sexta-feira, 15 de dezembro de 2017
Munícipes foram abandonados à própria sorte
Eles usam as redes sociais para implorar por socorro 
Prédio alugado para funcionamento da antiga Unidade Mista da cidade opera sem condições adequadas.

POR FERNANDO ATALLAIA
REPÓRTER DE CIDADES DA AGÊNCIA BALUARTE 
atallaia.baluarte@hotmail.com

Cidade que compõe a região da Grande São Luís, onde se concentra grande parte dos interesses do estado, Paço do Lumiar enfrenta nos dias atuais uma das piores gestões de sua história. Não fosse apenas a crise politico-administrativa que assola a cidade, as terríveis condições da Saúde do município-humilhantes e desumanas – bastariam por si mesmas para que se decretasse estado de sítio. 
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Dependências da antiga Unidade Mista de Paço do Lumiar, localizada à Av. 13 no bairro   Maiobão: abandono que migrou para Av. 10.
Urgindo intervenção federal no setor, a única unidade de saúde existente, hoje, em Paço atua de forma ultra precária , sem mínimas condições de funcionamento. Um verdadeiro deboche ofertado pela administração de Domingos Dutra, prefeito eleito sob a égide antisarneysista, há 11 meses. 

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O prefeito Domingos Dutra: égide antisarneysista que não se aplica à Saúde.
Nos últimos 15 dias, os luminenses caíram em desespero diante do caos reinante na área essencial e usam , atualmente, suas redes sociais para denunciar o total abandono do setor. Em prédio alugado, a antiga Unidade Mista localizada à Av.  13 do bairro Maiobão foi removida para Av.  10 na mesma localidade, só que com algumas peculiaridades: ambiente fechado, tórrido, calorento e sem leitos. Uma tipificação do que entende como gestão de Saúde a administração de Domingos na sexta maior cidade maranhense. 

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PIOROU Unidade Mista em novo endereço: maus tratos, calor e humilhações.
 Quem precisa de atendimento de emergência deve aguardar. Essa e outras realidades vêm sendo sentidas pelos luminenses da região urbana de Paço. Muitos deles,  com temor de verem os parentes morrerem à míngua na Unidade procuram as Upas mais próximas.  O município não se sustem nesse particular e as políticas públicas que deveriam – por obrigação- ser implementadas na Saúde, literalmente, não existem. A Promotoria responsável ainda não avaliou a questão.

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Mulher desmaia em amontoado da Unidade Mista no Maiobão: paisagem diária.
Há também informações de que sequer vistorias foram feitas até aqui pelos órgãos fiscalizadores em Paço do Lumiar. 

O abandono continua. 

Maranhão constrói rede inédita de ensino integral

Até 2015, o Maranhão nunca havia tido uma rede de escolas públicas de ensino integral. Isso mudou. Em apenas três anos, o Governo do Maranhão construiu essa rede de escolas integrais em diversas regiões. E, hoje, são 18 escolas desse tipo.
A escola integral é considerada a mais completa porque melhora o aproveitamento do tempo, estimula a criatividade, permite mais práticas esportivas, aumenta o rendimento do aluno, pode ensinar uma profissão e dá tranquilidade aos pais, entre outras vantagens.

A rede de 18 escolas já está sendo ampliada e em 2018 vai quase triplicar. As que já estão em funcionamento oferecem recursos e ferramentas que muitas escolas particulares não têm.

 

IEMA alia ensino médio e profissionalizante ao mesmo tempo (Divulgação)

Até 2015, o Maranhão nunca havia tido uma rede de escolas públicas de ensino integral. Isso mudou. Em apenas três anos, o Governo do Maranhão construiu essa rede de escolas integrais em diversas regiões. E, hoje, são...

O Maranhão adotou, desde 2015, dois modelos de ensino integral: os Centros Educa Mais e os Institutos de Educação, Ciência e Tecnologia (IEMA). O primeiro é ensino regular, com uma grade curricular ampla e diversa. O segundo é ensino técnico e profissionalizante. Isso significa que, além do diploma do ensino médio, o aluno também sai com um diploma profissional técnico.
Educa Mais
Atualmente, são 11 unidades do Educa Mais em todo o Estado, atendendo cerca de 4 mil estudantes. “Foi um passo substancial dado até agora. Até 2014, não havia nenhuma escola integral”, diz o secretário de Estado de Educação, Felipe Camarão.

Os alunos começam o ano letivo escolhendo as áreas em que têm interesse de aprofundar o conhecimento. São várias opções: arte, estética, música, linguagens, ciências humanas, matemática, ciências da natureza, etc. 

A carga horária é de quase oito horas diárias, de segunda a sexta-feira. O horário pode até assustar no início, mas logo é visto pelos estudantes como uma grande vantagem. “Se a gente dissesse para alguém que ia ficar esse tempo todo na escola, iam chamar a gente de louca. Mas a verdade é que é maravilhoso”, diz Ingrid Brenda Santos Sá, 16, do Centro de Ensino Dorilene Silva Castro, no Coroadinho, em São Luís.
“Nessas escolas, os jovens exercitam essas competências diariamente, seja através das metodologias executadas, seja através da vivência com seus colegas, com os professores e com a gestão escolar”, afirma a gestora da Educação Integral na Secretaria Estadual de Educação (Seduc), Fernanda Passos.

IEMA
Quem entra no IEMA sabe que vai sair pronto para o mercado de trabalho. É algo que a rede pública estadual jamais havia experimentado até 2015.

Até agora, são sete unidades plenas no Maranhão. Os cursos oferecidos são pensados para ampliar as chances de os alunos conseguirem emprego. Se a vocação da região é agropecuária, por exemplo, o IEMA oferece cursos que tenham a ver com esse mercado.

Mesmo com pouco tempo de existência, o IEMA já virou referência na educação, conquistando prêmios nacionais e internacionais. 

Aluna do 1º ano e do curso técnico de Informática, Laís Gomes, 14 anos, diz “pela primeira vez na vida estou estudando em uma escola boa e integral”. De acordo com ela, “aqui, professores e diretores escutam nossas opiniões, a gente participa das decisões. Isso tudo faz do IEMA uma escola melhor, diferente de todas”.
O reitor do IEMA, Jhonatan Almada, diz que o instituto representa um marco para o ensino maranhense, com ampla “capacidade de gerar oportunidades educacionais para a juventude”.

Centros Educa Mais (unidades já em funcionamento):
Almirante Tamandaré (São Luís)
Joana Batista (São Luís)
Mônica Vale (São Luís)
Margarida Pires Leal (São Luís)
Dorilene Silva Castro (São Luís)
Barjonas Lobão (São Luís)
Cidade de São José de Ribamar (São José de Ribamar)
Aquiles Batista Vieira (Alcântara)
Poeta Antônio José (Santa Inês)
Kiola Costa (São Bento)
Jacira de Oliveira e Silva (Timon)

IEMA (unidades já em funcionamento):
Axixá
Bacabeira
Coroatá
Pindaré-Mirim
São José de Ribamar
São Luís
Timon

Em posse de Marun, Temer diz que votação da Previdência foi adiada para "não constranger" deputados

Presidente pediu ao novo ministro que se dedique "20 horas por dia" à aprovação da reforma.

Durante a posse do deputado Carlos Marun (PMDB-MS) como novo ministro da Secretaria de Governo, na tarde desta sexta-feira (15), o presidente Michel Temer afirmou  que a votação da reforma da Previdência Social foi adiada para fevereiro do ano que vem para "não constranger" os deputados.

"Eu digo aqui com muita tranquilidade que nós estamos empenhados. [A votação] vai ficar para fevereiro? Ótimo! Para fevereiro vocês sabem por quê? Porque nós contamos votos. Enquanto não tivermos os 308 [votos], não vamos constranger nenhum deputado. Nem nós queremos, nem o Rodrigo [Maia, presidente da Câmara] quer, e nem o Eunício [Oliveira, presidente do Senado] quer", disse Temer.

Em sua fala, o presidente ainda se dirigiu a Carlos Marun, novo responsável pela articulação política do governo, e pediu que ele se dedique "18 horas por dia, se possível 20 [horas]" à aprovação da reforma.

Inicialmente, o objetivo de Temer era votar a reforma ainda neste ano na Câmara. Contudo, a dificuldade em reunir os 308 votos necessários e as reivindicações de categorias de servidores, que se queixam das novas regras para aposentadoria propostas pelo governo, fizeram com que a votação fosse adiada para 2018.

Marun e Temer conversam durante cerimônia de posse

Marun e Temer conversam durante cerimônia de posse: votação adiada para "não constranger" deputados.

Temer afirmou ainda que espera que durante o recesso parlamentar, os deputados aproveitem para constatar que não há na população uma "oposição feroz" à reforma. "No mês de janeiro vai acontecer uma coisa curiosa. Os nossos parlamentares vão para suas bases e vão verificar que não há uma oposição feroz em relação à Previdência. E, portanto, voltarão, penso eu, muito mais animados para votar a reforma da previdência em fevereiro", afirmou.

 Carlos Marun reforçou, após a posse, que o recesso parlamentar, em vez de "atrapalhar," poderá ajudar o governo a aprovar a reforma. "O recesso que é visto por muitos como um dificultador na conquista de votos, no meu modo de ver terá um efeito diferente. [...] Nosso sentimento é que os parlamentares dos partidos da base, ao chegarem às suas bases, receberão apelos pela aprovação da reforma", disse.

Alta hospitalar

A cerimônia de posse de Marun aconteceu poucas horas após Temer receber alta hospitalar, em São Paulo. O presidente estava internado depois de ter passado por uma pequena cirurgia urológica. Temer permanecerá com uma sonda por aproximadamente três semanas e, por “ponderação” médica, não deverá viajar à Ásia no início do ano.


AS INFORMAÇÕES SÃO DO UNICAMP NOTÍCIAS
EDIÇÃO DE FERNANDO ATALLAIA
Vários acidentes com vitimas fatais já foram registrados no perímetro perigoso
Curva tem sido tormento de motoristas e caminhoneiros que fazem o trajeto, diariamente. 

POR FERNANDO ATALLAIA
DIRETO DA REDAÇÃO

A Curva do S, na BR-222, entre os municípios de Itapecuru-Mirim e Vargem Grande tem se tornado o terror de motoristas e  caminhoneiros que fazem aquele trajeto perigoso, diariamente. 

Registrando vários acidentes com vítimas fatais nos últimos cinco anos, no local não...
Registrando vários acidentes com vítimas fatais nos últimos cinco anos, no local não há sinalização e o precipício que corta a via assusta os condutores que não sabem a quem recorrer.  Se às prefeituras das duas cidades, ao Dnit ou ao Governo do Estado. Em 2014, um acidente na Curva deixou cinco mortos para se ter ideia da gravidade do problema.  

CAPOTAMENTOS Com intenso tráfego de veículos pesados na rota, a Curva do S é um dos principais acessos à cidade de Vargem Grande.
Com intenso tráfego de veículos pesados na rota, a Curva do S é um dos principais acessos à cidade de Vargem Grande, onde há concentração de negócios entre diferentes municípios  do interior.  Em contrapartida, a ausência de adequação do trânsito no perímetro com faixas e outras medidas que evitem acidentes, colisões no passar do cruzamento  e         ‘batidas’ frontais entre  veículos, não foram ainda efetivadas. O sistema de iluminação da via também é precário. 

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SEM SINALIZAÇÃO E ILUMINAÇÃO ADEQUADAS Secretário Clayton Noleto precisa vê situação da Curva do S, entre Itapecuru e Vargem Grande junto ao Dnit; condutores seguem aterrorizados.
Capotamentos vem sendo frequentes. Este ano um condutor dormiu ao volante e tombou precipício abaixo na Curva. Um, dentre os muitos casos de acidentes fatais ocorridos devido às péssimas condições do trecho. 
Governo ajuda municípios, produção e moradores com entrega de 90 motoniveladoras em 2017

Com o investimento de aproximadamente R$55 milhões, o Governo do Maranhão já entregou a dezenas de municípios maranhenses 90 motoniveladoras, maquinários que impactam diretamente no escoamento da produção agrícola e pecuária, contribuindo com a economia de pequenos e grandes produtores do estado.  

Os equipamentos servem para o nivelamento e abertura das estradas, ajudando a escoar a produção local. Elas também tiram povoados do isolamento, garantindo acesso mais fácil às sedes das cidades.


Os mais recentes equipamentos foram entregues pelo governador Flávio Dino nesta quinta-feira (14), no auditório do Palácio Henrique de La Roque. Nesta etapa, 18 municípios foram contemplados. Cada um dos gestores recebeu um maquinário que custa R$600 mil. 


Durante a entrega dos equipamentos, o governador Flávio Dino destacou o Programa Caminhos da Produção, responsável pela entrega das motoniveladoras: “Os maquinários impactarão diretamente a agricultura e a pecuária, pois as máquinas serão utilizadas na recuperação das estradas vicinais, estradas das zonas rurais, que são de competência dos municípios. No entanto, com as entregas dos equipamentos, as prefeituras passam a ter condições de fazer uma conservação permanente destas áreas”.



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Os recursos obtidos pelo Governo do Maranhão em operação de crédito com a Caixa Econômica Federal dão continuidade à política de desenvolvimento das cadeias produtivas no Estado, além de ampliar o escoamento da produção maranhense.
Os recursos obtidos pelo Governo do Maranhão em operação de crédito com a Caixa Econômica Federal dão continuidade à política de desenvolvimento das cadeias produtivas no Estado, além de ampliar o escoamento da produção maranhense, enfatizando ações em todo os setores da infraestrutura.

“Faço questão de sublinhar que nós temos ações em todos os âmbitos, abrangendo grandes obras até as estradas vicinais, representada pelo programa que hoje recebe o investimento de mais de R$10 milhões. Isso mostra que apesar das dificuldades macroeconômicas do Brasil, o Governo do Maranhão cuida do custeio, da máquina e ainda faz investimentos importante”, disse Flávio Dino. 

Os investimentos na infraestrutura têm sido essenciais para a retirada de povoados de áreas de isolamento. O uso da máquina de nivelamento nas vias, além de proporcionar o acesso para os moradores dos povoados à sede da cidade e outros locais, agilizam e aumentam o escoamento da produção agrícola e da pecuária.


Esse incentivo ao escoamento da produção complementa ainda as ações de fortalecimento às cadeias produtivas, trabalho esse já desenvolvido através do programa Mais Produção.  Por meio deste, são estimuladas diversas cadeias produtivas em todas as suas etapas – da produção, beneficiamento e comercialização.


Além de beneficiar os produtores, a presença das máquinas nas estradas dos municípios garante a possibilidade do transporte de ambulâncias, ônibus escolares e viaturas policiais.


Em Mirador, município localizado a 485 quilômetros de São Luís, uma das cidades beneficiadas com o equipamento, mais de 500 comunidades serão beneficiadas. “Estamos recebendo esses equipamentos com muita alegria, já que o nosso município é o quarto maior do estado em extensão e nós ainda não tínhamos este equipamento. O Governo do Estado está nos presenteando com essa motoniveladora, ou seja, nos dando a oportunidade de melhorar o desenvolvimento, as estradas vicinais, e que reflete diretamente na melhoria da saúde, da educação e do meio ambiente em si, por se tratar de uma área de parque de 700 mil hectares”, agradece o prefeito de Mirador, Rony Souza. 


Com uma população de um pouco mais de 10 mil pessoas, o município de Lago do Junco, também foi um dos beneficiados com a motoniveladora, que corrigirá antigos problemas na região. “Nós temos várias estradas vicinais, onde temos dificuldade em recuperar esses trechos. A máquina vem contribuir com esse serviço, beneficiando com toda a cadeia produtiva da agricultura familiar. Essas ações são extremamente importantes, como a doação que o governador fez, no início do seu mandato, de um ônibus escolar. O governador tem percebido que o apoio dado aos pequenos municípios tem contribuído para a melhoria do Maranhão”, comenta o prefeito Osmar Fonseca.

Municípios beneficiados nesta quinta-feira:
 
Aldeias Altas
Anapurus
Arame
Arari
Buriti Bravo
Buritirana
Cidelândia
Governador Newton Bello
Guimarães
Imperatriz
Lago do Junco
Maranhãozinho
Mirador
Pinheiro
São Domingos do Azeitão
São João Batista
Senador La Roque 

Vitória do Mearim

Nova crise global como a de 2008 está próxima, alerta artigo no 'NYT'

Desmond Lachman diz que mesmo erro cometido na década passada agora se repete.

A crise global que pegou o mundo de surpresa em 2008 está para ocorrer novamente, e talvez seja tarde demas para evitá-la, alerta Desmond Lachman, membro residente do American Enterprise Institute, ex-vice-diretor do departamento de desenvolvimento de políticas do Fundo Monetário Internacional (FMI) e ex-estrategista econômico do Salomon Smith Barney, em artigo publicado no The New York Times

"No final de 2008, em um encontro com acadêmicos na London School of Economics, a rainha Elizabeth II perguntou como ninguém conseguiu antecipar a pior crise financeira mundial no período pós-Guerra. A então chamada Grande Recessão, que teve início no final de 2008 e durou até meados de 2009, foi desencadeada pelo colapso súbito de preços elevados para a habitação e outros ativos - algo que é óbvio em retrospectiva, mas que, no entanto, ninguém parecia ver que estava próximo", escreve Lachman.

"Estamos prestes a cometer o mesmo erro? Muito provavelmente, sim", pergunta e responde Lachman. Ele destaca que a economia norte-americana certamente vai bem, e que "economias emergentes" ganham impulso, mas que os preços globais de ativos estão novamente em um escalada rápida, acima do valor básico. "Em outras palavras, eles estão em uma bolha. Considerando o silêncio virtual entre os economistas sobre o perigo que representam, é preciso perguntar-se se em um ano ou dois, quando essas bolhas eventualmente irromperem, a rainha não fará o mesmo tipo de pergunta."
Para Lachman, tal silêncio é ainda mais surpreendente se consideramos o quão penetradas estão as bolhas hoje em comparação com 10 anos atrás. "Enquanto em 2008 as bolhas estavam largamente confinadas nos mercados norte-americanos de habitação e crédito, eles agora podem ser encontrados em quase todos os cantos da economia mundial."


"Estamos prestes a cometer o mesmo erro? Muito provavelmente, sim"
"Estamos prestes a cometer o mesmo erro? Muito provavelmente, sim"
Uma das razões apontadas no artigo para a proximidade de uma nova crise são os problemas vistos em economias importantes. A Itália enfrenta sérios problemas de dívida pública e um sistema bancário instável. O Brasil, continua ele, "enfrenta turbulência política, enquanto suas finanças públicas estão em um caminho claramente insustentável". 

"A China tem uma bolha no mercado de habitação e de crédito que reduz a vista pelos Estados Unidos no início deste século. E tanto o Brasil quanto a Itália realizarão eleições parlamentares no próximo ano."

Lachman menciona também os efeitos que podem vir com o término do Acordo de Livre Comércio da América do Norte, e com outras tendências protecionistas que possam ser adotadas pelos Estados Unidos ou por outros país. 

Ele critica a falsa segurança trazida pela regulação implementada após o colapso da Lehman Brothers em 2008. "É tarde demais para os formuladores de políticas fazerem algo relevante para evitar a formação de bolhas. No entanto, não é cedo demais para começar a pensar em uma maneira de responder a isto, de uma forma que possa nos libertar dos ciclos de expansão-queda que temos experimentado a cada 10 anos."

Uma outra questão é se a maior economia do mundo poderia liderar uma resposta a uma crise desta vez, com Donald Trump na administração. 

Confira o artigo na íntegra:
:: The Global Economy Is Partying Like It’s 2008


AS INFORMAÇÕES SÃO DO JB
EDIÇÃO DA AGÊNCIA BALUARTE
Gestão de Fernando Silva na cidade tenta incutir na opinião pública que Ribamar está sendo reconstruída
Responsabilidade por ‘destruição’ é também de Moura. 

POR FERNANDO ATALLAIA
EDITOR-CHEFE DA AGÊNCIA BALUARTE 
atallaia.baluarte@hotmail.com

Quem assistiu o prefeito Luís Fernando Moura da Silva rogar quase que desesperado para que os ribamarenses dessem a Gil Cutrim o segundo mandato num slogan inventado por ele mesmo que dizia ‘quem gosta de mim, vota em Gil Cutrim’, não esperava ver hoje o prefeito massacrando seu afilhado querido aos quatro cantos. 

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‘TIRO NO PÉ’ Ribamarenses repudiam deboche  de Fernando Silva em São José de Ribamar:  irresponsável com a cidade, ele indicou o inepto Gil Cutrim que agora acusa de destruição do município.
Responsável direto pela indicação de Cutrim a prefeito, a quem acusa de ter destruído São José de Ribamar, Fernando Silva foi irresponsável com a cidade. Sabia ele que Gil não teria condições práticas, de experiência e preparo, para gerir àquela altura uma cidade da envergadura da Balneária. Mas como que numa jogada apenas política,  sem se preocupar com as consequências, impôs e pediu voto a Cutrim. Deu no que deu: um município massacrado por ações de politicalha, favorecimentos, enriquecimentos ilícitos e na esfera da gestão pública delegado a ações paliativas, medíocres que não condizem com suas reais demandas. 
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Câmara de Vereadores fere a  Lei de Transparência há quase uma década em São José de Ribamar; Ministério Público(imagem abaixo) faz que não vê.
Os ribamarenses estão insatisfeitos. Ganhando um ano ‘no grito’, após campanha onde usou tática eleitoereira para concentrar atenção em torno de si com os chamados Planeja, o prefeito do PRB nada pôs em prática do que pregou fazer a partir de janeiro passado. Sustenta um discurso que serve apenas para neutralizar e banir em definitivo seu concorrente no município. Gil Cutrim é candidato a deputado federal e todas as vezes que a administração de Moura divulga, em deboche aos ribamarenses, que mais um aparelho público foi reconstruído está afirmando que Gil Cutrim-indicação de Silva- foi quem o destruiu. Uma forma de conferir desgaste pontual ao candidato, mas também enfatizar a mea culpa. 
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O fato é que o discurso da reconstrução- cunhado em primeira mão e de  forma legítima em reportagens da Agencia Baluarte e agora usado de maneira oportunista pela gestão de Silva- nada mais é que um ‘tiro no pé’.  A predileção de Fernando por Gil deixa claro que nos últimos 10 anos, São José de Ribamar tem sido apenas uma cidade aonde políticos descompromissados com os ribamarenses vem fazendo o que bem querem no vasto município, empurrando , a seu bel prazer, políticos de qualquer espécie. 

Em 2017 , a Balneária  foi reconhecida como a terceira mais violenta cidade do País. As gestões que estiveram no comando nesses últimos anos – ao lado de uma  Câmara de Vereadores  leniente, que opera na política profissional sob suspeitas de corrupção, debochando do Ministério Público há quase uma década-, são responsáveis diretas pelo diagnóstico. As gestões que estavam no comando eram justamente as de Moura e Cutrim, apoiadas que foram pelas anteriores que fizeram da cidade um curral eleitoral ululante em pleno século 21. 
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A terceira maior cidade do Maranhão foi diagnosticada como a terceira  mais violenta do País; resultado da ausência das gestões que passaram pelo município nos últimos 10  anos.
Isso mostra que nenhuma dessas gestões, inclusive a atual, teve pelo município preocupação à altura dos desafios e necessidades da população local. Recentemente, Fernando Silva foi visto ao lado de dois vereadores que há três meses lhe faziam média de oposicionistas. Todas as vezes que o teatro é encenado, há cooptação desses e de mais   dois parlamentares. Essas práticas rotineiras  em São José de Ribamar apontam  para uma gestão inflada por egos famigliares já conhecidos dos ribamarenses. A própria concentração de renda entre membros dos poderes é uma prova: enquanto uns poucos com endereço permanente  no Legislativo e Executivo seguem milionários, a grande maioria da população ribamarense ainda é pobre e miserável. 

Desigualdade que se arrasta por todas as comunidades e bairros  locais. 

IPVA 2017

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