terça-feira, 23 de janeiro de 2018

Aplicativo Caema Mobile permite denúncia de vazamentos de água e esgoto


Lançado para dar celeridade ao processo de atendimento ao consumidor, o aplicativo Caema Mobile permite solicitação de religações, emissão de segunda via de contas, formalização de denúncias de vazamento de água e esgoto, entre outros.

“O aplicativo veio para facilitar a vida do usuário e também serve para conscientizar a própria população quanto ao uso racional da água”, diz Silvia Carvalho, coordenadora do Call Center da Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão (Caema). 


“Ao ver um vazamento, o usuário poderá enviar uma foto via aplicativo. Então, entramos em contato com o cliente, encaminhamos essa informação para gerência e depois enviamos um e-mail com o número do protocolo para acompanhamento da solução do problema”, explica Silvia.


Por meio do aplicativo, o usuário poderá solicitar qualquer tipo de serviço a qualquer dia e hora sem precisar se deslocar para um atendimento presencial. “Esses serviços são registrados e encaminhados para um setor específico da Caema, que filtra as demandas e encaminha a uma unidade de negócios, para serem tomadas as respectivas providências”, afirma Manoel Paulo, Coordenador de Inovação e Suporte de Sistema da Caema.

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Para baixar o aplicativo, basta digitar Caema ou Caema Mobile na PlayStore (Sistema Android) do seu smartphone.
O aplicativo está facilitando a vida de pessoas com uma rotina cheia, caso de Maria Elizabete Pereira da Conceição, que precisa se dividir entre as atividades do emprego e da casa: “O aplicativo é de fácil uso, por meio dele não preciso mais me deslocar a uma gerência ou ligar para a Caema. Consegui emitir a segunda via da minha conta pelo aplicativo e também acompanho meu consumo de água”.

Como usar o aplicativo
 
Quem utiliza o aplicativo pela primeira vez para solicitar qualquer serviço a sua unidade consumidora deve informar o número da matrícula, CPF ou CNPJ. O usuário poderá, então, ter acesso às informações presentes de sua conta.

O segundo passo é fazer uma pesquisa, identificar o problema e importar essas informações ao aplicativo. Em seguida, o usuário poderá ter acesso a todas as informações cadastrais; nome, endereço e roteiro. Também terá informações sobre situação de água, esgoto, número do hidrômetro e categorias de consumo.


O Caema Mobile também disponibiliza ao usuário o acesso a faturas e emissão de 2ª via da conta de água do cliente que estiver em débitos ou a vencer. O cliente poderá, ainda, acompanhar os pagamentos que realizou durante os últimos doze meses e verificar o histórico de consumo e medição do imóvel, tanto para água, quanto para esgoto dos últimos três anos.


É obrigatório informar o número de telefone e e-mail para que a Caema possa retomar o contato. Também é preciso enviar quatro fotos para exemplificar o problema que o usuário quer comunicar. Se quem solicita o serviço estiver no local, automaticamente o GPS vai rastrear o endereço; caso não esteja, pode-se usar a opção “Não estou no local” e informar a localização do problema.

Para informar vazamentos, denunciar fraudes e falta de água, o usuário não precisa ter em mãos o número da matrícula do imóvel.


O aplicativo também disponibiliza o endereço de todas as unidades da Caema e, por meio dele, é possível traçar a rota até chegar ao local. O usuário também tem acesso aos contatos da empresa, SAC, Ouvidoria, site, e-mail e redes sociais como Facebook e Twitter.

Para baixar o aplicativo, basta digitar Caema ou Caema Mobile na PlayStore (Sistema Android) do seu smartphone.

O Ministério da Saúde comunicou nesta terça-feira (23) que técnicos da Organização Mundial da Saúde (OMS) chegarão ao Brasil na próxima segunda-feira (29) com o objetivo de acompanhar o fracionamento da vacina contra a...


O Ministério da Saúde comunicou nesta terça-feira (23) que técnicos da Organização Mundial da Saúde (OMS) chegarão ao Brasil na próxima segunda-feira (29) com o objetivo de acompanhar o fracionamento da vacina contra a febre amarela.

De acordo com a pasta, a previsão é que os agentes internacionais desembarquem em São Paulo e acompanhem no próprio estado o fracionamento da vacina. Além de São Paulo, o Rio de Janeiro também inicia, na próxima quinta-feira (25), a imunização de municípios pré-selecionados contra a febre amarela.

População enfrenta filas em diversas cidades brasileiras para se vacinar contra febre amarela

O Ministério da Saúde comunicou nesta terça-feira (23) que técnicos da Organização Mundial da Saúde (OMS) chegarão ao Brasil na próxima segunda-feira (29) com o objetivo de acompanhar o fracionamento da vacina.


Em São Paulo, 54 municípios participam da campanha, com previsão de vacinar 8,3 milhões de pessoas, sendo 6,3 milhões com a dose fracionada e 2 milhões com a padrão. Já no Rio de Janeiro, 7,7 milhões de pessoas deverão receber a dose fracionada e 2,4 milhões a padrão, em 15 municípios.

Até o momento, a campanha de vacinação no estado da Bahia permanece na data prevista (entre 19 de fevereiro e 9 de março). Na Bahia, 2,5 milhões de pessoas serão vacinadas com a dose fracionada e 813 mil com a dose padrão em oito municípios.

O objetivo da campanha, segundo o ministério, é evitar a expansão do vírus para áreas próximas de onde há circulação atualmente. No total, 21,7 milhões de pessoas destes municípios deverão ser vacinadas durante a campanha, sendo 16,5 milhões com a dose fracionada e outras 5,2 milhões com a dose padrão.

“A adoção do fracionamento das vacinas é uma medida preventiva e recomendada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) quando há aumento de epizootias e casos de febre amarela silvestre de forma intensa, com risco de expansão da doença em cidades com elevado índice populacional”, informou a pasta.


AS INFORMAÇÕES SÃO DA AGÊNCIA BRASIL
EDIÇÃO DE FERNANDO ATALLAIA

Dia D Mais IDH leva assistência técnica e de saúde a Santana do Maranhão 

Evento aconteceu no último sábado (20) e contou com atividades simultâneas para promover o bem-estar da população de 13 municípios.


Com o olhar voltado para as pessoas que mais precisam, o Governo do Estado realizou, no último sábado (20), o Dia D Mais IDH, levando ações de promoção à qualidade de vida em 13 municípios dos 30 atendidos pelo Plano Mais IDH, que visa reduzir a desigualdade social no Maranhão. 
 
Uma destas cidades é Santana do Maranhão, onde o secretário de Estado da Agricultura Familiar (SAF), Adelmo Soares, e o secretário adjunto de Promoção do IDH da Secretaria de Estado de Direitos Humanos e Participação Popular (Sedihpop), Bruno Lacerda, estiveram representando o governador Flávio Dino. 

 

O evento contou com diversas atividades como entrega de kits de irrigação e sementes, capacitação do Programa Agroamigo, serviços da Força Estadual de Saúde do Maranhão (Fesma) e prefeitura municipal, ações do programa de alfabetização Sim, Eu Posso! e muito mais. 

Evento aconteceu no último sábado (20) e contou com atividades simultâneas para promover o bem-estar da população de 13 municípios.


A população recebeu com muita alegria a presença do Governo do Maranhão na cidade, reconhecendo a importância do Plano Mais IDH na melhoria da qualidade de vida de quem mora no município.  

"Minha vida se transformou. Pude ter minha produção, adquirir uma renda e pretendo a partir disso fazer ainda mais", nos contou Bernarda, beneficiária do Plano Mais IDH, que já obteve fomento para agricultura familiar e uma cisterna. Ela participou da capacitação do programa de microfinanciamento de crédito do Banco do Nordeste, o Agroamigo. 


Na cidade, o evento foi realizado pelo Governo do Estado, em parceria com a Prefeitura de Santana do Maranhão e a Junta Unificada de Missões, formada por missionários de diversas igrejas do Rio de Janeiro e Chile. 

Também estiveram presentes na ação o prefeito de Santana do Maranhão, Fransquim Tavares; o ex-prefeito, Raimundo Tavares; além de vereadores e secretários municipais.

O Maranhão foi o segundo estado que mais moveu ações de improbidade administrativa no país e o 4º lugar na área cível

O Ministério Público Federal no Maranhão (MPF/MA) moveu 1245 ações junto à Justiça Federal nas esferas criminal e cível no ano de 2017. Esse total é resultado da atividade de 20 procuradores que atuam na sede da Procuradoria da República no Maranhão (PR/MA), em São Luís, e nas Procuradorias da República nos Municípios (PRMs) de Imperatriz, Caxias, Bacabal e Balsas.


Do total de ações propostas, 67,8% são da esfera criminal e 32,2 % da cível. A PR/MA ajuizou 851 ações; a PRM/Bacabal, 83; a PRM/Imperatriz, 152; a PRM/Caxias, 108, e a PRM/Balsas propôs 51 ações.


Improbidade


O MPF/MA foi o segundo estado que mais moveu ações de improbidade administrativa no país, atrás somente da unidade da Bahia. A Procuradoria da República no Maranhão (PR/MA), no período de 1° de janeiro a 31 de dezembro de 2017, moveu 255 ações de improbidade.
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1245 ações junto à Justiça Federal nas esferas criminal e cível no ano de 2017. Esse total é resultado da atividade de 20 procuradores que atuam na sede da Procuradoria da República no Maranhão (PR/MA), em São Luís, e nas Procuradorias da República nos Municípios (PRMs) de Imperatriz, Caxias, Bacabal e Balsas.

“Essa posição no ranking, de um lado, denota o mau uso dos recursos essenciais para a cidadania por parte dos gestores públicos, por outro lado, demonstra que o Ministério Público Federal no Maranhão busca respostas para as demandas da população. Nosso objetivo sempre é, principalmente, o combate à corrupção”, concluiu o procurador da República Juraci Guimarães Júnior.


Denúncias

Dentre representações de irregularidades, inquéritos policiais e procedimentos investigatórios, o MPF propôs 775 denúncias ao longo do ano de 2017.


Área de atuação cível


Entre as ações da esfera cível, o Maranhão também foi destaque nacional em relação a outras unidades do MPF no país. No ano passado, com 400 ações, sendo 109 civis públicas, o MPF/MA ocupou o 4º lugar no ranking, precedido por Minas Gerais, Pará e Bahia.


Atendimento ao cidadão


Qualquer cidadão pode fazer denúncias presencialmente no MPF, ou em tempo real, por meio da Seção de Atendimento ao Cidadão (SAC) e ainda, anexar materiais que comprovem as irregularidades. O espaço na internet destinado também para solicitação de informações, está disponível em aplicativo para sistemas iOS e Android desde de abril de 2016.

Durante o último final de semana


Durante o último final de semana, o deputado estadual Wellington do Curso se reuniu com vários professores para discutir sobre a liberação dos recursos referentes a precatórios do FUNDEF. 

O encontro, que ocorreu por meio de uma audiência, foi uma iniciativa da Associação dos Servidores Públicos Municipais de Carolina  e contou com a presença dos presidentes das federações sindicais, Procurador do Município, professores e a classe educacional.

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Na ocasião, professores falaram da necessidade de se investir os 60% do Fundo na categoria e o deputado Wellington destacou a importância de se valorizar o professor enquanto profissional.
Na ocasião, professores falaram da necessidade de se investir os 60% do Fundo na categoria e o deputado Wellington destacou a importância de se valorizar o professor enquanto profissional.

“Não se pode querer que a educação de um município avance enquanto o professor não for reconhecido e valorizado como deve. Esse reconhecimento passa, obviamente, pela questão salarial. Sabemos sim que haverá a liberação de milhões para a educação e contamos agora com o cumprimento para que tal valor seja investido também na valorização daqueles que trabalham com o bem mais precioso que o homem pode ter: o conhecimento”, afirmou Wellington.

Ao final da audiência, o procurador do município de garantiu que todo o 60% do FUNDEF seja investido nos professores da rede pública de ensino.

Reservas no TRF4 têm histórico a favor da Lava Jato e contra Lula
Corte convocou os juízes federais Antônio César Bochenek e Nivaldo Brunoni para atuarem na 8ª Turma durante férias de desembargadores.

O Tribunal Regional Federal da 4ª Região convocou os juízes federais Antônio César Bochenek e Nivaldo Brunoni para substituírem, respectivamente, os desembargadores Leandro Paulsen e Victor Laus durante suas férias. Apesar da mudança ser apenas temporária, os juízes federais poderão julgar eventuais recursos da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à 8ª Turma do TRF4 — e pelo histórico de ambos, não devem significar nenhum alívio para o petista.

Bochenek é um entusiasta da Lava Jato e, em uma mais de uma oportunidade, já se manifestou publicamente em favor da operação quando era presidente da Associação de Juízes Federais (Ajufe). Brunoni foi o responsável por negar a suspensão do processo de Lula em passagem anterior pela 8ª Turma. O colegiado julga nesta quarta-feira (24) recurso da defesa do ex-presidente Lula, condenado pelo juiz Sergio Moro a nove anos e seis meses de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro na ação do triplex no Guarujá (SP).

Juízes federais Antônio César Bochenek e Nivaldo Brunoni
Bochenek (à esquerda) considera a Lava Jato "patrimônio" da sociedade; Brunoni já negou pedido de Lula para suspender processo.
Prováveis recursos e embargos apresentados à decisão que a 8ª turma criminal tomará nesta quarta-feira, bem como a própria retomada do julgamento após um possível pedido de vista, devem ser julgados sem a composição titular. Isso porque o desembargador Leandro Paulsen, revisor da Lava Jato, entra de férias na próxima segunda-feira (29), retornando no final de fevereiro. O desembargado Victor Laus entra de férias em seguida, no dia 21 de fevereiro.

O descanso dos desembargadores, no entanto, não interrompe o trabalho da turma. Bochenek e Brunoni foram convocados pela presidência do TRF4 para suprir estas ausências. Colega de Gebran e Laus ao longo do mês de fevereiro, o ex-presidente da Ajufe já publicou diversos artigos defendendo a Lava Jato.


As informações são dos repórteres Guilherme Venaglia e Paula Sperb
Edição da Agência Baluarte
Mulher à frente de seu tempo, a mineira Maria Martins (1894-1973), hoje é reconhecida como uma das maiores escultoras brasileiras ligadas ao movimento surrealista. O documentário Maria: não esqueça que eu venho dos trópicos, de Francisco C. Martins, lançado ano passado, relata a...


Mulher à frente de seu tempo, a mineira Maria Martins (1894-1973), hoje é reconhecida como uma das maiores escultoras brasileiras ligadas ao movimento surrealista. O documentário Maria: não esqueça que eu venho dos trópicos, de Francisco C. Martins, lançado ano passado, relata a trajetória da artista.
Em 1920, distante dos padrões tradicionais da época e alvo de polêmica, separou-se do historiador Otávio Tarquínio de Sousa para casar-se com o diplomata Carlos Martins. Na Bélgica, um dos lugares que o casal residiu, Maria começou a fazer aulas com...
Em 1920, distante dos padrões tradicionais da época e alvo de polêmica, separou-se do historiador Otávio Tarquínio de Sousa para casar-se com o diplomata Carlos Martins. Na Bélgica, um dos lugares que o casal residiu, Maria começou a fazer aulas com orientação do escultor Oscar Jespers. Já em Nova Yorque, estudou com Jacques Lipchitz, realizando trabalhos em bronze. Nesse período, destacaram-se temas com referência à natureza, mitos e tradições brasileiras e obras como Não te esqueças que eu venho dos trópicos (1942), Cobra grande (1943) e Sem eco (1943).

Dentre os nomes de artistas que conheceu em exposições, está o do francês Marcel Duchamp. Os dois mantiveram mútua colaboração no desenvolvimento dos seus trabalhos, além de uma relação que ultrapassou os limites artísticos. As cartas de Duchamp a Maria, entre 1946 e 1969, foram reunidas no livro Étant Donnés.


Dentre os nomes de artistas que conheceu em exposições, está o do francês Marcel Duchamp. Os dois mantiveram mútua colaboração no desenvolvimento dos seus trabalhos, além de uma relação que ultrapassou os limites artísticos.
Na década de 50, participou da Bienal de São Paulo, premiada com A soma dos nossos dias, e colaborou na formação do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro e de São Paulo, entretanto foi no exterior que teve maior destaque e consolidou sua produção artística.

É considerada a primeira escultora brasileira a retratar a sexualidade a partir da perspectiva feminina, enfatizando o desejo e a sensualidade. Suas obras pouco convencionais como figuras antropomórficas com tentáculos, deformações e formas desproporcionais revelam toda a ousadia da artista. Seus trabalhos estão espalhados em museus de diversos países.


No documentário, a vida de Maria Martins é reconstituída por meio de entrevistas com estudiosos de arte, leitura de livros, cartas, depoimentos, fotos e imagens das obras, evidenciando o seu talento e a liberdade com que circulava no...
No documentário, a vida de Maria Martins é reconstituída por meio de entrevistas com estudiosos de arte, leitura de livros, cartas, depoimentos, fotos e imagens das obras, evidenciando o seu talento e a liberdade com que circulava no meio artístico, fato incomum para época. Ainda revela o contato da escultora com outros grandes nomes da arte como Carmen Miranda, Frida Kahlo e Picasso.


AS INFORMAÇÕES SÃO DO NT
EDIÇÃO DA AGÊNCIA BALUARTE
segunda-feira, 22 de janeiro de 2018
Acusação é "absurdamente precária", afirma advogado e governador do Maranhão

Jornal do Brasil
 
Professor de Direito Constitucional e governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB) afirmou nesta segunda-feira (22) que não vê chances de o Superior Tribunal de Justiça (STJ) e o Supremo Tribunal Federal (STF) confirmarem a sentença do juiz Sergio Moro sobre o apartamento tríplex no Guarujá atribuído ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. 


"É ínfima a chance de STJ e STF confirmarem a frágil sentença do triplex. Imensa maioria de juristas do país diz isso. Ou seja, uma eventual condenação em 2ª instância só serviria para tentar gerar inelegibilidade em 2018. O que a tornaria ainda mais iníqua", escreveu o governador, nas redes sociais, sobre o julgamento do recurso de Lula pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), na próxima quarta-feira (24).
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"Sentença é frágil", afirma Flávio Dino.
Segundo Dino, não há especialistas em Direito Penal que defendam a sentença "absurdamente precária" de Moro e que ele, como advogado, tem "absoluta convicção jurídica" da fragilidade da condenação.

"A sentença é frágil porque não tem relação com Petrobras, logo juízo era incompetente; Lula não solicitou ou recebeu apartamento, que continua sendo da OAS; não houve a contrapartida de Lula como funcionário público (ato de ofício). Portanto, não houve crime", argumenta o governador do Maranhão.

Segundo Dino, há dia e local para fazer o julgamento político de Lula, nas urnas, no dia da eleição, afirma. "Tribunais não devem servir para isso. Que deixem Lula ser candidato e que o povo o julgue politicamente".

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Avenida Getúlio Vargas, próximo ao calçadão de Imperatriz.

Avenida Getúlio Vargas, próximo ao calçadão de Imperatriz-MA. Centro da cidade.

 

VEJA MAIS IMAGENS EM   http://portaldoguigui.com.br/2018/01/19/o-atacadao-jp-esta-com-umas-super-promocoes-de-voltas-as-aulas-o-amigo-de-sempre-josivaldo-jp-garante-confira/ 

A cifra acumulada de assassinatos durante 2017, 70 mortes ao dia, supera aos piores anos da guerra contra o narco

Nem nos anos mais cruéis da guerra contra o narcotráfico o México registrou cifras de assassinatos tão elevadas como as do ano passado: 25.339 homicídios dolosos, uma média de 70 por dia. Até agora, o ano mais letal para o México havia sido 2011, em plena batalha contra os cartéis das drogas, uma época em que os cadáveres enchiam as primeiras páginas dos jornais do país. O ano recém-encerrado, no entanto, superou aquela etapa sombria e bateu o recorde mais sangrento da história mexicana.

Os primeiros dados sobre homicídios publicados no site da Secretaria Executiva do Governo são de 1997. Naquele ano foram contabilizados 16.866 crimes desse tipo, ou 46 por dia. A cifra cresceu de forma consistente até chegar a 61 homicídios por dia em 2011. Muitos acreditavam então que a violência no país havia tocado o teto. Nos anos seguintes, os números foram caindo, até o mínimo registrado em 2014, ano em que, paradoxalmente, ocorreram duas das chacinas mais simbólicas para o país: o desaparecimento dos 43 estudantes de Ayotzinapa e a matança de 15 civis pelas mãos do Exército em Tlatlalya.

Em 2016, a violência esteve a ponto de superar a do mortífero 2011. E os alarmes começaram a soar. Em maio do ano passado, a imprensa nacional advertia de que se tratava do mês mais letal em duas décadas. E, ao junho, esse recorde voltava a ser batido, com 43 vítimas a mais.

Violencia en Mexico
Javier Valdez, assassinado em 15 de maio.
Enquanto se sucediam as detenções ou mortes dos grandes chefes do tráfico, as cifras voltavam a entrar em ebulição, até o último boletim de novembro, um mês em que o Governo de Enrique Peña Nieto perpetuou a atividade policial do Exército, com a entrada em vigor da chamada Lei de Segurança Interior, uma medida polêmica, criticada por centenas de associações civis, além da ONU e da Organização dos Estados Americanos (OEA).

Com os grandes cartéis acéfalos, o crime organizado se pulverizou, levando a uma nova lógica violenta, protagonizada por pequenas células autônomas que estenderam suas redes para outros delitos: extorsão, roubo, tráfico humano. A Cidade do México, durante anos vista como um suposto oásis frente ao crime organizado, perdeu esse status em ações inéditas, como a operação militar de meados de 2017 para liquidar um traficante de médio escalão, na zona sul da capital.

A violência cresceu também em polos turísticos do país. A Baixa Califórnia Sul, região conhecida como Pérola do Pacífico, registrou um crescimento espantoso no número de homicídios nos últimos cinco anos: dos 35 casos de 2012 para 560 em 2017. Outra joia paradisíaca, Cancún, passou de 86 homicídios em 2016 para 220 em 2017.

Outros delitos estreitamente relacionados ao crime organizado, como a extorsão, também tiveram um forte aumento durante o ano passado. Em 2017 foram contabilizados 5.649 casos, quase 400 a mais que no ano anterior, e 1.000 acima da cifra de 2011. O sequestro também cresceu com relação ao ano anterior: 1.148 casos, três por dia. Em todo caso, não chegou a superar a preocupante cifra de 2011, que ficou em 300 casos a mais.

O ano passado marcou também um ponto de inflexão na apresentação das estatísticas oficiais no México. A Secretaria de Governo (Casa Civil) divulgou no final de 2017 uma lista em que apareciam separadamente 31 novos crimes, contabilizados durante os últimos três anos. Atendendo a uma antiga reivindicação das organizações sociais, foi especificado o número de investigações relativas aos feminicídios. A única fonte federal confiável disponível até agora era o Instituto Nacional de Estatística (INEGI). Mais de 1.500 investigações foram abertas por feminicídio. Vinculadas à violência contra as mulheres, registram-se também separadamente as cifras sobre abusos (41.580), assédios (1.540), estupros (15.757), perseguições (2.670) e violência de gênero (5.101).


AS ESTATÍSTICAS DA VIOLÊNCIA EM 2017


Homicídios. Houve 25.339 assassinatos. Há duas décadas, a cifra estava em torno de 17.000.

Sequestros. Foram registrados 1.148, mais de três por dia.
Extorsões. Houve 5.649 casos, quase 400 a mais do que em 2016, e 23% acima da cifra de 2011.

Estupros. Em média, 35 mulheres foram vítimas a cada dia; 12.740 casos no total.

Assaltos. A cada hora ocorrem 26 roubos violentos. Ao todo, foram registrados 232.259 casos.


AS INFORMAÇÕES SÃO DA REPÓRTER ELENA REINA, DO EL PAÍS

EDIÇÃO DA AGÊNCIA BALUARTE

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