sábado, 3 de fevereiro de 2018

Apresentado pelo secretário adjunto de Educação Profissional e Inclusão Social, André Bello, o seminário teve por objetivo apresentar os resultados do IEMA para o plano Mais IDH


O Instituto de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (IEMA) realizou esta semana, no auditório da reitoria, o seminário “Contribuição do IEMA para o Plano Mais IDH”. Apresentado pelo secretário adjunto de Educação Profissional e Inclusão Social, André Bello, o seminário teve por objetivo apresentar os resultados do IEMA para o plano Mais IDH.

Estiveram presentes o reitor do IEMA, Jhonatan Almada, o secretário adjunto de Promoção do IDH da Sedihpop, Bruno Lacerda, equipe de funcionários do Instituto e sociedade civil. O Plano de Ações Mais IDH tem como prioridade os 30 municípios mais pobres do Estado, levando ações nas áreas de saúde, educação, infraestrutura, assistência social, saneamento básico, cidadania, esporte e cultura, totalizando 23 iniciativas.

De acordo com Jhonatan Almada, a educação oferecida pelo Instituto por meio do Plano Mais IDH integra as metas de levar educação de qualidade para a população carente de profissionalização: “Contribuímos com o programa Mais IDH ofertando cursos de formação inicial e continuada (FIC) voltada para os arranjos produtivos locais em cada um dos municípios”.

“Nós priorizamos este atendimento de forma que o IEMA se inseriu fortemente no Plano Mais IDH para elevar a capacitação das pessoas, para que com essa profissionalização possam melhorar o seu padrão de vida, gerando novas oportunidades de renda e outras inserções produtivas no mundo do trabalho”, acrescentou Almada.

De acordo com André Bello, em quase um ano, o IEMA conseguiu levar profissionalização para mais de 3.000 pessoas. “O IEMA surgiu como membro do Mais IDH em maio de 2017. A formação profissional do Instituto chegou ao número de 33 cursos distribuídos em 101 turmas. Recebeu 3.820 matrículas, certificou 3.120 alunos e obteve apenas 18% de evasão escolar. Vale ressaltar que chegamos até em povoados indígenas e quilombolas, como no Quilombo Luciana, localizado em Serrano do Maranhão”.

De acordo com André Bello, em quase um ano, o IEMA conseguiu levar profissionalização para mais de 3.000 pessoas. “O IEMA surgiu como membro do Mais IDH em maio de 2017. A formação profissional do Instituto chegou ao número de 33 cursos distribuídos em 101 turmas. Recebeu 3.820 matrículas, certificou 3.120 alunos e obteve apenas 18% de evasão escolar. Vale ressaltar que chegamos até em povoados indígenas e quilombolas, como no Quilombo Luciana, localizado em Serrano do Maranhão”, afirmou.

Na oportunidade, o secretário adjunto da Sedihpop, Bruno Lacerda, afirmou que “a parceria do IEMA com o Plano Mais IDH tem sido extremamente importante para o avanço tanto dos indicadores de educação quanto os indicadores de geração de renda dos 30 municípios que atuamos”.

“Começamos essa parceria de forma pretensiosa e conseguimos qualificar mais de 3.100 pessoas em pouco mais de seis meses de aplicação desses cursos de qualificação profissional. Ao longo desta nossa ida aos municípios nós temos conversado com pessoas que foram qualificadas tanto na área de agricultura familiar quando em áreas como de corte e costura, e observamos de perto o esforço que o IEMA faz para qualificar e melhorar a qualidade de vida dessas pessoas”, completou Lacerda.

Morador da região dos Parques, área pertencente ao município de São José de Ribamar, Simão Cirineu conta que participou do evento com o intuito de saber sobre os resultados do Plano Mais IDH, e para fazer sugestões ao projeto: “Eu participei para saber sobre a melhora do IDH dos municípios mais pobres do Maranhão e para sugerir que se inclua no plano de trabalho cursos voltados para a Região Metropolitana de São Luís, que tem o IDH semelhante aos dos municípios citados no relatório de contribuições do IEMA, pois existem áreas que necessitam de políticas públicas, como acesso à educação profissionalizante, e o IEMA pode ajudar”.

Resultados

O seminário mostrou que 44% dos participantes utilizam o curso para produção de bens para consumo próprio e 48% produzem para aumento da rentabilidade. A grande procura pela profissionalização vem de desempregados ou estudantes. Açaicultor, agricultura orgânica, artesanato de artigos de palha e fibras naturais, beneficiamento do pescado, inglês básico, operador de processamento de frutas e hortaliças, criação de animais de pequenos portes, artesão em pintura em tecido e MDF são algumas das formações oferecidas. 

Dentre os exemplos de melhora profissional estão a Deuzilene Rodrigues, o Pedro Cardoso e a Jossélia Silva. A primeira, moradora do Quilombo Luciana, localizado em Serrano do Maranhão, foi aluna do curso FIC em agricultura orgânica e hoje produz hortaliças para consumo, venda local e para os programas PAA e PNAE. O segundo é morador do município de Itaipava do Grajaú, foi aluno do curso FIC em criação de animais de pequenos portes e hoje, com recurso financeiro recebido pela SAF, é criador de suíno. A terceira é moradora do município de Aldeias Altas. Foi aluna do curso FIC em panificação e confeitaria, e por meio da profissionalização, ampliou a variedade no cardápio oferecido em sua lanchonete.

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