quinta-feira, 24 de setembro de 2026
A eleição da Mesa Diretora da Câmara
Municipal de São Luís foi parar na Justiça justamente quando a disputa pela
presidência já tinha um placar político desenhado.
De um lado, Beto Castro (Avante) afirmava reunir 21 apoios. Wendell Martins (Podemos), Octávio Soeiro (PSB), Thyago Freitas (PRD), Paulo Victor (PSB), Romeo Amim (PRD), Daniel Oliveira (PSD), Cleber Verde Filho (MDB), Fábio Macedo Filho (Podemos), Marlon Botão (PSB), Marcelo Poeta (PSB), Raimundo Penha (PDT), Andrey Monteiro (PV), Édson Gaguinho (PP), , Antônio Garcês (PP), Coletivo Nós (PT), Marcos Castro (PSD), Raimundo Júnior (Podemos), Astro de Ogum (PCdoB) e… Leia matéria completa no link abaixo:
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O ministro Alexandre de Moraes está há 283 dias em silêncio sobre o contrato de R$ 131 milhões do escritório de sua mulher, Viviane Barci, com o banqueiro enrolado Daniel Vorcaro, revelado em 9 de dezembro de 2025. Permaneceu igualmente mudo, desta vez por 192 dias, desde 6 de março deste ano, quando foi revelado que a Polícia Federal encontrara troca de mensagens entre ele e Vorcaro. Manifestou-se pela primeira vez a respeito do assunto na última segunda-feira em petição enviada ao presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, na véspera da sessão na qual os irmãos em toga demonstraram que nunca decepcionam quem espera pelo pior.
ResponderExcluirDestinado a defender a nulidade da investigação pedida pelo ministro André Mendonça, o documento de 44 páginas, 12.618 palavras, ou 83.833 caracteres, inclui pelo menos 25 erros de pontuação, mais de uma dúzia de erros de ortografia e quase 20 de gramática, além das frases desconexas e dos parágrafos confusos. O que sobra em ênfase falta em estilo. Moraes teve seis meses para encomendar aos assessores um texto menos desleixado. Se não o fez, é porque talvez nem sequer cogitasse algum dia ter de dar explicações sobre este ou qualquer outro ato.
Na iminência de ter investigadas suas relações perigosas com Vorcaro, Moraes poderia ser julgado também pelo assassinato de infinitivos, pelos atropelos à concordância e pelas lesões graves infringidas à regência, fora o resto. Em postagem no Instagram, o professor Fernando Pestana, em colaboração com a professora Lara Brenner Queiroz, aponta “os desvios (de português)” de Alexandre de Moraes ao longo do texto de “121 tópicos muito mal escritos”. Não todos os erros, pois o documento tem “facilmente mais de 100 problemas”.