sábado, 20 de setembro de 2025
11:21
| Postado por
Equipe Baluarte
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GILSON PEREIRA COSTA APARECE COM MATRÍCULAS DE
SERVIDOR NOS MUNICÍPIOS DE AMAPÁ DO MARANHÃO, CENTRO NOVO, GODOFREDO VIANA,
JUNCO DO MARANHÃO, PRESIDENTE MÉDICI, SANTA RITA E TURILÂNDIA Levantamento
realizado pelo Ministério Público de Contas do Maranhão (MPC) revelou que o
servidor Gilson Pereira Costa acumula, de forma irregular, sete cargos em
prefeituras maranhenses, recebendo um aporte total de R$ 15.546,00 por mês. A
prática levou o MPC a acionar o Tribunal de Contas do Estado (TCE-MA) para
apurar os fatos e adotar medidas contra possíveis prejuízos ao erário. A peça
foi analisada pela conselheira do TCE-MA Flávia Gonzalez Leite, que num
despacho, e em respeito ao Regimento Interno do tribunal - que leva em
consideração a conexão dos feitos para julgamento conjunto quando relacionado a
diversos municípios -, encaminhou a representação do MPC ao conselheiro Osmário
Freire Guimarães, relator de contas do município de Turilândia, uma das cidades
citadas e que possui a maior população dentre as que contrataram o servidor.
Cargos diversos Gilson Pereira Costa teve o seu nome relacionado nas
folhas de pagamento de sete municípios: Amapá do Maranhão, Centro Novo,
Godofredo Viana, Junco do Maranhão, Presidente Médici, Santa Rita e Turilândia.
Os cargos variavam entre comissionados, contratados e efetivos, com funções
como Chefe de Seção Administrativa (Amapá do Maranhão, 40h), Assessor
Administrativo (Centro Novo, sem jornada definida), Assessor Técnico I
(Godofredo Viana, 40h), Técnico em Informática (Junco do Maranhão, 20h),
Assessor Especial (Presidente Médici, 36h), Agente Administrativo (Santa Rita,
20h) e Coordenador (Turilândia, sem jornada especificada). Relatório do
Ministério Público de Contas mostra que a soma das cargas horárias declaradas
alcançava 156 horas semanais, número que se aproxima ao total de horas de uma
semana (168 horas), o que torna impossível o cumprimento integral das funções.
O documento também leva em consideração a distância entre os municípios, que em
alguns casos chega a quase 500 quilômetros, inviabilizando o comparecimento
presencial para a execução da jornada de trabalho.
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