terça-feira, 6 de outubro de 2026

A  eleição vitoriosa de Maedja Campos, primeira-dama de Paço do Lumiar, para Alema sinaliza para a possibilidade de São José de Ribamar eleger, depois de Das Neves, a segunda prefeita da Balneária em 2028. Faltando apenas 25 meses para o pleito da alternância na terceira maior cidade, o grupo político de Maedja segue animado no município onde, a partir de 2026, consolidou presença nas quatro regiões. Em franca decadência, o espólio do atual prefeito Júlio Matos tem sido questionado na Grande São Luís. Ele não conseguiu eleger o rebento deputado estadual e agora precisa definir, ainda que aos trancos e barrancos, um candidato ao Executivo ribamarense para a  eleição vindoura. Seguem no card da disputa Tiago Fernandes, Natércio Santos, Antonio Ludovico Freire Diniz Barros e agora Maedja.

POR FERNANDO ATALLAIA

EDITOR DE SJR DA AGÊNCIA DE NOTÍCIAS BALUARTE

@fernandoatallaia

DESDE FEVEREIRO DE 2005

Um comentário:





  1. Decepção Histórica nas Urnas: Dr. Julinho Fracassa ao Tentar Eleger o Filho e Sofre Revés Político Sem Precedentes em Ribamar
    A calmaria que o Palácio de Municipal de São José de Ribamar tentava projetar ruiu nas urnas. O prefeito Dr. Julinho sofreu o que analistas políticos já classificam como uma derrota histórica e incontestável em seu próprio reduto eleitoral, refletindo o desgaste de sua gestão e a rejeição popular a um projeto de poder familiar.
    O principal revés da noite veio com o fracasso na tentativa de eleger o próprio filho, Júlio Filho, à Assembleia Legislativa do Maranhão.
    O Vexame na Terra Natal
    Apesar da máquina administrativa sob o comando do pai, Júlio Filho passou longe de empolgar o eleitorado ribamarense. Na terceira maior cidade do estado, a votação despencou e sequer atingiu a marca de 15 mil votos. Em todo o território maranhense, o desempenho minguou abaixo dos 40 mil votos, empurrando o herdeiro do prefeito diretamente para a suplência na Assembleia Legislativa.
    Para os bastidores da política local, o recado das urnas foi cristalino: o eleitor ribamarense rejeitou a tentativa de imposição de hegemonia familiar, cobrando nas urnas a falta de entregas e o isolamento político acumulado pela gestão municipal.
    Efeito Dominó: Aliados Também tombam
    A fatura amarga não parou no clã familiar. A instabilidade e as reviravoltas nas alianças costumadas por Dr. Julinho — marcadas por trocas de partidos e acordos de última hora — também puxaram o tapete de seus principais aliados na corrida federal.
    Os deputados federais apoiados pelo grupo do prefeito, Cleber Verde e Fábio Macedo, amargaram uma votação pífia em São José de Ribamar e viram seus planos de renovação de mandato desmoronarem. A reprovação popular na cidade refletiu o tamanho do isolamento político do prefeito, cujos palanques esvaziaram-se diante do descontentamento geral da população.

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