domingo, 21 de janeiro de 2018

O governador Flávio Dino participou, neste sábado (20), da cerimônia de posse do Grão-Mestre da Grande Loja Maçônica do Estado do Maranhão, Ubiratan João de Castro e do adjunto Vaner da Mota Marinho

O governador Flávio Dino participou, neste sábado (20), da cerimônia de posse do Grão-Mestre da Grande Loja Maçônica do Estado do Maranhão, Ubiratan João de Castro e do adjunto Vaner da Mota Marinho. Na solenidade, o chefe de estado agradeceu à parceria e o apoio da comunidade maçônica maranhense nas ações e programas de governo.

“Num estado que infelizmente ainda exibe indicadores sociais desafiadores, precisamos sempre dar as mãos, transformar essa realidade não é tarefa de um governo ou um governante, é tarefa de todos nós e a Maçonaria tem atendido ao nosso apelo e participado de várias ações sociais”, declarou o governador.

De acordo com Flávio Dino, a parceria com instituições sociais é uma marca de governo que será mantida em favor do povo: “Nós governamos sempre com o espírito aberto, com espírito de diálogo, por compreender que sozinhos nós não poderemos transformar tudo que o Maranhão precisa, por isso nós sempre buscamos todos aqueles que podem nos ajudar”.

Governador Flávio Dino acompanhou a cerimônia de posse do Grão-Mestre da Grande Loja Maçônica do Maranhão (Foto: Orcenil Jr)
Flávio Dino acompanhou a cerimônia de posse do Grão-Mestre da Grande Loja Maçônica do Maranhão: ''Num estado que infelizmente ainda exibe indicadores sociais desafiadores, precisamos sempre dar as mãos, transformar essa realidade não é tarefa de um governo ou um governante, é tarefa de todos nós e a Maçonaria tem atendido ao nosso apelo e participado de várias ações sociais''.
No caso da Grande Loja Maçônica do Estado do Maranhão, um dos principais apoios foi o prestado ao desenvolvimento do Plano Mais IDH. Com as atividades desenvolvidas em Belágua, por exemplo, a instituição tem colaborado com a iniciativa de mudar os indicadores de desenvolvimento humano do município junto com o Governo do Estado.

“Temos mantido um relacionamento estreito com o Governo do Maranhão e com essas parcerias temos alcançado muitas coisas positivas. Nós, por exemplo, trabalhamos em quase 40 municípios e podemos falar que foi um grande sucesso o que apoiamos em Belágua, que já foi o pior município do Brasil e deixou essa estatística com essa parceria com o Governo do Estado”, afirmou o Grão-Mestre Ubiratan João de Castro.

Grande Loja

Eleito para o segundo mandato, Ubiratan permanece no cargo de Grão-Mestre até 2021 e, até lá, exerce papel semelhante ao de um governador dentro da instituição, definindo ações e atividades que serão desenvolvidas pela comunidade no estado.

A maçonaria é uma sociedade fraternal secular e mundial que tem como um dos pilares a prática da filantropia com vistas ao progresso humano e social. Membros da ordem, o secretário de Segurança Pública, Jefferson Portela, e o comandante geral da Polícia Militar do Maranhão, o coronel Frederico Pereira, também participaram da solenidade.

“Considerando as mudanças essenciais promovidas pelo governo Flávio Dino, a Maçonaria está ao lado para somar em toda a reconstrução social para o estado do Maranhão”, declarou o secretário Jefferson Portela.

“Estamos aqui neste momento para empossar o nosso sereníssimo e a partir dai traçar os planos e as estratégias para esse ano e o próximo, a fim de que a Maçonaria possa ser sim um aliado do Governo do Estado, da sociedade, no sentido de buscar sempre as melhores soluções para os problemas sociais naquilo que nos cabe ajudar”, completou o cel. Pereira.

Para o próximo mandato, o empossado Grão-Mestre Ubiratan reforçou que a parceria continua mantida: “Estamos de mãos dadas com o Governo do Estado para que tenhamos o Maranhão de Todos Nós”.
Reajuste ficou abaixo do índice pelo segundo ano seguido. Desemprego e falta de recomposição da renda pesam na recuperação econômica
 
Pelo segundo ano consecutivo o governo reajustou o salário mínimo abaixo da inflação. Em 2018 ele subiu de 937 reais para 954 reais, aumento de 1,81%. Pela lei, o salário mínimo deve ser reajustado pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), medido pelo IBGE, que marcou 2,07% no ano passado. Foi o menor aumento do mínimo em 24 anos.


Em 2017, a correção do salário mínimo já havia ficado abaixo da inflação. O valor foi reajustado em 6,48%, mas o INPC do ano foi de 6,58%, representando uma perda de 0,1% e o primeiro aumento abaixo da inflação desde 2003. Agora, a perda acumulada em dois anos é de 0,34% e o mínimo retornou ao patamar de 2015, segundo cálculos do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

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Informalidade segura o desemprego, mas renda sofre com depreciação do mínimo e falta de ocupação.
"O valor que de fato deixa de entrar na economia não é tão expressivo, mas o reajuste abaixo da inflação é uma sinalização importante de que o governo está aproveitando a inflação baixa para cortar no osso e perder a oportunidade de dar um ganho real ao trabalhador", avalia Ilmar Ferreira Silva, economista do Dieese.


Conta cara para os mais pobres


Em relação ao IPCA, índice que o governo considera para seu sistema de metas, a defasagem é ainda maior, já que por ele a inflação foi de 2,95% em 2017. O número é baixo, mas foi puxado essencialmente pela queda do preço dos alimentos, que compõe 25% dos gastos das famílias brasileiras. Outros importantes itens não tiveram o mesmo comportamento, como os combustíveis e o gás de cozinha.


"Uma parcela muito expressiva da população recebe um ou dois salários mínimos. Se temos um botijão de gás custando 90 reais é quase 10% do salário mínimo", compara Ilmar. É um importante contingente de famílias que teria, sim, um alívio de orçamento se houvesse um ganho real do mínimo, já que 20 ou 30 reais fazem diferença.


Cerca de 48 milhões de pessoas no Brasil recebem salário mínimo. Nesse sentido, avalia o economista do Dieese, há um impacto no crescimento econômico, pois qualquer recurso extra vai para o consumo, o que poderia estimular um crescimento mais sustentável da economia. "É preciso compreender que esse salário impõe a uma grande massa de trabalhadores a não recomposição do poder aquisitivo", avalia o professor de economia do Ibmec-SP, Walter Franco.


Com 954 é possível comprar 2,24 cestas básicas, já que o custo estimado para cada uma delas em janeiro deste ano é de 425. Em toda a série histórica do Dieese, iniciada em 1995, nunca se pode comprar tantas cestas básicas, reflexo direto da queda do preço dos alimentos captada pelo IPCA. 


Mas as famílias não consomem apenas alimentos. O Dieese calcula mensalmente o valor do que seria o salário mínimo necessário para sustentar uma família de quatro pessoas. O último valor calculado, divulgado em dezembro, é 3.585,05 reais. 


Walter Franco reforça um ponto crucial: a massa de rendimento da população, que é a soma de todo o dinheiro que vem do trabalho, está em 192 bilhões de reais, apenas 9,7% a mais que os 175 bilhões de 2012. "É um crescimento de menos de 2% ao ano, abaixo até mesmo da inflação de 2017", afirma o economista.  


O aumento inexpressivo da massa de rendimento está ligado ao achatamento do mínimo, já que o número de ocupados que recebem esse valor é importante nesta conta, mas também reflete o aumento do desemprego neste período. Apesar de um certo alívio em 2017, o país ainda tem 12,6 milhões de trabalhadores em busca de uma ocupação. "A pauta é uma só, a geração de emprego", defende Franco.


O Ministério do Planejamento promete compensar em 2019 o valor que faltou no reajuste deste ano. Isso quer dizer que, além da correção que já será feita e que vai levar em consideração o INPC de 20158, o salário mínimo do ano que vem vai somar os 1,78 real que faltou neste ano. 


A atual fórmula de correção do mínimo leva em consideração a variação do INPC e o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes. No caso de 2018, portanto, foi somado o resultado do PIB de 2016, que foi de queda de 3,6%, com o INPC de 2017. 


Como o resultado do PIB de 2016 foi negativo, o reajuste do salário mínimo é feito apenas pela variação do INPC. Ao anunciar o reajuste de 1,81% no final do ano, o governo usou apenas uma estimativa de variação do índice, cujo percentual exato só foi divulgado na última semana e ficou acima do previsto.

O reajuste do salário mínimo abaixo da inflação gerou uma distorção também em um dos benefícios atrelados a ele, o seguro-desemprego. O Ministério do Trabalho anunciou que a partir do dia 11 de janeiro a maior parcela paga passa a ser de 1.677,74 reais, 34,02 a mais do que o valor pago até dezembro de 2017, ou um reajuste de 2,07%, exatamente o INPC.


No entanto, o benefício mais baixo não terá um reajuste na mesma proporção: o piso o seguro-desemprego é justamente os 954 reais.

  
As informações são da repórter Dimalice Nunes
Edição da Agência Baluarte

Na manhã da última terça-feira (16), o deputado estadual progressista Wellington do Curso recebeu a visita da liderança política Elisângela Marinho, que já disputou o cargo de prefeita, nas últimas eleições municipais, em...

Na manhã da última terça-feira (16), o deputado estadual progressista Wellington do Curso recebeu a visita da liderança política Elisângela Marinho, que já disputou o cargo de prefeita, nas últimas eleições municipais, em Itapecuru Mirim, pelo Partido Progressista.

Deputado Wellington discute melhorias para Itapecuru Mirim
Na ocasião, Wellington e Elisângela discutiram ações que podem beneficiar a população de Itapecuru.
Na ocasião, Wellington e Elisângela discutiram ações que podem beneficiar a população de Itapecuru. “Ter o contato com a população e com os representantes do povo é o que nos faz ter um mandato com a cara das solicitações dos maranhenses. Continuaremos ouvindo e recebendo as lideranças políticas, mantendo o nosso mandato à disposição de quem confia em nosso trabalho e comprometimento”, disse o professor e deputado Wellington.

Para o advogado de Lula, Cristiano Zanin, a presença dele é importante para reforçar as possíveis violações do caso

O advogado de Direitos Humanos e conselheiro da Família Real britânica, Geoffrey Robertson, acompanhará a sessão de julgamento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), em Porto Alegre, no próximo dia 24 de janeiro. A participação do advogado foi autorizada pelo desembargador Leandro Palsen, presidente da 8ª Turma do TRF e responsável pela condução da sessão.

Robertson é advogado da Comissão de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) e vem à capital gaúcha a pedido da defesa de Lula, já que o britânico é o responsável pelo caso na Organização. O processo contra Lula foi denunciado a instância ainda em 2016, sob a alegação de que as acusações violam garantias fundamentais do ex-presidente. 

Para o advogado Cristiano Zanin, responsável pela defesa de Lula nas investigações que apontam ligação do ex-presidente com a Operação Lava Jato, a presença do defensor britânico é importante para reforçar as possíveis violações do caso.

Robertson é advogado da Comissão de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU).
"O Geofrey, como advogado do caso na ONU, como um especialista renomado, estará presente para verificar as circunstâncias em que ocorrerá esse julgamento e também o próprio resultado, afim de poder levar esse cenário ao Comitê de Direitos Humanos da ONU, reforçando o nosso comunicado".

Zanin confirmou que a presença de Robertson foi uma decisão da defesa do ex-presidente.
"Foi um pedido nosso, ele vem ao Brasil especificamente para acompanhar esse julgamento. A presença dele será importante para poder dar a ele a oportunidade de presenciar o julgamento e eventualmente relatar ao Comitê de Direitos Humanos da ONU eventuais violações novas, ou que possam reforçar aquelas que já foram comunicadas em julho de 2016".

Além do advogado britânico, parlamentares do Congresso brasileiro também acompanharão o julgamento do ex-presidente Lula no TRF-4. Deputados e senadores, no entanto, assistirão a sessão em uma sala anexa do prédio da Tribuna, já que a sala não suporta grande quantidade de pessoas.


As informações são do repórter José Eduardo Bernardes
Edição de Luiz Felipe Albuquerque

Governo reforça compromisso em melhorar a qualidade de vida dos maranhenses durante aniversário de Poção de Pedras


Uma grande celebração foi realizada, neste sábado (20), em comemoração aos 56 anos da cidade de Poção de Pedras. O secretário de Estado de Comunicação Social e Assuntos Políticos, Márcio Jerry, esteve no município e reafirmou o compromisso da gestão do Governo do Estado em manter a parceria, a fim de continuar melhorando e transformando a qualidade de vida da população.

“Venho trazer os abraços e cumprimentos do governador Flávio Dino pelo aniversário da cidade e reafirmar a nossa parceria. Temos ações importantes já realizadas e em realização, como pavimentação de ruas, abastecimento de água, programa Escola Digna”, pontuou o secretário Márcio Jerry, que ainda realizou vistoria ao hospital da cidade e anunciou a retomada das obras.

Secretário Márcio Jerry destacou as ações da gestão estadual durante aniversário de Poção de Pedras. (Foto: Divulgação)
Secretário Márcio Jerry destacou as ações da gestão estadual durante aniversário de Poção de Pedras.
O prefeito de Poção de Pedras, Júnior Cascaria, ressaltou a importância das ações articuladas entre a gestão municipal e a estadual para cidade. “A presença do secretário é muito importante, sou muito grato pela cooperação e parceria do Governo do Estado que vem melhorando Poção de Pedras”, declarou o gestor municipal.

A festa, organizada pela Prefeitura, contou com gincanas, distribuição de prêmios e apresentações culturais. O deputado federal Weverton Rocha e o deputado estadual Fábio Macedo também estiveram presentes na comemoração.
Governo vinha sofrendo uma série de derrotas judiciais por condenação de deputada

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) derrubou, neste sábado (20), a liminar que impedia a posse e nomeação da deputada federal Cristiane Brasil (PTB-RJ) como ministra do Trabalho. A decisão é do vice-presidente do STJ, Humberto Martins, que assumiu na quinta-feira (18) o plantão judiciário, em substituição à presidente Laurita Vaz.

Por meio de nota, o STJ informou que, ao analisar o caso durante o recesso forense, o ministro Humberto Martins concordou com os argumentos da Advocacia-Geral da União (AGU) “no sentido de que condenações em processos trabalhistas não impedem a deputada de assumir o cargo, já que não há nenhum dispositivo legal com essa determinação”.

De acordo com o ministro, inexiste, no ordenamento jurídico norma que vede a nomeação de qualquer cidadão para exercer o cargo de ministro do Trabalho em razão de ter sofrido condenação trabalhista.

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O ministro Humberto Martins concordou com os argumentos.
Nesta sexta-feira (19), a AGU recorreu ao STJ para manter a posse da parlamentar em apelação protocolada depois que o Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2), segunda instância da Justiça Federal no Rio de Janeiro, negou três recursos apresentados pelo órgão.

Desde o início de janeiro, após indicação do presidente do PTB e pai de Cristiane Brasil, Roberto Jefferson, o governo vinha tentando empossar a deputada, mas sofreu uma série de derrotas judiciais, iniciadas por uma ação popular que pedia o impedimento, com base em uma condenação da parlamentar em processos trabalhistas. 

Na quarta-feira (17), o Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2) negou novo recurso da defesa de Cristiane Brasil. Os defensores da parlamentar tinham apresentado um recurso, chamado embargo de declaração, com dois argumentos. O primeiro era idêntico ao da Advocacia-Geral União, ou seja, não teria sido respeitado o princípio do juiz natural e  a 1ª Vara Federal de Teresópolis estaria apta para julgar o caso. A isso, o juiz federal Vladimir Vitovsky respondeu na decisão que a questão já foi resolvida nos embargos de declaração da AGU e que está mantida a competência da 4ª. Vara Federal de Niterói para julgar a ação popular.

O segundo argumento da defesa foi no sentido de que Cristiane Brasil preenche os requisitos legais para nomeação e posse no cargo de ministra do Trabalho. A essa alegação, o juiz Vladimir Vitovsky respondeu que se trata de questão de mérito, que deverá ser resolvida futuramente, no julgamento dos agravos de instrumento analisados pela 7ª Turma Especializada do TRF2.

Entenda o caso

Em ação popular, a 4ª Vara Federal de Niterói concedeu liminar suspendendo a eficácia do decreto presidencial que nomeou a deputada Cristiane Brasil ministra do Trabalho. Contra a liminar, a AGU e a defesa da parlamentar apresentaram agravos de instrumento. O TRF2 negou, liminarmente, os pedidos da União e de Cristiane Brasil.O mérito dos agravos ainda será julgado pela 7ª Turma Especializada do TRF2. O relator é o desembargador federal Sergio Schwaitzer, que está de férias.

Nos embargos de declaração apresentados contra a decisão liminar do TRF2, a AGU alegou que a ação popular de Niterói foi protocolada horas após a de Teresópolis, que, por isso, teria a competência para julgar a demanda. Nos termos da lei processual, por um instrumento conhecido como prevenção, o juízo que recebe a primeira ação envolvendo pedidos idênticos torna-se competente para resolver todas as demais.

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O relator é o desembargador federal Sergio Schwaitzer, que está de férias.
No entanto, na apreciação dos embargos, o TRF2 entendeu como improcedente o argumento da União, que considerou como marco inicial o horário do protocolo. Para o juiz que apreciou o recurso, o que deve ser considerado é o horário da distribuição dos autos, que ocorreu primeiro em Niterói.

O juiz Vladimir Vitovsky ponderou ainda que, ficando a prevenção com a 4ª Vara Federal de Niterói, os outros processos ajuizados para suspender a nomeação e posse de Cristiane Brasil no Ministério do Trabalho devem ser deslocados para lá. Com isso, a 4ª Vara Federal de Niterói deverá receber também, por redistribuição, as ações em tramitação na 1ª Vara Federal de Magé, 14ª Vara Federal do Rio de Janeiro, 1ª Vara Federal de Nova Friburgo, 1ª Vara Federal de Campos dos Goytacazes e 1ª Vara Federal de Macaé.

Condenada na Justiça do Trabalho

Ao suspender a posse, a Justiça atendeu a pedido feito em ação popular pelo Movimento dos Advogados Trabalhistas Independentes. A entidade alegou que a nomeação de Cristiane Brasil “ofende a moralidade administrativa”.
Segundo o movimento dos advogados, a deputada “praticou pessoalmente graves violações das leis trabalhistas, flagradas e comprovadas em, pelo menos, duas demandas judiciais”.

Depois que seu nome foi anunciado como ministra do Trabalho, surgiram informações de que Cristiane tem dívidas trabalhistas com ex-funcionários. Ela foi condenada na Justiça Trabalhista a pagar mais de R$ 60 mil em indenização a um ex-motorista que alegou trabalhar sem carteira assinada.
sábado, 20 de janeiro de 2018
Munícipes acusam 13 vereadores da cidade de rezaram às cegas a cartilha de Fernando Silva em São José de Ribamar 
Relação do Executivo com Legislativo é regida à base do toque de recolher.

POR FERNANDO ATALLAIA
DIRETO DA REDAÇÃO 

Caudatários, epigonais, subservientes.  É dentro dessas classificações que os mais de 200 mil ribamarenses existentes hoje em São José de Ribamar, terceira maior cidade do Maranhão, contextualizam e encerram a conduta de 13 vereadores da Câmara Municipal composta por 17 parlamentares. 

Alvo de suspeitas de enriquecimento ilícito, os ribamarenses apontam como causa de a cidade continuar sob aguda  situação de precariedade nas áreas da gestão pública a duvidosa ‘parceria’ da Câmara com a Gestão municipal, que repetindo 2005 abduziu os vereadores em torno de si por mais uma vez. Nas redes, eles expõem o descontentamento com o corpo de parlamentares a quem acusam de não terem independência. 

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Alvo de suspeitas de enriquecimento ilícito, os ribamarenses apontam como causa de a cidade continuar sob aguda  situação de precariedade nas áreas da gestão pública a duvidosa ‘parceria’ da Câmara com a Gestão municipal.
‘’Pau mandados. Vereador de Ribamar é tudo pau mandado do prefeito’’, esbraveja dona Maria do Rosário na Vila Sarney Filho, um dos principais redutos eleitorais do município. 

A controversa atuação dos vereadores de São José de Ribamar  vem sendo posta em xeque há anos, mas só agora com a insatisfação maciça dos ribamarenses com as ações paliativas do Governo que segue sem cumprir agenda social estabelecida em campanha, se fez ouvir em maior  densidade. Nos bairros locais, os munícipes apontam como causa para o entrave do desenvolvimento do município  a relação entre vereadores e prefeito.

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Ribamarenses mostram desconfiança com relação de vereadores com prefeito na terceira maior cidade do estado.
‘’Como Ribamar pode desenvolver se quando um vereador fala pra fazer um H o prefeito dá um cala boca e fica tudo bem? É muita promiscuidade meu povo, essa cidade não progride por isso’’, canoniza a manicure Elsa Maria, residente na Sede. A constatação de Elza vai ao encontro da desconfiança dos milhares de ribamarenses espalhados pelos mais de 137 bairros de São José de Ribamar.

Eles buscam saber o porquê de tanta obediência dos 13 vereadores  quanto  às ordens do prefeito.

O mutirão de entregas é parte das ações integradas do Plano Mais IDH, coordenado pela Secretaria de Direitos Humanos e Participação Popular (Sedihpop), e que com programas de diversas outras secretarias incentiva o desenvolvimento sustentável e justiça social para os 30 municípios com menor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do estado


Neste sábado (20), 13 municípios maranhenses receberam ao mesmo tempo as mais de 200 entregas de obras e oferta de serviços do Governo do Maranhão. Com a ação Dia D Mais IDH, secretários e órgãos de governo inauguraram escolas, entregaram casas, títulos de propriedades de terra, kits sanitários, além de atendimentos de saúde, emissão de documentos, feirinhas da agricultura familiar, dentre outros.

O mutirão de entregas é parte das ações integradas do Plano Mais IDH, coordenado pela Secretaria de Direitos Humanos e Participação Popular (Sedihpop), e que com programas de diversas outras secretarias incentiva o desenvolvimento sustentável e justiça social para os 30 municípios com menor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do estado. 


O mutirão de entregas é parte das ações integradas do Plano Mais IDH, coordenado pela Secretaria de Direitos Humanos e Participação Popular (Sedihpop).
Realizando entregas em Belágua, o secretário da Sedihpop, Francisco Gonçalves, explicou a importância da ação, que envolve também a iniciativa privada. “É um dia de mobilização, articulação e promoção das ações do Plano Mais IDH. Em Belágua hoje nós estamos entregando escolas, kits sanitários, kits esportivos e também sistemas simplificados de água”, destacou. 

“Especificamente aqui, é importante destacar que a escola que será entregue, a Escola Maria Vitalina é o resultado da parceria da Cemar com o Governo do Estado, diversas empresas no Maranhão atenderam ao apelo do governador e junto com o Governo do Estado estão construindo escola”, completou o secretário.



Nesta segunda edição do mutirão de entregas do Plano Mais IDH, foram beneficiados os municípios de Afonso Cunha, Água Doce do Maranhão, Araioses, Belágua, Cajari, Fernando Falcão, Governador Newton Bello, Milagres do Maranhão, Santana do Maranhão, São Francisco do Maranhão, São João do Caru, São Raimundo do Doca Bezerra e São Roberto.  
 
Entre as entregas, estiveram duas Escolas Dignas, 46 unidades habitacionais do Programa Minha Casa Meu Maranhão, ruas do Mutirão Rua Digna e Programa Mais Asfalto,  kits de irrigação, Sistemas Simplificados de Abastecimento de Água, 95 kits sanitários, 42 títulos de propriedade de terra, kits esportivos, sementes e muito mais. 

Beneficiados

Em Santana do Maranhão, os beneficiários Raimundo Araújo e Rosa Maria moram na comunidade Bacuri. Eles foram beneficiados com uma cisterna de 24 mil litros através do programa Segunda Água. A partir dela, puderam ampliar sua produção de frango e aumentar sua renda.

 
As ações também incluíram o lançamento de cursos de qualificação profissional, a realização da Feirinha da Agricultura Familiar e atendimentos de saúde, por meio da equipe da Força Estadual de Saúde do Maranhão (Fesma) e emissão de documentação básica com a...
“Para nós foi muito bom, a gente estava com muita dificuldade para se alimentar mesmo e agora a gente tem o que comer todo dia, tem onde buscar e sempre que alguém vem comprar, a gente vende ovos. Compramos uma chocadeira e vendemos para os nossos vizinhos também, chegou na hora certa”, declarou o agricultor. 
 
As ações também incluíram o lançamento de cursos de qualificação profissional, a realização da Feirinha da Agricultura Familiar e atendimentos de saúde, por meio da equipe da Força Estadual de Saúde do Maranhão (Fesma) e emissão de documentação básica com a carreta do Instituto de Proteção e Defesa do Cidadão e Consumidor do Maranhão (Procon/MA) e VIVA.

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