quinta-feira, 22 de janeiro de 2026
19:01
| Postado por
Equipe Baluarte
|
UNIVERSIDADE NEGA RETALIAÇÃO | Uma pesquisadora do
programa de mestrado em cultura e territorialidades da Universidade Federal
Fluminense foi desligada pela instituição após sua linha de estudos causar
polêmica nas redes sociais. Beatriz Bueno, de 28 anos, pesquisa o conceito de
'parditude', que traz a figura da pessoa parda para o centro do debate racial e
defende que pardo não é negro. A linha é criticada pelo movimento antirracista.
Ela conta que a decisão foi comunicada em uma reunião on-line convocada em
dezembro, nove meses depois do início do curso. E se diz perseguida pela
universidade após repercussão negativa. A instituição nega que a medida tenha
sido uma retaliação ideológica e diz que decisão foi tomada com base em
critérios como participação e aprovação nas atividades e disciplinas
obrigatórias do curso. Beatriz Bueno, que reúne mais de cem mil seguidores no
Instagram, começou a ganhar projeção nacional após o rapper Mano Brown, que se
define como mulato, citar seu trabalho numa discussão do podcast "Mano a
Mano", em maio do ano passado. Desde então, seus vídeos sobre parditude na
rede social ganharam milhares de visualizações e motivaram reações negativas.
O GLOBO
EDIÇÃO DE ANB
VEJA TAMBÉM:
Assinar:
Postar comentários
(Atom)
0 comentários:
Postar um comentário