sábado, 6 de junho de 2026

A medida já havia sido anunciada em maio deste ano. "[O Brasil] deixará de poder exportar para a UE mercadorias (tanto animais vivos destinados à produção de alimentos como produtos derivados), tais como bovinos, equinos, aves de capoeira, ovos, aquicultura, mel e envoltórios", disse a porta-voz Eva Hrncirova, da Comissão Europeia responsável pela área de Saúde, em entrevista à agência de notícias Lusa. Leia matéria completa no link abaixo:

https://www.terra.com.br/economia/uniao-europeia-oficializa-veto-a-carne-brasileira-a-partir-de-setembro,652a0cd37fbda995e9d351110d318786h5so3zfg.html

Um comentário:

  1. MAIS DO MESMO, OS MENINOS CRIADOS NO AR-CONDICIONADO - Em 2014, Lobão Filho entrou na disputa pelo Governo do Maranhão carregando uma das maiores estruturas políticas do estado. Tinha o apoio do grupo Sarney, da então governadora Roseana e de uma ampla base partidária. No papel, parecia uma candidatura competitiva. Nas ruas, porém, o sentimento era outro.
    A eleição mostrou que estrutura não substitui conexão popular. Mesmo com máquina, palanques, prefeitos e aliados, Lobão Filho foi derrotado por Flávio Dino ainda no primeiro turno. O eleitorado não comprou a ideia de continuidade.
    Agora, Orleans Brandão enfrenta um dilema parecido. Tem o apoio do governo, reúne partidos, circula com força institucional e tenta se apresentar como nome natural da sucessão. Mas as pesquisas mostram que a máquina, sozinha, ainda não conseguiu transformá-lo em favorito.
    A semelhança entre os dois cenários está justamente na imagem pública: candidaturas vistas mais como projetos de grupo do que como movimentos populares. Lobão Filho era o nome da continuidade de um ciclo desgastado. Orleans tenta evitar ser visto como o herdeiro político de uma estrutura que pode ser grande por dentro, mas distante do sentimento das ruas.
    A política maranhense já ensinou uma lição dura: governo ajuda, estrutura pesa, partido empurra, mas quem decide é o povo.
    E quando a candidatura parece nascer mais dos gabinetes do que das ruas, o risco é repetir o roteiro de 2014.

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