quarta-feira, 26 de abril de 2017

Centro Histórico de São Luís sob os cuidados do IPHAN resiste em total abandono.

POR FERNANDO ATALLAIA
DIRETO DA REDAÇÃO

As indicações grosseiras de apadrinhados políticos para órgãos públicos de atuação em áreas consideradas sensíveis como é o caso do Centro Histórico de São Luís, sob a responsabilidade do IPHAN no Maranhão, vem sendo uma das causas do abandono reinante em um dos sítios arquitetônicos mais importantes do mundo. 


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INDICAÇÕES GROSSEIRAS O superintendente do IPHAN, Maurício Itapary: ele já havia passado pelo DNIT.

Sob a superintendência de Mauricio  Itapary , o IPHAN até hoje sequer prestou contas  do investimento recebido na marca de R$133 milhões provenientes do PAC Cidades Históricas. O recurso é voltado para o restauro de prédios, incluindo a revitalização da Rua Grande, onde as obras nunca tiveram início. 

Itapary,  indicado para o IPHAN à moda arranjada/grosseira, pouco ou nada entende da complexidade e/ou da importância do Centro Histórico da capital maranhense para a humanidade. Com uma passagem controversa e questionável pelo DNIT, foi alvo de críticas dos servidores daquele órgão que, em carta, acusaram sua atuação de  “estranha à engenharia rodoviária, sem a qualificação necessária”.  A imprensa na ocasião afirmara que o único atributo do hoje superintendente do IPHAN era ser afilhado de um deputado federal maranhense  e filho de um amigo de José Sarney.

Afora as particulares expostas, o caso de Mauricio Itapary lança luz sobre uma lógica viciada que impera no Maranhão, onde especialistas, profissionais e pesquisadores engajados à causa do Patrimônio são excluídos da discussão que envolve a valorização, preservação e proteção do conjunto arquitetônico para dar vez a um corpo inerte e burocratizado selecionado a dedos  por políticos sem compromisso com o Centro. As consequências vêm sendo as piores possíveis: Das 44 obras previstas pelo Governo Federal, a grande maioria sequer foi licitada, para se uma ideia. 

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Kátia Bogea responde atualmente pelo IPHAN nacional; quando superintendente do Instituto no estado, Centro Histórico também amargava abandono.
Há alguns meses o próprio IPHAN que já havia entregado os pontos ao anunciar que as obras pendentes terão que amargar ainda mais morosidade, se deu por convencido de que as medidas tomadas pelo órgão não foram suficientes para a entrega das obras que seguem em atraso. O fato é que o Instituto ao reconhecer a ausência de empenho da atual gestão, nada mais faz que tornar público que o abandono vivenciado hoje por sobrados, casarões, peças e demais monumentos tombados tem relação direta com o alheamento de uma equipe que já mostrou a que veio. 

O IPHAN vive seu próprio paradoxo: instalado num casarão no seio do Centro Histórico é um elefante branco sem atuação para a finalidade a qual é  legitimamente designado. 

Diversas categorias da Região Norte do país irão parar no dia da greve geral

No dia 28 trabalhadores em Macapá, Porto Velho e Boa Vista somam a paralisação. 

Diversas categorias de trabalhadores da região Norte do Brasil irão aderir à greve geral que será realizada nesta sexta-feira (28). A paralisação é uma forma de barrar as reformas da Previdência e Trabalhista do governo golpista de Michel Temer (PMDB) e que tramitam no Congresso Nacional.

De acordo com Vera Paoloni, diretora de comunicação da Central Única dos Trabalhadores (CUT-PA), em Belém, confirmaram adesão à greve os trabalhadores dos Urbanitários, categoria que envolve os funcionários da Centrais Elétricas do Pará S/A (Celpa), Companhia de Saneamento do Pará S/A (Cosanpa) e Centrais Elétricas do Norte do Brasil S/A (Eletronorte); trabalhadores portuários, bancários, funcionários do Departamento de Transito (Detran), das universidades federal e estadual, profissionais da saúde pública e professores da rede pública e privada de ensino.
Paoloni conta que as categorias de profissionais querem garantir a paralisação geral das atividades logo pela parte da manhã. Algumas categorias irão formar piquetes em frente aos locais de trabalho com o objetivo de “parar tudo”, como diz a sindicalista.

A paralisação no dia 28 é organizada por oito centrais sindicais, frentes de esquerda e movimentos sociais e populares.
“A ideia não é fazer ato, é botar gente na praça, é parar tudo, transformar as cidades em cidades fantasmas, parando a produção, o atendimento; é parar a produção do país para protestar contra essas tragédias. Não são reformas, são tragédias nas vidas das pessoas, das famílias, na classe trabalhadora", aponta.

Ela estima que por volta das 11h os trabalhadores irão começar a se concentrar na Praça da República. No mesmo local, cerca de 600 jovens montarão um acapamento onde ficarão até o dia 1º de maio para realizar diversas atividades culturais e debates sobre as medidas propostas pelo governo Temer.

A greve é convocada por oito Centrais Sindicais no Pará, como a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), CUT, União Geral dos Trabalhadores (UGT), Força Sindical (FS), Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB), CSP/CONLUTAS, Instrumento de Luta e Organização da Classe Trabalhadora – Intersindical), as Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo.

Interior do Pará

A diretora de comunicação da CUT-PA ainda afirma que haverá greve geral nos municípios de Marabá, Santarém, Parauapebas, Bragança, Altamira, Limoeiro do Ajuru, Concórdia do Pará, Bujaru, Abaetetuba e Barcarena.

O presidente do Sindicato dos Químicos (SindQuímicos) de Barcarena, Gilvandro Santa Brígida, relata que os trabalhadores do polo industrial e portos fecharão as estradas que dão acesso aos locais de trabalho. Brígida acrescenta que irão somar a greve geral funcionários da construção civil, vigilantes e comunidades quilombolas do município.

Outra classe profissional que irá cessar as atividades é dos professores. Whisney Messias, coordenador no Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Pará (Sintepp) em Almeirim, afirma que as 93 escolas da zona urbana e rural irão parar, e os profissionais de educação realizarão manifestação na praça central da cidade em adesão à greve geral.

Messias conta que é grande a preocupação da categoria caso a reforma da Previdência venha a ser aprovada. Ele comenta que para os trabalhadores que moram no interior do Pará, em que muitos não alcançam a expectativa de vida da média nacional, a situação é ainda mais grave.

“A nossa expectativa de vida não chega a mesma média estabelecida para o país, que seria de 72 anos de idade. A maioria dos trabalhadores no Norte não chegam a essa idade. Para nós, nortistas, que ficamos no interior, essa questão da reforma da Previdência é um problema muito grave, a gente não vai conseguir se aposentar caso essas propostas sejam implementadas”, pontua.

Outras capitais do Norte

Além de Belém, outras capitais da região Norte seguem mobilizadas no dia 28/04, como é o caso de Macapá (Amapá), Boa vista (Roraima) e Porto Velho (Rondônia).

Katia Cilene, secretaria de formação da CUT em Amapá, informa que a concentração da greve geral inicia a partir das 8h na Praça da Bandeira, e irá percorrer as principais avenidas do centro da cidade, iniciando pela Avenida Sabe e com término na Praça Veiga Cabral.

Para garantir total paralisação, ela conta que os rodoviários irão fazer piquetes na frente das cinco garagens das empresas de ônibus urbanos da capital e na frente das três garagens de ônibus das empresas em Santana, município que integra Região Metropolitana de Macapá. Os bancários, servidores das universidades e institutos federais e trabalhadores da Companhia de Água e Esgoto do Amapá (Caesa) e Companhia de Eletricidade do Amapá (CEA), “empresas que estão sofrendo com a privatização”, engrossam a paralisação na cidade.

Em Porto Velho, João Anselmo, presidente da CUT em Rondônia, afirma que a concentração começa às 8h na Praça das Três Caixas D’águas, com caminhada pelo centro da cidade. Aderem à greve o Sindicato dos Servidores Públicos Federais no Estado de Rondônia (Sindsef), Sindicato dos Trabalhadores Urbanitários (Sindur), Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário (Sinjur).

Já em Boa Vista, Antônia Martins, secretária da administração e finanças na CUT em Rondônia, relata que a concentração será na antiga rotatória, próxima do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), localizada Avenida Eduardo Gomes com Venezuela, seguindo em caminhada até a Praça Centro Cívico.

A reportagem tentou contato por telefone com a CUT em Manaus (Amazonas) e Rio Branco (Acre) e Palmas (Tocantins), mas não atenderam as ligações.



As informações são da repórter Lilian Campelo
Edição de Luiz Felipe Albuquerque

Pedetista vem realizando visitas a municípios maranhenses
Gil pretende ser um dos deputados federais mais bem votados do pleito vindouro


POR FERNANDO ATALLAIA

DIRETO DA REDAÇÃO


O ex-prefeito de São José de Ribamar, Gil Cutrim(PDT) intensificou nos últimos dois meses visitas aos municípios maranhenses. A presença do pedetista nas cidades do estado segue a lógica de que os políticos devem discutir as realidades locais com antecedência visando formar programa de campanha a partir das demandas da população. 

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O ex-prefeito de São José de Ribamar, Gil Cutrim: pré-candidatura a deputado federal embalada por ações de fortalecimento do partido.

Segundo apurou a editoria de política de ANB, o ex-prefeito participará ativamente do processo eleitoral também na esfera majoritária onde coordenará campanhas para o Senado e Governo.  Fazendo dobradinha com o irmão Glauberth Cutrim que concorrerá a reeleição na Alema, Gil mantém nas alas do PDT, posição de destaque. Ele vem fortalecendo as articulações da sigla para 2018 quando o partido objetiva eleger grande número de candidatos aos parlamentos. 


Em São José de Ribamar, amigos, simpatizantes  e aliados  do ex-prefeito são unânimes em afirmar que o grupo do pedetista na cidade terá relevância no processo eleitoral do ano vindouro, confirmando posição de preponderância. A movimentação em torno da pré-candidatura de Gil tende a se intensificar a partir das próximas semanas no município.

Nº de visitas

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