segunda-feira, 28 de maio de 2018
20:43
| Postado por
Equipe Baluarte
|
Poesia
Sempre!
Leia
na íntegra o poema
Constantinopla da obra Ode Triste para Amores Inacabados, de autoria do poeta e
jornalista maranhense Fernando Atallaia
Constantinopla
Meu coração foi atingido: lança que arde dor estranha
Sinto que ela morre
e isso me arranha a crença
Vivo em troças,
escarnecendo o que de bom em mim não
dará
jeito
Não
sou mais um nauta com as vísceras expostas , encorpadas
Não
creio
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| 'Sinto que ela morre e isso me arranha a crença' |
Tento encontrar as pedras e por elas ter fascínio
Invejo a mais dura a mais
grave , a que não dilacera , urgentemente
Queria sê-la
|
'Creio por vezes na
impulsão
arrebatadora, nos montes para justificar o Absurdo
Porque não
me vem à
cabeça
salvação
àquilo
que não
tem retorno'
|
Ter unhas rasgadas, fortes , mas parvo vou sucumbindo pelo coração dela
Sinto o medo que ela
sente em visita aos meus instintos
Queria ser Deus, mas
Deus não
permite
Creio por vezes na
impulsão
arrebatadora, nos montes para justificar o absurdo
Porque não
me vem à
cabeça
salvação
àquilo
que não
tem retorno
Aquilo que antes era bom se permanente , mas já
indo não
volve à
sua própria
natureza
'Queria ser Deus, mas
não
Deus não
permite' |
Queria ser Deus, mas
não
Deus não
permite
São
Luís, dezembro de 1994
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Poema abrangente, de loucos para loucos. Loucos, sim, mas loucos mansos, que preferem se ferir com a lança - e ser um nauta com as vísceras expostas, com pretensão a ser Deus - do que ela possa se sentir ferida tendo em vista seus instintos.
ResponderExcluirDe tirar o folego
ResponderExcluirTu me faz gozar , cara. Adooorooooooooo!!!!!
Mércia Liz( Facam)
CARALHO VEIO QUE GOSTOSAAAAAAAAAA SIOW
ResponderExcluirVALEU AI ATALAIA
BRUNO DE RIBAMAR
Nossa Tu é Tão Lindoooooooooooo-Ti Amuuuuuuuu Fernanddo
ResponderExcluirTi Amuuuuuuuuuuu
Kiahara