sexta-feira, 23 de agosto de 2019
O desmatamento, em julho deste ano,  cresceu 278% em relação ao mesmo mês do ano passado

A Força-tarefa Amazônia do MPF (Ministério Público Federal) abriu inquérito para apurar a adequação de políticas públicas estaduais e federais para o combate ao desmatamento e às queimadas na Floresta Amazônica, diante de notícias de aumento do número de focos de incêndio e de taxas de desmate em 2019. 


No curso do procedimento, o MPF fez questionamentos ao Ministério do Meio Ambiente, inclusive sobre a possível contratação de empresa privada de monitoramento, a despeito do trabalho já realizado pelo Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais).

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A Força-tarefa Amazônia do MPF abriu inquérito para apurar a adequação de políticas públicas estaduais e federais.
De acordo com dados do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), de janeiro a agosto de 2019, as queimadas tiveram aumento de 82% em relação ao mesmo período do ano passado. Já o desmatamento, em julho deste ano, cresceu 278% em relação ao mesmo mês do ano passado.

No documento, encaminhado à Secretaria Executiva do Ministério do Meio Ambiente, além das justificativas para a eventual contratação, o MPF pediu informações sobre o planejamento de atividades fiscalizatórias do desmatamento na Amazônia para este ano, destacando que a resposta deve preservar o sigilo sobre datas e locais, mas indicar o número de ações planejadas, com o orçamento disponível e o quantitativo de insumos materiais e humanos para a atividade, dentre outras informações. O prazo para resposta é de 20 dias.

Além disso, o MPF encaminhou ofícios também ao Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) e ao Ipaam (Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas) para que respondam, em 5 dias, dada a urgência da situação, sobre o número de focos de incêndio e medidas adotadas pelos órgãos.


PODER 360
EDIÇÃO DE ANB ONLINE
Copérnico é o programa de observação da...

A Comissão Europeia (CE) afirmou hoje que está preparada para proporcionar assistência às autoridades do Brasil e da Bolívia na luta contra os incêndios florestais que afetam múltiplas áreas da Amazônia, diante dos quais se declarou "profundamente preocupada".

 "Estamos em contato com as autoridades brasileiras e bolivianas e estamos prontos para ajudar da forma que pudermos, seja enviando assistência ou ativando o sistema de satélites Copérnico", disse a porta-voz comunitária Mina Andreeva na entrevista coletiva diária da instituição.
Fumaça é vista durante incêndio que atinge a floresta Amazônica perto de Porto Velho, Rondônia - Ueslei Marcelino/Reuters
Fumaça é vista durante incêndio que atinge a floresta Amazônica perto de Porto Velho, Rondônia. 

Copérnico é o programa de observação da Terra da União Europeia e da Agência Espacial Europeia (ESA) que proporciona informação para melhorar a proteção do meio ambiente e garantir a segurança cidadã, através do qual é possível obter mapas do terreno afetado pelo fogo.

A porta-voz acolheu positivamente a intenção do presidente francês, Emmanuel Macron, de debater os incêndios durante a reunião do G7 em Biarritz (França), onde a União Europeia estará representada pelo presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, e uma delegação da Comissão.

 "O sentido de urgência está garantido", afirmou a porta-voz, que lamentou os incêndios na "maior floresta do mundo" que "acolhe um décimo de todas as espécies do mundo".

A ala, que foi entregue totalmente reformada em julho, possui 10 leitos destinados


A ala de internação do Hospital Aquiles Lisboa, que foi entregue totalmente reformada em julho, possui 10 leitos destinados à clínica geral, servindo de retaguarda para os outros pontos de atenção às urgências de menor complexidade. O serviço é regulado, por isso, a unidade implantou o Núcleo Interno de Regulação (NIR).

O Hospital Aquiles Lisboa é referência estadual para o tratamento da hanseníase no Maranhão, mas também está estruturado para receber pacientes com quadro clínico estável.

O gerenciamento de leitos no nível hospitalar é feito pelo Núcleo Interno de Regulação, setor que administra as vagas, tempo de permanência e mantém diálogo com a Central de Leito do Estado.

Maria da Conceição Silva destaca conforto e qualidade do atendimento.  
O perfil do paciente da unidade é aquele que está estabilizado e não corre risco de vida. “Recebemos o paciente que está em tratamento de antibiótico, com infecção urinária, com ferimentos no pé. Nossa estrutura ainda não é aquela para estabilização, recebemos aquele que já não está em fase de risco, mas necessita concluir um tratamento”, informa o diretor geral do Hospital Aquiles Lisboa, Raul Fagner.

Segundo o diretor, ainda existe resistência de alguns pacientes em serem transferidos para lá. “O paciente de hanseníase que está internado não transmite mais a doença. Muitos já estão até curados, vêm aqui para curar um pé diabético, um processo inflamatório”, reforça.

Moradora do Monte Castelo, Maria da Conceição S. Silva, de 64 anos, deu entrada com crise de erisipela na Upa do Itaqui-Bacanga no dia 15 e, no mesmo dia, recebeu a transferência para o Hospital Aquiles Lisboa. De início, ficou preocupada por conta do perfil de referência da unidade, mas mudou de ideia depois de receber atendimento.

“Eu quebrei o preconceito. Me senti em casa aqui, bem atendida por todos. Só tenho que agradecer a Deus de ter chegado aqui. O hospital, hoje, não tem nada com a história passada dele. Temos que acabar com esse preconceito. Aqui o paciente tem todo conforto, e ninguém passa dificuldade; tudo que precisa tem”, testemunhou a paciente Maria da Conceição.

Internação 

A ala de internação conta com suporte de médico plantonista 24h, equipe de enfermagem e técnicos de enfermagem, nutricionista, farmacêutico, terapeuta ocupacional, psicólogo, fonoaudiólogo e serviço social.


MATÉRIA ENVIADA PELA SECRETARIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL E ASSUNTOS POLÍTICOS DO GOVERNO DO MARANHÃO 

Por décadas, o temor da diplomacia do Brasil e de militares era de que a floresta fosse alvo de algum tipo de ingerência

Por décadas, o temor da diplomacia do Brasil e de militares era de que a floresta fosse alvo de algum tipo de ingerência ou que as políticas para a a região fossem determinadas nos grandes centros de poder, longe de Brasília. Mas é, ironicamente, na pequena cidade de Biarritz que esse medo eterno se traduz num fantasma com tons de ameaça. 

Fontes diplomáticas confirmaram que, desde a manhã desta sexta-feira, negociadores dos países do G7 estão negociando justamente "medidas concretas" para lidar com a crise na Amazônia. Os detalhes não têm sido revelados por enquanto, mas o pacote poderia envolver um aceno de uma ajuda internacional para combater o fogo, inclusive com recursos financeiros.

A operação foi lançada depois que Emmanuel Macron, presidente da França, apresentou a ideia de trazer o tema ambiental para a cúpula, na quinta-feira. Quando ele tomou a decisão de ir às redes sociais, negociadores revelam que os detalhes já tinham sido costurados com os principais parceiros. Macron não queria, tampouco, se mostrar isolado ao tratar do assunto. 

Ao longo de dias, um entendimento havia sido fechado com os demais aliados europeus para que a proposta tivesse a simpatia dos demais. Angela Merkel, Boris Johnson e mesmo Justine Trudeau, no Canadá, embarcaram na ideia da presidência francesa. Mas a inclusão de um assunto que está em outro território foge da tradição do G7 nos últimos anos. 

Assuntos que tinham uma relação direta com os países emergentes eram alvos de debates também no G7. Mas se tornou praxe convidar os presidentes dos países em questão para que fossem ouvidos ou pelo menos consultados. Assim fez Jacques Chirac com os Brics, no começo da década passada em Evian. E também esse foi o modelo adotado por Tony Blair, no Reino Unido. Desde 2008, porém, ganhou ainda mais relevância a agenda do G-20, uma espécie de diretório mundial com 80% da economia do planeta em uma só sala. Mas, desta vez, o sentimento da diplomacia francesa é de que, durante a reunião do G-20 no Japão, o governo de Jair Bolsonaro teria "mentido" sobre seus compromissos ambientais. A opção, nos bastidores, foi a de usar essa ocasião para dar um recado ao Brasil: ou o país é sincero sobre como pretende lidar com a comunidade internacional ou será excluído do debate.

Os conselheiros dos governos do G7 esperam concluir o pacote de medidas até o começo da manhã deste sábado, ou mesmo antes. 

Protesto diante do consulado do Brasil em Genebra.
A ideia é de que, quando os chefes-de-governo e de estado desembarcarem na cidade costeira, as decisões já estarão tomadas. Na prática, Macron acredita que reúne quatro dos sete governos do G7 para liderar uma iniciativa sobre o Brasil. Mas entre os diplomatas brasileiros, a esperança está nas mãos do governo de Donald Trump, aliado de Bolsonaro. 

Até agora, a Casa Branca não se pronunciou sobre a situação na floresta, o que poderia ser um sinal de que Washington não estaria disposto a fazer parte de uma ofensiva contra Bolsonaro. Mesmo assim, o temor é de que a blindagem feita por Trump acabe custando favores do Brasil, no curto, médio e longo prazo. 

A outra esperança do Brasil era a de contar com o apoio do governo italiano, também visto como um aliado. Mas a dissolução do governo em Roma dificulta saber até mesmo quem seria o representante dos italianos no G7. O Japão também poderia ser um aliado. 

Rachados A outra esperança do governo brasileiro é de que não haja, no fundo, uma posição comum da UE sobre o que fazer com o Brasil. Nesta sexta-feira, França e Irlanda declararam que poderiam ameaçar o acordo comercial com o Mercosul. Mas esses são os dois países que, tradicionalmente, buscaram encontrar motivos para frear um acordo.

Macron, portanto, não escapa de críticas de que estaria usando a Amazônia para justificar barreiras comerciais e agradar seu eleitorado. Na Comissão Europeia, a visão é justamente a oposta ao que seria defendido pela Irlanda e há uma forte pressão para que o acordo que trará amplos ganhos comerciais para o bloco não seja desfeito. Para Bruxelas, um acordo comercial é o que vai ajudar a manter a pressão sobre Bolsonaro e, assim, o conservar dentro dos tratados como o do Clima. 

Entre as ongs, muitas acusam Macron de agir de forma "hipócrita". Isso por conta da tentativa de Paris de evitar a presença de ambientalistas em Biarritz e de estar usando o Brasil como escudo diante de críticas domésticas por conta de sua política ambiental pouco ambiciosa.

JAMIL CHADE
EDIÇÃO BALUARTE

Conforme apontado, não nos causa surpresa o fato de o cidadão comum cair na...


Por Francisco Fernandes Ladeira

Nos anos 1970, os pesquisadores estadunidenses Maxwell McCombs e Donald Shaw formularam a hipótese do “agendamento midiático”, que parte do princípio de que os consumidores de notícias tendem a considerar mais importantes os assuntos que são abordados com maior destaque na cobertura jornalística (tanto nos veículos impressos quanto nos eletrônicos). De acordo com essa linha de pensamento, as notícias veiculadas na imprensa não determinam necessariamente o que as pessoas pensam sobre uma temática qualquer, porém são bem-sucedidas em fazer com que o público pense e fale sobre um assunto e não sobre outros.

Cinco décadas após os pioneiros estudos de McCombs e Shaw, os grandes grupos de comunicação perderam o monopólio de determinar a agenda pública nacional; os assuntos sobre os quais a maioria das pessoas discutirá cotidianamente não são apenas aqueles escolhidos pela imprensa tradicional, mas, em muitas ocasiões, referem-se aos conteúdos veiculados na internet. Não por acaso, é cada vez maior o número de políticos, jogadores de futebol, músicos e atores que escolhem as redes sociais para se comunicar diretamente com o grande público, ao invés de recorrer às mídias tradicionais.
Nesse sentido, o atual governo brasileiro tem sido muito bem-sucedido em ditar os rumos da agenda pública nacional. Isso significa que cada tuíte polêmico de Bolsonaro, cada vídeo com declarações anódinas da ministra Damares Alves ou as críticas descabidas do ministro da Educação, Abraham Weintraub, a Paulo Freire rapidamente se transformam nos assuntos mais comentados em todo o país. Como apontou um colega de trabalho, independentemente de posicionamentos ideológicos, não conseguimos passar um dia sequer sem falar do governo Bolsonaro.
E, assim, o governo brasileiro tem obtido bastante êxito em sua estratégia de...
Mas, na prática, o que significa o fato de o governo definir os rumos da agenda pública nacional? Primeiramente, podemos dizer que Bolsonaro, com suas declarações incisivas e bombásticas, busca consolidar sua base de apoio, formada por indivíduos que defendem incondicionalmente todas as falas do “mito” (por mais “injustificáveis” que possam parecer) e inundam as redes sociais com os famosos questionamentos “e o PT?”, “e Lula?”, “e Dilma?”.
Pragmaticamente falando, para um governo que não foi eleito pela maioria dos eleitores (somados, os votos de Haddad, brancos, nulos e abstenções superaram a votação de Bolsonaro) e, não obstante, vê os seus (já baixos) índices de aprovação em queda livre, é importante sustentar seu público fiel. Faz parte da estratégia de governabilidade. Típico exemplo de “jogar para a plateia”.
Por outro lado, as declarações polêmicas de Bolsonaro e de outros membros de seu governo servem para desviar o foco e distrair a população sobre o que realmente é o principal objetivo do atual mandato presidencial: aplicar a nefasta e impopular agenda neoliberal, responsável pela política de terra arrasada que visa desmontar o Estado brasileiro e colocá-lo à disposição do grande capital internacional.
Assim, paulatinamente vamos perdendo direitos trabalhistas, a Previdência está sendo destruída, serviços públicos vão sendo exterminados, universidades e institutos federais são sucateados, a Amazônia é entregue para os Estados Unidos e o Intercept divulga matérias que demonstram o quão nocivas são as ações da Operação Lava Jato; mas as pessoas, nas ruas, estão discutindo sobre menino vestir azul e menina vestir rosa, se “ideologia de gênero” é coisa do diabo, o que é golden shower ou se evacuar dia sim, dia não, é benéfico para o meio ambiente.
Diante dessa realidade, os grandes veículos de comunicação, astutos como de costume, sabem se aproveitar como ninguém das idiossincrasias de Jair Bolsonaro e dos membros de seu governo. Criticam veemente cada barbaridade verbal vinda do presidente e de seus ministros e, em contrapartida, se calam diante dos malefícios gerados para os trabalhadores pela política econômica neoliberal. Desse modo, além de atender aos interesses diretos de seus financiadores (empresários e banqueiros), alguns dos principais articulistas da imprensa hegemônica ainda saem como “progressistas” e estimuladores do pensamento crítico.
Conforme apontado anteriormente, não nos causa surpresa o fato de o cidadão comum cair na armadilha discursiva feita pelo governo. Afinal de contas, a maioria das pessoas, demasiadamente preocupadas com suas obrigações rotineiras, tende a seguir a agenda pública nacional.
No entanto, o que chama bastante atenção é que setores que se consideram progressistas também estão aderindo à agenda ditada pelo governo. Desse modo, boa parte da esquerda brasileira (sobretudo aquela ligada às chamadas “pautas identitárias”) não denuncia as medidas neoliberais do governo, preferindo discutir temáticas moralistas. Isso significa que, enquanto os mínimos direitos democráticos da população estão sendo sumariamente eliminados, “jogados pelo ralo”, a “esquerda identitária” se preocupa em “lacrar” nas redes sociais com textões empoderados que usam linguagens não-binárias.
E, assim, o governo brasileiro tem obtido bastante êxito em sua estratégia de desviar a atenção do público e mantê-lo distraído em relação às questões realmente importantes, que afetam diretamente a vida do trabalhador brasileiro. Trata-se da prática qualificada pelo linguista e ativista estadunidense Noam Chomsky como “estratégia de distração”. Se o governo ainda não tem o poder de decidir sobre como as pessoas vão pensar, por outro lado podemos dizer que, em muitas ocasiões, já se encontra em reais condições de apontar sobre quais temas o público vai discutir. Maquiavel ficaria muito surpreso com o cenário político brasileiro deste início de século XXI.
Francisco Fernandes Ladeira é mestre em Geografia pela UFSJ e professor do PROEJA do IFES – Campus Vitória. Autor (em parceria com Vicente de Paula Leão) do livro A influência dos discursos geopolíticos da mídia no ensino de Geografia: práticas pedagógicas e imaginários discentes, publicado pela editora CRV.
Hoplias malabaricus, da família Erythridea conhecido popularmente como traíra é um peixe piscívoro, o que favorece a ingestão de parasitos externos (Etoparasitos), principalmente do filo nematoda

O filo NEMATODA, do gênero Anisakis são endoparasitos cilíndricos e alongados, conhecidos popularmente como vermes do intestino. Esse parasita possui ciclo de vida indireto, necessitando de um hospedeiro intermediário (PORTZ, et al, 2013; SANTOS et.al. 2013).

Quanto ao manejo sanitário verifica-se que esses vermes se desenvolvem em um ambiente poluído.
Os Nematóides adultos são encontrados parasitando principalmente o trato digestório dos peixes, assim como demais órgãos e estruturas, enquanto que as larvas podem se encistar na musculatura e em demais órgãos (MACIEL, 2013; EIRAS et.al., 2013). No peixe pode provocar (intestino), ulceração e perfuração gástrica, causando grave processo anemiante.
Seu desenvolvimento no hospedeiro intermediário “é essencial para o fechamento do seu clico de desenvolvimento, vertebrados tais como: mamíferos, aves, peixes” Invertebrados tais como: microcrustáceos, larvas de insetos e oligoquetos (THATCHER, 2006; PORTZ , et. al. 2013).

Quanto ao manejo sanitário verifica-se que esses vermes se desenvolvem em um ambiente poluído, uma vez que esse parasita atua como indicador de alteração na qualidade sanitária do ambiente, causando estresse no animal e baixa imunidade a doenças. Gera perda econômica em relação ao peixe comercializado com vermes, alimento preparado de forma não adequada pode causar problemas a saúde humana.

Traíra é um peixe piscívoro, o que favorece a ingestão de...
Como profilaxia, deve-se evitar o lançamento de dejetos em rios e lagos, como principal medida a ser tomada para evitar esse tipo de problema.
SÃO JOSÉ DE RIBAMAR ‘PEGANDO FOGO’
Primeiro levantamento mostrou  Jota Pinto, do Patriota, com 40% à frente de seus concorrentes
O prefeito municipal bateu 80% de rejeição

POR FERNANDO  ATALLAIA
EDITOR DE ELEIÇÕES DA AGÊNCIA BALUARTE

Como já havia antecipado há duas semanas a Agência Baluarte o prefeito de São José de Ribamar, Dr. Sampaio (PTB), segue se movimentando em torno da próxima pesquisa que revelará a pontuação dos pré-candidatos a Prefeito de São José de Ribamar. No último levantamento ele conseguiu ser batido pelos concorrentes e atacou o principal alvo da disputa, Jota Pinto, do Patriota, que alcançou expressivos 40% de aprovação por toda cidade.

A situação de Dr. Sampaio aspira cuidados midiáticos. O prefeito arrolou-se nos últimos cinco dias em escândalos envolvendo contratação de uma empresa da prole de Fernando Moura da Silva, o prefeito da ‘reconstrução’ que desistiu de reconstruir o município.

SÃO JOSÉ DE RIBAMAR ‘PEGANDO FOGO’ Ribamarenses aguardam ansiosos pela próxima pesquisa que revelará pontuação de pré-candidatos.

No olho do furacão e prestes a dá por concluído o ciclo de esforços por uma boa colocação num levantamento que será decisivo para o seu futuro politico, o grupo de Fernando Moura, gerenciado atualmente por Dr. Sampaio, sabe que tem pouco mais de 80 dias para reverter a histórica rejeição registrada ao ainda titular da Prefeitura, até que a pesquisa saia. É a primeira vez na história ribamarense que um prefeito consegue atingir a incrível marca de 80%  de rejeição à sua forma de administrar. 20% do montante restante poderão está  associados à figura sem identidade do gestor.

É essa conjuntura, ainda mantida nas entrelinhas, que os 230 mil ribamarenses da Balneária desejam vê clara, à luz da transparência, até dezembro. Fontes ligadas a três importantes institutos de pesquisa do estado creem que os munícipes da terceira maior cidade do Maranhão terão, por fim, reais condições de eleger a 12 meses da eleição o próximo prefeito, deixando para o ano eleitoral apenas o abrir das urnas.
Macron chamou lideres para discutirem o tema na próxima cúpula do grupo; jornais alemães sugerem sanções ao Brasil

O presidente da França, Emmanuel Macron, afirmou nesta quinta-feira (22) que os incêndios na Amazônia representam uma "crise internacional" e convocou os membros do G7 para discutir o tema na próxima cúpula do grupo que acontece no próximo sábado (31).
"Nossa casa está queimando. Literalmente. A floresta Amazônica – os pulmões que produzem 20% do oxigênio do planeta – está em chamas. Isso é uma crise internacional. Membros da Cúpula do G7, vamos discutir essa emergência com prioridade em dois dias", disse o mandatário pelo Twitter.
"Nossa casa está queimando. Literalmente. A Amazônica -- os pulmões que produzem 20% do oxigênio do planeta -- está em chamas", disse Macron - Créditos: Foto: Philippe Lopez/AFP
"Nossa casa está queimando. Literalmente. A Amazônica -- os pulmões que produzem 20% do oxigênio do planeta -- está em chamas", disse Macron 
Os incêndios na Amazônia também repercutiram na Alemanha. No último final de semana, três grandes jornais do país - Der Spiegel, Die Zeit e Frankfurter Allgemeine Zeitung - publicaram editoriais sugerindo que o governo alemão imponha sanções contra o governo do presidente Jair Bolsonaro em retaliação pelo descaso com o combate ao desmatamento.
"Chegou a hora de se pensar em sanções diplomáticas e econômicas contra o Brasil. Os produtos agrícolas brasileiros devem desaparecer dos supermercados da UE se não for possível comprovar que foram produzidos em condições ambientalmente justas. Os poderosos grandes fazendeiros, que apoiam decisivamente Bolsonaro, devem sentir que sua atitude tem um preço. Porque seu ídolo não só inflige danos imensuráveis a seu próprio país, mas ao mundo todo”, publicou o Der Spiegel. 
O Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) apontou um crescimento de 83% nas queimadas desde o início de 2019, em comparação com o mesmo período do ano passado.
Vale destacar que a Alemanha era, junto da Noruega, um dos principais investidores do Fundo Amazônia e congelou os repasses por acreditar que o governo não adota o combate ao desmatamento como compromisso.
ONU
O secretário-geral da ONU, o português António Guterres, disse nesta quinta-feira estar "muito preocupado" com os incêndios na floresta Amazônica. A afirmação foi feita em uma postagem no Twitter.
"Estou profundamente preocupado pelos incêndios na floresta amazônica. No meio de uma crise climática global, não podemos permitir mais danos a uma importante fonte de oxigênio e biodiversidade. A Amazônia deve ser protegida", escreveu.
OP
Edição de ANB Online 
quinta-feira, 22 de agosto de 2019

Segundo a filha de Dutra, Neusilene e o Hospital São Domingos teriam arrumado um mecanismo para não... 

Novamente Nathalia Dutra, filha do ex-prefeito de Paço do Lumiar, Domingos Dutra(PCdoB), voltou a criticar Neusilene Núbia, atual esposa do seu pai. Em desabafo nas redes sociais, Nathalia também estendeu as críticas ao Hospital São Domingos, local onde Dutra segue internado desde o dia 23 de julho, após sofrer um Acidente Vascular Cerebral (AVC).
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Dutra segue internado desde o dia 23 de julho, após sofrer um Acidente Vascular Cerebral. 
Segundo a filha de Dutra, Neusilene e o Hospital São Domingos teriam arrumado um mecanismo para não cumprir a decisão judicial, que permite aos filhos acompanhar o pai no hospital.
“O hospital São Domingos arrumou junto a Núbia uma forma de burlar o nosso direito de visita ao nosso pai. Disse que não ia nos impedir de visitar nosso pai, desde que cumpríssemos as regras do hospital, que são 7 visitas diárias por paciente. Ocorre, que desde ontem, antes de 8h da manhã, Núbia enfia 7 pessoas dela e quando chegamos lá, o hospital informa que não temos mais direito, mesmo meu irmão estando com uma liminar. O juiz do caso já foi informado. Vamos acionar o hospital por descumprimento de liminar”, afirmou Nathalia.
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Novamente Nathalia Dutra, filha do ex-prefeito de Paço do Lumiar, Domingos Dutra, voltou a... 
Nathalia também confirmou que Domingos Dutra está apenas aguardando a autorização do plano de saúde para ser transferido para São Paulo. A filha novamente questiona os motivos que fazem Nubia tentar afastar Dutra dos próprios filhos.
“Agora acabo de receber a informação que já foi solicitado a transferência do meu pai para São Paulo, estão somente esperando o plano de saúde autorizar a uti aérea. Eu não sou contra de que ele seja levado para São Paulo, se for para um melhor tratamento e uma melhor recuperação, eu sou a primeira a dar apoio. O que não admito é esse desequilíbrio e essa loucura de Núbia de tentar nos afastar de nosso pai. Do que ela tem medo?”, escreveu Nathalia.
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Por determinação de Neusilene Núbia, segue sem...
A filha de Dutra concluiu afirmando que acredita na “justiça divina” e que sua madrasta irá “pagar por todo mal que já causou”.
“Embora nossa justiça seja falha, eu confio muito na justiça divina, e esta mulher pagará por todo o mal que já causou a dezenas de pessoas”, finalizou Nathalia.
Vale lembrar que o Hospital São Domingos, por determinação de Neusilene Núbia, segue sem divulgar boletins médicos sobre o estado de saúde de Domingos Dutra.
Pré-candidato a prefeito, o presidente da Câmara Municipal, Zé Carlos Soares mantém uma agenda de compromissos diários

Pré-candidato a prefeito de Imperatriz, o presidente da Câmara Municipal, Zé Carlos Soares, mantém uma agenda de compromissos diários, no final da tarde e à noite, com entidades de classe, igrejas, organizações sociais, clubes de esporte amador e lideranças comunitárias.

O pré-candidato a Prefeito de Imperatriz, Zé Carlos Soares com a amiga e liderança Maria da Farmácia: “Estamos construindo nosso projeto com as pessoas que vivem a realidade da cidade, com os trabalhadores e trabalhadoras, com as lideranças comunitárias, com as centenas e centenas de amigos que conquistamos ao longo de nossa trajetória política”.
A estratégia é buscar apoios na base da sociedade. “Hoje ampliamos nosso universo de colaboradores, desde os jovens líderes que estão surgindo na política local aos que já têm uma história construída na disputa de pleitos eleitorais e que ainda hoje servem de exemplos de luta para as comunidades dos bairros”, declara o presidente.  

Nesta quarta-feira (21), Zé Carlos recebeu o apoio do líder comunitário Pedro Ambrósio dos Santos, um dos fundadores da mais representativa associação de moradores de Imperatriz, a Fumbearti, Federação das Uniões de Moradores de Bairros e Entidades Afins de Imperatriz.  Pedro Ambrósio disputou eleições para vereador, sempre com expressiva votação, disseminou a semente de outras associações de moradores e fundou a rádio comunitária FM Maranhão do Sul. É um grande líder da região do Bonsucesso.

Zé Carlos com o radialista Pedro Ambrósio: ampliação de base de apoios. 
Também nesta semana, o presidente da Câmara recebeu o apoio de dona Maria da Farmácia, ativista do movimento comunitário na região do Mercadinho.

“Estamos construindo nosso projeto com as pessoas que vivem a realidade da cidade, com os trabalhadores e trabalhadoras, com as lideranças comunitárias, com as centenas e centenas de amigos que conquistamos ao longo de nossa trajetória política”, afirma o presidente, que está no sexto mandato de vereador e no terceiro à frente do Poder Legislativo municipal.

Ricardo Salles sobrevoou áreas atingidas pelas chamas em Mato Grosso


O ministro do Meio Ambiente (MMA), Ricardo Salles, sobrevoou hoje (21) à tarde algumas regiões de Mato Grosso para acompanhar o combate a queimadas no estado. Segundo o ministro, a maior parte dos focos de incêndio está localizada na área urbana. Salles destacou que, dos 10 mil hectares de área que foram queimados, cerca de 3 mil estão localizados na Chapada dos Guimarães.
Segundo o ministro, o governo federal vai apoiar todos os estados que precisarem de reforços federais em função das queimadas. Mais de mil brigadistas do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMbio ) estão atuando para conter as chamas em regiões críticas.
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Cerca de 3 mil estão localizados na Chapada dos Guimarães.
Salles destacou que o que ele verificou foi que a maior parte dos focos de incêndio é proposital, em áreas de concentração de lixo, o que é “muito ruim”. “A maior concentração de focos aqui na região está em perímetro urbano, (...) razão pela qual essa concentração de fumaça na cidade.”
Apenas na Chapada dos Guimarães, segundo o ministro, atuam 69 brigadistas do Ibama e mais de 20 membros do Corpo de Bombeiros do Estado de Mato Grosso. O fogo teria se proliferado muito rapidamente, em apenas um dia, em razão do calor, da baixa umidade e do vento forte, de acordo com o ministro.
Em entrevista à imprensa em Cuiabá, Salles destacou que o agronegócio brasileiro é um exemplo de sustentabilidade, utiliza as melhores práticas, mas nem por isso “está imune a riscos”.  De acordo com ele, não houve redução de recursos para a contenção de incêndios florestais. “Não há corte na destinação final de recursos de trabalho de incêndio, tanto que estamos com o mesmo número de brigadistas, trabalhando da mesma forma", afirmou. "Agora é um clima que está mais seco, mais quente, com mais vento, e isso propicia uma propagação maior dos focos”, acrescentou.
O ministro esteve acompanhado do governador de Mato Grosso, Mauro Mendes. Ricardo Salles deve visitar outros estados a partir da próxima semana para monitorar as queimadas e o desmatamento ilegal.

AB
EDIÇÃO DE ANB ONLINE
Vereadora não abre mão de compor com prefeito na chapa que vai à reeleição

POR FERNANDO ATALLAIA
EDITOR DE ELEIÇÕES DA AGÊNCIA BALUARTE

O debate acerca da composição da chapa que vai à reeleição daqui a 12 meses com o atual prefeito de São José de Ribamar, Dr. Sampaio (PTB),  voltou à cena política ribamarense após a vereadora Marlene Monroe(PTB), afirmar que não abrirá, em  hipótese alguma, mão da vaga de Vice.

PELAS REBARBAS A vereadora Marlene Monroe não abre mão de ser a Vice de Dr. Sampaio daqui a 12 meses.

Lançando por terra os esforços de Manoel Albertin, o Beto das Vilas(PV); Thiago Fernandes, secretário de Saúde e Prof. Cristiano(SD), vereador-líder do Governo que disputam de forma acirrada a vaga, Monroe pretende marlenear a todos de uma só vez:  a parlamentar alimenta o sonho de chegar ao comando do Executivo municipal e , assim como Beto, sabe que a única via para alcançar o objetivo é pelas rebarbas.

Acima vê- se Dr. Sampaio, Marlene Monroe e Thiago Fernandes nas já costumeiras aparições  em torno da pretensão.
quarta-feira, 21 de agosto de 2019

Ao fim do encontro, foi divulgada a Carta de Teresina, com seis pontos. Entre eles, ficou definido que o...


O governador Flávio Dino participou nesta quarta-feira (21) de nova reunião do Consórcio Nordeste, desta vez em Teresina. Estiveram presentes sete governadores e os vice-governadores de Pernambuco e Alagoas.

Ao fim do encontro, foi divulgada a Carta de Teresina, com seis pontos. Entre eles, ficou definido que o primeiro processo para compras coletivas vai ser concretizado.


Um dos objetivos do Consórcio é fazer compras conjuntas, para conseguir produtos mais baratos. De acordo com Rui Costa, governador da Bahia e presidente do Consórcio, a primeira compra desse tipo será a de remédios e equipamentos para a saúde.

Um dos objetivos do Consórcio é fazer compras conjuntas, para conseguir produtos mais baratos. De acordo com Rui Costa, governador da Bahia e presidente do Consórcio, a...
“A ideia é que até o dia 30 deste mês nós possamos publicar o primeiro edital de compra coletiva do Nordeste brasileiro. Isso significa fazer mais com o mesmo recurso”, afirmou Costa.

Seis pontos

A Carta de Teresina traz seis pontos: a busca por investimentos europeus, valorizando os projetos integradores entre todos os Estados; acelerar o caminho das compras coletivas até o fim do mês; a assinatura de um contrato para efetivar as compras coletivas; a manifestação de preocupação com privatização de empresas federais; uma reforma tributária justa; e um plano de competitividade para as agências agropecuárias dos estados.

Entre os temas tratados na reunião, estiveram mediação tecnológica para a criação da Universidade Aberta do Nordeste, educação, missão especial com a União Europeia, atração de investimentos para o Nordeste, desenvolvimento do turismo, ações de preservação ambiental, além da criação de uma rede de inteligência para combater o tráfico de armas no Nordeste.

O encontro representa mais uma etapa para as determinações do plano de trabalho, anunciado em março.

“Por sermos patriotas, defendemos a união entre os brasileiros. Por isso, pensamos nas parcerias entre os nove estados e estamos abertos ao diálogo. Acho que o Consórcio Nordeste já é um grande sucesso e vai propiciar cada vez melhores resultados tanto para os seus nove integrantes como para todo o Brasil”, ressaltou o governador Flávio Dino.

O governador do Maranhão, Flávio Dino durante reunião do Consórcio: “Por sermos patriotas, defendemos a união entre os brasileiros. Por isso, pensamos nas parcerias entre os nove estados e estamos abertos ao diálogo. Acho que o Consórcio Nordeste já é um grande sucesso e vai propiciar cada vez melhores resultados tanto para os seus nove integrantes como para todo o Brasil”.
O governador do Piauí, Wellington Dias, na conclusão do evento, enfatizou a importância da reunião: “Este momento é fundamental para o momento que Brasil está vivendo. Quando olhamos para o Nordeste, vemos uma região de boas oportunidades que vão garantir investimentos com foco na área social, na economia e sempre com o objetivo de gerar emprego, renda e desenvolvimento”.

Durante o encontro, Flávio defendeu que governadores fechem questão sobre a reforma tributária, com o objetivo de reduzir a desigualdade social. “Sobretudo no que se refere à ideia de rebalanceamento entre impostos sobre consumo versus impostos sobre renda e patrimônio”, acrescentou.

MATÉRIA ENVIADA PELA SECRETARIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL E ASSUNTOS POLÍTICOS DO GOVERNO DO MARANHÃO
Bancada ruralista tenta abrir caminho para explorar recursos minerais e hídricos nesses territórios

Representantes de 17 povos indígenas de Rondônia estão em Brasília para denunciar a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 187, que pretende legalizar o arrendamento e facilitar a exploração de recursos minerais e hídricos em terras demarcadas. A Proposta de Emenda Constitucional pode ser votada a qualquer momento na Comissão de Constituição e Justiça (CCJC) da Câmara dos Deputados.

A proposta alteraria a Constituição de 1988 para permitir a exploração de terras indígenas por não indígenas, retirando a autonomia dos povos para decidir sobre o uso de seu território. As “parcerias agrícolas e pecuárias”, como são chamadas pelos ruralistas, seriam acordadas diretamente entre não indígenas e a Fundação Nacional do Índio (Funai), sem consulta aos habitantes do território.

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Entre os 17 povos que compõem a delegação em Brasília estão os Karipuna, que têm sofrido com constantes invasões em seu território.
"É uma proposta extremamente agressiva aos direitos indígenas, pautada pelos interesses do agronegócio e puxada pela bancada ruralista na Câmara dos Deputados", resume Cleber Buzatto, secretário executivo do Conselho Indigenista Missionário (Cimi). "Esperamos que os povos consigam fazer frente e impedir que mais esse ataque a seus direitos seja efetivado pelos ruralistas em nosso país", completa.

O parecer defendido pelo relator Alceu Moreira (PMDB-RS), integrante da bancada ruralista trata duas propostas de forma conjunta: a PEC 187 e a PEC 343, que pretende alterar o artigo 231 da Constituição Federal para permitir a exploração de até metade da área de cada terra indígena por terceiros. 

Moreira é investigado pelo STF por crimes contra a Lei de Licitações e corrupção passiva. Em 2014, último ano em que doações empresariais foram permitidas em campanhas eleitorais, ele recebeu mais de 830 mil reais de empresas do agronegócio.

Entre os 17 povos que compõem a delegação em Brasília estão os Karipuna, que têm sofrido invasões em seu território por parte de madeireiros, garimpeiros e grileiros. Nos últimos doze meses, a Amazônia perdeu 5.879 km² de floresta, 40% a mais do que o ano anterior. 


BdF
Edição ANB
Neusilene Núbia, esposa do político, deu por encerrada a trajetória do ex-prefeito de Paço do Lumiar

POR FERNANDO ATALLAIA
DIRETO DA REDAÇÃO

Há dois dias repercute na imprensa estadual   a notícia de que a esposa do ex-prefeito de Paço do Lumiar, Domingos Dutra(PCdoB), Neusilene Núbia, entrou com pedido de Curatela junto ao Ministério Público, para assegurar que terá total domínio sobre o patrimônio do comunista. 

Há dois dias repercute na imprensa estadual   a... 
Curatela é uma medida de amparo judicial que garante a um terceiro responder pelos atos de quem está incapacitado. Com a medida, a esposa teria total posse e poder de gerenciamento dos bens de Dutra.  O pedido foi protocolado nesta segunda-feira (19).

Na prática, Neusilene reconheceu publicamente que o marido é  Incapaz, após negar a real situação do ex-prefeito em entrevista a  imprensa semana passada.  Na ocasião, ela afirmara que Domingo Dutra apresentava melhoras significativas e que o ainda  gestor poderia retornar ao comando do Município no próximo mês, inclusive, deliberando, segundo ela, às canhotas.

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Os bens de Dutra estão prestes a cair em outras mãos.
Agora, Núbia resolveu revelar o interesse veemente: dá por interditado Dutra da vida pública e politica, deixando claro que o AVC sofrido pelo comunista gerou sequelas graves e irreversíveis.  Sabe ela que Dutra  dificilmente voltará à vida pública onde fez escalada financeira  pessoal vitoriosa  à custa do batido  discurso anti-Sarney.  

Os bens de Dutra estão prestes a parar em outras mãos.
R$ 23,5 milhões do BNDES foram usados para financiar jatos de luxo do grupo Mateus

O grupo Mateus usou a empresa Tocantins Participações e Empreendimentos Ltda para conseguir empréstimos no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para financiar duas aeronaves.
As duas aeronaves custaram...
A informação foi divulgada em uma lista que contém 134 contratos de financiamentos de jatos executivos da Embraer a juros subsidiados, no valor total de R$ 1,921 bilhão.
Em 2011, a Tocantins Participações, que tem como sócios Ilson Mateus Rodrigues, Maria Barros Pinheiro, Denilson Pinheiro Rodrigues e Ilson Mateus Rodrigues Junior, pegou do BNDES R$ 5.621.916,48 milhões para uma aeronave, que seriam pagos em 120 parcelas com juros.
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A Tocantins faz parte da holding Mateus.
Em 2012, o valor foi bem maior, cerca de R$ 17.976.345,00 milhões foram emprestados para o empresário Ilson Mateus comprar mais um jatinho de luxo e seriam pagos em 119 vezes. As duas aeronaves custaram R$ 23,5 milhões.
A Tocantins faz parte da holding Mateus.
NF
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