quarta-feira, 4 de abril de 2018

O ex-secretário de Trabalho e Economia Solidária, deputado Julião Amim, em entrevista ao programa Redação 1290, da Nova Rádio Timbira, afirmou que  retorno ao plenário da Câmara, visa combater desmandos do presidente


O secretário de Trabalho e Economia Solidária, deputado Julião Amim (PDT), em entrevista ao programa Redação 1290, da Nova Rádio Timbira, afirmou que o retorno ao plenário da Câmara Federal visa combater desmandos do presidente Temer. Volta à suplência Deoclides Macedo . 

Julião reassume o mandato num momento de muita turbulência em Brasília onde o Ministério Público Federal prepara uma terceira denúncia contra o presidente Michel Temer e que deverá ir à deliberação do plenário para que seja iniciada a investigação que poderá catapulta-lo do cargo que ocupa desde o impeachment da presidente Dilma.

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Julião Amin volta à Câmara Federal: luta contra os desmandos do presidente.

O deputado, que estava licenciado para servir ao Governo de Flávio Dino diz que retorna à Câmara Federal para se juntar aos parlamentares que fazem oposição ao Governo Temer e votar de acordo com as orientações do PDT, liderado hoje pelo deputado Weverton Rocha, atual presidente estadual do partido.

“A ideologia do PDT me completa, estou em uma causa que me sinto à vontade. A identidade é que marca as pessoas”, observa Julião ao criticar as constantes mudanças de siglas por político sem convicção e se colocar contra a janela partidária que permite aos parlamentares mudar de partido sem risco de perda do mandato.

O parlamentar, ao ser questionado sobre a posição do ex-governador José Reinaldo em romper com Flávio Dino, fez a seguinte observação:  “Zé Reinaldo “é sarneysista , por isso não se adaptou ao grupo do governador e tá doido para voltar para os braços do Sarney. Ele nunca votou com o governador nas questões nacionais, portanto não merece confiança”, enfatizou.

Julião lembrou que pediu licença da secretaria para retornar ao Congresso e votar a favor da investigação contra Michel, por suspeita de corrupção no decreto dos Portos, enquanto Zé Reinaldo votou pelo arquivamento da denúncia, de forma que sempre se colocou do lado oposto do governador e que somente veio para oposição por conta de uma briga entre Alexandra Tavares e Roseana Sarney.

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