sexta-feira, 6 de maio de 2016
Vereadores se reuniram juntamente com
autoridades locais para debater o problema que vem tirando a tranquilidade de
milhares de ribamarenses. O ‘evento’ não passou de mais um show de conveniência
que não resultará em absolutamente nada.
POR FERNANDO ATALLAIA
DIRETO DA REDAÇÃO
Em meio a pronunciamentos infundados, sem conhecimento de causa e ainda com direito a erros gritantes de língua portuguesa, os vereadores de São José de Ribamar tentaram fazer média, por mais uma vez, na tarde de ontem (5) quando reuniram algumas autoridades locais para discutir o crescimento da violência no município.
Uma das cidades mais perigosas e violentas do Maranhão, Ribamar segue apontando o norte para a discussão do problema que assola o estado a partir de sua própria realidade. Crescimento populacional desordenado aliado a gritante ausência de politicas públicas para a Geração de Emprego e Renda, enfrentamento das desigualdades sociais e fortalecimento da cidadania, o ‘evento’ promovido pela Câmara vai ao encontro da inércia, passividade e comodidade dos 17 vereadores e na prática se contrapõe ao discurso forjado em plenário: a atuação duvidosa dos parlamentares é uma, senão a principal, razão pela qual São José de Ribamar vem mergulhando na crise devastadora da falta de segurança.
Exemplo maior do desequilíbrio social que impera na cidade balneária, de um lado a existência de vereadores alimentando currais eleitorais e fortunas, fala mais alto. Do outro, um povo sem perspectivas de vida, massacrado por uma das piores administrações públicas já vistas no Maranhão nos últimos dez anos com total liberdade para agir e operar politicalha no município. A audiência realizada pela Câmara para, de forma mascarada, debater a questão da violência foi mais uma ironia contra a população local e revela a culpa dos agentes públicos eleitos em 2012. Alguns dos quais eleitos em tempos passados. Mandatos que favorecem prefeitos patrões em detrimento da solução dos problemas de ordem social que em São José de Ribamar não são poucos.
Foi dentro dessa ambientação de protocolo que a Câmara de Vereadores tentou reagir à sua própria defasagem, desgaste e incoerência presentes. O que chamou atenção dos ribamarenses que foram a Casa foi a disposição dos membros do Legislativo em não disfarçar a incapacidade de lidar com o tema. Deficiência no trato mesmo do vocabulário e alguns outros problemas de domínio do assunto alegraram os presentes por vários momentos. Mas nas ruas, após a sessão, a cada carro luxuoso de vereador que passava se ouvia o anúncio de mais um novo assalto, roubo ou assassinato. Um mioma das excludentes atuações da Câmara e do Executivo municipal que fizeram de São José de Rimar nos dias atuais uma cidade miserável, desprotegida e desolada. Eles, pelo visto, alcançaram o objetivo.
POR FERNANDO ATALLAIA
DIRETO DA REDAÇÃO
Em meio a pronunciamentos infundados, sem conhecimento de causa e ainda com direito a erros gritantes de língua portuguesa, os vereadores de São José de Ribamar tentaram fazer média, por mais uma vez, na tarde de ontem (5) quando reuniram algumas autoridades locais para discutir o crescimento da violência no município.
Uma das cidades mais perigosas e violentas do Maranhão, Ribamar segue apontando o norte para a discussão do problema que assola o estado a partir de sua própria realidade. Crescimento populacional desordenado aliado a gritante ausência de politicas públicas para a Geração de Emprego e Renda, enfrentamento das desigualdades sociais e fortalecimento da cidadania, o ‘evento’ promovido pela Câmara vai ao encontro da inércia, passividade e comodidade dos 17 vereadores e na prática se contrapõe ao discurso forjado em plenário: a atuação duvidosa dos parlamentares é uma, senão a principal, razão pela qual São José de Ribamar vem mergulhando na crise devastadora da falta de segurança.
| Vereadores de São José de Ribamar se reuniram ontem para debater crescimento da violência do qual eles são responsáveis: erros de língua portuguesa e de atuação |
Exemplo maior do desequilíbrio social que impera na cidade balneária, de um lado a existência de vereadores alimentando currais eleitorais e fortunas, fala mais alto. Do outro, um povo sem perspectivas de vida, massacrado por uma das piores administrações públicas já vistas no Maranhão nos últimos dez anos com total liberdade para agir e operar politicalha no município. A audiência realizada pela Câmara para, de forma mascarada, debater a questão da violência foi mais uma ironia contra a população local e revela a culpa dos agentes públicos eleitos em 2012. Alguns dos quais eleitos em tempos passados. Mandatos que favorecem prefeitos patrões em detrimento da solução dos problemas de ordem social que em São José de Ribamar não são poucos.
Foi dentro dessa ambientação de protocolo que a Câmara de Vereadores tentou reagir à sua própria defasagem, desgaste e incoerência presentes. O que chamou atenção dos ribamarenses que foram a Casa foi a disposição dos membros do Legislativo em não disfarçar a incapacidade de lidar com o tema. Deficiência no trato mesmo do vocabulário e alguns outros problemas de domínio do assunto alegraram os presentes por vários momentos. Mas nas ruas, após a sessão, a cada carro luxuoso de vereador que passava se ouvia o anúncio de mais um novo assalto, roubo ou assassinato. Um mioma das excludentes atuações da Câmara e do Executivo municipal que fizeram de São José de Rimar nos dias atuais uma cidade miserável, desprotegida e desolada. Eles, pelo visto, alcançaram o objetivo.
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Essa vereadora ai dessa foto anda de coqui em hylux e sw4 so desfilando perto da igreja salario de vereador dar pra comprar isso tudo dona marlene?
ResponderExcluirclaudinho mototaxi
Bando de analfabeto. Não são capazes de debater tema algum. Esse circo que chamam de câmara não serve pra nada. A renovação deve ser de 100%.
ResponderExcluirA guarda Municipal ta ai jorgada pra cobras sem respeito pela população, porque esses vereadores não fazem nada pela essa categoria que podia ta trabalhando junto a policia militar
ResponderExcluir