quinta-feira, 4 de junho de 2026
Quem ouve o ex-deputado
federal, ex-senador, ex-assessor da presidência da República Chiquinho Escórcio
narrar a saga que deu, em tempo hábil, resposta a uma catástrofe que abalou o
Maranhão, Tocantins e comoveu o País não tem dúvidas tratar-se de um homem de
estado preocupado com a sua gente, a nação e a governança pública. Escórcio foi
o responsável pela articulação que literalmente levou o Governo Federal, com
celeridade, apresentar uma solução ao caos pós-desabamento da
Juscelino Kubitschek, ponte localizada em perímetro entre as BRs-226 e BR-230.
Assim que soube da tragédia que deixou 14 mortos, desaparecidos e convulsionou
a logística da região prejudicando o comércio local, de pronto Chiquinho se
debruçou sobre o problema conclamando o deputado Hildo Rocha a encampar-se. Juntamente
com o prefeito Leo Cunha, Hildo e força-tarefa montada , Chiquinho Escórcio
sacrificou agendas pessoais, mas não pestanejou: foi ao encontro de Antônio
Padilha, seu amigo e ministro, para apresentar não apenas o mosaico da
desolação e consequências sentidas, mas
engajar o Governo Brasileiro a responder à angústia latente. A Superintendência
do DNIT, omissa no Maranhão, na ocasião se autoconfinou num acabrunhamento que
deixou a todos a ver navios. Era necessária uma interlocução que de fato
gerasse resultado imediato e gerou. Construída na década de 60, a Kubitschek foi negligenciada pela
direção do órgão no Maranhão nos últimos 2 anos. As populações locais tentavam decifrar a psicologia da gestão que
nunca- para lançar mão de um jargão popular- moveu uma palha para manutenção da
estrutura. Relatório técnico do próprio DNIT apontava que a Juscelino
Kubitschek, desde 2020, já apresentava
problemas, mas nada foi feito. Abaixo, vídeos:
https://www.facebook.com/reel/1520198869514078
https://www.facebook.com/reel/1528830658819520
POR FERNANDO ATALLAIA
REPÓRTER ESPECIAL DA AGÊNCIA
DE NOTÍCIAS DE NOTÍCIAS BALUARTE
DESDE FEVEREIRO DE 2005
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Poemas de MARIA EMANUELLE OSÓRIO PRATESHá uma semana
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ResponderExcluirRealizado em 1944 por Sergei Eisenstein e contando com a música original de Sergei Prokofiev, Ivan, o Terrível constitui uma das obras mais importantes da história do cinema e um dos exemplos mais completos da convergência entre imagem, música, teatro, iconografia e pensamento político no século XX.
Concebido durante os anos da Segunda Guerra Mundial, o filme ultrapassa largamente a condição de drama histórico para se afirmar como uma reflexão profunda sobre a natureza do poder, os mecanismos da sua representação e a construção simbólica da autoridade.
Inspirando-se na história de Ivan IV da Rússia, Eisenstein constrói um universo visual de extraordinária densidade estética, fortemente influenciado pela iconografia ortodoxa, pela pintura medieval russa, pela arquitetura sacra e pela tradição do teatro.
A atualidade da obra reside igualmente na forma como questiona a cultura contemporânea sobre a legitimação do poder, a construção da imagem política, a relação entre o cidadão e o Estado, a manipulação simbólica da autoridade e os processos pelos quais o exercício do poder se transforma em espetáculo.
Um dos seus aspetos mais marcantes da obra é a extraordinária colaboração entre Sergei Eisenstein e Sergei Prokofiev.