domingo, 16 de agosto de 2015
Dançarina de funk vira usuária de crack e nega apelo da mãe para deixar ruas de Acari
A ex-dançarina de funk Juliana Silva tinha um futuro promissor na carreira artística, mas o vício em drogas a afastou dos palcos. Nascida em Sepetiba, zona oeste do Rio de Janeiro, a morena atualmente vive nas ruas de Acari.
Desde a infância, Juliana almejava a fama. Morena e expressiva, a jovem gostava de posar para as câmeras.
Ainda na adolescência, Juliana abandonou os estudos para se dedicar à carreira artística.
Aos 15 anos, a bela morena ganhou um concurso de Rainha do Carnaval e a fama chegou.
Conheceu famosos, participou de programas de auditório, novelas e passou a integrar um dos maiores grupos de funk do Rio de Janeiro.
— Ela era ativa, bagunceira, brigona. Me lembro como se fosse hoje.
Mãe e filha sempre foram muito próximas.
— Ela viajava muito. Quando ela teve o filho mais novo, deu para o pai cuidar porque não tinha tempo de cuidar da criança.
A fama, os eventos e badalação eram os objetivos de Juliana. Mas, com o fim da alta demanda de shows e presenças em festas, a jovem ficou depressiva. Segundo a mãe, ela não saía de casa.
Ninguém mais ligava pra ela, nem contratava. Ela não queria mais tomar banho, se arrumar ou ver pessoas.
depressão levou Juliana para as ruas. A mãe lamenta a vida atual da filha.
— Cuidei com tanto carinho, com todo amor. A vi no sucesso e, de repente, ela está do jeito que está. É revoltante.
A mãe relata que Juliana passou a ser usuária de crack e que até já foi agredida pela filha.
— Ela me batia, dava puxões de cabelo e tapas. Os vizinhos ouviam.
Atualmente, a morena mora nas ruas e não toma banho. A mãe queria conseguir ajudar a filha a sair das ruas.
Alguns vizinhos contam que Juliana cumprimenta e conversa quando os encontra na rua, mas nega ajuda.
Questionada se ainda se lembrava da vida de fama e glamour, Juliana disse que não há como esquecer.
— Lembro de tudo que aconteceu na minha vida. Datas boas e especiais, é sempre bom relembrar.
Apesar das lembranças, Juliana recusa ajuda para voltar para casa e largar o vício em drogas.
A mãe da jovem teme pelo futuro da filha e não desiste de pedir ajuda.
— Minha filha precisa de ajuda. Uma internação pode ajudá-la a sair desse vício.
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| A ex-dançarina de funk Juliana Silva tinha um futuro promissor na carreira |
Desde a infância, Juliana almejava a fama. Morena e expressiva, a jovem gostava de posar para as câmeras.
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| a jovem gostava de posar para as câmeras Na casa da mãe Maria da Cruz Silva Viana, dezenas de fotos da vida de Juliana são guardadas com carinho. |
Ainda na adolescência, Juliana abandonou os estudos para se dedicar à carreira artística.
Aos 15 anos, a bela morena ganhou um concurso de Rainha do Carnaval e a fama chegou.
Conheceu famosos, participou de programas de auditório, novelas e passou a integrar um dos maiores grupos de funk do Rio de Janeiro.
Maria Viana afirma que a imagem que guarda da filha é da jovem brincalhona e extrovertida.
— Ela era ativa, bagunceira, brigona. Me lembro como se fosse hoje.
Mãe e filha sempre foram muito próximas.
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| Maria Viana afirma que a imagem que guarda da filha é da jovem brincalhona e extrovertida |
Mas Juliana passava pouco tempo em casa com a família devido à alta carga de trabalho.
— Ela viajava muito. Quando ela teve o filho mais novo, deu para o pai cuidar porque não tinha tempo de cuidar da criança.
A fama, os eventos e badalação eram os objetivos de Juliana. Mas, com o fim da alta demanda de shows e presenças em festas, a jovem ficou depressiva. Segundo a mãe, ela não saía de casa.
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| Ninguém mais ligava pra ela, nem contratava |
depressão levou Juliana para as ruas. A mãe lamenta a vida atual da filha.
— Cuidei com tanto carinho, com todo amor. A vi no sucesso e, de repente, ela está do jeito que está. É revoltante.
A mãe relata que Juliana passou a ser usuária de crack e que até já foi agredida pela filha.
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| Atualmente, a morena mora nas ruas e não toma banho |
Atualmente, a morena mora nas ruas e não toma banho. A mãe queria conseguir ajudar a filha a sair das ruas.
Alguns vizinhos contam que Juliana cumprimenta e conversa quando os encontra na rua, mas nega ajuda.
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| Questionada se ainda se lembrava da vida de fama e glamour, Juliana disse que não há como esquecer |
— Lembro de tudo que aconteceu na minha vida. Datas boas e especiais, é sempre bom relembrar.
Apesar das lembranças, Juliana recusa ajuda para voltar para casa e largar o vício em drogas.
A mãe da jovem teme pelo futuro da filha e não desiste de pedir ajuda.
— Minha filha precisa de ajuda. Uma internação pode ajudá-la a sair desse vício.
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| — Minha filha precisa de ajuda. Uma internação pode ajudá-la a sair desse vício. |
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