domingo, 8 de junho de 2025
Miguel Uribe Turbay, senador e pré-candidato à
presidência da Colômbia que foi vítima de um atentado na noite deste sábado(7), em Bogotá, é filho da jornalista Diana Turbay, sequestrada e morta durante a ofensiva
violenta do cartel de Medellín, então comandado por Pablo Escobar. Diana foi
sequestrada em 30 de agosto de 1990, ao aceitar um convite para o que
acreditava ser uma entrevista com a liderança do grupo guerrilheiro ELN
(Exército de Libertação Nacional). Ela dirigia o noticiário televisivo Criptón e
viajou até uma região montanhosa no leste de Antioquia com outros profissionais
da imprensa. O convite, no entanto, era uma armadilha montada por Los
Extraditables (Os Extraditáveis, em tradução livre), facção formada por
narcotraficantes a serviço de Escobar, que buscava impedir a extradição de
colombianos para os Estados Unidos. Além de Diana, foram sequestrados todos os
integrantes da equipe de reportagem que cobririam a entrevista. Eles foram levados a uma das
propriedades do cartel, onde permaneceram em cativeiro por cerca de cinco
meses.
O ESTADO DE SÃO PAULO
EDIÇÃO DE ANB ONLINE
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O ANO ERA 2010-LIÇÕES DO PASSADO ALERTANDO O PRESENTE
ResponderExcluirDizia-se nas ruas de barro do interior do Maranhão que a família Sarney estava em tudo no estado. O clã teria sociedade em tudo, da água de coco da igreja do Carmo à consessao da Globo, nos tempos aureos.
Se algo passou a existir no Maranhão, pertencia ou tinha o nome dos Sarneys... jornais, fazendas, escolas, cidades, mansões, ilhas, ONGs, fundações, tribunais, bairro, holding, ponte, e até prato de peixe 'pescada da amarela no azeite de coco tipo Sarney',… Nos últimos meses de 2010, na esperança de conquistar a única mercadoria que talvez ainda lhe escapeva, a família expandiu.
NOVOS NEGÓCIOS
Agressivamente os negócios passaram à época a investir em petistas.
Petistas?
Sim, petistas, no varejo.
No mercado eleitoral do Maranhão, petistas aparentemente têm um preço.
Os mais caros podem custar 40 000 reais. Na promoção, alguns saem pela metade desse valor: 20 000 reais. Esta, ao menos, é a cotação estabelecida pelos Sarneys. Nas últimas semanas, operadores da família procuravam integrantes das direções municipais do PT maranhense para fechar negócio. O produto a ser comerciado, no caso, é apoio político. A governadora Roseana Sarney, do PMDB, candidata à reeleição naquele ano de 2010, precisava desesperadamente assegurar a aliança com o PT, que chegara a declarar
apoio ao candidato concorrente, do PCdoB.
As negociações começaram em razão do resultado da convenção estadual do PT, que deveria ratificar o apoio do partido à candidatura de Roseana Sarney. A lógica política dessa decisão derivava da aliança nacional entre os petistas e o PMDB, na qual o presidente da Câmara, deputado Michel Temer, tornou-se o vice na chapa de Dilma Rousseff.
Pela natureza desse acordo, PT e PMDB obrigam-se a resolver diferenças que venham a surgir na formação dos palanques estaduais. E surgiriam muitas, no Maranhão, as dificuldades de união entre os dois partidos extrapolavam quaisquer conveniências eleitorais. Ali, ambos eram inimigos há décadas, desde que Sarney é Sarney e PT é PT.
Na convenção petista de 2010 pela magra vantagem de 87 votos (contando com o meu) contra 85, os delegados do PT maranhense ignoraram as determinações da direção nacional do partido e resolveram apoiar formalmente a candidatura ao governo do deputado comunista Flávio Dino.
As compras começaram assim que se encerrou a convenção.
prof Iran'ilton Avelar, sociólogo