domingo, 2 de fevereiro de 2020

Guitarrista do Gang of Four, lenda do pós-punk inglês, músico criou um estilo, produziu primeiro disco dos Red Hot Chili Peppers e chegou a tocar no Brasil em 2012 em tributo à Legião Urbana
A página oficial do grupo inglês Gang of Four no Facebookanunciou na tarde de sábado a morte de seu guitarrista e fundador, Andy Gill, de 64 anos, um dos músicos mais influentes do pós-punk. Seu toque ao mesmo tempo agressivo, ácido e suingado ficou conhecido em álbuns da banda como "Entertainment" (1979) e "Solid gold" (1981) e em canções como "At home he's a tourist", "Damaged goods" e "I love a man in a uniform". A causa da morte não foi divulgada.

Além de guitarrista, Andy Gill era um produtor de renome, tendo dirigido as gravações de álbuns do próprio Gang of Four , dos Red Hot Chilli Peppers (o de estreia, de 1984) e de bandas como Stranglers, Killing Joke, Jesus Lizard e Young Knives.
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Além de guitarrista, Andy Gill era um produtor de renome, tendo dirigido as gravações de álbuns do próprio Gang of Four , dos Red Hot Chilli Peppers (o de estreia, de 1984). 
Em 2012, Andy Gill esteve no Brasil para participar do show em que o guitarrista Dado Villa-Lobos e o baterista Marcelo Bonfá recriaram a Legião Urbana com o ator Wagner Moura nos vocais para um especvial da MTV . Ele tocou "Damaged goods" e "Ainda é cedo", da Legião, banda que sofreu assumida influência do Gang of Four.

Em nota, os integrantes do Gang of Four Thomas McNeice, John "Gaoler" Sterry e Tobias Humble escreveram: "É muito difícil escrever para nós, mas nosso grande amigo e líder supremo morreu hoje. A última turnê de Andy em novembro foi a única maneira de ele se curvar; com uma (guitarra Fender) Stratocaster no pescoço, gritando com feedback e ensurdecendo a fila da frente. Sua visão artística intransigente e compromisso com a causa significavam que ele ainda estava ouvindo mixagens para o próximo álbum, enquanto planejava a próxima turnê a partir de sua cama de hospital. Mas para nós, ele era nosso amigo — e vamos lembrá-lo por sua bondade e generosidade, sua inteligência assustadora, suas piadas ruins, suas histórias loucas e infindáveis xícaras de chá Darjeeling. Por acaso, ele também era um gênio. Um dos melhores de todos os tempos, sua influência na guitarra e no processo criativo foi inspirador para nós, assim como para todos que trabalharam ao lado dele e ouviram sua música. E seus álbuns e produção falam por si. Vá dar uma volta para ele ... Te amamos, companheiro".

AS INFORMAÇÕES SÃO DA AGÊNCIA O GLOBO
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