segunda-feira, 22 de fevereiro de 2021

Com a política de preços adotada em 2017, Petrobras abriu mão de controlar valor de gasolina e gás de cozinha no país

Anunciada na última sexta-feira (19) pelo presidente Jair Bolsonaro, a saída de Roberto Castello Branco da presidência da Petrobras é uma oportunidade para derrubar a privatização de ativos rentáveis e a redução dos investimentos, práticas que marcaram não só a gestão de Castello Branco, mas daqueles que o precederam, a exemplo de Pedro Parente e Aldemir Bendine.

Essa é a avaliação de movimentos de trabalhadores ligados à estatal. 
Essa é a avaliação de movimentos de trabalhadores ligados à estatal, a exemplo da Associação de Engenheiros da Petrobras (Aepet) e da Federação Única dos Petroleiros (FUP).

“Não basta apenas mudar o presidente da Petrobras. Precisamos mudar a política que está sendo implementada na Petrobras desde a gestão Pedro Parente e também na gestão Castello Branco, principalmente com relação à política de preços dos combustíveis e às privatizações”, analisa Deyvid Bacelar, coordenador-geral da FUP. 

CAROLINE OLIVEIRA

EDIÇÃO DE ANB

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