sexta-feira, 11 de setembro de 2026
19:07
| Postado por
Equipe Baluarte
|
No documento de 164 páginas,
que inclui reproduções (prints) de conversas de WhatsApp entre os envolvidos,
incluindo funcionários públicos, a PF explica que o acesso clandestino se dava
por meio da ''utilização de logins funcionais de terceiros”.
A estrutura paralela atuava também na extração indevida de documentos e em consultas realizadas sem autorização em sistemas internos das instituições.
''O conteúdo indica, de forma clara, o uso indevido de informações protegidas por sigilo, que eram obtidas e empregadas para a proteção da organização criminosa”, frisa a PF. Leia matéria completa no link abaixo:
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