sábado, 31 de março de 2018

Famílias desabrigadas em Pedreiras e Trizidela do Vale recebem apoio do Governo do Estado

As fortes chuvas que caíram nos últimos dias nas cidades de Pedreiras e Trizidela do Vale fizeram o nível do rio Mearim, que banha as duas cidades, subir. Com a alta do leito do Rio, a Defesa Civil municipal e o Corpo de Bombeiros do Maranhão, tiveram que colocar em prática o plano de retirar as famílias que moram em áreas de risco.


O plano de retirar as famílias que moram em áreas de risco.

“Em Trizidela do Vale, nós temos a 2ª Companhia do 6º Batalhão de Bombeiros Militar, que atende a população da região durante 24 horas por dia e já havia traçado um planejamento de retirada, em segurança, das famílias ribeirinhas”, conta o Comandante do Corpo de Bombeiros (CBM), coronel Célio Roberto.

Inicialmente, com o leito do rio acima de 6,5 metros, dez famílias tiveram que ser retiradas de suas casas e levadas para abrigos oferecidos pelas prefeituras até que o Mearim volte a sua altura normal. Neste sábado, o Governo do Estado enviou cestas básicas e galões de água às famílias desabrigadas.

Defesa Civil

Desde o inicio do ano e com a proximidade do período chuvoso no Maranhão, a Defesa Civil estadual realizou uma série de avaliações das áreas de risco e promoveu treinamentos para os órgãos municipais, como explica o Chefe do Departamento de Gestão de riscos da Defesa Civil, capitão Fernandes Almeida.


Neste sábado, o Governo do Estado enviou cestas básicas e galões de água às famílias desabrigadas.

 “No início do mês de março, a Defesa Civil Estadual esteve em Trizidela do Vale realizando a capacitação dos agentes de Defesa Civil municipais. Levar informação e promover a qualificação, através de cursos e treinamentos aos municípios vulneráveis, faz parte do nosso plano de contingência, e representa uma ação eficaz, já que o município é responsável pelas primeiras respostas à população afetada por um desastre”, explica o Capitão.

Ministro do STF atendeu ao pedido da procuradora-geral da República, Raquel Dodge


O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF),  Luís Roberto Barroso, revogou na noite deste sábado (31) as prisões da Operação Skala e determinou a imediata soltura dos alvos da investigação. Mais cedo, a Procuradoria-Geral da República (PGR) havia solicitado  a revogação das prisões de três aliados do presidente Michel Temer. Conforme nota oficial, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, afirmou ao Supremo Tribunal Federal que "as medidas cumpriram o objetivo geral".

Estão presos há dois dias o advogado José Yunes, amigo do presidente há mais de 50 anos e ex-assessor dele na Presidência, o coronel da reserva João Baptista Lima Filho, também coordenador de campanhas eleitorais de Temer, e o ex-ministro da Agricultura Wagner Rossi, pai do líder do MDB na Câmara, deputado Baleia Rossi (SP). As prisões temporárias expirariam na segunda-feira. Elas poderiam ser renovadas por mais cinco dias.

Integrantes da PGR acompanharam depoimentos colhidos dos três presos. O Ministério Público Federal havia solicitado as prisões, autorizadas pelo relator do caso, o ministro Luís Roberto Barroso, embora a Polícia Federal tivesse requerido conduções coercitivas. Também foram cumpridas ações de busca e apreensão de documentos. Segundo a PGR, três pessoas que estavam fora do País não tiveram os mandados de prisão executados, mas estão "dispostas a se apresentar à autoridade policial tão logo retornem".

6.mar.2018 - O ministro do Supremo Tribunal Federal, Luis Roberto Barroso
O ministro do Supremo Tribunal Federal, Luís Roberto Barroso, revogou na noite deste sábado
A pedido de advogados de defesa, Barroso já havia indicado, em decisão sexta-feira, que poderia revogar as prisões. Ele também disse que as defesas teriam acesso ao inquérito quando as diligências sigilosas fossem encerradas. "Quanto aos pedidos de revogação das prisões temporárias, serão apreciados tão logo tenha sido concluída a tomada de depoimentos pelo delegado encarregado e pelos procuradores da República designados, ouvida a senhora procuradora-geral da República", escreveu na ocasião.

Na sexta-feira, o presidente Michel Temer se disse vítima de uma "trama" e que tentam impedir sua candidatura à reeleição. Sem citar Dodge nem Barroso, a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República criticou as prisões. "Tentam mais uma vez destruir a reputação do presidente Michel Temer. Usam métodos totalitários, com cerceamento dos direitos mais básicos para obter, forçadamente, testemunhos que possam ser usados em peças de acusação. Repetem o enredo de 2017, quando ofereceram os maiores benefícios aos irmãos Batista para criar falsa acusação que envolvesse o presidente. Não conseguiram e repetem a trama, que, no passado, pareceu tragédia, agora soa a farsa", diz o texto.

Veja a íntegra do despacho de Barroso:

AÇÃO CAUTELAR 4.381 DISTRITO FEDERAL 
RELATOR : MIN. ROBERTO BARROSO 
AUTOR(A/S)(ES) :SOB SIGILO
 PROC.(A/S)(ES) :SOB SIGILO 
 DECISÃO: 
EMENTA: AÇÃO CAUTELAR. PRISÕES TEMPORÁRIAS. ATINGIMENTO DE SEUS OBJETIVOS LEGAIS. MANIFESTAÇÃO DA PROCURADORIA-GERAL DA REPÚBLICA PELA REVOGAÇÃO DAS PRISÕES. DEFERIMENTO. IMEDIATA EXPEDIÇÃO DE ALVARÁS DE SOLTURA. 
1. Cumpridas as diligências de busca e apreensão e prisões temporárias por mim determinadas em 28.03.2018, e concluída a tomada de depoimento dos investigados pelo Senhor Delegado encarregado e pelos Procuradores da República designados, manifestou-se a Senhora Procuradora-Geral da República pela revogação das prisões temporárias decretadas. 
2. Desse modo, tendo as medidas de natureza cautelar alcançado sua finalidade, não subsiste fundamento legal para a manutenção das medidas, impondo-se o acolhimento da manifestação da Procuradoria-Geral da República. 

3. Quanto aos mandados de prisão não cumpridos, referentes a Rodrigo Borges Torrealba, Ana Carolina Borges Torrealba Affonso e Gonçalo Borges Torrealba, que se encontram no exterior, noticia a Procuradoria-Geral da República que estes investigados estão dispostos a se apresentar à autoridade policial assim que retornem ao Brasil.
 4. Este o quadro, revogo as prisões temporárias decretadas nestes autos. Expeçam-se, com urgência, os respectivos alvarás para que se possa proceder à imediata soltura. 
Ciência ao Ministério Público Federal e à autoridade policial federal. 
Brasília, 31 de março de 2018 
Ministro LUÍS ROBERTO BARROSO 
Relator Documento assinado digitalmente


AS INFORMAÇÕES SÃO DO JORNAL DO BRASIL
EDIÇÃO DA AGÊNCIA BALUARTE 

Marajá do Sena


O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes), começou a enviar nesse sábado, 31, suprimentos  para o município de Marajá do Sena que enfrenta situação emergencial devido ao forte alagamento iniciado na última sexta-feira (30).

O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Social, começou a enviar nesse sábado, 31, suprimentos  para o município de Marajá do Sena que enfrenta situação emergencial devido ao forte alagamento

Técnicos da Sedes, acompanhados da Defesa Civil, começaram a levar 400 cestas básicas e 200 galões de 20 litros de água potável para suprir as necessidades iniciais dos primeiros 15 dias. 

O gestor da Sedes, Neto Evangelista, explicou que o governo está trabalhando desde o ocorrido. “Alem da distribuição dos itens, a equipe da Sedes também identificará desabrigados que são beneficiários do bolsa família para que seja solicitada a antecipação do beneficio”, explicou o secretário.
Relatório conclui que a automatização não reduz o número total de postos de trabalho, mas sim os salários 

Os robôs, os supercomputadores e os algoritmos vão acabar com o trabalho? Estamos prestes a entrar em um mundo pós-industrial em que o emprego será algo raro a que somente um grupo de privilegiados terá acesso? Essas perguntas são cada vez mais comuns pela revolução tecnológica que ameaça substituir as pessoas por máquinas. Mas, ao contrário da bem estendida ideia de que a era do emprego está chegando ao final, um estudo recente conclui que a automatização não reduz o número de postos de trabalho. Pelo contrário, ajuda a aumentá-los. O problema é que a crescente tecnicização também contribui à depauperação da classe média.

No artigo com o sugestivo título de Robocalypse Now. A maior produtividade é uma ameaça ao emprego?, David Autor, do Instituto Tecnológico de Massachusetts (o famoso MIT) e Anna Salomons, da Universidade de Utrecht, analisam o que aconteceu em 19 países nos últimos 35 anos. Ainda que o texto só se refira ao passado, os autores acreditam que suas conclusões são válidas também ao futuro imediato.

“Não há nenhuma razão que nos faça pensar que essa tendência irá mudar nos próximos anos. A nova revolução tecnológica não impedirá a criação de novos empregos. E continuará colocando a desigualdade como um dos grandes desafios da sociedade, afirma Salomons, uma das autoras, de Boston em uma conversa pelo Skype.

A professora responsável pela matéria de Emprego e Desigualdade na Universidade de Utrecht acredita que uma das principais descobertas de seu trabalho é desmontar o mito de uma sociedade com desemprego maciço, um temor que lhe parece infundado. Isso é algo que muitos economistas já intuíam, mas nós demonstramos com dados, diz.

Os autores não negam o forte impacto do progresso no emprego e admitem que os aumentos de produtividade fruto dos avanços tecnológicos ajudam a destruir empregos em determinados setores: basicamente, aqueles que são diretamente afetados pela automatização. Mas, ainda que nessas indústrias ocorram perdas líquidas de trabalhos, as poupanças econômicas causadas pela maior produtividade facilitam a criação de postos em outros setores. Essa recolocação, entretanto, costuma ser com salários mais baixos.

Funcionária no centro de dados do Google em The Dalles (Oregon, Estados Unidos).
Funcionária no centro de dados do Google em The Dalles (Oregon, Estados Unidos).

Assim, os autores calculam que se em 1970 as rendas de trabalho significavam 66,2% do bolo dos rendimentos totais; em 2007 essa porcentagem diminuiu a 62,7%. O processo de perda de riqueza dos trabalhadores continua em ritmo acelerado e se agravou a partir deste século.

Esteban Moro, professor de Matemática na Universidade Carlos III de Madri e no MediaLab do MIT, diferencia a tecnicização das últimas décadas, protagonizada pelos robôs, com a atual segunda onda de automatização, baseada em algoritmos e inteligência artificial. Essa revolução é muitíssimo mais rápida. E não tem por que ter os mesmos efeitos sobre o emprego e os salários que a anterior. O risco é que as mudanças sejam de tal velocidade que não dê tempo ao mercado de trabalho de adaptar-se para formar trabalhadores com as capacidades necessárias, explica.

Mas o que dá todos os indícios de continuar é o que Moro define como esvaziamento das classes medias, um processo de polarização em que uma grande maioria de trabalhadores se vê presa a salários cada vez mais baixos; e uma minoria de mão de obra superespecializada com habilidades adaptadas aos novos tempos que almeja uma porção crescente das rendas.

O pesquisador espanhol faz parte do grupo criado pelo MIT para analisar o futuro do trabalho, onde especialistas de diversos âmbitos estudam o efeito que a última revolução tecnológica terá em aspectos como os movimentos migratórios entre regiões com indústrias em declínio áreas eminentemente rurais e com indústrias tradicionais e florescentes cidades como San Francisco, com oferta de trabalho adaptada às novas necessidades.

Duas linhas de pensamento

Nos últimos anos surgiram duas linhas de pensamento entre os pesquisadores em tecnologia e emprego. Os primeiros defendem a chegada de uma espécie de Armagedon trabalhista, uma sociedade que será incapaz de empregar uma enorme camada da população. Daí surgem iniciativas como a renda básica universal, a ideia de que, já que a maioria das pessoas estará desempregada, o Estado deve assegurar-se de que tenham o necessário para levar uma vida digna. E a necessidade de que os novos instrumentos da mecanização incorporem parte das cargas que dificultam a contração de pessoas, com medidas como os impostos aos robôs.

A segunda ideia-força é a de que é impossível prever o que acontecerá no futuro, mas assim como os caixas automáticos não acabaram com as agências bancárias; os avanços tecnológicos farão com que alguns empregos desapareçam e reduzam-se ao mínimo, mas serão criados outros que agora é impossível sequer imaginar. E o saldo final pode até ser positivo. É desse lado do debate que está o trabalho dos professores Autor e Salomons.


Carl Benedikt Frey, codiretor do Programa de Tecnologia e Emprego da Martin School de Oxford e uma das pessoas que mais conhecem sobre esse assunto no mundo, também opta pela segunda opção. O principal risco da tecnicização não é o desemprego maciço e sim o empobrecimento das classes médias, tendência que já começou há tempos e que pode continuar nos próximos anos, conclui.



AS INFORMAÇÕES SÃO DO REPÓRTER LUIS DONCEL
EDIÇÃO DE FERNANDO ATALLAIA

Governo envia equipes da Fesma para atendimento de famílias atingidas pelas fortes chuvas em Marajá do Sena


Três equipes da Força Estadual de Saúde (Fesma) serão deslocadas para a cidade de Marajá do Sena, na região do vale do Pindaré, para auxiliar no apoio as famílias que foram atingidas e ficaram desabrigadas após as fortes chuvas da última sexta-feira (30).

A medida foi tomada após a análise in loco das necessidades da população de Marajá do Sena, como explica o secretário de Estado de Políticas Públicas, Marcos Pacheco.
“Encontramos a cidade já com a água bem rebaixada, mas com muita lama dentro das casas. Algo em torno de cem casas destruídas, portanto, muitas famílias sem condições de retornar para suas casas”, explica Marcos Pacheco.

Município integrantes do Plano Mais IDH, programa desenvolvido pelo Governo do Estado para melhorar indicadores nas cidades com menor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), Marajá do Sena já conta com uma equipe permanente da Fesma e vai receber o auxílio de outras equipes com médicos e enfermeiros, que vão prestar atendimento médico e preventivo aos atingidos pela enxurrada.

“Estamos enviando três equipes da Força Estadual de Saúde, cuja missão e prioridade é prestar assistência, sobretudo às famílias que estão desalojadas (em casas de amigos e parentes) e que possam vir a apresentar algum agravo à sua saúde, desde viroses, comuns nessas situações, ou doenças febris ou diarreias”
“Estamos enviando três equipes da Força Estadual de Saúde, cuja missão e prioridade é prestar assistência, sobretudo às famílias que estão desalojadas (em casas de amigos e parentes) e que possam vir a apresentar algum agravo à sua saúde, desde viroses, comuns nessas situações, ou doenças febris ou diarreias”, conta o secretário.

As equipes de saúde ficarão responsáveis por ações de imunização, mas também por instruir os moradores e agentes de saúde locais sobre a importância da atenção a sinais e sintomas como febre de início súbito, cefaleia, mialgia, vômitos, prostração, diarreias, dispnéia e ferimentos, muito comuns em situações de inundações.

“Muito importante monitorar os grupos populacionais mais vulneráveis, como crianças, gestantes e idosos. Além disso, vão executar ações de vigilância sanitária, ambiental e epidemiológica, com objetivo de detectar precocemente qualquer agravo emergente, buscando reduzir danos e controlar riscos decorrente da situação”, completa Marcos Pacheco.

Os moradores de Marajá do Sena também receberão orientação quanto aos cuidados com a água para consumo, limpeza dos reservatórios domésticos de água, uso de soro caseiro e sais de reidratação oral, cuidados com o manuseio dos alimentos e uso de proteção individual para trabalhadores, medias que buscam combater doenças como leptospirose, hepatite viral A, febre tifoide, arboviroses (dengue, zika e chikungunya), tétano, difteria, gripe, dermatites, além de acidentes por animais peçonhentos, doenças diarréicas e as infecciosas respiratórias.

Necessidade

Caso as equipes deslocadas para Marajá do Sena percebam a necessidade de mais ajuda, outras equipes também podem ser deslocadas para apoiar os desabrigados.

Município integrantes do Plano Mais IDH, programa desenvolvido pelo Governo do Estado para melhorar indicadores nas cidades com menor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), Marajá do Sena já conta com uma equipe permanente da Fesma e vai receber o auxílio de outras equipes com...
“Deixamos as equipes de Lagoa Grande, São Roberto e São Raimundo do Doca Bezerra, todos da regional de Pedreiras, de sobreaviso, caso haja a necessidade de envio de mais profissionais”, informou a coordenadora da Fesma, Waldeise Pereira.

Ações do Governo

Logo no início deste sábado (31), as equipes do Governo do Estado levaram uma série de ações ao município. Incluindo a recuperação da via terrestre até a sede, pontes que ligam povoados à sede, doação de cestas básicas, galões de água mineral e carros pipa.

Advogado é preso em Planaltina com sete quilos de maconha no veículo


Ele estava acompanhado de outras duas pessoas. Policiais militares chegaram ao trio após uma denúncia anônima


Um advogado e outras duas pessoas acabaram presas em flagrante com sete quilos de maconha no banco da frente do carro. Policiais militares chegaram ao trio após uma denúncia anônima e interceptaram o veículo por volta de 20h, na BR-020, em Planaltina, no Posto Itiquira.

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Ele estava acompanhado de outras duas pessoas.


De acordo com a comunicação da PM, Na abordagem, o proprietário do veículo disse que é advogado e estava com um de seus clientes, que tem passagem por receptação. Eles estariam indo para o Sobradinho.

O advogado não quis dar mais esclarecimentos. Os militares conduziram o trio para a 31ª Delegacia de Polícia (Planaltina).


AS INFORMAÇÕES SÃO DO CB
EDIÇÃO DA AGÊNCIA BALUARTE 

Governo do Maranhão realiza plano de ajuda a famílias desabrigadas pela chuva no interior do estado


Com um plano de ações que envolve o levantamento e acompanhamento das áreas de risco até a assistência aos desabrigados e socorro das famílias, o Governo do Maranhão enviou neste sábado (31) 400 cestas básicas e 200 garrafões de água mineral de 20 litros às famílias prejudicadas com as fortes chuvas que caíram em Marajá do Sena, que fica a 368 Km de São Luís, na última sexta-feira (30).

Um grupo de ações envolvendo várias secretarias e órgãos da gestão estadual atua de forma coordenada para o apoio aos desabrigados, como conta o comandante do Corpo de Bombeiros do Maranhão, Coronel Célio Roberto.

“O governador Flávio Dino determinou a instalação de um gabinete de emergência com a participação de diversas secretarias e órgãos com o objetivo de apoiar os municípios no atendimento aos desabrigados e no breve restauro da normalidade nessas cidades”, conta.

Um grupo de ações envolvendo várias secretarias e órgãos da gestão estadual atua de forma coordenada para o apoio aos desabrigados

De acordo com o Comandante, agentes da Defesa Civil realizam monitoramento constante e acompanhamento de perto de todos os municípios maranhenses.

“Estamos acompanhando os impactos das fortes chuvas no interior do estado desde que começou o período chuvoso. Em Marajá do Sena, não é diferente, com as chuvas de ontem, identificamos 120 desabrigados por conta da enxurrada que atingiu a cidade depois da forte chuva”, conta o comandante do Corpo de Bombeiros do Maranhão.

“Com a redução do nível da água neste sábado, iniciamos os trabalhos de limpeza e desinfecção das residências de outras 40 afetados que retornarão para suas casas após nova avaliação da Defesa Civil em seus imóveis”, completa o coronel Célio Roberto.

Outra ação prontamente realizada, foi a recuperação das vias de entrada na sede do município que ficaram intrafegáveis após a chuva. Equipes da Secretaria de Estado da Infraestrutura (Sinfra) realizaram, desde o início da manhã, os serviços que devolveram o acesso terrestre à cidade.

“Fizemos a recuperação da estrada que havia sido cortada, o tráfego já está normalizado e estamos adotando novas providências por conta do risco das chuvas intensas, aumentando o número de equipamentos e homens trabalhando nas estradas e também dentro dos municípios, auxiliando nas demandas das gestões municipais”, conta o secretário de infraestrutura, Clayton Noleto.

Outra ação prontamente realizada, foi a recuperação das vias de entrada na sede do município que ficaram intrafegáveis após a chuva. Equipes da Secretaria de Estado da Infraestrutura realizaram, desde o início da manhã, os serviços que devolveram o acesso terrestre à cidade.
“O governo está atento à cidade e região para atender as demandas coordenadas pelo próprio governador Flávio Dino com a participação do Corpo de Bombeiros, Defesa Civil, Casa Civil, Secretaria de Desenvolvimento Social e de toda a estrutura da gestão estadual que está mobilizada para resolver os problemas decorrentes do maior regime de chuvas na região”, completa o secretário.

Abastecimento de água

Ainda entre as ações, o Governo do Estado enviou carros pipa para abastecer a cidade de água potável, enquanto as equipes trabalham pelo restabelecimento do abastecimento de água.

Monitoramento

Segundo o Corpo de Bombeiros, outras cidades afetadas pelas chuvas também estão recebendo o apoio do Governo do Estado como Trizidela do Vale e Pedreiras que apresentam alta no leito do rio e risco de inundação de casas.

“Em Trizidela do Vale, a 2ª Companhia do 6º BBM atende a população da região, durante 24 horas por dia, e já tem um plano de ação para ser efetivado com a possível cheia do rio”, conta o coronel Célio Roberto.

Yasmin Thayná, Laís Bodanzky e Lô Potili participaram de um debate com estudantes de cinema e atores na última semana 


Na última sexta-feira (23), a Casa do Baixo Augusta, no centro de São Paulo (SP) recebeu as cineastas Yasmin Thayná, Laís Bodanzky, Marina Person e Lô Potili para o debate Mulheres e Cinema. O evento teve o objetivo de discutir a participação das mulheres nos cargos de direção de cinema brasileiro.

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A cineasta Yasmin Thayná

De acordo com um Levantamento da Agência Nacional de Cinema (Ancine) realizado em 2016, apenas 19% dos filmes brasileiros foram dirigidos por mulheres. No mesmo ano, uma pesquisa realizada pela Universidade de San Diego, nos Estados Unidos, mostrou que as mulheres representavam apenas 17% de todos os diretores, roteiristas, produtores, editores e cineastas nos 250 filmes estadunidenses de maior sucesso.

Nesse sentido, as cineastas brasileiras comentaram, em entrevista ao BdF, a importância de um cinema feito por e para mulheres, tendo em vista a atual conjuntura política.

AS INFORMAÇÕES SÃO DA REPÓRTER JÚLIA DOLCE
EDIÇÃO DE FERNANDO ATALLAIA E  DANIELA STEFANO

Por muitos anos, a imagem do Maranhão na imprensa nacional ficou marcada por coisas negativas, como as sucessivas crises no sistema penitenciário


Por muitos anos, a imagem do Maranhão na imprensa nacional ficou marcada por coisas negativas, como as sucessivas crises no sistema penitenciário. Desde 2015, no entanto, a presença do Estado na mídia nacional tem mudado significativamente.

Neste início de 2018, o Maranhão vive um momento inédito de exposição positiva em todo o Brasil, o que reflete as transformações feitas nos últimos três anos. São diversos assuntos, incluindo economia, turismo, educação e segurança.

São diversos assuntos, incluindo economia, turismo, educação.

O aumento salarial para os professores maranhenses tem sido amplamente debatido nas redes sociais e também chegou à imprensa. No começo de março, por exemplo, o site do jornal O Globo destacou que “os professores da rede estadual do Maranhão receberam uma boa notícia neste início de ano letivo”, referindo-se ao reajuste. “Salário de professores da rede estadual no Maranhão passa a R$ 5.750”, disse o título.

Outro assunto que vem colocando o Maranhão em destaque no Brasil é a segurança. No início de março, o jornal Folha de S.Paulo mostrou que o Maranhão é segundo Estado em todo o Brasil que mais aumentou os investimentos em Segurança Pública.

Entre 2015 e 2017, o Governo do Maranhão ampliou em 26% os investimentos na área, atrás apenas do Piauí. Em números absolutos, foram mais de R$ 1,5 bilhão investidos pelo Maranhão no combate à violência em 2017.

Maior alta do PIB

O Maranhão também está em destaque por causa da economia. Ainda em março, a Folha de S.Paulo publicou projeção do Itaú Unibanco mostrando que a economia maranhense foi a que mais cresceu em todo o Brasil no ano passado. O aumento do Produto Interno Bruto foi muito superior à média nacional.

Pouco antes, já tinha mostrado que o Maranhão tem uma das melhores situações fiscais do Brasil.

Em fevereiro, a Folha noticiou que o Maranhão foi o quarto Estado que mais ampliou investimentos, com alta de 25,64%. O total foi de R$ 1,176 bilhão, mesmo em meio à grave crise fiscal.

Em janeiro, o jornal O Estado de S. Paulo publicou manchete tratando da piora da situação fiscal dos Estados em geral – ou seja, da forma como eles estão lidando com o dinheiro público. Apenas cinco Estados tiveram melhora nas contas públicas nos últimos três anos. Entre eles, está o Maranhão.

“Os Estados de Alagoas, Paraná, Ceará, Maranhão e Piauí foram os únicos cujas contas não se deterioraram nos últimos três anos”, afirmou a reportagem. O período é o mesmo da atual administração do Governo do Maranhão.

Pouco antes, O Globo já tinha mostrado que o Maranhão tem uma das melhores situações fiscais do Brasil.

Eficiência

Logo no início do ano, um levantamento do portal G1 com todos os Estados brasileiros mostrou que Flávio Dino é o governador que mais cumpre compromissos de campanha em todo o Brasil. A pesquisa também constata avanço ano a ano durante a gestão de Flávio.

Segundo o G1, que pertence ao Grupo Globo, Flávio Dino já cumpriu integralmente ou está cumprindo 92% dos compromissos assumidos durante a campanha eleitoral de 2014. É o maior porcentual entre todos os 27 governadores avaliados.

A Folha de S.Paulo noticiou que a participação do Itaqui no transporte de soja no Brasil aumentou de 7% em 2007 para 14% em 2017: é o dobro de participação nos embarques do grão no país em dez anos.
Logo em seguida, o Jornal Nacional exibiu reportagem destacando que o Maranhão tinha a gasolina mais barata de todo o país. Essa situação se mantém até hoje.

Força do Itaqui

O Porto do Itaqui também vem sendo um dos responsáveis pela inédita série de exposição positiva do Maranhão. Nos últimos dias, foram dois grandes jornais a tratar do assunto.

A Folha de S.Paulo noticiou que a participação do Itaqui no transporte de soja no Brasil aumentou de 7% em 2007 para 14% em 2017: é o dobro de participação nos embarques do grão no país em dez anos. E o Estadão publicou que o porto quer triplicar a movimentação de grãos nos próximos anos.

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