domingo, 30 de setembro de 2018

Eduardo da Luz Soares agrediu Anderson Pereira em loja de conveniência, na Cohab


O soldado Eduardo da Luz Soares foi preso hoje, domingo 23, e encontra-se recolhido no Comando Geral da Polícia Militar do Maranhão, no Calhau. Ele agrediu a socos e pontapés o servidor público Anderson Pereira, que permanece internado em um hospital particular de São Luís.

BAD BOY

O militar teve prisão preventiva decretada.

O militar teve prisão preventiva decretada ontem depois que blogues publicaram as agressões sofridas pelo funcionário público durante a madrugada de segunda-feira passada, dia 24, numa loja de conveniência, no bairro da Cohab. A vítima ainda levou dois tiros no pé.

Tão logo tomou conhecimento do episódio, o coronel Ismael, comandante do CTA, desligou o militar que era lotado naquela companhia. O agressor deve sofrer processos administrativo e criminal.
Recordista mundial em eleições disputadas, o candidato que disputou 95 eleições, perdeu todas 
   
Recordista mundial em eleições disputadas - e perdidas -, o canadense John Turmel, de 67 anos, está em campanha novamente. Em 22 de outubro, ele concorre com outros seis candidatos à prefeitura de Brantford, cidade de 98 mil habitantes na província de Ontário, onde vive.

Esta é a 96ª eleição disputada por Turmel. Ao longo de quatro décadas, ele já concorreu a cargos locais, estaduais e federais, na maioria das vezes como independente, em outras por agremiações como o Partido dos Pobres de Ontário, fundado por ele em 2011, o Partido Abolicionista do Canadá, que fundou em 1993, ou o Partido do Crédito Social do Canadá. A única vez em que não foi derrotado foi em 2008, quando o pleito foi cancelado. 

John Turmel: Segundo o Guinness World Records, John Turmel é recordista mundial em derrotas eleitorais. Ele agora concorre ao cargo de prefeito
John Turmel, DE 67 ANOS Esse desempenho garantiu ao canadense um lugar no Livro Guinness dos Recordes Mundiais como o candidato com o...
Esse desempenho garantiu ao canadense um lugar no Livro Guinness dos Recordes Mundiais como o candidato com o maior número de derrotas. Mas Turmel afirma não se importar com o título e diz que as campanhas são uma oportunidade de divulgar suas ideias. 

"Mesmo tendo perdido 95 eleições, eu estou dizendo às pessoas como podem se salvar. Como isso poderia me incomodar?", disse Turmel à BBC News Brasil.
Ele lamenta, no entanto, o fato de a imprensa dar mais atenção ao recorde do que a sua plataforma, focada em temas como abolição das taxas de juros e criação de um sistema comunitário de permuta de bens e serviços, com uso de uma moeda baseada no tempo que cada um gasta em determinada atividade.

"Taxas de juros levam as pessoas à falência, à pobreza, ao desemprego. Eu me tornei conhecido como o manifestante contra os juros, protestava em frente aos bancos por todo o país, tem sido minha missão", relata.

AS INFORMAÇÕES SÃO DA BBC
EDIÇÃO BALUARTE
Na noite da última quinta-feira

Na noite da última quinta-feira (27), o candidato a deputado estadual Márcio Honaiser esteve no município de Alcântara, na região metropolitana de São Luís, para agenda de reuniões e caminhada com lideranças locais. 
 
Pelas ruas da cidade, Honaiser recebeu o carinho da população que se mostrou grata pelas ações e obras já implantadas no município, quando ele esteve à frente da Sagrima, como sistemas de abastecimento de água, sementes, patrulha agrícola e equipamentos de incentivo à produção.

Pelas ruas da cidade, recebeu o carinho da população que se mostrou grata pelas ações e obras já implantadas no município, quando ele esteve à frente da Sagrima.
No ato político após a caminhada, o suplente de vereador Zeca fez questão de pedir votos e declarar seu apoio a Márcio Honaiser. “Eu quero nessa oportunidade deixar bem claro que eu estou com o Márcio Honaiser”, declarou.
 

A liderança Tereza pediu que a população refletisse bem antes de votar e escolhesse pessoas como Honaiser, que tem ações concretas em Alcântara. “Nós iremos votar no Márcio Honaiser porque ele já fez muito por Alcântara e continuará fazendo. Quem foram os outros candidatos que vieram aqui e disseram que tem trabalho em Alcântara? Márcio tem trabalho aqui e é nele que eu vou votar”, comentou a moradora.


Já Deco Alcântara, uma das maiores lideranças locais, destacou o trabalho e a atenção de Honaiser com as comunidades. “O setor agropecuário se une a favor da tua candidatura porque sabe que terá um deputado que vai defender os interesses do Maranhão”, afirmou Deco.

Compromissos do Acordo de Paris começam a ser cobrados em 2020


Por Débora Brito - AB*
Edição Fernando Atallaia 

A menos de dois anos do prazo para iniciar o cumprimento das metas assumidas no chamado Acordo de Paris para mitigar os efeitos das mudanças climáticas, e em meio a um cenário de incerteza eleitoral, o Brasil vive o desafio de conter o desmatamento, adaptar o modelo de produção econômica, readequar a infraestrutura urbana e gerar energia limpa para diminuir a emissão de gases do efeito estufa na atmosfera.

Cada nação estabeleceu ainda um compromisso diferente de redução das emissões de carbono com metodologias variadas de acordo com sua realidade. No caso do Brasil, a meta ratificada pelo governo, conhecida como Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC, da sigla em inglês), prevê que até 2025 as emissões de gases de efeito estufa sejam reduzidas a 37% em relação a 2005, ano em que o país emitiu aproximadamente 2,1 bilhões de toneladas de gás carbônico (CO2). Para 2030, a meta é que a redução seja de 43%. 

O Ministério do Meio Ambiente informou que as emissões líquidas de gás carbônico foram reduzidas em 2,6 bilhões de toneladas entre 2016 e 2017 no país. O volume de redução foi alcançado, segundo a pasta, considerando as remoções de gás carbônico da atmosfera pelo processo de fotossíntese nas áreas de florestas preservadas, como terras indígenas e unidades de conservação.

Considerando essa compensação entre emissões e o estoque de gás carbônico nas áreas florestais, o país já teria atingido a meta de reduzir em 1,2 bilhão de toneladas para o ano de 2020. Mas especialistas alertam que, em valores absolutos, o país ainda não atingiu as meta firmada em âmbito internacional, que seria de cerca de 1,3 bilhão de toneladas de CO2.

Desmatamento
Desmatamento das florestas respondem pela principal fonte de emissão de gases de efeito estufa no país.
Levantamento do Observatório do Clima mostra que as emissões absolutas de gases de efeito estufa no Brasil alcançaram 2,27 bilhões de toneladas em 2016, o que representa aumento de 9% em relação ao ano anterior e de 32% em relação a 1990. Mais da metade da emissão do gás carbônico equivalente ainda provém do desmatamento da Amazônia e do Cerrado.

Acordo de Paris

Em 2015, o Brasil se juntou a mais de 190 países que integram a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima na assinatura do chamado Acordo de Paris. Pelo acordo, que foi resultado de mais de 20 anos de negociação, as nações definiram objetivos de longo prazo para limitar o aquecimento da temperatura global em níveis abaixo de dois graus Celsius, se possível a 1,5 grau, até o final deste século. A partir dos compromissos do Acordo de Paris, o Brasil definiu a sua NDC.

A meta considera os níveis pré-revolução industrial (1750) e deve ser implementada a partir de 2020. A redução significativa do aquecimento global e o cumprimento dos compromissos do Acordo de Paris ainda estão entre as metas dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), com o qual o Brasil também se comprometeu até 2030.

“O Acordo de Paris foi um avanço histórico em termos de unir governos na direção do objetivo comum de limitar o aumento da temperatura global a menos de 2 graus Celsius. Mas, os governos federais sozinhos não têm poder para alcançar essas metas sem um engajamento equitativo dos atores subnacionais e do setor privado”, disse Elizabeth Cousen, diretora-executiva da Fundação das Nações Unidas (UN Foundation). 

O Brasil pretende alcançar a meta a partir da eliminação total do desmatamento ilegal, da restauração de 12 milhões de hectares de florestas, do aumento do uso de bioenergia sustentável para 18% e em 45% de energias renováveis até 2030, entre outras ações em diferentes setores, como indústria, agricultura e infraestrutura urbana.

“A meta do Brasil, comparando com outros países em desenvolvimento, tem uma natureza mais adequada para um grande emissor, porque é possível mensurar de forma absoluta. Se todos fizerem o que o Brasil fez, proporcionalmente, a gente ficaria dentro dos limites do Acordo de Paris. Mas, a soma de todos esses esforços, os cientistas já disseram, é insuficiente. Se todo mundo cumprir à risca com aquilo que se comprometeu, a gente chegaria no final deste século com um aumento de temperatura acima de três graus Celsius, 3.2 pelo menos, que é muito mais do que o limite estabelecido pelo Acordo de Paris”, esclarece Carlos Rittl, secretário-executivo do Observatório do Clima.

Meta doméstica

Antes da meta estabelecida pelo Acordo de Paris, o Brasil aprovou, em 2009, uma Política Nacional de Mudanças Climáticas que estabeleceu um compromisso voluntário nacional de não desmatar, até 2020, mais do que 3,9 mil quilômetros quadrados da Amazônia. Por meio de decreto, a política também prevê a redução do desmatamento do Cerrado em 40%, a recuperação de 15 milhões de hectares de pastagens degradadas, entre outros objetivos, como ampliar o consumo interno de etanol em pelo menos 11%.

Segundo o Ministério do Meio Ambiente (MMA), o país já atingiu a meta em relação ao Cerrado, que apresentou redução na área devastada de 56% até o ano passado. E ainda faltaria cerca de 15% para atingir a meta de redução na área desmatada da Amazônia.
“A meta assumida internacionalmente tem um valor diferente do que foi regulamentado no decreto nacionalmente. O que a gente está pleiteando é que a meta internacional a gente já conseguiu antecipar. A meta nacional, a gente ainda tem um trabalho a ser feito no caso da Amazônia”, explicou Tiago Mendes, secretário de Mudança do Clima e Florestas, do MMA

Exemplo e protagonismo

Desde a realização da chamada Rio 92 e da Rio +20, o Brasil é considerado protagonista nas reuniões de Convenção do Clima e tem sido citado em eventos internacionais como exemplo para outras nações devido à diminuição do ritmo de desmatamento da Amazônia nos últimos 15 anos. Para o secretário-executivo do programa de Meio Ambiente da Organização das Nações Unidas (ONU), Erik Solheim, o país é considerado um caso de sucesso na busca pelo equilíbrio entre produção econômica e preservação das florestas para conter o aumento da temperatura.

O secretário destaca a redução em mais de 70% do desmatamento na Amazônia na última década. Antes de 2005, o Brasil chegou a desmatar mais de 2 milhões de hectares da Floresta Amazônica. Em 2012, a área desmatada foi em torno de 7 mil quilômetros quadrados. Erik também citou o Brasil como detentor de um potencial para desenvolver energia solar combinada a outras formas de geração de energia livres de carbono.

“O índice de desmatamento está caindo no Brasil. Há diferenças entre uma área e outra, mas em termos gerais, [o resultado] é fantástico e bem-sucedido. O Brasil está dando exemplo para outros países de floresta e mostrando que é possível reduzir drasticamente o desmatamento se as políticas são colocadas em prática”, avaliou Erik durante o Global Climate Action Summit, um encontro de ação global pelo clima realizado de 12 a 14 de setembro na cidade de São Francisco, Califórnia (EUA).

Outros desafios

Pesquisadores brasileiros concordam que houve avanços desde 2004 na área florestal, mas ainda há vários desafios, como ampliar a restauração de áreas já degradadas e a atividade em pastagens subutilizadas. Segundo o Observatório do Clima, o país tem cerca de 100 bilhões de hectares de terras pouco produtivas que poderiam servir para expandir a produção de alimentos com foco não só na demanda nacional, mas também para exportação.

Falta ainda, segundo os estudiosos, mais apoio financeiro a iniciativas que adotam práticas sustentáveis. Um exemplo seria aumentar a concessão de recursos e benefícios para a chamada agricultura de baixo carbono, que este ano recebeu apenas 1% do total do crédito liberado para produtores rurais, segundo o Observatório do Clima.

O secretário de Mudança do Clima e Florestas reitera que as emissões na área de uso da terra já foram reduzidas de modo isolado pelo Brasil em relação a outros países. “Tínhamos expectativa de, somente na Amazônia, ter uma redução de emissão de 564 milhões de toneladas no ano de 2020. No ano de 2017, com a queda do desmatamento que a gente conseguiu alcançar, a redução foi de 610 milhões de toneladas. Da mesma forma, a nossa meta para redução de emissão no Cerrado em 2020 era de 104 milhões de toneladas. Nós alcançamos uma redução de emissão de 170 milhões de toneladas, quase 70 milhões a mais que a nossa meta”, explica Tiago Mendes.

Financiamento

Na área de energia, o secretário afirma que o país também tem condições de alcançar as metas. Esta semana, o governo federal lançou linha de financiamento para iniciativas de produção de energias renováveis, em especial fotovoltaica. Desse montante, o MMA vai destinar R$ 228 milhões para micro e pequenas empresas e pessoas físicas que coloquem painéis solares em suas casas. As taxas de financiamento serão de 4% a ano para quem recebe menos de R$ 90 mil por ano e de 9,5% para quem recebe mais.

“Vamos colocar à disposição do mercado, via Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico (BNDES), com fundos do ministério, R$ 1,2 bilhão para energias renováveis. A nossa expectativa é que a gente consiga dar um incentivo para estruturação da cadeia de produção de energia fotovoltaica no país, em especial em comunidades rurais e produção domiciliar”, disse Mendes à AB.
O secretário também destacou o lançamento, este ano, do programa Renova Bio, que concede créditos a distribuidoras de combustíveis para estimular a produção de biocombustíveis. O objetivo é que o programa permita a redução na emissão em 600 milhões de toneladas somente no setor de combustíveis, até 2028.

*A repórter participou do evento em São Francisco a convite do International Center for Journalists (ICFJ) e da Fundação das Nações Unidas (UN Foundation)
Candidato a Deputado Estadual, Câmara porá o mandato à disposição das manifestações que marcaram época, se eleito. 
   
POR FERNANDO ATALLAIA
EDITOR DE ELEIÇÕES DA AGÊNCIA BALUARTE 
atallaia.baluarte@hotmail.com

O candidato a Deputado Estadual Roberto Câmara(PSL) quer representar os Movimentos Culturais de Juventude que marcaram época em São Luís, se eleito em outubro. 

Uma das bandeiras de Câmara, as manifestações que embalaram as décadas de 80 e 90 na Ilha terão, segundo Roberto, total atenção por parte do gabinete do parlamentar. Roberto Câmara afirma ser necessário revitalizar os movimentos dessa época, fortalecendo os atuais. 

A imagem pode conter: 2 pessoas, pessoas sorrindo, pessoas em pé
PORÁ O MANDATO À DISPOSIÇÃO DOS MOVIMENTOS CULTURAIS DE JUVENTUDE O candidato a Deputado Estadual Roberto Câmara(aqui visto com Jair Bolsonaro): ‘’Iremos se eleitos, dá total incentivo aos pequenos empreendedores da Cultura Pop local, residentes em nossas comunidades, visando integrar a todos em torno de um grande movimento pela expressão artística e musical. Do Reggae ao Rock, a Grande Ilha já foi palco de grandes eventos de qualidade onde as famílias e os jovens eram a prioridade e nessa época não havia violência, nem tampouco embrutecimento. Lutaremos na Assembleia Legislativa por essa bandeira’’. 
‘’Apoiar, principalmente, os Dj's das pequenas e médias radiolas de Dance e  Reggae Roots, a exemplo da Nayla Disco que já vem despontando no cenário com um repertório de qualidade que zela pela continuidade da nossa tradição como Capital  Brasileira do Reggae. Hoje temos centenas de pessoas envolvidas nessa cadeia produtiva e as famílias que viveram os bons tempos do passado, das Boate Gênesis e Tucanos, por exemplo, almejam por esse retorno’’, afirmou o candidato. 

Conhecido na terceira maior cidade do estado como ‘Roberto Câmara de Ribamar’, Câmara é o representante oficial do presidenciável Jair Bolsonaro em território ribamarense. Ele destaca que  uma de suas prioridades  é  unir os agentes e produtores artísticos ligados ao entretenimento de qualidade no Maranhão. 

‘’Iremos se eleitos, dá total incentivo aos pequenos empreendedores da Cultura Pop local, residentes em nossas  comunidades, visando integrar a todos em torno de um grande movimento pela expressão artística e musical. Do Reggae ao Rock, a Grande Ilha já foi palco de grandes eventos de qualidade onde as famílias e os jovens eram a prioridade e nessa época não havia violência, nem tampouco embrutecimento. Lutaremos na Assembleia Legislativa por essa bandeira’’, finalizou Roberto Câmara.
sexta-feira, 28 de setembro de 2018
Glorismar Rosa Venâncio, a ‘Bia Tornozeleira’, deve devolver R$ 1, 8 milhão do dinheiro público, conforme sentença da Justiça Federal 
Já Josemar Sobreiro, o ‘Zé B...’, foi condenado por Crime Ambiental em Ação Civil Pública. 

O Ministério Público Federal no Maranhão conseguiu na Justiça a condenação da ex-prefeita de Paço do Lumiar, Glorismar Rosa Venâncio, a ‘Bia Tornozeleira’,  por conta da omissão na prestação de contas de recursos oriundos do FNDE. 

Josemar festeja dançando com sua esposa e secretária de Paçod o Lumiar.
DOIS PRA LÁ, DOIS PRA CÁ 3 de novembro de 2014.
Segundo o MPF, em 2011, o município recebeu R$ 1.043.130,37 e em 2012, R$ 821.053,45, por meio do Programa Nacional de Transporte Escolar (PNATE), no entanto, não houve a prestação de contas.
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Os luminenses aguardam,  agora,  pelas...

Já uma Ação Civil Pública por ato de improbidade administrativa ambiental proposta pela 3ª Promotoria de Justiça de Paço do Lumiar, em 3 de novembro de 2014, levou a 5ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Maranhão a confirmar a condenação de Josemar Sobreiro Oliveira, o ‘Zé B...’, ex-prefeito do município.

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R$ 1.043.130,37 e em 2012, R$ 821.053,45, por meio do Programa Nacional de Transporte Escolar.
Os luminenses aguardam,  agora,  pelas   condenações do atual prefeito, Domingos Dutra, o ‘Futi DD’, em alguns dos muitos processos movidos contra ele por improbidade e nepotismo.
A 5ª Rodada de Licitações de Partilha de Produção em áreas do pré-sal terminou na manhã de hoje com todos os blocos arrematados

A 5ª Rodada de Licitações de Partilha de Produção em áreas do pré-sal terminou na manhã de hoje (28) com todos os blocos arrematados por empresas do setor. Com o leilão, a União arrecadará R$ 6,820 bilhões em bônus de assinatura e contratou um investimento previsto de R$ 1 bilhão no setor.
Foram oferecidos quatro blocos nas bacias de Santos e Campos, e 12 empresas estavam inscritas para fazer lances.

A Petrobras exerceu seu direito de preferência pelo bloco de Sudoeste de Tartaruga Verde, na Bacia de Campos, mas acabou sendo a única empresa a apresentar proposta. A estatal ofereceu à União o percentual mínimo de 10,01% sobre a produção de óleo e terá que pagar ainda um bônus de assinatura de R$ 70 milhões.

A primeira área ofertada foi o bloco de Saturno, arrematado por um consórcio formado pelas empresas estrangeiras Shell e Chevron com ágio 300,23% sobre o percentual mínimo de partilha com a União. A ANP pedia para a União uma participação na produção de óleo de 17,54%, e o consórcio ofereceu 70,2%. Além desse percentual, a União receberá um bônus de assinatura de 3,125 bilhões.

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A Petrobras exerceu seu direito de preferência pelo...
O consórcio formado pela ExxonMobil e a QPI também apresentou oferta, mas como o percentual da produção era de 40,49%, o grupo foi derrotado.

No segundo bloco, saiu vitorioso o consórcio Titã, formado pela ExxonMobil e a QPI. As empresas ofereceram à União participação de 23,49% sobre a produção, enquanto o lance mínimo era de 9,53%. Nesse caso, o ágio foi de 146,48%. O bônus de assinatura garantido para a União foi de mais 3,125 bilhões.

O bloco Pau-Brasil foi arrematado pelo percentual de participação de 63,79%, gerando ágio de 157% sobre o percentual mínimo que era exigido. O consórcio vencedor foi formado pela BP Energy (50%), CNOOC (30%) e Ecopetrol (20%). O bônus de assinatura somou mais $ 500 milhões ao total a ser recebido pelo governo.

As informações são do repórter Vinicius Lisboa
Edição de Fernando Atallaia e   Nádia Franco
Nos últimos dias que precedem as eleições, o candidato a deputado estadual Márcio Honaiser escolheu a cidade de São Luís para consolidar os apoios que vem recebendo ao longo da campanha 
Nos últimos dias que precedem as eleições, o candidato a deputado estadual Márcio Honaiser escolheu a cidade de São Luís para consolidar os apoios que vem recebendo ao longo da campanha. Na companhia dos vereadores Raimundo Penha e Ivaldo Rodrigues, Honaiser participou de caminhadas no bairro da Alemanha e do Turu, reuniões na Vila Brasil, na Cohab e no Barreto.

Raimundo Penha: “Com o Márcio na Assembleia Legislativa tenho certeza que a gente vai ficar mais forte”.
“O Márcio Honaiser é o nosso candidato”, declarou o vereador Ivaldo Rodrigues. “E eu peço para que todos aqui peçam o voto dos amigos para o Honaiser que é quem está junto da gente”, completou.

Honaiser participou de caminhadas no bairro da Alemanha e do Turu, reuniões na Vila Brasil, na Cohab e no Barreto.
Raimundo Penha, também vereador de São Luís, também declarou apoio a Honaiser. “Com o Márcio na Assembleia Legislativa tenho certeza que a gente vai ficar mais forte”, destacou.
 
Nos últimos dias que precedem as eleições.
Já Márcio Honaiser, durante sua fala, aproveitou a oportunidade para se colocar a disposição das comunidades de São Luís.  Honaiser participou de caminhadas no bairro da Alemanha e do Turu, reuniões na Vila Brasil, na Cohab e no Barreto.
Os candidatos foram recepcionados pelo vereador de São Luís, Francisco Chaguinhas

Na manhã desta quinta-feira, 27, os candidatos Jota Pinto(Deputado Estadual) e Júnior Marreca filho (Deputado Federal), estiveram no café da manhã promovido pelo vereador Francisco Chaguinhas, no Jardim São Cristóvão.


Ao fazer o uso da palavra, Jota Pinto, destacou o seu trabalho em prol dos maranhenses e agradeceu o apoio dos presentes.


No ato, que reuniu vários idosos e lideranças locais. Chaguinhas apresentou, oficialmente, os seus candidatos para esta eleição. “Hoje, reafirmamos mais um compromisso que é de eleger os nossos candidatos. Jota Pinto e Júnior Marreca filho vão fazer a diferença no parlamento estadual e federal. O Maranhão sem sobras de dúvidas, ganha com a vitória dos dois”, disse.
“Hoje, reafirmamos mais um compromisso que é de eleger os nossos candidatos. Jota Pinto e Júnior Marreca filho vão fazer a diferença no parlamento estadual e federal. O Maranhão sem sobras de dúvidas, ganha com a vitória dos dois”.
Ao fazer o uso da palavra, Jota Pinto, destacou o seu trabalho em prol dos maranhenses e agradeceu o apoio dos presentes. “Nosso trabalho na defesa da família será na Assembleia Legislativa em prol do nosso povo. Agradeço todos os presentes pelo apoio e ao vereador Francisco Chaguinhas que tem um trabalho social de grande magnitude”, disse Jota. 

Na manhã desta quinta-feira, 27, os candidatos Jota Pinto(Deputado Estadual) e Júnior Marreca filho(Deputado Federal), estiveram no café da manhã promovido pelo vereador Francisco Chaguinhas, no Jardim São Cristóvão.
O jovem candidato a deputado federal Júnior Marreca filho, também fez o uso da palavra e destacou como será a sua atuação na Câmara Federal. “Estou muito feliz em poder participar desse grande encontro. Agradeço o amigo e vereador Francisco Chaguinhas e todas as lideranças presentes por este ato de apoio. Tenham certeza que faremos um trabalho pautado em prol dos maranhenses”, finalizou.   
COM INFORMAÇÕES SÃO DO BLOG DO DM 
Poesia Sempre!
Leia na íntegra o poema Joyce Escandinava da obra Ode Triste para Amores Inacabados, de autoria do poeta e jornalista maranhense Fernando Atallaia

Joyce Escandinava

Nas campânulas, mundos diversos
Papagaios estendidos
Respondo à lama como num declive da imaginação restante
A que ano,  horas  chegaram eles trazendo de si a tempestade?
Amor debalde aliança
Onde toca , sangra
Onde olha , molha
Onde canta devolve ao pobre diabo sua última aurora
Manca

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Quem calará o sol arrebentando?

Teus vermes de sapato perseguem o fúmeo  de tua loucura?
Joyce  rarefeita sob as bancas de legumes
Ânfora sem alça acenando adeus aos  coches indizíveis  
Pureza apodrecendo entre restos diletantes
Bolo de macaxeira sem  xícara de café
Instante vão sob o cão da falseada embriaguez?


Quem calará o sol arrebentando?


Já são dias meios,  cara desbotada de vagabundo
Este o anti-herói da menina de 23
Um animal alucinado ao meio dia das mulheres espalhadas
Quantas já passaram com suas mortes pelo beco acima visto
A quebrar espelhos nos cortiços miseráveis
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O que queres tu  com ela a escandinava da noite ?
Faceta  a esta altura?

O que queres   dela,  falésias ou carbono desbordado?
O que queres tu  com ela a escandinava da noite ?
Faceta  a esta altura?
Retesas as gravuras dos bordeis estais lá como ocro visitante
Trilhas implacáveis, automóveis te roubaram a esperança
Motoboys se jactaram de combustíveis, para que não fosses dormir com a
Companheira dos mutilados

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Motoboys se jactaram de combustíveis, para que não fosses dormir com a companheira dos mutilados
Amanheceu 
Tua alma  paga Joyces de esquina
Há outra mais clara, mas esta é a  escandinava
Um libelo sem palavra te arrastando ao medo de seres outro no ser que negas
Ter por dentro
E as moedas que fogem do teu bolso?
Para onde  estão indo?

São Luís, março de 1996 
Marcelo Magno é suspeito de assassinar 
Delegado teria sido o autor dos disparos

Joberth de Jesus Silva, de 36 anos, foi morto a tiros na cidade de Vitorino Freire, na noite da última terça-feira. O autor dos disparos teria sido o delegado da Polícia Civil, Marcelo Magno, lotado na delegacia local.

O crime ocorreu durante um show de aniversário dos 66 anos da cidade de Vitorino Freire, que ocorreu durante a noite da última terça-feira. Segundo populares, a vítima teria tentando invadir o camarim do cantor que se apresentaria no evento. Ela apresentava sinais de embriaguez e foi impedida por várias vezes a entrar no local, inclusive pelo delegado.

QUEM MATOU JOBERTH DE JESUS? O delegado Marcelo Magno, apontado como o autor dos disparos.
Houve discussão entre o delegado e Joberth e no decorrer da discussão, o homem foi alvejado nas costelas. Ele ainda foi levado para o hospital da cidade, mas não resistiu.

Uma guarnição da Polícia Militar foi acionada e procurou pelo autor dos disparos, mas não conseguiu encontrá-lo na cidade. Há informações que o delegado se apresentaria à polícia na capital. 

O caso está sendo investigado pela Delegacia Regional de Bacabal, sob a coordenação do delegado Carlos Renato.
FLÁVIO DINO (27/09)
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TARDE
Nesta quinta-feira, 27, Flávio Dino realizará campanha eleitoral nas cidades de Paulino Neves, Magalhães de Almeida, São Bernardo e Araioses.
 
Dia 27

12h - Reunião em Paulino Neves
13h - Reunião em Paulino Neves 
14h30 - Caminhada em Magalhães de Almeida
16h - Caminhada em São Bernardo
18h30- Comício em Araioses

Agenda enviada pelo PCdoB São Luís 
A safra recorde de grãos em 2017, influenciada por fatores climáticos favoráveis, contribuiu para a...

A safra recorde de grãos em 2017, influenciada por fatores climáticos favoráveis, contribuiu para a redução dos custos de produção no setor pecuário entre 2016 e 2017.

Ainda assim, o ano foi marcado pela retração do rebanho de bovinos e da produção de leite, mas, em contrapartida, houve aumento significativo do rebanho suíno, que teve a maior expansão da série histórica e, principalmente, no número de galinhas (poedeiras) e galináceos.

As informações constam da pesquisa Produção da Pecuária Municipal 2017 (PPM), divulgada hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Rio de Janeiro.

O estudo traz informações dos efetivos da pecuária existentes no país, da produção de origem animal e do valor da produção, que fechou 2017 em queda de 0,4% comparativamente a 2016.

GAdo leiteiro
Influenciada por fatores climáticos favoráveis, contribuiu para a redução dos custos de produção no setor pecuário entre 2016 e 2017.
Os dados indicam, por exemplo, que, enquanto o total de galináceos chegou a 1,4 bilhão de cabeças, com crescimento de 6% em relação a 2016 - o maior resultado da série histórica da pesquisa, iniciada em 1974 -, o total de bovinos fechou o ano em 214,9 milhões de cabeças, uma queda de 1,5% de um ano para outro.

Ao comentar os números da PPM 2017, a analista do levantamento, Mariana Oliveira, ressaltou o aumento dos rebanhos de suínos, galináceos e galinhas e as “pequenas quedas” de bovinos e caprinos.

“Do ponto de vista da produção, destacou-se o aumento da produção de mel e dos ovos de galinha e de codorna. A queda de bovinos pode ser explicada pelo aumento do abate, em razão da queda do preço da arroba, o que é uma coisa cíclica: cai o preço da arroba, aumenta o abate de vaca como forma de reduzir o rebanho e, consequentemente, promover a alta do preço da arroba”, explicou.
Já o recuo do valor da produção, a analista explicou: “O valor de produção da pecuária caiu 0,4% de 2016 para 2017 em razão do preço de alguns dos principais produtos como o leite, que diminuiu 0,5% e afetou o valor total da produção”.

Segundo Mariana, o aumento do abate de galináceos está diretamente ligado à situação econômica da população. “Uma vez que o preço do produto é inferior ao da carne, a tendência é que boa parcela da população opte pelo produto mais barato disponível”.

Bovinos e suínos

Em 2017, o total de bovinos no Brasil foi de 214,9 milhões de cabeças, uma queda de 1,5% com relação a 2016. “O ano foi marcado por um aumento no abate de matrizes, influenciado pelos baixos preços do bezerro e da arroba”, justificou o IBGE.

O Brasil é detentor do segundo maior rebanho mundial, atrás apenas da Índia, e é o maior exportador e segundo maior produtor de carne bovina, segundo dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos.

A Região Centro-Oeste, destaque na produção de bovinos, apresentou 74,1 milhões de cabeças, correspondendo a 34,5% do total nacional em 2017. Mato Grosso segue como o estado com o maior plantel bovino, abrigando 13,8% - 29,7 milhões de cabeças. O estado tem grandes frigoríficos e é responsável pelo maior volume de abate bovino no país.

A produção de bovinos segue avançando para o Norte, que possui o segundo maior número - 48,5 milhões de cabeças de gado - e foi a única região a apresentar crescimento em 2017, com variação de 1,0% em relação a 2016.

Dos 20 municípios brasileiros com os maiores números de bovinos em 2017, 11 estavam no Centro-Oeste e nove no Norte. São Félix do Xingu, no Pará, que apresentou o maior total nacional, teve um crescimento do rebanho nos últimos dez anos de 23,6%.

Já o rebanho brasileiro de suínos atingiu 41,1 milhões de cabeças em 2017, um aumento de 3,0% com relação a 2016. A Região Sul concentra o maior total com Santa Catarina no topo do ranking estadual, com 19,7% da soma nacional. Logo em seguida, aparecem o Paraná (16,8%) e Rio Grande do Sul (14,6%).

Galináceos, galinhas e produção de ovos

O total de galináceos em 2017 foi de 1,4 bilhão de cabeças. A Região Sul, destaque na produção e abate de frangos, foi responsável por 47,1% desse total, seguida da Região Sudeste (26,1%). Somente o Paraná abrigou 25,3% do total nacional.

As informações constam da pesquisa Produção da Pecuária Municipal 2017 (PPM), divulgada hoje pelo...
O quadro para as regiões se inverte quando aborda o efetivo de galinhas (poedeiras). A soma nacional estimada em 242,8 milhões de cabeças – um aumento de 11,4% em relação ao ano anterior – teve sua maior concentração na Região Sudeste (38,7%), seguida da Região Sul (26,0%).

O Brasil se destaca mundialmente na produção e exportação de frangos, sendo o maior exportador e segundo maior produtor de carne de frango, também de acordo com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos. Os principais destinos do produto brasileiro em 2017 foram Arábia Saudita, Japão e China.

Sul e Sudeste lideram produção de leite

A produção brasileira de leite em 2017 foi de 33,5 bilhões de litros, uma retração de 0,5% em relação a 2016. As Regiões Sul e Sudeste encabeçam a produção nacional, com 35,7% e 34,2% do total de litros, respectivamente.

Em relação ao número de vacas ordenhadas, é na Região Sudeste que está localizada a maior parte desses animais: 30,4% do total de 17,1 milhões no Brasil. No entanto, a maior produtividade nacional é encontrada na Região Sul, o que a mantém com o status de maior produtora de leite desde 2015.

O principal estado produtor de leite no Brasil é Minas Gerais, que possui ainda o maior rebanho de vacas ordenhadas. Em 2017, foi responsável por 26,6% da produção de leite e por 20,0% do total de vacas ordenhadas.

O preço médio nacional em 2017 foi de R$ 1,1 por litro de leite, uma queda de 5,6% em relação a 2016, ano que atingiu o maior valor da série histórica pela queda na produção e competição pelo produto por parte da indústria. O valor de produção anual gerada na atividade foi de R$ 37,1 bilhões.


As informações são da AB 
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