terça-feira, 10 de julho de 2018
09:24
| Postado por
Equipe Baluarte
|
Poesia Sempre!
São Luís, janeiro de 1996
Leia na íntegra
o poema Balada do Rejeitado, da obra inédita
Azul Suave Ensandecido de autoria do
poeta e jornalista maranhense Fernando Atalllaia
Balada do Rejeitado
A misteriosa volúpia
nos quadris da dançarina
Espalha- como velas
ao vento - o sonho do arremessado
Da ceia ao banimento
, entre prodígios
e crisântemos
Rumor na fronte às luzes de neon
Onde pequenos glóbulos
de felicidade fazem onda
Pousam tesos
![]() |
| Capaz de inaugurar neles a... |
E se presos forem pela
rumba desesperada , caída do coice no veneno da vida
Melhor fossem soltos
da galharda sintonia de bailando mortos desejar
o ser feliz
Porque se arrastados
até
o colo da mulher que se instaura
Nada é
mais ela que a Laura capaz de inaugurar neles a tragédia
No porvir
Com mãos
e máscaras
Lapsos e músculos
Veias e lapidações
Pelas casas mais
soturnas
Íntimas vozes de rua
Aquela
Esta
A tua
Assombração
Assombração
São Luís, janeiro de 1996
Assinar:
Postar comentários
(Atom)

Gostosaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
ResponderExcluirValeu Atalaia
É Bruno Resenha