sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Água tratada e assistência social chegam a Serrano do Maranhão e Bacuri

 

As cidades de Serrano do Maranhão e Bacuri foram beneficiadas com um CRAS cada uma. (Foto: Divulgação)
''Antes de ontem a vizinha que me deu uma garrafa de água pra eu passar café. A gente caminha muito atrás de água, nas cacimbas, tirando água dos poços que ficam longe daqui, carregando no balde pra poder termos água em casa. Agora com a água na torneira da nossa casa a nossa realidade vai mudar''. 
As cidades de Serrano do Maranhão e Bacuri foram beneficiadas com entregas do Governo do Estado para melhoria da qualidade de vida da população. As inaugurações aconteceram nesta quinta-feira (16) e reúnem Sistemas Simplificados de Abastecimento de Água (SSAA) e Centros de Referência de Assistência Social (CRAS). 

Por meio da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes), Serrano foi contemplada com seis SSAAs. O quilombola Valetim Amaro, de 80 anos, conta o que mudou.

 
“Vivo aqui há mais de 20 anos e já caminhei muito atrás de água pra beber e tomar banho. Eu tomava banho no pé da juçareira pra ela não morrer e mesmo assim morreram muitas. Tiveram dias que a gente dormia até sem tomar banho, era um sofrimento enorme”, disse. 

A quilombola Cecilia Fátima disse que por muitos dias não havia água para beber. “Antes de ontem a vizinha que me deu uma garrafa de água pra eu passar café. A gente caminha muito atrás de água, nas cacimbas, tirando água dos poços que ficam longe daqui, carregando no balde pra poder termos água em casa. Agora com a água na torneira da nossa casa a nossa realidade vai mudar”, comemorou.


“É gratificante entregar a uma comunidade que existe há mais de 200 anos um sistema de abastecimento de água que vai dar fim a um sofrimento que impede que as pessoas tenham o mínimo de dignidade e qualidade de vida, que é a falta de água encanada”, afirmou o secretário de estado do Desenvolvimento Social, Neto Evangelista, durante a inauguração.

 
“Essa é a proposta do Governo do Maranhão, um olhar especial para as pessoas que sempre passaram despercebidas por outras gestões”, acrescentou Evangelista.



Assistência social

As cidades Serrano e Bacuri foram beneficiadas com um CRAS, cada uma. Em Serrano do Maranhão, o coordenador do CRAS, Cláudio Lisboa agradeceu ao Governo do Estado pelo equipamento que irá melhorar os serviços de assistência social na comunidade.



O quilombola Valentim Amaro comemora a chegada da água na comunidade. (Foto: Divulgação)
O quilombola Valetim Amaro, de 80 anos, conta o que mudou. “Vivo aqui há mais de 20 anos e já caminhei muito atrás de água pra beber e tomar banho. Eu tomava banho no pé da juçareira pra ela não morrer e mesmo assim morreram muitas. Tiveram dias que a gente dormia até sem tomar banho, era um sofrimento enorme''.
“A gente não tinha espaço no antigo CRAS para realizar as nossas atividades. Atendemos 280 pessoas, entre crianças, adolescentes, idosos e gestantes e precisávamos de pelo menos um bom local para executar os nossos atendimentos. Agradecemos ao governador Flávio Dino pela oportunidade”, disse. 

Estiveram presentes nas inaugurações o secretário de Desenvolvimento Social, Neto Evangelista; o secretário de Igualdade Racial, Jerson Pinheiro; o prefeito de Serrano do Maranhão, Johnson Medeiro; o prefeito de Bacuri, Washington Luís; além de vereadores, secretários municipais e população local.


Investimentos

Com um investimento de mais de R$ 1 milhão de reais, as SSAAs entregues em Serrano do Maranhão nos povoados de Olho D'Água, Paxibal, Mariano dos Campos, Santo Antônio, Boa Esperança II, e o povoado de Pedreira, no município de Bacuri, beneficiam aproximadamente duas mil pessoas.


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O secretário de estado do Desenvolvimento Social, Neto Evangelista: ''Essa é a proposta do Governo do Maranhão, um olhar especial para as pessoas que sempre passaram despercebidas por outras gestões''. 
O Governo do Maranhão também já entregou 115 dos 159 Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) e Centros de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), contemplando dezenas de municípios no estado.

A instalação dos CRAS nos municípios maranhenses contribui para a boa execução de programas sociais federais, como o Bolsa Família, e estaduais, a exemplo do Bolsa Escola, que auxilia estudantes de escolas pública na compra de materiais escolares.
Dois mil indígenas cobram direito de usar nome étnico no Pará
Projeto do núcleo de direitos humanos do Pará garante pluralismo jurídico e repara violação cometida por cartórios.

Fabiano Soares dos Santos Tembé agora se chama Pytàwà Fabiano Warhyti Soares dos Santos Tembé e Márcia Vieira da Silva aguarda a mudança de seus registros. Assim que a questão burocrática for resolvida, ela poderá apresentar no seu documento de identidade o nome pelo qual se reconhece: Márcia Wayna Kambeba. O direito foi garantido por meio de um projeto do Núcleo de Defesa dos Direitos Humanos e Ações Estratégicas (NDDH) da Defensoria Pública do Estado do Pará.

Até o momento, dois mil indígenas solicitaram ao NDDH a alteração de seus registros de nascimento para acréscimo de seus nomes étnicos.

Pytàwà e Márcia foram impedidos de fazer os registros de seus nomes étnicos nos cartórios onde moravam. Ele, que hoje tem 31 anos, conta que os pais, ao registrá-lo, foram informados no cartório de que não poderiam inserir nomes étnicos que o identificasse como indígena. O argumento utilizado, na época, foi de que isso o protegeria contra a violência e o  preconceito. 

Quando completou 14 anos e foi morar com a tia na Terra Indígena Mãe Maria, onde vive até hoje com o povo Gavião Parkatêjê, no município de Bom Jesus do Tocantins, na região sudeste do Pará, Pytàwà percebeu que todos os seus amigos, que tinham a mesma idade que ele, apresentavam e tinham em seus documentos nomes indígenas, menos ele.

Márcia Vieira da Silva e muitos outros indígenas foram impedidos pelos cartórios de inserir os nomes de seus povos na identidade.
“A gente sempre se colocava apelido. Por exemplo, eu tenho vários amigos que aqui se chamam Ricardo, José… mas quando eles apresentavam, nos documentos estavam os nomes indígenas. Então isso para mim fazia diferença, porque eu me identificava com um nome e quando eu apresentava o meu registro estava outro nome, um nome não indígena que eu não me sentia representado”, conta.
Ele conta que virou motivo de piada na escola, sofreu preconceito e sempre tinha que explicar para as pessoas porque ele, sendo indígena, tinha um “nome de branco”. Pytàwà ainda deseja retirar o Fabiano do registro de nascimento, nome com o qual ele não possui relação de afetividade. 
A história de Pytàwà não é exceção entre indígenas. Márcia Kambeba também apresenta a mesma narrativa. No mundo branco, ela é Márcia e, quando está na aldeia, se chama Wyana Kiana, que significa “moça magrinha que canta”.

Prestes a acrescentar o nome étnico em seus documentos, ela fala sobre a importância de poder exercer o direito de se identificar como indígena e manter a ancestralidade de seu povo: “A importância de se ter um nome indígena é que fortalece o povo, mantém viva a chama ancestral da nossa memória, da nossa resistência. É uma continuidade da luta, dos saberes e da permanência desse povo, porque antes nos foi negado esse direito”.

O defensor público do NDDH Johny Giffoni explica que a Constituição Federal reconhece a existência de grupos sociais que apresentam uma diversidade social e cultural, termo que dentro do direito é denominado de pluralismo jurídico e é reconhecido também pela Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT). O direito, no entanto, ainda é descumprido pelos cartórios.

Giffoni diz que a defensoria do Pará iniciou a efetivação do pluralismo jurídico nas aldeias no estado em 2011. O projeto é realizado em parceria com o Ministério Público Federal e Estadual e com organizações indigenistas e indígenas.

“Quando a gente começa a trabalhar o direito à identidade dos povos indígenas como forma de garantia e instrumento para a manutenção do direito territorial, a gente fortalece a luta desses povos pela garantia dos seus territórios”, diz.

O projeto é um dos finalistas do 14° Prêmio Innovare. O anúncio dos premiados será feito no dia 5 de dezembro, em cerimônia no Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília.


As informações são da repórter Lilian Campelo
Edição de Vanessa Martina Silva
Prisão de Rosângela Curado pode melar candidatura de Weverton Rocha ao Senado 
Queridinha de Weverton em Imperatriz, Rosângela teve prisão decretada e continua em xilindró.  

POR FERNANDO ATALLAIA
EDITOR DE ELEIÇÕES DA AGÊNCIA BALUARTE 
atallaia.baluarte@hotmail.com

O sorriso forçado da pedetista  Rosângela Curado guardava uma certeza única: R$ 18 milhões da Saúde do Maranhão desviados num esquema onde ele teve participação direta, frontal. 

Nas alas de seu partido, o PDT, a notícia da prisão de Rosângela curou algumas deficiências envolvendo apadrinhamento político pelo pré-candidato ao Senado Federal, Weverton Rocha, deputado federal e também presidente do partido que nunca negou a ninguém ter na ex-subsecretária de governo forte aliada. 

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POR UM FIO PDT decide futuro partidário de Rosângela nos próximos dias; prisão de queridinha de Weverton pode melar candidatura.
Agora com a devassa na vida pública de Rosângela, o já admitido senador eleito Weverton tenta desvencilhar sua imagem – não menos arranhada por iguais escândalos  de desvio de dinheiro público no ginásio Costa Rodrigues- de Curado. O PDT decide nos próximos dias a expulsão de Rosângela dos quadros da legenda. Uma forma de conferir ética a um partido que há  muito não sabe o que essa palavra significa.

E de sobra, afastar a lama do projeto político do presidente. 

Maranhão participa da cerimônia de abertura dos Jogos Escolares da Juventude


A Delegação maranhense participou, na quinta-feira (16), da abertura oficial dos Jogos Escolares da Juventude (JEJ) 2017 – etapa de 15 a 17 anos -, na capital distrital Brasília (DF). A cerimônia contou com a presença do presidente do Comitê Olímpico do Brasil (COB), Paulo Wanderley; o embaixador do Japão no Brasil, Akira Yamada; o governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg; o secretário nacional de Alto Rendimento do Ministério do Esporte e campeão olímpico no judô, Rogério Sampaio; o diretor geral dos Jogos Escolares da Juventude, Edgar Hubner, dentre outros.

O secretário nacional de Alto Rendimento do Ministério do Esporte e campeão olímpico no judô, Rogério Sampaio, falou sobre a importância dos Jogos para o desenvolvimento dos atletas no esporte em que praticam. “O esporte na escola não precisa ser apenas educacional, mas pode ser de alto rendimento também. Esse evento demonstra de maneira muito clara a união do esporte com a educação. O esporte tem a capacidade de mudar o destino das pessoas e essa é uma, dentre tantas oportunidades que vocês terão”, afirmou.

 
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A Delegação maranhense participou, na quinta-feira (16), da abertura oficial dos Jogos Escolares da Juventude (JEJ) 2017 – etapa de 15 a 17 anos -, na capital distrital Brasília (DF). A cerimônia contou com ...
Na cerimônia, atletas olímpicos, embaixadores dos Jogos, fizeram o revezamento da tocha e a atleta Érika Miranda acendeu o fogo da pira olímpica. A festa de abertura contou, ainda, com a apresentação da Academia de Dança Bailacci, grupo Tribo Companhia de Dança, e a banda Scalene finalizando a festa.

As disputas dos Jogos Escolares da Juventude começam na sexta-feira (17) e ocorrem até o dia 25 de novembro, com jogos envolvendo modalidades individuais e coletivas. A delegação maranhense presente na etapa infanto dos Jogos conta com 188 componentes, com atletas que disputarão nas seguintes modalidades: atletismo, ciclismo, ginástica rítmica, judô, natação, tênis de mesa, xadrez, basquete, futsal, handebol e vôlei e badminton.

MP português abre inquérito para apurar morte de brasileira pela polícia

O Ministério Público português abriu um inquérito nesta quinta-feira (16) para investigar as circunstâncias da morte da brasileira Ivanice Carvalho da Costa, 36 anos, atingida pela polícia, por engano, em Lisboa. As investigações são feitas pela Polícia Judiciária. O Ministério da Administração Interna também abriu investigações e seis dos sete policiais envolvidos foram denunciados e serão investigados.

A tragédia aconteceu por volta das 3h35 da manhã de quarta (15), quando Ivanice seguia de carro para o aeroporto de Lisboa, onde trabalhava. Ela ia de carona com o seu companheiro em um carro que foi confundido com um veículo que fugia da polícia.

A Polícia de Segurança Pública (PSP) perseguia bandidos que haviam explodido e roubado um caixa automático em Almada, cidade vizinha a Lisboa. Os ladrões conseguiram fugir.

Ivanice Carvalho da Costa, de 36 anos, foi morta por engano pela polícia de Portugal
Ivanice Carvalho da Costa, de 36 anos, foi morta por engano pela polícia de Portugal.
O carro em que Ivanice estava era parecido com o usado pelos bandidos. Em comunicado, a PSP informa que, após ordem dos agentes policiais para que parasse o veículo, o condutor não parou e tentou fugir, quase atropelando os policiais. Minutos depois, diante de outra barreira policial, o carro foi alvejado e Ivanice atingida por um tiro no pescoço.

De acordo com a polícia portuguesa, o homem foi detido por condução sem habilitação legal, por desobediência ao sinal de paragem e por condução perigosa. Ivanice foi socorrida no local mas acabou morrendo.

O jornal português Expresso noticiou que os agentes da polícia teriam disparado de frente para o carro. Essa informação pode fazer diferença na avaliação sobre um eventual uso abusivo da força por parte dos policiais.

De acordo com dados da Inspeção-Geral da Administração Interna (IGAI), em 2014 e 2015, em Portugal, nenhum civil foi morto pela polícia. Trinta e uma pessoas foram mortas nos últimos dez anos, em consequência de operações policiais.

Já no Brasil, segundo o Anuário Brasileiro da Segurança Pública, foram registrados 4,2 mil homicídios por policiais militares e civis, apenas em 2016. De 2009 a 2016, os números ultrapassam as 21 mil mortes por ação de agentes policiais.


AS INFORMAÇÕES SÃO DA AGÊNCIA BRASIL
EDIÇÃO DA AGÊNCIA BALUARTE 
quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Governo entrega ginásio, academia da saúde e assina ordem de serviço para reforma de escola em Cajari

A população do município de Cajari, na Baixada Maranhense, ganhou, nesta quarta-feira (15), do Governo do Estado, um ginásio poliesportivo com academia de saúde e a reforma da escola de Ensino Médio, que iniciará nos próximos dias. A entrega dos equipamento foi feita no dia em que a cidade completa 69 anos de emancipação.

A cidade Cajari é o segundo município com baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) a receber quadra poliesportiva com academia, em menos de uma semana. O primeiro foi Santa Filomena, cuja entrega ocorreu no último sábado pelo governador Flávio Dino. "Em vez de estarem nas ruas, as crianças agora tem um espaço digno e que vai dar qualidade de vida. Porque esporte é vida e saúde", destacou Requiles Souza Coelho, professor de jiu jitsu.

"O que o governo está fazendo por nós é algo muito importante. Eu gostei de tudo. Obrigado por esse investimento que fizeram  aqui", disse Gustavo Costa Cutrim, 16 anos. 


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O secretário de Estado Chefe da Casa Civil, Marcelo Tavares, que realizou a entrega das obras, representando o governador Flávio Dino: "É com muita alegria que o governo entrega hoje uma quadra em perfeita condições para os jovens e assina a ordem de serviço para a reforma geral de uma tradicional escola da cidade para propiciar à juventude melhores condições de aprendizagem".
O secretário de Estado Chefe da Casa Civil, Marcelo Tavares, que realizou a entrega das obras, representando o governador Flávio Dino, destacou as ações do governo no município. "É com muita alegria que o governo entrega hoje uma quadra em perfeita condições para os jovens e assina a ordem de serviço para a reforma geral de uma tradicional escola da cidade para propiciar à juventude melhores condições de aprendizagem", realçou.

Reforma

O Centro de Ensino Quincio Pinto Muniz, que atende estudantes de Ensino Médio nos três turnos, será totalmente reformado pelo Governo do Estado, por intermédio da Secretaria de Estado da Educação (Seduc), com investimentos da ordem de R$ 1,5 milhão. O prazo para execução da obra é de 150 dias.


"Para a gente vai ser uma benção, tanto para os alunos tanto na aprendizagem quanto na motivação deles. Esperamos muito tempo por esse momento. É um sonho realizado", revelou   a gestora geral da escola, Vitoria Lourdes da Costa Muniz.
Morre artista plástico Frans Krajcberg, aos 96 anos

Escultor estava internado havia um mês, com quadro de infecção.

Nascido na Polônia em 1921, mas que se definia como brasileiro por já morar há quase 60 anos no país, morreu nesta quarta-feira (15), aos 96 anos, Frans Krajcberg, um dos artistas plásticos de maior projeção internacional e que ficou conhecido por trabalhar sua obra em madeira calcinada de incêndios ambientais. Essa era uma das formas que o artista tinha de chamar a atenção para a degradação das florestas.

Krajcberg estava internado havia um mês no Hospital Samaritano, em Botafogo, na Zona Sul da capital fluminense, com quadro de infecção. O corpo do artista será cremado e as cinzas serão levadas para o Sítio Natura, em Nova Viçosa, no sul da Bahia.

Escultor, pintor, gravador e fotógrafo, Krajcberg estudou engenharia e artes na Universidade de Leningrado e mudou-se para a Alemanha, ingressando na Academia de Belas Artes de Stuttgart, depois de ter perdido todos os seus familiares em um campo de concentração, durante a Segunda Guerra Mundial.
Polonês de nascimento, artista dizia que era brasileiro
Polonês de nascimento, artista dizia que era brasileiro.
Em 1948, o artista plástico chegou ao Brasil, residindo primeiro no Paraná, e em 1956 no Rio de Janeiro, onde dividiu o ateliê com o escultor Franz Weissmann (1911-2005). Em 1951, ele já havia participado da 1ª Bienal Internacional de São Paulo, com duas pinturas. Em 1957, ele naturaliza-de brasileiro.

Krajcberg passa a residir em Nova Viçosa, na Bahia, a partir de 1972, e amplia seu trabalho com escultura, iniciado em Minas Gerais. Intervém em troncos e raízes, entendendo-os como desenhos no espaço. Essas esculturas fixam-se firmemente no solo ou buscam libertar-se, direcionando-se para o alto. A partir de 1978, atua como ecologista, luta que assume caráter de denúncia em seus trabalhos: "Com minha obra, exprimo a consciência revoltada do planeta", disse, em registro da Enciclopédia Itaú Cultural.

O artista plástico viaja constantemente para a Amazônia e Mato Grosso, e registra por meio da fotografia os desmatamentos e queimadas em imagens dramáticas. Dessas viagens, retorna com troncos e raízes calcinados, que utiliza em suas esculturas.

Na década de 1980, inicia nova série de "gravuras", que consiste na modelagem em gesso de folhas de embaúba e outras árvores centenárias, impressas em papel japonês. Também nesse período realiza a série africana, utilizando raízes, cipós e caules de palmeiras associados a pigmentos minerais. Krajcberg sempre fotografa as suas esculturas, muitas vezes tendo o mar como fundo. O artista, ao longo de sua carreira, mantém-se fiel a uma concepção de arte relacionada diretamente à pesquisa e utilização de elementos da natureza. A paisagem brasileira, em especial a floresta amazônica, e a defesa do meio ambiente marcam toda a sua obra.


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