sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
Se em meu ofício, ou arte severa,/ Vou labutando, na quietude/ Da noite, enquanto, à luz cantante/ De encapelada lua jazem/ Tantos amantes que entre os braços/ As próprias dores vão estreitando —/ Não é por pão, nem por ambição,/ Nem para em palcos de marfim/ Pavonear-me, trocando encantos,/ Mas pelo simples salário pago/ Pelo secreto coração deles.
Dylan Thomas
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Um dos maiores da história com toda certeza....
ResponderExcluirPaulo Victor/ Barrerinhas-Mará