terça-feira, 20 de fevereiro de 2018
O Governo do Estado iniciou o repasse financeiro para a complementação da remuneração dos Agentes Comunitários de Saúde e de Combate às Endemias no Maranhão

O Governo do Estado iniciou o repasse financeiro para a complementação da remuneração dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e de Combate às Endemias (ACE) no Maranhão, estabelecido na Política Estadual de Cofinanciamento da Atenção Primária em Saúde do Estado do Maranhão (PECAPS).

O incentivo, que poderá beneficiar 15.927 profissionais, será realizado através da transferência de recursos financeiros do Fundo Estadual de Saúde aos Fundos Municipais de Saúde, mediante cumprimento de metas definidas com base nos parâmetros de saúde estabelecidos pela gestão estadual. Até o momento, quatro municípios aderiram à Política Estadual de Cofinanciamento da Atenção Primária em Saúde: Estreito, Lago do Junco, Campestre e Açailândia.

“A PECAPS fortalece a atividade dos profissionais nos municípios, consequentemente, a Atenção Primária, reforçando um trabalho de prevenção em saúde importante para a melhoria da qualidade de vida da população. Sua construção foi feita com base no diálogo com os agentes comunitários de saúde e de combate às endemias. Agora, a PECAPS, que foi pedida por tantos agentes e sancionada pelo governador Flávio Dino, representa um marco na luta histórica desses profissionais”, afirma o secretário de Estado da Saúde, Carlos Lula.

Primeira adesão

O município de Estreito, localizado no sul do estado, foi o primeiro a aderir à Política Estadual de Cofinanciamento da Atenção Primária em Saúde. Segundo o secretário municipal de Saúde, Cássio Batista, foi preciso um planejamento e organização para atender às exigências.

“Fizemos um levantamento e a capacitação dos agentes para que eles entendessem as metas. A política é um incentivo a mais para ajudar o pessoal que vai a campo trabalhar de forma mais eficaz no atendimento à população. Isso vai ajudar a melhorar os indicativos e a qualidade de vida da população”, destaca Cássio Batista.

Governador durante seminário com mais de 5 mil agentes comunitários: o incentivo, que poderá beneficiar 15.927 profissionais, será realizado através da transferência de recursos financeiros do Fundo Estadual de Saúde aos Fundos Municipais.
O secretário municipal acredita que a complementação está motivando a categoria. “Os agentes estão entusiasmados. Eles estão indo a campo. O município vai ganhar muito com isso. Para o agente receber um incentivo a mais, ele vai ter de bater a meta dos 80% das visitas domiciliares. Todos ganham”, afirma.

O incentivo financeiro deverá ser utilizando, exclusivamente, para complementação da remuneração dos Agentes Comunitários de Saúde e de Combate às Endemias no Maranhão sendo de, no mínimo, 10%, do valor do Piso Nacional da Remuneração por agente em cada município.

Diálogo com os agentes de saúde e endemias

A complementação da remuneração dos agentes comunitários de saúde e de combate às endemias no Maranhão, uma das propostas cumpridas do Programa de Governo apresentado pelo governador Flávio Dino, foi construído com base no diálogo entre o poder público estadual e os representantes da categoria. Várias reuniões foram realizadas para construção da minuta do projeto.

A Lei nº 10.583 foi publicada no Diário Oficial no dia 24 de abril de 2017. Porém, o processo iniciou ainda em 2015, quando, recém-empossado, Flávio Dino reuniu-se com mais de 5 mil agentes no Seminário de Agentes Comunitários de Saúde e de Combate às Endemias e anunciou a ampliação salarial da categoria.

O secretário adjunto da Política da Atenção Primária e Vigilância em Saúde, Marcelo Rosa, destaca que os agentes são grandes atores na atenção primária e que o incremento salarial vai estimular a categoria a trabalhar de forma mais sistemática, cumprindo as metas estabelecidas.

“A política é uma forma de reconhecer o trabalho desses profissionais. Os agentes são aqueles profissionais que vão de casa em casa, acompanhando a saúde da comunidade e identificando pessoas em risco para encaminhar ao serviço de saúde”, comenta Marcelo Rosa.

O repasse financeiro será feito quadrimestralmente, com base na quantidade de ACS e ACE do mês anterior ao da avaliação também quadrimestral realizada pela SES.

Adesão dos municípios

Os municípios interessados em participar da PECAPS precisam procurar o Departamento de Atenção à Saúde da Família da Secretaria Adjunta da Política da Atenção Primária e Vigilância em Saúde da SES, para assinatura do termo de adesão. Contudo, a transferência dos recursos é atrelada ao cumprimento de metas definidas com base nos parâmetros de saúde estabelecidos pela Secretaria de Estado da Saúde (SES).

A Lei n.º 10.583 estabeleceu quatro metas: implantação do ESUS-AB/PEC tipo prontuário eletrônico em cada Unidade Básica de Saúde; a construção do processo de territorialização com pelo menos 80% dos cadastros domiciliares e individuais efetivamente realizados; a realização de pelo menos 80% das visitas domiciliares previstas no território; e a redução dos óbitos maternos e infantis.

Entenda a Política Estadual de Cofinanciamento da Atenção Primária

O que é?

A política estabelece o incentivo financeiro para complementação da remuneração dos Agentes Comunitários de Saúde e de Combate às Endemias no Maranhão, de, no mínimo, 10% do valor do Piso Nacional da Remuneração por agente em cada município.

Como será o repasse?

Através da transferência de recursos financeiros do Fundo Estadual de Saúde aos Fundos Municipais de Saúde.

Como participar?

A transferência dos recursos será feita mediante prévia adesão do município à PECAPS, atendendo aos seguintes critérios e parâmetros:

– Implantação do ESUS-AB/PEC tipo prontuário eletrônico em cada Unidade Básica de Saúde;
– Construção do processo de territorialização com pelo menos 80% dos cadastros domiciliares e individuais efetivamente realizados;


– Realização de pelo menos 80% das visitas domiciliares previstas no território adscrito;
– Redução dos óbitos maternos e infantis, de acordo com os parâmetros estabelecidos em portaria da Secretaria de Estado da Saúde, a contar de janeiro de 2018.

RIO

Oposição critica aprovação de intervenção militar e pede por políticas estruturais

Decreto foi aprovado no plenário da Câmara na madrugada desta terça por 340 x 72, com uma abstenção.

Depois de a Câmara Federal aprovar, na madrugada desta terça-feira (20), o decreto de intervenção federal no estado do Rio de Janeiro, deputados da oposição reafirmaram a preocupação com a medida. O texto foi aprovado no plenário da Casa por 340 votos a favor, 72 contrários e uma abstenção.

O PCdoB foi um dos partidos que fecharam questão contra a medida. A deputada comunista Jandira Feghali, da bancada do Rio de Janeiro, classificou o decreto como "uma jogada política". Ela reforça que o presidente golpista Michel Temer, do MDB, estaria tentando "recuperar a popularidade" e ofuscar a dificuldade de aprovação da reforma da Previdência na Casa.

 O PCdoB foi um dos partidos que fecharam questão contra a medida. A deputada comunista Jandira Feghali, da bancada do Rio de Janeiro, classificou o decreto como "uma jogada política".
Além disso, ela aponta que a presença das Forças Armadas no Rio não surtiu efeito em outros momentos em que os militares foram enviados ao estado para prestar um reforço na segurança. "Não vai ter nenhuma eficácia. Vamos colocar em risco a democracia brasileira e, infelizmente, o povo será enganado novamente e não sairá do desespero da violência no estado, podendo, inclusive, estender esse arbítrio pra outros estados", aponta.

Além do PcdoB, PT e PSol também votaram integralmente contra o decreto. Deputados de partidos como MDB, DEM, PDT, Rede, PTB, PV e Solidariedade foram favoráveis à medida. No caso das legendas PSDB, PSB, PR, PP, Pros, Podemos e Avante, a ampla maioria votou a favor, mas houve votos isolados contra o decreto.

O petista Reginaldo Lopes, de Minas Gerais, criticou a iniciativa das bancadas conservadoras. Na avaliação dele, a aprovação da medida coloca o parlamento na superficialidade do debate sobre a segurança pública. Ele destaca a falta de atenção do Estado brasileiro para a promoção de políticas que sejam mais efetivas no combate à violência, como as de caráter social. Além disso, ele aponta a necessidade de uma revisão no sistema de segurança pública do país. "O modelo faliu. De cada 100 mortes, apenas 3 são elucidadas, ou seja, temos 97% de incompetência", conclui. 

Já a relatora do decreto na Câmara dos Deputados, deputada Laura Carneiro, do MDB do Rio de Janeiro, defendeu a intervenção afirmando que a medida seria legal. Ela sugeriu que seja dado poder de polícia aos agentes das Forças Armadas na operação e que o governo federal libere mais recursos para a execução das atividades militares e também para a área de assistência social.

Como a intervenção se trata de um decreto presidencial, passou a vigorar já na última sexta-feira (16), quando o documento foi assinado por Michel Temer. No entanto, pelas normas constitucionais, o dispositivo precisa de autorização do Legislativo. Com isso, os parlamentares têm o poder de confirmar ou de revogar o decreto. Após a autorização da Câmara, o texto segue agora para apreciação dos senadores, o que deve ocorrer ainda hoje.


As informações são da repórter Cristiane Sampaio 
Edição de Fernando Atallaia e Nina Fideles

Referência para 20 municípios das regiões de Santa Inês e Zé Doca, o Hospital Macrorregional Tomás Martins, realiza de quarta-feira a sexta-feira a Semana Ação Saúde, voltada tanto para...


Referência para 20 municípios das regiões de Santa Inês e Zé Doca, o Hospital Macrorregional Tomás Martins, realiza de quarta-feira (21) a sexta-feira (23) a Semana Ação Saúde, voltada tanto para a população em geral, quanto para os profissionais da saúde. Ligado à rede da Secretaria de Estado da Saúde (SES), a unidade fará mutirão de consultas, de cirurgias e treinamento de profissionais.

Com os novos hospitais regionais de Santa Inês, Imperatriz, Bacabal, Pinheiro, Presidente Dutra e Balsas, o Governo do Maranhão mudou a saúde de todas as regiões do estado. “Estamos assegurando a melhoria da saúde da população com a nova rede de hospitais instalada no estado. Com os investimentos da gestão do governador Flávio Dino, ofertamos um atendimento humanizado e de excelência”, disse o secretário de Estado da Saúde, Carlos Lula.

Em Santa Inês, nesta quarta-feira (21), haverá mutirão de consultas urológicas nos dois turnos e palestras sobre câncer de próstata e de pênis no Hospital Macrorregional Tomás Martins. “Planejamos a ação para depois do carnaval, porque muitos se descuidam no período, assim conseguimos também verificar a incidência das Infecções Sexualmente Transmissíveis”, explica a diretora administrativa do hospital, Thayse Nina.
Referência para 20 municípios das regiões de Santa Inês e Zé Doca, o Hospital realiza de quarta-feira (21) a sexta-feira (23) a Semana Ação Saúde, voltada tanto para a população em geral, quanto para os profissionais da saúde.
No mesmo dia, pela manhã, os profissionais da unidade passarão por qualificação. O treinamento, que será estendido aos socorristas dos hospitais municipais de Santa Inês, abordará ética profissional, atendimento pré-hospitalar e transporte de pacientes. Pela tarde, o foco será a saúde bucal, com palestras, oficina de escovação e um grande “escovaço” coletivo.

Na quinta-feira (22) à tarde, cerca de 80 crianças passarão por triagem e avaliação para serem submetidas à cirurgia em um mutirão na sexta-feira (23). Os atendimentos serão regulados, o que quer dizer que as crianças já foram selecionadas e encaminhadas para o procedimento. As crianças também participarão de dinâmica e atividades de musicoterapia com equipe multiprofissional.
“Existe uma grande demanda deste público em nossa unidade. Com o mutirão, conseguimos diminuir uma demanda reprimida que temos na região. São cirurgias de pequeno porte, como retirada de hérnias”, informa Thayse Nina.

Ação Saúde no Hospital Macrorregional Tomás Martins
Quarta – feira (21)
Manhã
Mutirão de urologia (consulta com urologista e palestra sobre câncer de próstata e pênis);
Treinamento para profissionais internos e socorristas dos hospitais municipais;

Tarde
Mutirão de urologia (consulta com urologista e palestra sobre câncer de próstata e pênis;
Palestra sobre saúde bucal e escovação coletiva para as crianças do ambulatório;

Quinta-feira (22)
Tarde
Triagem para mutirão de cirurgias pediátricas;
Dinâmica e musicoterapia com equipe multiprofissional;

Sexta-feira (23)
Mutirão de cirurgias pediátricas

O governador entregou nesta terça-feira mais uma base do Corpo de Bombeiros no Maranhão, desta vez em Paço do Lumiar, na Grande Ilha. Trata-se da 11ª unidade concluída desde 2015


O governador Flávio Dino entregou nesta terça-feira (20) mais uma base do Corpo de Bombeiros no Maranhão, desta vez em Paço do Lumiar, na Grande Ilha. Trata-se da 11ª unidade concluída desde 2015. A 2ª Companhia Independente fica no Maiobão e vai atuar em cerca de 30 bairros. 

Flávio afirmou que “determinamos desde o começo do Governo que houvesse uma expansão do serviço do Corpo de Bombeiros, e hoje estamos inaugurando a 11ª nova unidade”. 


O governador Flávio Dino entregou nesta terça-feira (20) mais uma base do Corpo de Bombeiros no Maranhão, desta vez em Paço do Lumiar, na Grande Ilha. Trata-se da 11ª unidade concluída desde 2015. A 2ª Companhia Independente fica no Maiobão e vai atuar em cerca de 30 bairros.

Ele acrescentou que ainda há outras unidades a serem abertas nos próximos meses no Maranhão: “Isso é sinal da presença do Estado”. 

Segundo o coronel Célio Roberto Araújo, comandante geral do Corpo de Bombeiros do Maranhão, “essa unidade vai diminuir o tempo-resposta, e isso vai fazer a diferença porque uma vida tem muito valor". 


O coronel acrescentou que a companhia fica no miolo da ilha, com grande importância estratégica, “principalmente em termos de intervenção automobilística, considerando também o fator trânsito, além da distância”. 


Estrutura

A companhia tem caminhão próprio para combate a incêndio, caminhonete para resgate de vítimas presas em ferragens; ambulância; e mais uma viatura administrativa para ações de vistorias. 



A companhia tem caminhão próprio para combate a incêndio, caminhonete para resgate de vítimas presas em ferragens; ambulância; e mais uma viatura administrativa para ações de vistorias. 

O Major Rocha, responsável pela 2ª Companhia Independente de Bombeiros Militar, contou que em princípio serão 32 profissionais atuando em atividades de combate a incêndio, resgate e emergência, além de projetos sociais. “Teremos atuação principalmente na área de atividade técnica e preventiva”, acrescentou. 

Em Paço do Lumiar, o governador também anunciou que vai assinar a autorização para a reforma da unidade mista de saúde na cidade.
Para o prefeito de Paço do Lumiar, Domingos Dutra, “essa é mais uma prestação de serviço que se coloca à disposição, não apenas da nossa cidade, mas também para Ribamar e a Raposa. 

Ele lembrou que, em breve, a Segurança Pública da região será complementada pela entrega do 22º Batalhão de Polícia Militar. 

 
A professora Adriane Ribeiro afirma que, durante anos, Paço do Lumiar não teve uma Companhia do Corpo de Bombeiros: “Isso agora é de grande relevância, é gratificante e uma grande oportunidade”. 

Saúde

Em Paço do Lumiar, o governador também anunciou que vai assinar a autorização para a reforma da unidade mista de saúde na cidade.
A Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça decidiu hoje, por 4 votos a 1, negar um pedido de liberdade feito pelo ex-ministro do Turismo e ex-deputado Henrique Eduardo Alves, que se encontra...

A Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu hoje (20), por 4 votos a 1, negar um pedido de liberdade feito pelo ex-ministro do Turismo e ex-deputado Henrique Eduardo Alves, que se encontra preso preventivamente em Natal desde junho do ano passado.

Alves é alvo de diversos mandados de prisão preventiva, decorrentes de diferentes esquemas de corrupção. Dessa vez, ele teve negado um habeas corpus no âmbito da Operação Sépsis, que investiga desvios em financiamentos aprovados pela Caixa Econômica Federal.

Nesse caso, o Ministério Público Federal pediu que Alves seja condenado a 78 anos de prisão, além do pagamento de multa no valor de R$ 3,2 milhões, pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e prevaricação.

O ministro Rogério Schietti, relator do habeas corpus na Corte, considerou idônea a fundamentação apresentada pelo magistrado de primeira instância para justificar a prisão preventiva de Alves, informou o STJ.

O Ministério Público Federal pediu que Alves seja condenado a 78 anos de prisão, além do pagamento de multa no valor de R$ 3,2 milhões, pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e prevaricação.
Acompanharam o relator os ministros Maria Thereza de Assis Moura, Antônio Saldanha e Néfi Cordeiro. O ministro Sebastião Reis Júnior foi o único a discordar.

O primeiro mandado de prisão preventiva contra o ex-deputado foi cumprido em 6 de junho do ano passado, em Natal, em decorrência da Operação Manus, que investiga desvios na construção da Arena das Dunas, sede no Rio Grande do Norte da Copa do Mundo de 2014.

No caso sobre os desvios na Copa, Alves teve outros seis habeas corpus negados em um mesmo dia pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região, com sede em Recife.

O processo referente à Operação Sépsis encontra-se em sua última fase, de alegações finais, e tem como réu também o deputado cassado Eduardo Cunha e o operador financeiro Lúcio Funaro, entre outros.


AS INFORMAÇÕES SÃO DA AGÊNCIA BRASIL
EDIÇÃO DA AGÊNCIA BALUARTE 
Com o objetivo de estimular a participação de alunos do ensino médio em ações de escuta cidadã, fortalecendo o protagonismo estudantil, o Governo do Maranhão, por meio das Secretarias de Estado de Transparência e Controle e da Educação promove nesta... 

Com o objetivo de estimular a participação de alunos do ensino médio em ações de escuta cidadã, fortalecendo o protagonismo estudantil, o Governo do Maranhão, por meio das Secretarias de Estado de Transparência e Controle (STC) e da Educação (Seduc) promove nesta terça-feira (20) o lançamento do projeto Jovem Ouvidor. A cerimônia acontecerá no Centro de Ensino Benedito Leite (Escola Modelo), em São Luís, às 9 horas.


Jovem Ouvidor é uma iniciativa da Ouvidoria da Seduc e tem como parceiros a Ouvidoria-Geral do Estado (OGE/STC) e Unidades Regionais de Educação (UREs).  O projeto visa a participação da comunidade escolar, contribuindo com a formação cidadã dos estudantes da rede estadual de ensino, bem como com o fortalecimento e melhoria da qualidade da educação.

Estarão presentes na cerimônia de lançamento os secretários Rodrigo Lago, da Transparência, e Felipe Camarão, da Educação, além da superintendente do Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União (CGU/MA), Leylane Maria da Silva, e do ouvidor-geral da União, Gilberto Waller Júnior.

SERVIÇO:
O que: Lançamento do projeto Jovem Ouvidor
Onde: Centro de Ensino Benedito Leite (Escola Modelo)
Quando: 20/02 às 10h
Dez países da região têm penitenciárias que superam sua capacidade em 200%

As prisões da América Latina enfrentam uma situação crítica em matéria de aglomeração e superpopulação, o que provoca a saturação dos serviços que oferecem aos presos, especialmente a assistência à saúde, segundo um informe da Federação Iberoamericana de Ombudsman (FIO), uma organização que reúne 20 defensorias públicas, procuradorias e comissões de direitos humanos. Até dez países contam com prisões que superam sua capacidade em 200%.

A entidade enfatiza que a crise na qual estão imersos os sistemas penitenciários da região atenta contra a segurança das prisões e viola os direitos humanos dos presos e do pessoal. A aglomeração e a superpopulação provocam aumento da violência, saturação dos serviços de saúde e desgaste da convivência entre os presos, entre outros efeitos.

Rebelião presídio Natal Rio Grande do Norte
Superam sua capacidade em 200%.
Além disso, entre os dez países cujas prisões são as mais povoadas do mundo, há quatro latino-americanos. O Haiti encabeça a lista, com uma taxa de ocupação carcerária de 416%. Seguem-se El Salvador, em quarto lugar, com 320% de superpopulação; Venezuela (270%) em sétimo; e Bolívia (256%) em oitavo, segundo dados do Centro Internacional de Estudos Penitenciários da Universidade de Essex (ICPS). A superpopulação no Paraguai atinge 131%, mas em seu principal centro, a Penitenciária Nacional de Tacumbú, essa cifra pula para 333%, segundo informes da Defensoria Pública desse país.

Porto Rico é um dos poucos casos na região em que as prisões não estão superpovoadas. Segundo o informe da FIO, os baixos níveis de aglomeração —88%, cifra similar às de Espanha e Alemanha, por exemplo—, se devem a investimentos realizados em infraestrutura no sistema penitenciário do país.

Entre os países onde há um cuidado inadequado à saúde se destacam Colômbia, Bolívia, Uruguai e Nicarágua. A maioria das denúncias registradas pelas defensorias do Panamá e da Costa Rica também se refere à falta de cuidados médicos. O problema se deve, em parte, ao número insuficiente de profissionais. Em vários centros penais desses países é necessário levar os presos ao centro médico mais próximo, de modo que com frequência eles perdem as consultas devido à falta de transporte e de pessoal de custódia.

A entidade enfatiza que a crise na qual estão imersos os sistemas penitenciários da região atenta contra a segurança das prisões e viola os direitos humanos dos presos e do pessoal. A aglomeração e a superpopulação provocam aumento da violência, saturação dos serviços de saúde e...
A dificuldade de acesso ao serviço médico é acompanhada de outros problemas: a insalubridade das celas e das instalações, as más condições de higiene e uma alimentação inadequada, que fazem das prisões ambientes propícios à proliferação de epidemias e doenças.

O Brasil ocupa o posto 35 na lista dos maiores índices de superpopulação carcerária, com 172%. O país tem, no entanto, a quarta população penitenciária do mundo: cerca de 548.000 presos, enquanto a capacidade dos centros de detenção não ultrapassa os 319.000. Quase metade das prisões do país não têm cama para todos os reclusos, e em um quarto delas não há colchão para todos. O banho é de água fria em 66% das prisões, e em 40% delas não se oferecem artigos de higiene pessoal, segundo a Procuradoria dos Direitos do Cidadão.


A superpopulação das prisões da América Latina atinge níveis críticos
O Paraguai, além do Brasil, se destaca do conjunto pelo excessivo uso da prisão preventiva: 6691 dos 9229 presos do país (ou 72,5%) estão nessa situação.
Cerca de 40% dos reclusos no Brasil estão em prisão preventiva, segundo constatou o Grupo de Trabalho das Nações Unidas sobre Detenção Arbitrária, que visitou várias prisões do país em 2013 e registrou suas impressões em um informe. “Existe uma cultura do uso da privação de liberdade como norma e não como uma medida excepcional reservada para delitos graves, conforme exigem as normas internacionais de direitos humanos”, afirmou depois da visita Roberto Garretón, um dos membros do grupo.

Os especialistas expressaram preocupação pela falta de assistência jurídica aos detidos, o que é ainda mais grave “em um país onde a maioria dos presos é pobre e não pode pagar um advogado”, afirmou Garretón. O grupo encontrou inúmeros casos em que os presos tiveram de esperar meses ou mesmo anos para ir a julgamento e descobrir quais eram as acusações contra eles.

O Paraguai, além do Brasil, se destaca do conjunto pelo excessivo uso da prisão preventiva: 6691 dos 9229 presos do país (ou 72,5%) estão nessa situação.

As entidades da FIO recomendam às autoridades implicadas fazer “uso racional da prisão preventiva”; construir novos centros penais e ampliar a infraestrutura existente; incentivar medidas alternativas à reclusão para os delitos menos graves, e melhorar a qualificação dos agentes da Justiça, entre outras sugestões.

AS INFORMAÇÕES SÃO DA REPÓRTER DANIELE BELMIRO, DO EL PAÍS
EDIÇÃO DE FERNANDO ATALLAIA
segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Ação da Polícia Militar garante segurança e tranquilidade do Lava-Pratos em São José de Ribamar

A Polícia Militar do Maranhão (PMMA) montou um forte esquema de segurança e garantiu a segurança para os foliões na 72º edição da festa do Lava-Pratos, no município de São José de Ribamar, na Região Metropolitana de São Luís.

Nos três dias de folia, o Lava-Pratos de São José de Ribamar contou com o policiamento ostensivo e preventivo da PMMA, por meio de planejamento organizado pelo Comando de Policiamento de Área Metropolitano II (CPAM/II). A ação teve a participação de mais de 600 policiais militares que se revezaram no policiamento a pé, montado, motorizado e aéreo.

O comandante do CPAM/II, Aritanã do Rosário, disse que o serviço de policiamento cumpriu o que foi planejado e garantiu a segurança dos foliões e turistas. “As ações se estenderam em todos os locais de festas e nas proximidades. Barreiras policiais foram colocadas em pontos estratégicos a fim de evitar a entrada de armas e drogas”.

A Polícia Militar do Maranhão (PMMA) montou um forte esquema de segurança e garantiu a segurança para os foliões na 72º edição da festa do Lava-Pratos, no município de São José de Ribamar.
 
Para João de Moraes, administrador de empresas, que participou da festa, o trabalho da PMMA garantiu a tranquilidade e a segurança de todos. “A Polícia Militar tem trabalhado muito, me sinto seguro para brincar o Lava-pratos em Ribamar. A polícia garante a tranquilidade da festa, inibindo assaltos, brigas e todos podem se divertir em paz”.

Para o subcomandante da PMMA, coronel Jorge Luongo, o trabalho preventivo inibiu ações irregulares e garantiu a tranquilidade. “Além da intensificação das barreiras, reforçamos o efetivo do policiamento a pé, garantindo a segurança no local e áreas próximas”.

Ação integrada

O comandante geral da PMMA, coronel Frederico Pereira, disse que o policiamento contou com efetivo das unidades operacionais e do serviço administrativo de São Luís. Participaram das atividades, o Centro Tático Aéreo (CTA) e tropas especiais como a de Choque, Rotam, Cavalaria, Cosar e BOPE. Frederico Pereira informou que o policiamento usou as estratégias das barreiras e a distribuição de patrulhas nos locais de maior concentração de público e pontos de embarque e desembarque de ônibus.
Nos três dias de folia, o Lava-Pratos de São José de Ribamar contou com o policiamento ostensivo e preventivo da PMMA, por meio de planejamento organizado pelo Comando de Policiamento de Área Metropolitano II (CPAM/II). A ação teve a participação de mais de 600 policiais militares que se revezaram no policiamento a pé, montado, motorizado e aéreo.

O policiamento preventivo na festa de São José de Ribamar teve a participação, também, da Patrulha Maria da Penha, que ofereceu um policiamento especializado no combate ao assédio e a violência contra a mulher. Foram realizadas campanhas de sensibilização e de orientação referentes aos crimes contra a mulher. Os policiais militares distribuíram panfletos e esclarecem dúvidas sobre o crime de assédio.

O Batalhão de Policiamento Rodoviário (BPRv) instalou barreiras de redução de velocidade, nos principais pontos da MA-201, que liga São Luís a São José de Ribamar, com objetivo de garantir um trânsito seguro, com o trabalho de fiscalização e orientação, evitando acidentes e desrespeito às normas de trânsito.

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