sábado, 8 de abril de 2017

Justiça bloqueia R$ 476 milhões do PP e de onze integrantes da sigla

A Justiça Federal do Paraná (JFPR) bloqueou hoje (7) mais de R$ 476,8 milhões em bens do Partido Progressista (PP) e de onze deputados e ex-deputados da sigla.

O partido e estes políticos respondem a uma ação de improbidade administrativa movida pelo Ministério Público Federal (MPF) no âmbito da Operação Lava Jato.

Os integrantes do PP que são réus neste processo são os deputados federais Nelson Meurer (PP-PR), Mário Negromonte Júnior (PP-BA), Arthur Lira (PP-AL), Otávio Germano (PP-RS), Luiz Fernando Faria (PP-MG) e Roberto Britto (PP-BA), além dos ex-deputados federais Pedro Corrêa (PP-PE), Pedro Henry (PP-MT), João Pizzolatti (PP-SC) e Mário Negromonte (PP-BA) e de João Genu, ex-assessor do falecido deputado José Janene.


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Entre eles, o que teve o maior valor bloqueado pela Justiça foi Negromonte, ex-deputado federal que ocupou o cargo de ministro das Cidades entre dezembro de 2012 e fevereiro de 2014.

Ele teve a indisponibilidade de R$ 166,9 milhões. O Partido Progressista teve R$ 9,88 milhões bloqueados no despacho do juiz Friedmann Anderson Wendpap, da 1ª Vara Federal de Curitiba.

A ação contra o PP é o primeiro processo movido contra um partido político no âmbito da Operação Lava Jato.
Primeira-dama visitou os postos de saúde de Paço do Lumiar com o objetivo de garantir bom atendimento à população do município. 
 
A secretária de Administração Gestão e Finanças, Núbia Feitosa (SD) em continuidade de suas visitas nos órgão funcionais públicos de Paço do Lumiar, nesta última sexta-feira (7/04), esteve nos postos de saúde e demais órgãos ligados à prefeitura. O objetivo da secretária com a visita foi motivar servidores visando garantir um melhor atendimento para a população que padeceu por décadas com o abandono.

A primeira-dama de Paço do Lumiar, Núbia Feitosa: ''Nosso povo viveu um verdadeiro descaso durante todos esses anos. Nessa gestão de Domingos Dutra, vai dar tudo certo, pois estamos empenhados em fazer o melhor para o nosso povo''. 

A primeira-dama, incansável e sensível, sabe que a prioridade é um bom atendimento além de tratamento adequado enquanto os pacientes aguardam para ser atendidos. ‘’A vistoria de in loco é necessária para acompanhar os trabalhos oferecidos ao povo luminense’’, afirmou Núbia. A secretária explicou que ganha tempo em dias anteriores para poder fazer as visitas periódicas, e ressaltou que estar com a população e com os servidores  é uma forma de motivá-los a realizar  um bom atendimento. ‘’E vem funcionando’’ ressaltou a primeira-dama. .

‘’Nosso povo viveu um verdadeiro descaso durante todos esses anos. Nessa gestão de Domingos Dutra, vai dar tudo certo, pois estamos empenhados em fazer o melhor para o nosso povo’’, afirmou Núbia.
Xosé Hermida, diretor do EL PAÍS Brasil, recebe o Prêmio José Couso de Liberdade de Imprensa 
 
“É o prêmio pelo qual um jornalista se sente mais honrado, porque é dado por seus colegas”, afirma o atual responsável pelo jornal no Brasil.


O jornalista do EL PAÍS Xosé Hermida, atual responsável pelo jornal no Brasil, venceu a 13ª edição do Prêmio José Couso de Liberdade de Imprensa, distinção concedida anualmente pelo Colexio Profesional de Xornalistas de Galicia e pelo Club de Prensa de Ferrol e outorgada por votação pelos jornalistas galegos. “É o prêmio pelo qual um jornalista se sente mais honrado, porque é dado por seus colegas. Não pode haver satisfação maior”, agradeceu Hermida (Boiro, Espanha, 1963) pela distinção, de São Paulo, cidade em que desde fevereiro se entrega “simplesmente”, como ele diz, “a uma profissão apaixonante”: a de atender ao “direito dos cidadãos de estar informados sobre o que lhes compete”.


Em comparação com os que usam os meios de comunicação para “se vender a interesses alheios ao público”, esses “maus exemplos” que costumam atrair os holofotes, o jornalista galego agraciado com o Prêmio José Couso afirma que são “mais, muitos mais, os que tentam exercer sua profissão de forma honrada e em condições precárias”. E por isso Hermida considera “especial” que o galardão que acaba de receber leve o nome do câmera de Ferrol (Espanha) que morreu há 14 anos quando cobria a invasão dos EUA ao Iraque e seu hotel foi atingido por disparos de um carro de combate norte-americano. Couso, enfatiza, foi um profissional de perfil distanciado do jornalista estrela, de programas de TV, “um profissional da base que arriscou a vida para que soubéssemos o que acontecia na guerra do Iraque”.

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O diretor do EL PAÍS Brasil, Xosé Hermida recebe o Prêmio José Couso de Liberdade de Imprensa.

Hermida ressaltou que entende o jornalismo como “um trabalho de equipe” e estendeu o prêmio a “tantos e tantos colegas” que trabalharam com ele ao longo de sua carreira, aos jornalistas com os quais agora compartilha o projeto no escritório do EL PAÍS no Brasil e “muito especialmente” aos que viveram com ele a experiência da representação do jornal na Galícia entre 2006 e 2015.


O prefeito de Ferrol, Jorge Suárez, presidiu neste sábado ato realizado no Centro Cultural Torrente Ballester da cidade para revelar o nome do premiado. Suárez foi acompanhado pelo reitor do Colexio de Xornalistas de Galicia, Francisco José González Sarria, pela presidenta do Club de Prensa de Ferrol, Xulia Díaz Sixto, e por vários membros de ambas as diretorias e do Governo municipal.


O reitor do Colexio de Xornalistas destacou a elevada participação dos jornalistas galegos nesta edição do Prêmio Couso e ressaltou que é a primeira vez que a distinção vai para um galego que exerceu na Galícia a maior parte de sua carreira. “Neste caso, além da qualidade profissional, é premiada a qualidade humana, ambas indiscutíveis”, declarou Sarria sobre Hermida. O dirigente de Ferrol, por sua vez, pediu que a liberdade de imprensa seja defendida não somente nos locais de conflito, e sim em todas as partes do mundo em que diariamente os jornalistas fazem seu trabalho.


De Boiro a São Paulo


Xosé Andrés Vázquez Hermida, que assina no EL PAÍS como Xosé Hermida, começou sua trajetória profissional em Boiro como correspondente do jornal El Correo Gallego, para dirigir posteriormente um informativo e um programa de entrevistas na Radio Galega, enquanto iniciava sua colaboração com o El PAÍS. Neste jornal foi correspondente a partir de 1989, subrepresentante a partir de 2006 e representante de 2009 até o fechamento do escritório em 2015. Desde então, até sua ida a São Paulo, teve diversos cargos na sede central do jornal, em Madri.


O nome desse jornalista galego se soma a uma lista de agraciados com o Prêmio Couso que inclui personalidades do jornalismo como Rosa María Calaf, Ali Lmrabet, John Lee Anderson e Mónica García Prieto.



AS INFORMAÇÕES SÃO DO EL PAÍS

EDIÇÃO DE ANB ONLINE

Guardas municipais protestaram contra gestão de Luís Fernando em Ribamar


Guardas Municipais da cidade de São José de Ribamar realizaram esta semana um protesto pacífico cobrando do prefeito Luis Fernando Silva (PSDB) direitos trabalhistas que segundo os manifestantes foram adquiridos pela categoria e retirados logo que o tucano assumiu a prefeitura, em janeiro.

Utilizando cartazes – com dizeres “Quero Minhas Horas Extras”, “Sr. Prefeito Luis Fernando. Exigimos Respeito e Direitos!”, “Quero Meu Décimo” os Guardas Municipais estiveram na sede da Secretaria Municipal de Planejamento e Administração, onde também cobraram explicações da secretária Joana Marques.


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Guardas Municipais da cidade de São José de Ribamar realizaram esta semana um protesto pacífico cobrando do prefeito Luis Fernando Silva (PSDB) direitos trabalhistas que segundo os manifestantes foram adquiridos pela categoria e retirados logo que o tucano assumiu a prefeitura, em janeiro.
“O governo do prefeito Luis Fernando está exigindo tudo de nós, inclusive nos forçando a exercer a função de policial sem que haja treinamento. Nosso salário, hoje, é um dos piores do Brasil. Ganhamos migalhas e somos obrigados a trabalhar 24 horas por dia”, disse o GM Roberval.

“Caso essa situação não seja resolvida este mês, a categoria, acredito, irá entrar em greve”, completou.
A reação do mundo ao bombardeio dos EUA na Síria
Respostas da comunidade internacional sobre o bombardeio dos EUA na Síria conduzido por Trump mostram como o planeta está dividido em relação aos rumos dessa guerra.

Os Estados Unidos realizaram a sua primeira ofensiva militar contra o exército da Síria na noite desta quinta-feira ao bombardear a base aérea de Al-Shayrat, província de Homs.

O movimento foi uma resposta ao suposto ataque químico conduzido pelo regime de Bashar Al-Assad no início da semana em Khan Sheikhun, em Idlib.

O ataque americano aconteceu na base de onde os aviões em tese responsáveis pelo massacre químico teriam decolado.
bombardeio dos eua síria
Os Estados Unidos realizaram a sua primeira ofensiva militar contra o exército da Síria na noite desta quinta-feira ao bombardear a base aérea de Al-Shayrat, província de Homs.
Segundo o Pentágono, essa base é, ainda, o local no qual o governo sírio estaria armazenando essas armas. 59 mísseis foram lançados pelos EUA do Mar Mediterrâneo.

Autoridades de Alemanha, França, Espanha, Reino Unido, Canadá e Israel manifestaram nesta sexta-feira (07/04) seu apoio ao bombardeio dos Estados Unidos.

Confira as reações da comunidade internacional:

SÍRIA. O comando do exército da Síria rechaçou a ação militar americana contra a sua base aérea e segue afirmando não ter tido qualquer responsabilidade sobre o uso de armas químicas contra civis. Ao todo, o ataque deixou 9 mortos e dezenas de feridos. Para as autoridades sírias, ao bombardear o regime de Assad, os EUA fortaleceram o grupo extremista Estado Islâmico, que tenta estabelecer um califado na Síria e Iraque, e o Frente de Conquista do Levante (ex-Frente Al-Nusra que já foi ligado à rede Al Qaeda). Agora, o governo promete realizar “a maior ofensiva” contra os rebeldes e disse que os americanos foram convencidos a agir depois de terem sido “inocentemente convencidos por uma campanha falsa de propaganda”.

RÚSSIA E IRÃ. Moscou também condenou o ataque, o classificando como uma agressão a um Estado soberano e violação de direito internacional, e anunciou nesta manhã a suspensão de um acordo firmado com os EUA no qual os países coordenavam suas ações militares na Síria. Acusa, ainda, o governo Trump de usar o episódio para desviar a atenção da situação em Mosul (Iraque), onde o exército americano lidera uma ofensiva contra o EI e tenta retomar o controle da cidade. Aliado de Assad, o país também nega que o regime sírio disponha de armas químicas. O Irã, por sua vez, “condena energicamente” o bombardeio.

BOLÍVIA. O presidente da Bolívia, Evo Morales, afirmou que o ataque dos Estados Unidos em represália ao suposto bombardeio com armas químicas em uma cidade do interior da Síria, é uma “ameaça à segurança internacional e à paz mundial. “Esta ação ameaça a segurança internacional e a paz mundial. As ações unilaterais são ações imperiais. Aos EUA não interessa o direito internacional, deixa de lado a ONU quando convém. Não partilho de países que dizem defender a democracia, a paz e a institucionalidade e que, agora, apoiam a intervenção militar unilateral. Penso e sinto, espero não estar equivocado, que as armas químicas na Síria são uma desculpa para uma intervenção militar. O ataque dos EUA contra a Síria é uma ação que viola os princípios da Carta das Nações Unidas. Problemas internos de países se resolvem com diálogo, não com bombardeios”, disse.

VENEZUELA. O governo da Venezuela, em nota, condenou a ação dos EUA. “Preocupa profundamente que fatores imperiais justifiquem e legitimem intervenções militares ao governo sírio, endossando ações de grupos terroristas e extremistas, mediante falsos positivos. Este ataque permitiu, além do mais, a recomposição logística dos grupos terroristas, que seguidamente atacaram o exército nacional sírio”.

ARGENTINA, CHILE, COLÔMBIA, MÉXICO, PERU E URUGUAI. Os governos de Argentina, Chile, Colômbia, México, Paraguai, Peru e Uruguai manifestaram, em comunicado conjunto, sua profunda preocupação com a escalada da violência na Síria, e condenaram energicamente o uso de armas químicas contra a população civil, em particular crianças.

CANADÁ O gabinete do primeiro-ministro canadense, Justin Trudeau, se manifestou nessa manhã em apoio ao governo Trump e reforçou a sua posição por “esforços diplomáticos” para resolver a crise no país. “O ataque em Idlib nesta semana e o sofrimento dos sírios são crimes de guerra inaceitáveis”, pontuou sobre o suposto uso de armas químicas pelo regime Assad.

JORDÂNIA E ARÁBIA SAUDITA. No Oriente Médio, Jordânia e Arábia Saudita, aliadas de longa data dos EUA, também apoiaram a ação. A Jordânia classificou a ação do país como “necessária e apropriada”, enquanto os sauditas elogiaram o que chamaram de “decisão corajosa” de Trump.

REINO UNIDO. O governo da conservadora Theresa May apoiou os EUA completamente e classificou o ato como “resposta apropriada ao ataque bárbaro com armas químicas cometido pelo regime sírio”.

ALEMANHA E FRANÇA. Angela Merkel e François Hollande divulgaram um comunicado conjunto no qual atribuíram ao governo Assad “plena responsabilidade” pela resposta americana.

TURQUIA. Aliada dos rebeldes que lutam contra Assad, a Turquia enxergou o ataque como positivo e nota que Assad tem de ser punido “no plano internacional”. Além disso, o país cobrou a criação de uma zona de exclusão aérea na Síria que possa proteger a população de novos bombardeios.

CRUZ VERMELHA. Uma das organizações humanitárias mais ativas na Síria, a Cruz Vermelha classificou o conflito no país como “conflito armado internacional”. Sem se posicionar exatamente sobre a ação militar, a entidade lembrou que, à luz do Direito Humanitário Internacional, todo conflito, interno ou externo, deve observar a proteção de civis e instalações médicas.

LULA. O ex-presidente Lula se pronunciou, nesta sexta-feira (7), sobre a atual situação na Síria. ''É preciso que a gente apure se a Síria usou armas químicas mesmo. A guerra do Iraque aconteceu porque os americanos afirmaram que o Saddam Hussein tinha armas químicas. Invadiram o Iraque, mataram o Saddam Hussein e até hoje não encontraram armas químicas”. O ex-presidente disse que esperava mais “equilíbrio” por parte dos Estados Unidos. “Não sei a que pretexto os americanos bombardearam a Síria. Parece que esse presidente é meio confuso.”


AS INFORMAÇÕES SÃO DO PRAGMATISMO
EDIÇÃO DA AGÊNCIA BALUARTE 

Prefeito de Paço do Lumiar discute Metropolização com Presidente da Agência Metropolitana do Maranhão


O prefeito de Paço Domingos Dutra (PCdoB) recebeu em seu Gabinete o Presidente da Agência Metropolitana do Maranhão, Pedro Lucas Fernandes, a visita foi Institucional, com o objetivo de tratar políticas públicas e pontuar articulações entre os municípios que integram a Região Metropolitana da Grande Ilha.

O presidente da Agência apresentou ao prefeito, três medidas consideradas como prioridade pelo Governador Flávio Dino neste primeiro momento, são elas: Saúde, Resíduos Sólidos (com a criação de um aterro sanitário integrado) e Zoonose, (com a integração de todos os município na Unidade de Vigilância de Zoonose de São Luís ).


O prefeito de Paço Domingos Dutra (PCdoB) recebeu em seu Gabinete o Presidente da Agência Metropolitana do Maranhão, Pedro Lucas Fernandes, a visita foi Institucional, com o objetivo de tratar políticas públicas e pontuar articulações entre os municípios que integram a Região Metropolitana da Grande Ilha.
" Essa é a primeira visita institucional que nós fazemos ao prefeito Domingos Dutra e quero dizer que a agência Metropolitana vai estar sempre a serviço da prefeitura de Paço do Lumiar, o prefeito tem sido parceiro do Governo do Maranhão e em todas estas demandas que envolvem metropolização, Paço do Lumiar vai estar envolvido nas melhores soluções. O Governador Flavio Dino confia na gestão do prefeito Dutra e estaremos caminhando de mãos dadas" disse o presidente Pedro Lucas.
 
O diálogo serviu também para tratar do Seminário que deve ser realizado no Município, com data a ser definida, neste Seminário serão apresentadas alternativas de modais, que visam grandes investimentos em projetos e iniciativas que possam garantir melhor qualidade de vida ao povo Luminense.

" Recebi o Dr. Pedro Lucas para tratar dos interesses comuns de 13 municípios, mas de forma especial dos quatro municípios da grande ilha, discutimos aqui como resolver o problema do lixo, como melhorar a saúde da ilha, onde colocar os animais que precisam ser tratados e discutimos também a mobilidade urbana a partir da melhoria das nossas estradas que interligam Paço aos outros municípios. Quero agradecer o Governo Flávio e tenho certeza que essa parceria vai dar muito certo" acrescentou o prefeito.

Aged realiza ação para recolhimento itinerante de embalagens de agrotóxicos em João Lisboa

Para conscientizar sobre a importância do uso correto e da devolução das embalagens vazias de agrotóxicos, a Agência Estadual de Defesa Agropecuária do Maranhão (Aged), por meio da Unidade Regional de Imperatriz, em parceria com a Associação do Comércio de Insumos Agropecuários da Região Tocantina (ACIART) e a Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente do município de João Lisboa, realizou o ‘Dia D’ do recolhimento de embalagens de agrotóxicos no município, que consistiu no ponto culminante das ações de recolhimento itinerante e das ações educativas desenvolvidas nas últimas semanas no município.

As atividades aconteceram na zona rural do município de João Lisboa, contemplando os povoados Cipó Cortado I e II, Capemba D’água, Centro dos Carlos, São Raimundo e Bom Lugar. Em cada um desses povoados foram realizadas palestras educativas ressaltando a importância do uso correto e da devolução das embalagens vazias de agrotóxicos, ações de panfletagem com o objetivo de estimular a devolução das embalagens, além da montagem de pontos de recebimento destas embalagens nos próprios povoados, onde os agricultores tiveram um prazo de 10 (dez) dias para recolher os vasilhames de agrotóxicos em suas propriedades e depositar no local.


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Para conscientizar sobre a importância do uso correto e da devolução das embalagens vazias de agrotóxicos.
Foram instalados seis pontos de recebimento na zona rural do município de João Lisboa, onde todas as embalagens foram recolhidas e levadas para a praça central da cidade para a contabilização e continuidade de ações educativas relativas as embalagens, tendo com público, também, alunos da Casa do Agricultor Familiar, para formar agentes multiplicadores nas propriedades. Ao todo, cerca de 182 kg de embalagens vazias foram devolvidas, ultrapassando a marca alcançada na primeira edição do Recebimento Itinerante - RI realizado no ano de 2016.
Para o agricultor Raimundo Carneiro de Sousa, esse projeto estimula a devolução das embalagens, por conta da facilidade e da proximidade dos pontos fixos do povoado. “A devolução das embalagens vazias de agrotóxicos no próprio povoado tem facilitado a nossa participação no projeto, pois guardamos durante todo o ano as embalagens que utilizamos para serem devolvidas no ano seguinte, agora está bem mais fácil", afirmou.


O fiscal estadual agropecuário André Gonçalves Ferreira destacou a importância da realização dessas ações e os resultados positivos alcançados.“O evento reuniu atividades de panfletagem e palestras nos povoados da cidade e o Dia D consolidou a essência das ações que tinham objetivo de conscientizar o agricultor e incentivar a devolução das embalagens, mostrando que a continuidade das ações apresenta resultados positivos o que nos motiva a prosseguir com o trabalho já desenvolvido”, afirmou.


MATÉRIA ENVIADA PELA SECRETARIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL E ASSUNTOS POLÍTICOS DO ESTADO DO MARANHÃO 

Saiba o que está por trás do suposto déficit nos Correios

Fechamento de agências e demissão de funcionários afetam qualidade do serviço e abrem caminho para venda da estatal.


Fundada em 1663, a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT), uma das mais antigas do país, vive no governo do presidente golpista, Michel Temer, a pior fase de sua história. A direção da estatal alega um déficit acumulado de mais R$ 4 bilhões nos últimos dois anos para impor uma agenda de reestruturação, que passa pela demissão de milhares de funcionários e o fechamento de mais de mais de 250 unidades próprias em todo o país.
Correios estão presentes em quase todos os municípios brasileiros.
O Plano de Demissão Voluntária (PDV) da estatal, lançado no começo deste ano, obteve a adesão de 5,5 mil empregados; a meta inicial era atingir oito mil. Por causa disso, a direção dos Correios estuda adotar um plano de demissão motivada, que poderia atingir funcionários concursados, mesmo que eles não queiram pedir desligamento da empresa. A medida é polêmica e, se for levada adiante, abrirá precedente para demissão unilateral de funcionários concursados em diversas empresas públicas federais. Os Correios possuem 117 mil empregados e mais de 6.400 agências próprias, além de outras mil conveniadas. A estatal entrega por dia, em média, mais de 30 milhões de correspondências e encomendas em todo o país.

Déficit?

A principal justificativa para o resultado negativo nas contas dos Correios é o aporte para financiar o plano de saúde dos funcionários. Do total de R$ 2,1 bilhões em prejuízos apurados em 2016, cerca de R$ 1,6 bilhão seria apenas referente à alocação de gastos para o plano de saúde. Ocorre que a maior parte desse gasto, na verdade, é uma projeção contábil da empresa para manter o benefício do pós-emprego, ou seja, o plano de saúde dos aposentados.

“A empresa, há cerca de três anos, mudou seu balanço contábil para incluir uma dívida futura com o plano de saúde, com base em estimativas da expectativa de vida dos aposentados. Os Correios não têm que desembolsar esse recurso agora, mas estão usando esse argumento para pedir um sacrifício aos seus trabalhadores, prejudicando o atendimento ao público”, aponta José Rivaldo da Silva, secretário-geral da Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos e Similares (Fentect).

O ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, afirmou na semana passada que os Correios terão que fazer “cortes radicais” de gastos para evitar a privatização e que o governo federal não vai aportar nenhum recurso na empresa. Segundo sindicatos e a federação dos trabalhadores dos Correios, no entanto, o governo deve pelo menos R$ 6 bilhões aos Correios por conta de repasses indevidos da estatal ao Tesouro Nacional ao longo dos últimos anos.

A “ameaça” de privatização vem sendo repetida pelo presidente da companhia, Guilherme Campos, que trava uma batalha sem precedentes com os empregados da empresa para cortar gastos e benefícios. Além da mudança no plano de saúde, com elevação da cota paga por cada empregado, o presidente dos Correios suspendeu as férias dos funcionários até abril de 2018.

Poderosos interesses

Apesar de insistir na tese de privatização caso a estatal não equilibre as contas, o próprio presidente dos Correios admite que esse seria o pior momento para a uma operação dessa natureza. “O ativo está muito depreciado e sua avaliação atual está bem abaixo de seu valor real”, declarou Guilherme Campos em recente entrevista.

Investidores estimam que os Correios poderiam valer de R$ 3 a R$ 5 bilhões, apesar de sua receita anual ultrapassar os R$ 18 bilhões. Dessa receita total, mais de 54% provêm de serviços exclusivos que só a empresa opera por deter o monopólio do setor no país. A quebra desse monopólio por meio da privatização poderia atrair gigantes de outros países, como as norte-americanas Fedex e DHL.

Além da entrega de cartas, correspondências e encomendas, os Correios conduzem grandes operações logísticas, como a distribuição de livros didáticos e das provas do Enem. Presente em todos os municípios do país, a empresa ainda é responsável pela inclusão bancária de milhões de brasileiros, por meio do Banco Postal, única instituição financeira presente em mais de 1.600 municípios do país. “Nós sabemos que o capital privado não tem interesse nos pequenos municípios, onde o volume de negócios é pequeno. Ficariam com o chamado filé e abandonariam o atendimento nas regiões periféricas”, afirma a deputada Maria do Rosário (PT-RS), em artigo recente. Ela ressalta que a privatização dos serviços de correios não é uma tendência mundial e poucos países permitem isso. “Dos 192 correios do mundo, só oito estão 100% privatizados e outros 11 contam com participação acionária da iniciativa privada”.



As informações são do repórter Pedro Rafael Vilela
Edição de Vanessa Martina Silva

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