segunda-feira, 16 de julho de 2018
10:50
| Postado por
Equipe Baluarte
|
Poesia Sempre!
São Luís, fevereiro de
1997
Leia em primeira mão
o poema As Frontes, da obra inédita Azul Suave Ensandecido, de autoria do
poeta e jornalista maranhense Fernando Atalllaia
As Frontes
Delineadas sobre o estônio, abaixo do inferno alheio
As Frontes
Delineadas sobre o estônio, abaixo do inferno alheio
Nas tulhas da inconsciência
reprimida
Torrando de sol em sol
nos pinos
A dolorosa chaga de centeio doentio
Nas bordas do vulnerável
como água convertida
No mar de Deus e são
mais águas indo e vindo
Nas mediterrâneas faunas
sacudidas
Aos anjos selados à sombra
humana
![]() |
Que aos homens não foi
dada a imagem linda dos maravilhados
São estes os homens-asas, aqueles os homens-menos
Por razão, devir
ou caminhada, a pequenez momentânea do desejo
Aceno para a luz impossível
Aceno para a luz impossível
Assinar:
Postar comentários
(Atom)

0 comentários:
Postar um comentário