terça-feira, 21 de abril de 2026

É nesse ponto que a restituição de obras ganha outra dimensão. Não se trata apenas de devolver objetos, mas de mexer na forma como a história foi organizada, e por quem. Museus, lembra a diretora artística do Museu Nacional da Cultura Afro-Brasileira (Muncab), Jamile Coelho, nasceram, muitas vezes, como espaços de acúmulo de peças obtidas em contextos de violência, saque ou desigualdade. Reverter isso implica também rever narrativas. “São espaços de guarda de memória, mas também de construção de novas histórias”, diz. Na prática, devolver esses acervos significa recolocar as populações negras no centro de suas próprias produções culturais, não como objetos de estudo, mas como sujeitos da história. Leia matéria completa no link abaixo:

https://apublica.org/2026/04/escravizacao-devolver-artefatos-ajuda-a-reparar-paises-afetados/

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