quarta-feira, 4 de novembro de 2015
“Acha que eu não
mentiria para virar médico e ter sua vida hipócrita na minha mão? Filha, pra te
comer eu até falo que votei no Haddad”. Frase foi escrita pelo médico residente
Henri Sato Júnior, que atua no único hospital público estadual da Baixada Santista.
Internautas pedem que Conselho Regional de Medicina o afaste
Ivan Longo, Revista Fórum
Depois dos deputados Jair Bolsonaro (PP-RJ) e Marco Feliciano
(PSC-SP), agora é um médico residente que está causando polêmica com seu
posicionamento contrário em relação ao tema da redação do Enem deste ano – que
tratava da violência contra a mulher. Em um comentário na publicação de uma
garota, que elogiava o tema escolhido, Henri Sato Junior disse que mentiria em
uma redação, inclusive para virar médico.
“Filha,
pra te comer eu até falo que votei no Haddad. Acha que eu não mentiria numa
redação para virar médico e ter sua vida hipócrita na minha mão?”, disparou o
médico, que atua no hospital Guilherme Álvaro, único hospital público estadual
para a população da Baixada Santista e do Vale do Ribeira. Sato é aluno da
Faculdade de Ciências Médicas de Santos.
| Após repercussão negativa de seu comentário e a possibilidade de ser denunciado, médico apaga post e publica retratação |
|
|
| Apesar de ele ter apagado o comentário, a página “Feminismo Sem Demagogia” [acima] conseguiu reproduzir a imagem da tela quando a publicação ainda estava no ar e repercutiu o caso. No começo da noite desta terça-feira (27/10), a postagem da página estava com mais de 2 mil compartilhamentos. |
“Precisamos
da ajuda de vocês para que a ouvidoria do Conselho Regional de Medicina tome as
medidas administrativas necessárias para o afastamento do mesmo”, convoca a
página, colocando o endereço de e-mail do Conselho Regional de Medicina de São
Paulo (Cremesp) para que as pessoas façam a denúncia.
Procurado,
o Cremesp informou que ainda não recebeu nenhuma denúncia formal sobre o caso
para que possa se posicionar.
O
médico, diante da repercussão de seu comentário, apagou o texto e fez outro de
retratação na tarde da última terça-feira (27) alegando que fez “mau uso das
palavras” e que foi “mal interpretado”.
Posteriormente,
Henri Sato Júnior deletou o seu perfil do Facebook.
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