segunda-feira, 8 de junho de 2026

A Federação PSDB-Cidadania, criada em 2022, conta hoje com um dos quadros mais relevantes da política maranhense e pode vir fazer diferença daqui a 118 dias quando ocorre a eleição no estado. Nesta segunda-feira(7), o jornalista Felipe Klamt, de O Imparcial, deu nota que diz: ‘’PALPITE - Somente para entender.  Fato que o PSDB pode fazer dobradinha com o PT no Maranhão com uma possível suplência do hábil articulador e ex-senador, Chiquinho Escórcio (PSDB), na chapa da senadora Eliziane Gama (PT)? Membros do PSDB no Maranhão receberam a consulta com o misto de surpresa e reserva que aponta a credibilidade do fato político. Ex-senador Chiquinho Escórcio, consultado, entende que o assunto está no patamar das especulações, somente será concretizado na convenção. Será que o Maranhão vai bater recorde de pré-candidatos ao Senado no Brasil?’’, indaga Klamt em postagem numa rede social. Para medalhões do PSDB, a exemplo do ex-deputado Juscelino Rezende, pai de Juscelino Filho presidente da Federação, a presença de Chiquinho Escórcio nas fileiras do partido confere robustez ao projeto político de 2026 como um todo. Foi o próprio Juscelino pai quem convidou Chiquinho a encampar a Federação que atualmente congrega 20 deputados federais e três senadores no Congresso Nacional. CHIQUINHO ESCÓRCIO 1º SUPLENTE DE ELIZIANE? Sim, a possibilidade é concreta e viável. Juscelino Filho é alinhado ao presidente Lula do qual foi ministro e a Federação presidida por ele pode coligar com o PT de Eliziane. A força e escopo político de Chiquinho Escórcio, assim bem como sua influência e capilaridade política na região tocantina e diferentes municípios, é uma realidade expressiva não podendo ser ignorada. Pesa também sobre a escolha do nome de Escórcio para uma possível composição a trajetória consolidada e trânsito do ex-deputado em todas as esferas do Poder em Brasília o que facilitaria a fluidez de um mandato que se quer dinâmico na busca de soluções aos problemas do Maranhão a partir de janeiro de 2027.

Agora é aguardar os desdobramentos.


POR FERNANDO ATALLAIA

REPÓRTER ESPECIAL DA AGÊNCIA DE NOTÍCIAS BALUARTE

COM INFORMAÇÕES DA WEB


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2 comentários:

  1. 'QUERIA ERA ÁGUA' | A família do agricultor Sidrônio Moreira, que encontrou petróleo cru por acaso em seu terreno no interior do Ceará, cogita deixar a propriedade. O achado ocorreu em uma propriedade rural em Tabuleiro do Norte, no Vale do Jaguaribe, e agora abriu caminho para estudos que vão avaliar se existe viabilidade econômica para exploração comercial da área. Caso isso aconteça no futuro, o dono do terreno poderá receber uma compensação financeira prevista em lei, que varia entre 0,5% e 1% do valor da produção. Em entrevista ao "Domingo Espetacular, da TV Record, Sidrônio revelou que a produção agrícola no local permanece afetada e a dívida de R$ 15 mil pela perfuração permanece. "Eu queria era água. Pelo menos não dava essa dor de cabeça. Se fosse água, nós estávamos com nossos plantios sossegados", diz o agricultor. Os testes físico-químicos concluídos pela ANP no último dia 19 apontaram que o líquido preto, viscoso e com odor semelhante ao de combustível encontrado na propriedade é, de fato, petróleo. O resultado foi comunicado nesta quarta-feira ao agricultor e também encaminhado à Secretaria do Meio Ambiente e Mudança do Clima do Ceará, que poderá definir medidas ambientais relacionadas à área.

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  2. OBREZA SOCIAL E POLÍTICA. Historicamente, o Maranhão figura entre os estados com o maior percentual de população em situação de vulnerabilidade, oscilando em torno de 46% a 53% da população com rendimentos abaixo da linha de pobreza. Além disso, o estado tem historicamente uma das menores rendas médias mensais per capita do país. Nossa pobreza crônica não é só econômica. É principalmente pobreza política. A persistência da pobreza é decorrente da persistência do mesmo projeto de governança e de poder. A elite que até hoje governa não é muito diferente da elite do período colonial. O modelo político e econômico sempre se estruturou na concentração de renda, na dependência do setor primário e na desigualdade regional. A infraestrutura e a logística dos grandes projetos aqui implantados não socializa benefícios para a ampla maioria da população. Nós somos a parte mais bem acomodada da divisão internacional do trabalho. Como diria a teoria marxista da dependência, nosso atraso é parte integrante e estrutural da expansão global do capitalismo. No contexto nacional, somos periferia da periferia, porque nem todos os estados e regiões se submeteram a esse papel com tamanha indiferença e brutalidade. Assim como no período da escravidão nosso modelo de desenvolvimento exporta matéria prima e concentra lucros que, quando não são remetidos para o exterior, são concentrados nas mãos de uma elite provincial ou empreendedora de passagem (me refiro aos fazendeiros do agronegócio vinculados ao
    Matopiba).

    porrea essaa jaja quer o q sio kkkkkkkkkkkkkk
    luis saulo bacabeira publica ai fernando

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