

Bloqueio à economia

As convocações de bloqueio à economia espanhola após a sentença condenatória se focaram a partir das 12h de segunda-feira (7h de Brasília) no aeroporto de El Prat de Barcelona, no qual milhares de pessoas foram de diversas maneiras com a intenção de colapsar seus acessos e impedir seu funcionamento normal. Mais de uma centena de voos precisou ser cancelada porque suas tripulações foram incapazes de chegar às instalações, onde os Mossos d’Esquadra e a Polícia Nacional avançaram contra os manifestantes independentistas com a intenção de recuperar os acessos, fechados durante horas por estrada, trem e metrô.
Manifestantes protestam contra condenação de líderes separatistas catalães, e bloqueiam acesso do aeroporto de Barcelona.
Manifestantes protestam contra condenação de líderes separatistas catalães, e bloqueiam acesso do aeroporto de Barcelona. 
O auge da tensão ocorreu após às 18h (13h de Brasília). Nesse momento o único objetivo das polícias era desalojar a praça central do aeroporto, que pouco a pouco se encheu de milhares de pessoas que chegaram de trem, metrô e, muitas delas, caminhando de Barcelona. Esse ponto é crucial às comunicações do aeroporto, já que por ali passam os táxis e ônibus que pegam os passageiros que chegam ao Prat. Um grande número deles, às 17h (12h de Brasília), esperava em uma fila de centenas de metros a passagem de um táxi que nunca chegava, até que precisaram procurar uma alternativa.

Depois vieram os avanços dos Mossos pela “forte pressão” dos concentrados e para evitar que “entrassem violentamente” no interior do aeroporto, de acordo com fontes da polícia autonômica (regional). Foram ouvidas sirenes de seus furgões, balas de borracha foram disparadas e foram visíveis os avanços para ganhar espaço aos manifestantes, uma operação criticada por sua brutalidade (pelo menos três jornalistas ficaram feridos) que continuava em andamento. O Sistema de Emergências Médicas (SEM) atendeu durante o dia 56 pessoas, a maioria no Terminal 1, e dez delas foram enviadas ao hospital.

Pela manhã, os cordões de segurança das polícias nacional e autonômica centraram seus esforços em bloquear o acesso ao grande saguão em que se concentram os painéis das empresas aéreas e os controles de segurança, que na segunda-feira amanheceram com uma presença maior da Guarda Civil. A liberação desse ponto crítico permitiu que o funcionamento fosse normal até que o fechamento dos acessos durante horas prejudicou seu funcionamento. A convocação do chamado Tsunami Democràtic, o movimento anônimo — apoiado pelo Govern (Governo Regional) — que organiza as mobilizações contra as sentenças do Supremo Tribunal, acabou surtindo efeito. Empresas como a como Vueling, Iberia e Air Europa precisaram cancelar diversas rotas pelos problemas que suas tripulações encontraram para chegar ao Prat. E alguns passageiros, como o jogador do Barcelona Ivan Rakitic, tiveram problemas para sair do aeroporto pelo bloqueio das estradas. O jogador, meio sorridente, meio contrariado por sua situação, falava com um membro da Polícia Nacional para procurar uma saída à complicação enquanto reconhecia: “A estrada está bloqueada, o que eu posso fazer?”. A situação era parecida para toda a tripulação de um avião da Emirates que acabava de chegar de Dubai. “Não há ônibus”, se limitava a dizer um de seus integrantes após explicar o que acontecia a todo o grupo.

Para entrar na área mais central do aeroporto, policiais e seguranças pediam a todos a passagem aérea e seu documento de identificação. Era um processo lento, que às vezes continuava com uma revista de bagagem. Esse filtro tornou inúteis as passagens falsas que o Tsunami, através da conta do Telegram, enviou a todos os que quiseram ir ao Prat.

Ao meio-dia um cordão policial impediu o acesso de independentistas ao saguão principal do aeroporto. Havia transcorrido pouco tempo desde o pedido do Tsunami à ocupação do aeroporto e as pessoas começavam a chegar em conta-gotas. O segundo ponto de tensão ocorreu na área que conecta a linha 9 do metrô com o aeroporto. Os policiais antidistúrbios criaram um cinturão de segurança que impedia a concentração de avançar. Foi uma área de tensão durante horas e chegaram a ocorrer confrontos quando alguém esvaziou o conteúdo de um extintor no lugar. Nessa região dois turistas enfrentaram independentistas que lhes impediam de passar e outra visitante saiu do tumulto chorando, pela tensão existente no ambiente.

No lugar, o cordão policial foi aos poucos diminuindo, até ser retirado quando a grande concentração já se encontrava no ponto central do aeroporto, que a partir das cinco da tarde se transformou no principal objetivo dos antidistúrbios, que foram separando as pessoas em diferentes turmas. Apesar do pedido de não violência, alguns manifestantes jogaram objetos nos policiais. Outros tentaram evitar ser retirados pela polícia sentando-se no chão, sob uma chuva leve que começou a ficar mais forte de tarde. Nos últimos meses, o independentismo se referiu reiteradamente aos protestos de Hong Kong,  onde milhares de pessoas também tentaram colapsar as instalações aeroportuárias.

Os protestos se repetiram por toda a Catalunha, onde pela manhã ocorreram numerosos bloqueios de estradas, entre elas a AP-7. Em Girona, o trem de alta velocidade (AVE) foi interrompido às 14h (9h de Brasília) após ocorrer uma invasão das vias. A circulação foi definitivamente suspensa à espera dos técnicos da ADIF (estatal espanhola de infraestrutura) consertarem os danos causados na infraestrutura pelos objetos queimados nas vias, de acordo com a empresa ferroviária espanhola RENFE. De noite, milhares de pessoas protestaram no centro de Barcelona.

CRÍTICAS POR APOIAR A PARALISIA DO AEROPORTO

Lorena Roldán, deputada do Cidadãos no Parlamento da Catalunha, criticou uma mensagem do Twitter enviada ao meio-dia de segunda-feira por Sergi Sabrià, porta-voz do ERC. Roldán lhe perguntou se com sua mensagem “estava apoiando o boicote de uma infraestrutura essencial ao Estado”. Sabrià enviou um tuíte que dizia: “Todos em todos os lugares, o tempo todo! Agora o aeroporto e depois às praças!”, informando sobre o objetivo dos membros do Tsunami Democràtic: paralisar o aeroporto.

DANI CORDERO
EDIÇÃO DE ANB ONLINE

O exame será realizado em 1.727 municípios brasileiros


A partir de amanhã (16), os participantes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) poderão acessar o Cartão de Confirmação da Inscrição e saberão o local onde farão o exame. As provas serão aplicadas nos dias 3 e 10 de novembro. Cerca de 5,1 milhões de estudantes estão inscritos no Enem 2019.
O cartão, que poderá ser consultado na Página do Participante, na internet, ou pelo aplicativo do Enem, disponível para download nas plataformas Apple Store Google Play.
Além do local de prova, os participantes poderão conferir, no Cartão, o número da sala onde farão o exame; a opção de língua estrangeira feita durante a inscrição; e o tipo de atendimento específico e especializado com recursos de acessibilidade, caso tenham sido solicitados e aprovados; entre outras informações.
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No dia do Enem, a dica é chegar no local com antecedência. 
O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pela aplicação do exame, recomenda que os participantes, assim que souberem onde farão o exame, façam o trajeto até o local de prova para verificar a distância, o tempo gasto e a melhor forma de chegar ao local de prova, evitando atrasos no dia da aplicação.
No dia do Enem, a dica é chegar no local com antecedência. Os portões abrirão às 12h, pelo horário oficial de Brasília, e serão fechados às 13h. O Inep recomenda que os participantes levem o Cartão de Confirmação da Inscrição impresso nos dois dias de aplicação do exame e alerta para que não deixem para acessar o documento somente na véspera da prova.

Aplicativo do Enem

Segundo o Inep, mais de 2,5 milhões de pessoas já baixaram o aplicativo desde seu lançamento, em setembro de 2016. O dispositivo é gratuito e oferece acesso a diversas informações do Enem.
O usuário tem acesso, por exemplo, ao cronograma do exame, mural de avisos, edital, vídeo do edital em Língua brasileira de sinais (Libras), notícias, o programa Hora do Enem, da TV Escola, entre outras informações. O local de prova também estará disponível no aplicativo. 
Após as provas, o participante poderá consultar no aplicativo o gabarito e o resultado final, conforme cronograma de divulgação.
O Enem 2019 será realizado em 1.727 municípios brasileiros. Quem já concluiu o ensino médio ou vai concluir este ano pode usar as notas do Enem para se inscrever no Sistema de Seleção Unificada, que oferece vagas em instituições públicas de ensino superior. Os estudantes podem ainda concorrer a bolsas de estudo pelo Programa Universidade para Todos e a financiamentos pelo Fundo de Financiamento Estudantil.
Feliz Dia do Professor

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Eu me considero um intelectual "outsider", coisa que é raro no Brasil: não pertenço a partido, grupos intelectuais, não respondo a nenhum credo, não participo de qualquer militância.
A má índole associada a falta de educação, leva ao racismo, preconceito, e até a marginalidade.

O mundo é formado não apenas pelo que já existe, mas pelo que pode efetivamente existir.

O terrível é que, nesse mundo de hoje, aumenta o número de letrados e diminui o de intelectuais. Não é esse um dos dramas atuais da sociedade brasileira?
Reclamações e denúncias de abandono vão da Sede às Vilas
Dr. Sampaio conseguirá a incrível façanha de eudesanear as comunidades?

POR FERNANDO ATALLAIA
REPÓRTER DE CIDADES DA AGÊNCIA BALUARTE

O prefeito substituto de São José de Ribamar, Dr. Sampaio (PTB), investe numa estratégia que acredita dará frutos à sua reeleição no município: presença nas redes sociais.

Dr. Sampaio vive um contrassenso: o que diz nas redes não encontra na Realidade, coerência. A terceira maior cidade do Maranhão continua abandonada e dentro de um movimento contínuo de descaso-  que vai dos bairros da Sede às mais longínquas comunidades das Vilas-, padece entre maus-tratos e crateras.
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O prefeito de São José de Ribamar, Dr. Sampaio: ele conseguirá? 
O prefeito tem a dura missão de atender o que não foi atendido em 15 anos quando ele Dr. Sampaio chegou a São José-trazido por Fernando Moura da Silva-,  sob a égide das benesses. Sampaio fez da Prefeitura parte do quintal de sua casa. Está incrustado no Poder, enraizado e não quer sair. Ao lado de três secretários luta para ficar  mais quatro e após quatro mais oito anos e assim por diante.

Agora com o crescimento da insatisfação popular que grassa de ponta a ponta na Balneária, aliado ao fortalecimento do segmento oposicionista, Sampaio busca eudesanear lideranças comunitárias, politicas e setores da sociedade local. Sem sucesso: a forma adotada pelo eterno Vice de São José de Ribamar é a mesma empunhada por Fernando Moura da Silva: gogó, engano, reuniões de protocolo que não dão em nada e visível tendência à perseguição.

Tudo que os ribamarenses repudiam nos dias atuais.
segunda-feira, 14 de outubro de 2019
Acompanhado da esposa Clara e dos filhos
Neste último fim de semana em que se comemorou o Dia das Crianças, o presidente da Câmara Municipal de São Luís, vereador Osmar Filho (PDT), participou de uma verdadeira maratona pelos bairros da cidade onde o projeto “Amigos da Criança” promoveu atividades.
Acompanhado da esposa Clara e dos filhos, Osmar Neto e João Pedro, o vereador falou da importância de incentivar nas crianças as práticas cultural e esportiva, proporcionando-lhes momentos de entretenimento e lazer.
Osmar agradeceu a parceria das lideranças comunitárias e a iniciativa da Prefeitura de São Luís. 
“Sabemos o quanto este tipo de ação é importante para a formação pessoal e social destas crianças” disse Osmar, confessando-se feliz em servir como instrumento para proporcionar o sorriso da criançada em um dia tão especial para elas.
As ações do “Amigos da Criança” foram realizadas em aproximadamente 30 bairros de São Luís, a exemplo da Ilhinha, Cohatrac, Residencial Paraíso, Jardim América e Vila Brasil.
Além da instalação de brinquedos como pula-pula e tobogã, durante as ações foram realizadas apresentações culturais e sorteios de brinquedos, entre outras atividades.
Osmar agradeceu a parceria das lideranças comunitárias e a iniciativa da Prefeitura de São Luís em patrocinar o projeto que alegrou tantos pequeninos de São Luís.

PRF apreende quase 3 toneladas de maconha no Paraná


A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu 2.832,7 quilos de maconha em Santa Terezinha de Itaipu, na região oeste do Paraná.
A droga era transportada em um caminhão-tanque com placas do Paraguai. O veículo foi abordado em frente à unidade operacional da PRF, na BR-277.
A droga estava escondida no interior do tanque, que precisou ser cortado por uma equipe do Corpo de Bombeiros, para ter acesso aos fardos.
Os fardos de maconha estavam escondidos no tanque
Os fardos de maconha estavam escondidos no tanque. 
A apreensão realizada na tarde desse domingo (13) é a segunda maior realizada este ano pela PRF no Paraná. A maior ocorreu em Céu Azul, no último mês de setembro, quando 4,6 toneladas da erva foram encontradas em outro caminhão-tanque.
O motorista preso, um paraguaio de 36 anos, disse inicialmente que iria até Araucária, na Grande Curitiba, para realizar um serviço de manutenção no veículo.
Não satisfeitos com as respostas do motorista, os agentes da PRF resolveram vistoriar o tanque, quando localizaram em seu interior os fardos de maconha.
Em meio à maconha foram encontrados ainda 4,1 quilos de um novo tipo de ecstasy, conhecido como champanhe rosa, uma espécie de anfetamina com efeitos mais potentes que o ecstasy. O champanhe rosa é traficado na forma de cristais.
Todo material foi encaminhado para a Delegacia da Polícia Federal em Foz do Iguaçu. O crime de tráfico de drogas tem pena prevista de cinco a 15 anos de prisão.
AB
EDIÇÃO DE ANB ONLINE

Manutenção do sistema de abastecimento de água de Açailândia


A Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão (Caema) informa a parada do poço P3 em Açailândia. Equipes de manutenção da Caema já foram enviadas ao local para fazer a manutenção no menor tempo possível e restabelecer o abastecimento. Bairros atingidos: Jacu, Vila Maranhão e Suniu 2.

COMUNICADO ENVIADO PELA SECRETARIA DA COMUNICAÇÃO SOCIAL E ASSUNTOS POLÍTICOS DO GOVERNO DO MARANHÃO
Prefeito Dr. Sampaio realizou entrega de brinquedos
Jota Pinto participou de 12 eventos
Pré-candidatos a Vereador caíram em campo

POR FERNANDO ATALLAIA
EDITOR DE ELEIÇÕES DA AGÊNCIA BALUARTE

O Dia da Criança foi marcado em São José de Ribamar por atividades dos pré-candidatos a Prefeito e Vereador. Dr. Sampaio, atual gestor da cidade, organizou entrega de brinquedos. Ele aproveita datas comemorativas para promover-se com o objetivo de alcançar seu principal concorrente na disputa, Jota Pinto, do Patriota.
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Já Jota participou de 12 eventos pelas quatro regiões do município. O pré-candidato cumpriu intensa agenda pela Sede, Vilas, Limítrofes e Zona Rural. Jota Pinto destacou a importância da data a qual classificou como emblemática à reflexão das futuras gerações.

‘’Todos temos um quê de criança em nós  e se há algo que me move é vê as nossas crianças ribamarenses em estado de graça e alegria  pelo seu dia. Temos também a oportunidade de pensar o futuro de nossa cidade a partir de uma data que celebra gerações e gerações de nossa população que nascem em nosso município’’, disse.
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Jota Pinto, do Patriota, participou de 12 eventos pelas quatro regiões da cidade; para tentar alcança-lo, Dr. Sampaio(imagem acima) aproveitou data. 
Os principais pré-candidatos a Vereador ligados ao Governo municipal e a Aliança Ribamarense também caíram em campo a 11 meses do pleito. Eles tentam ocupar a lacuna deixada pela rejeição meteórica de 15 vereadores locais. Sem transparência no Legislativo ribamarense, os parlamentares vêm sendo submetidos a crítica contundente dos mais de 230 mil ribamarenses que pedem renovação do quadro da Câmara, com urgência.
sábado, 12 de outubro de 2019
Dinheiro era apontado por Moro para reduzir a superlotação, mas apenas 6.300 vagas foram criadas de 22 mil previstas
Anunciado por Sergio Moro como saída para contornar a escassez de recursos no Ministério da Justiça e reduzir a superlotação do sistema prisional, o Funpen (Fundo Penitenciário Nacional) segue subutilizado. Até agosto, foi gasto 12% do orçamento liberado para o ano, ou R$ 43,5 milhões de R$ 353,4 milhões.
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22 mil novas vagas previstas pela pasta em 2019; foram criadas apenas 6.300. 
E, de 22 mil novas vagas previstas pela pasta em 2019, foram criadas 6.300. A informação foi obtida pela Folha via Lei de Acesso à Informação.É um quadro que se agrava. Desde 2016, os repasses obrigatórios do fundo encolheram 98%. Uma lei de 2017 previa que se chegasse a este ano com redução de 75%, mas o decréscimo foi ainda maior.
Além disso, apenas a metade dos recursos autorizados nos orçamentos foram, de fato, utilizados. Do montante autorizado de R$ 15,1 bilhões de 2001 a 2018, R$ 7,4 bilhões foram efetivamente pagos.
FsD
Edição de ANB Online
sexta-feira, 11 de outubro de 2019

O que está acontecendo no Equador?

País vive onda de manifestações desde que Moreno anunciou fim de subsídios aos combustíveis; atos já duram oito dias

Desde o dia 3 de outubro, o Equador, governado pelo presidente Lenín Moreno, passa por sua maior crise política recente. O estopim da onda de protestos que tomou o país ocorreu após o mandatário anunciar o fim dos subsídios aos combustíveis, em uma tentativa de conter o déficit fiscal equatoriano seguindo as receitas do mercado financeiro internacional.

Os protestos foram inicialmente liderados por sindicatos ligados ao setor de transporte, descontentes com o impacto da medida no preço da gasolina e do diesel. Segundo a France Presse, a retirada dos auxílios, que já estavam em vigor há 40 anos, levará a um aumento de até 120% no preço dos combustíveis. 

De lá para cá, diversos grupos aderiram às manifestações. A insurgência popular fez com que o presidente decretasse estado de exceção por dois meses. Moreno também mudou a sede do governo de Quito, alvo da maior parte dos protestos, para a litorânea Guayaquil.

O que desencadeou as manifestações? 

Dolarizada em 2000, a economia do Equador conquistou resultados positivos durante os primeiros anos do governo de Rafael Correa (2007-2017), crescendo uma média de 4% entre 2007 e 2014. 
Diversos grupos aderiram às manifestações. A insurgência popular fez com que o presidente decretasse estado de exceção por dois meses - Créditos: Foto: Rodrigo Buendia/AFP
Diversos grupos aderiram às manifestações. A insurgência popular fez com que o presidente decretasse estado de exceção por dois meses. 
No ano seguinte, a economia do país desacelerou, situação que se agravou em 2016, quando um terremoto deixou mais de 600 pessoas mortas, contribuindo para uma retração de 1,58% no PIB. A queda no preço internacional do barril de petróleo e de minerais exportados pelo Equador, assim como a valorização do dólar, também pesaram contra o país.

O cenário levou o Equador, que tinha uma dívida pública de US$ 10 bilhões em junho de 2009, para um encargo de US$ 43 bilhões em março de 2017. Para tentar conter o endividamento, Moreno anunciou, em fevereiro deste ano, a assinatura de um acordo de empréstimo com o Fundo Monetário Internacional (FMI) no valor de US$ 4,2 bilhões. O pacote de recuperação econômica inclui ainda outros US$ 6 bilhões vindos de organismos multilaterais. 

No entanto, para o sociólogo Francesco Maniglio, professor da Universidade Técnica de Manabí, no Equador, o empréstimo representa uma tentativa de transferir a dívida dos bancos para a população.

“O setor bancário e empresarial tinha uma dívida de US$ 4 bilhões. Estas dívidas foram abonadas. Os bancos não precisaram pagar. [Posteriormente] o Equador pediu US$ 4,2 bilhões ao FMI. Assim, as dívidas que os bancos privados tinham passam a ser dívidas do povo”, afirma. 

Em 1º de outubro, para dar seguimento ao pagamento do déficit público, Moreno anunciou uma série de reformas trabalhistas e fiscais, entre elas o fim de subsídios estatais aos combustíveis. O corte no auxílio, em vigor no país há 40 anos, foi a medida que mais desagradou a população.

Quais grupos estão protestando? 

Embora o fim do subsídio tenha sido anunciado no dia 1º, as mobilizações só começaram a ganhar força em 3 de outubro, data em que a diligência passou a valer. De imediato, motoristas de ônibus, táxis e caminhões bloquearam as principais ruas da capital, Quito, e de Guayaquil. Por conta disso, as aulas foram suspensas. 

Estudantes universitários, sindicatos e indígenas também aderiram aos protestos, que passaram a ocorrer em toda a nação. Entre os grupos, participa a Confederação de Nacionalidades Indígenas do Equador (Conaie), uma das principais lideranças dos protestos.

Segundo Wagner Iglecias, professor do Programa de Pós-Graduação em Integração da América Latina da Universidade de São Paulo (Prolam-USP), o fim dos subsídios foi a medida que mais desagradou os equatorianos porque ela irá gerar um “aumento de preços não apenas nos transportes, mas nos bens de consumo em geral, como os alimentos. Isso representará, na prática, um forte processo de corrosão da renda de grande parte da população, especialmente dos mais pobres”. 

Durante um discurso em rede nacional, Moreno acusou seu antecessor, Rafael Correa, de estar por trás das mobilizações em uma tentativa de desestabilizar o governo. Para Iglecias, no entanto, os atos não possuem este recorte partidário. 

“Acredito que são manifestações de corte popular e indígena. É o Equador profundo que se levanta contra as medidas de caráter neoliberal do governo Moreno. Parece-me que é algo tão forte e disruptivo que ultrapassa os partidos de esquerda, cuja luta política é muito mais voltada ao campo institucional”. 

Maniglio endossa essa opinião. “Grande parte das pessoas que participam não é correísta, mas contra o Correa […] As manifestações estão sendo conduzidas por várias entidades indígenas”, diz. 

O maior ato ocorreu na quarta-feira (9), dia marcado por uma greve geral e duas concentrações em Quito. Sabendo que a capital seria o local onde a maior parte das manifestações iria ocorrer, Moreno anunciou a transferência da sede do governo de Quito para Guayaquil. 

Estado de exceção e repressão 

Em resposta às manifestações, Moreno decretou, já em 3 de outubro, estado de exceção. Isso significa que o governo passa a ter o poder de limitar a liberdade de ir e vir da população e de impor censura prévia à imprensa. 

A medida irá valer por 60 dias, podendo ser prorrogada por mais 30. A diligência também autoriza o uso de militares para fazer a segurança. Também está autorizado o fechamento de portos e aeroportos. 

As manifestações foram duramente reprimidas. Segundo Maniglio, baseado em números da Coordinadora Ecuatoriana de Contrainformación, “o Equador amanheceu com sete mortos, entre os quais um recém-nascido. Temos 94 feridos graves, mais de 500 feridos leves; 83 desaparecidos, entre eles, 47 menores de idade. Temos 800 detidos, a maior parte sem julgamento. Temos 57 jornalistas agredidos pela polícia, 13 presos, além de 9 meios de comunicação sobre intervenção”. 

A Defensoria do Povo fala em 5 mortos. Segundo a agência de proteção aos direitos humanos, “a primeira vítima é um homem que morreu após ser atingido no domingo na província de Azuay (sul do país). As outras quatro morreram em Quito”.

Moreno pode cair? 

Protestos liderados por indígenas derrubaram três presidentes equatorianos durante a instabilidade que o país passou entre os anos 90 e 2000: Jamil Mahuad, Abdalá Bucaram e Lucio Gutiérrez. No período, o país teve oito presidentes em 10 anos.

“Os movimentos sociais do Equador, em especial os movimentos indígenas, têm uma longa tradição de mobilização política e pressão sobre os governos. É provável que as manifestações continuem nos próximos dias, e que a reação do governo seja aumentar a repressão”, afirma Iglecias. 

Os manifestantes já afirmaram que não deixarão as ruas até Moreno revogar a medida que acaba com os subsídios. O presidente, no entanto, afirma que não pretende recuar. A situação, diz o professor da USP, gera um impasse. 

Para ele, existem três cenários possíveis. “A repressão sobre os movimentos sociais se impõe e o regime fecha; o presidente perde apoio das Forças Armadas e das classes médias por conta da paralisia econômica provocada pelos protestos e renúncia; ou as partes chegam a um acordo mediado pela igreja e por organismos internacionais”. 


Tiago Angelo

Edição de  João Paulo Soares
Ribamarenses temem que escrutínio seja realizado sob ‘cartas marcadas’

POR FERNANDO ATALLAIA
DIRETO DA REDAÇÃO

A eleição para escolha dos novos membros do Conselho Tutelar de São José de Ribamar- adiada para dia 27 de outubro próximo-, vem movimentando há um mês a terceira maior cidade do Maranhão. Os 230 mil ribamarenses das quatro regiões da Balneária temem que o escrutínio seja realizado sob ‘cartas marcadas’.
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DIA 27 Cresce expectativa para eleição do Conselho Tutelar: ribamarenses temem que escrutínio seja realizado sob ‘cartas marcadas’..

Prevista para acontecer no último dia 6,  dezenas de postulantes participam nesta edição  que já supera  as passadas em número de candidatos. Os munícipes, que ao longo dos últimos cinco anos, vêm alertando para o fato de certa ‘politização’ do Conselho, viram com estranheza a mudança de data para a realização da eleição comunitária.

Em São José de Ribamar, eles seguem com a ‘pulga atrás da orelha’.

Número de queimadas diminuiu

Dados do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) mostram que o desmatamento na Amazônia cresceu 96% em setembro de 2019 na comparação com o mesmo mês de 2018. Foram destruídos 1.447 km² de floresta.
De acordo com informações do Deter (Sistema de Detecção do Desmatamento em Tempo Real) do Inpe, julho, agosto e setembro de 2019 registraram as maiores taxas de desmate desde 2015 e 2016 (no caso de julho) da série histórica, iniciada em 2004.
Os dados vão de encontro à notícia positiva, divulgada no início de outubro, de que setembro teve o menor número de focos de queimadas desde 2013.
Em julho, os dados revelados pelo instituto levaram a demissão do ex-presidente do Inpe Ricardo Galvão. 
Em julho, a devastação da Amazônia cresceu 278% em relação ao ano passado. Em agosto a destruição foi ainda maior: 222% no mesmo período.

Apesar de não medir precisamente a área da floresta que foi desmatada, o Deter é utilizado para mostrar a tendência da devastação do bioma.

Em julho, os dados revelados pelo instituto levaram a demissão do ex-presidente do Inpe Ricardo Galvão. Na época, o presidente Jair Bolsonaro comentou os números divulgados pelo instituto e disse que Galvão estaria “agindo a serviço de uma ONG”. Galvão defendeu o trabalho do instituto.

Em agosto, o número de incêndios florestais na Amazônia aumentou e o caso chamou a atenção mundial. Bolsonaro foi criticado por líderes mundiais e o presidente da França, Emmanuel Macron, chegou a convocar a cúpula do G7 a discutir o caso.

Noruega e Alemanha decidiram bloquear repasses financeiros para o Fundo Amazônia depois que o presidente Bolsonaro extinguiu os conselhos que administravam o fundo.

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