quarta-feira, 28 de março de 2018

A psicóloga Roberta Oliveira contou que as atividades lúdicas contribuem para melhorar a qualidade de vida no tempo de permanência na unidade 

Barbante colorido, cola, lápis de cor e papel são alguns dos instrumentos utilizados como terapia para pacientes no Hospital Dr. Carlos Macieira (HCM). Com a ação na unidade, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) reforça o trabalho de humanização do atendimento ao usuário, além de desenvolver iniciativas para acolher, tanto o paciente como o acompanhante, no ambiente hospitalar. E nesta semana, em alusão ao período pascoal, o trabalho manual contemplou a criação de chaveiros em formato de coelho.


A psicóloga Roberta Oliveira contou que as atividades lúdicas contribuem para melhorar a qualidade de vida no tempo de permanência na unidade. “Cada ação lúdica que é feita com eles, com a participação dos acompanhantes, traz resultados positivos, como a diminuição da ansiedade e angústia, relaxamento e bem-estar. E tem sido muito gratificante poder ajudar de alguma forma a trazer alegria para esses pacientes”. 


Com a ação na unidade, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) reforça o trabalho de humanização do atendimento ao usuário, além de desenvolver iniciativas para acolher, tanto o paciente como o acompanhante, no ambiente hospitalar
Em uma das ações, a turma de psicologia da Universidade Ceuma, que estagia na unidade, colaborou auxiliando os pacientes durante a atividade. “A participação dos alunos também é uma forma de aproximá-los desse trabalho tão importante já desenvolvido no HCM e é legal perceber a adesão dos pacientes em participar das atividades”, avaliou a preceptora da turma de Psicologia, Cínthia Urbano.

Com a oficina, o paciente Jacinaldo Monteiro elegeu os principais benefícios da atividade. “Achei muito bom participar dessa oficina de criação dos chaveiros, ajuda a distrair a gente”. Já a paciente Maria de Jesus Mendes destacou que conseguiu relaxar com o trabalho manual. “Deu para interagir com outras pessoas. Gostei bastante”, contou a paciente. 


Dayane Ferreira lembrou que mesmo a ação sendo voltada para o paciente, inserir o acompanhante é uma forma positiva de melhorar o ambiente hospitalar. “É bom tirar o paciente do quarto, ajuda a relaxar mais, eles ficam mais alegres e leves para continuar o tratamento”, completou a acompanhante.

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