domingo, 21 de junho de 2026
Gilmar
Mendes imaginou que também André Mendonça cairia na armadilha utilizada com
sucesso nos embates com Joaquim Barbosa e Luís Roberto Barroso: provocar o
oponente com apartes irritantes até que seja rebaixado a bate-boca o que
deveria ser um confronto de ideias ou opiniões. Joaquim lembrou aos berros que
Gilmar não estava falando com capangas a serviço do latifundiário
mato-grossense. Barroso buscou socorro na baixaria erudita: “Você é uma pessoa
horrível, uma mistura do mal com atraso e pitadas de psicopatia”, disse ao
inimigo que depois virou amigo de infância. Com Mendonça o truque não
funcionou. O que houve na sessão que manteve na cadeia o pai e um primo de
Daniel Vorcaro foi o duelo entre um jovem homem da lei e um especialista em
soltura de culpados. Se pudesse, Gilmar já teria devolvido o direito de ir e
vir aos poucos prisioneiros engaiolados por patifarias vinculadas ao falecido
Banco Master. Como até chicana tem limite, o decano resolveu convencer
companheiros de turma de que os acusados mereciam a prisão domiciliar.
Derrotado por 3 votos a 1 (o dele), já começou a coleta de vícios imaginários
que lhe permitirão propor a anulação do processo. A malandragem deu certo com o
fim da Operação Lava Jato, assassinada por excesso de êxitos. Deu certo com
Lula, transferido da merecidíssima gaiola para a Presidência da República. Por
que não recorrer aos mesmos truques para reprisar o triunfo da bandidagem
envolvida no escândalo do Banco Master? Leia artigo completo no link abaixo:
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