sábado, 7 de janeiro de 2017

Após declaração sobre chacina, secretário do governo Temer pede demissão 

Bruno Júlio  foi infeliz ao declarar que “tinha que matar mais [presos], tinha que fazer uma chacina por semana”.

O secretário nacional de Juventude, Bruno Júlio, pediu demissão nesta sexta-feira (6). O pedido ocorreu depois da repercussão de uma declaração sobre a chacina de presos em Roraima. Em entrevista a um colunista do jornal O Globo, Júlio disse que “tinha que matar mais [presos], tinha que fazer uma chacina por semana”.

"Eu sou meio coxinha sobre isso. Sou filho de polícia, né?”, declarou ao jornalista. “Os santinhos que estavam lá dentro que estupraram, mataram [chamam de] ‘coitadinho’, ‘ai, meu Deus, eles não fizeram nada’, ‘foram [mortos] injustamente’… Para, gente!”, completou. "Esse politicamente correto que está virando o Brasil está ficando muito chato." 

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NÃO CONVENCEU Bruno Júlio  foi infeliz ao declarar que “tinha que matar mais [presos], tinha que fazer uma chacina por semana”.

Nomeado para a Secretaria Nacional de Juventude em junho, Bruno Júlio apresentou o pedido de demissão a Michel Temer. De acordo com a assessoria do Palácio do Planalto, o pedido já foi aceito e a demissão deve ser publicada no Diário Oficial da União nos próximos dias. A secretaria é diretamente vinculada à Presidência da República.

Bruno Júlio também é presidente licenciado da Juventude Nacional do PMDB. Em nota, ele disse ter falado “em caráter pessoal” ao jornalista. Ele aponta para "uma valorização muito grande da morte de condenados, muito maior do que quando um bandido mata um pai de família que está saindo ou voltando do trabalho”.

“O que eu quis dizer foi que, embora o presidiário também mereça respeito e consideração, temos que valorizar mais o combate à violência com mecanismos que o Estado não tem conseguido colocar a disposição da população plenamente”, completou na nota.

O agora ex-secretário nacional da Juventude é acusado de agredir a ex-companheira e de assediar sexualmente uma ex-funcionária. Ele é filho do ex-deputado federal e atual deputado estadual Cabo Júlio (PMDB-MG), condenado por envolvimento com a máfia das ambulâncias e por violência contra a mulher.

De acordo com reportagem da coluna Expresso, da revista Época, publicada em junho do ano passado, havia dois boletins de ocorrência registrados contra Bruno por sua ex-companheira, que o acusou de não aceitar o fim do relacionamento e atacá-la com socos, chutes, pontapés, e ainda ameaçá-la com uma faca. Bruno chegou a declarar não conhecer Vitória, mas voltou atrás e reconheceu ter uma filha com ela.

Confira a nota divulgada por Bruno Júlio antes de deixar a Secretaria:

Nota de esclarecimento

''Hoje, terminada a entrevista com a jornalista Amanda Almeida, e falando como cidadão, em caráter pessoal, quando fui questionado sobre a nova chacina em Roraima, eu disse o seguinte:

1. Está havendo uma valorização muito grande da morte de condenados, muito maior do que quando um bandido mata um pai de família que está saindo ou voltando do trabalho.

2. Sou filho de policial e entendo o dilema diário de todas as família, quando meu pai saía de casa vivíamos a incerteza de saber se ele iria voltar, em razão do crescimento da violência.

3. O que eu quis dizer foi que, embora o presidiário também mereça respeito e consideração, temos que valorizar mais o combate à violência com mecanismos que o Estado não tem conseguido colocar a disposição da população plenamente''.

Bruno Júlio

DO JB
COM INFORMAÇÕES DA AGÊNCIA BRASIL
EDIÇÃO DA AGÊNCIA BALUARTE

Jovem espalha fotos da ex-namorada nua e é morto pelo ex-sogro
Crime aconteceu em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte

Um jovem de 23 anos suspeito de espalhar fotos da ex-namorada nua no WhatsApp foi morto pelo pai da garota. O caso aconteceu em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, nesta quinta-feira (5). De acordo com o jornal o Tempo, as imagens foram parar na rede social como forma de vingança após a menina de 18 anos se recusar a reatar o namoro. 
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Ao descobrir as imagens da filha, o pai, que também é tio do rapaz, foi até a casa da vítima para tirar satisfações.
Ao descobrir as imagens da filha, o pai, que também é tio do rapaz, foi até a casa da vítima para tirar satisfações. A tia do jovem chegou a se recusar a abrir a porta, mas o rapaz decidiu encarar o ex-sogro e acabou atingido por golpes de faca. Ele chegou a correr para dentro da casa, mas não resistiu aos ferimentos e morreu no local. O suspeito de ter praticado o crime fugiu. 

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De acordo com o jornal o Tempo, as imagens foram parar na rede social como forma de vingança após a menina de 18 anos se recusar a reatar o namoro. 
“Há quatro meses eles terminaram porque a menina viu que o namoro não tinha futuro. Ela queria progredir na vida, trabalhar e estudar, mas o Johnatan não acompanhava. Desde o fim do namoro, que ele não dava sossego para a garota”, contou Valdete Cortez, tia da vítima e irmã do suspeito. 

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Há quatro meses eles terminaram porque a menina viu que o namoro não tinha futuro. Ela queria progredir na vida, trabalhar e estudar, mas o Johnatan não acompanhava. Desde o fim do namoro, que ele não dava sossego para a garota”.
“Percebi que meu irmão tinha bebido e pedi que o Johnatan não fosse lá, mas ele não me ouviu. Só escutei o ‘Zé’ perguntando: ‘vai continuar infernizando a vida da minha filha?’. Não sei o que o meu sobrinho respondeu, mas, logo depois, o crime aconteceu”, disse a mulher.

AS INFORMAÇÕES SÃO DO CORREIO24H
EDIÇÃO DA AGÊNCIA BALUARTE

PT ignora ‘golpe’ e deve apoiar nomes de Temer para Senado e Câmara

A ideia é ter aliados em cargos ligados às vagas que devem ser ocupadas pelo partido nas Mesas Diretoras das duas Casas. O número pode chegar a 88.

Após perder milhares de cargos comissionados em todo o país com o impeachment de Dilma Rousseff e com a saída de cerca de 350 prefeitos, o PT pretende passar por cima do discurso de golpe e apoiar candidatos da base de Michel Temer à presidência da Câmara e do Senado.

A ideia é ter aliados em cargos ligados às vagas que devem ser ocupadas pelo partido nas Mesas Diretoras das duas Casas. O número pode chegar a 88.

No ano passado, o partido perdeu os cargos atrelados às lideranças do governo no Senado e no Congresso e agora deve apoiar Eunício Oliveira (PMDB-CE) para garantir uma posição na Mesa Diretora.
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Após perder milhares de cargos comissionados em todo o país com o impeachment de Dilma Rousseff e com a saída de cerca de 350 prefeitos, o PT pretende passar por cima do discurso de golpe e apoiar candidatos da base de Michel Temer à presidência da Câmara e do Senado.
Os petistas não querem repetir o erro cometido em 2015 na Câmara, quando a sigla lançou candidato próprio, perdeu para Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e ficou fora do centro de decisões da Casa.

Até o final do mês, o PT mantém suas duas posições na Mesa. Atualmente, Jorge Viana (AC) ocupa a primeira vice-presidência e Ângela Portela (RR), a quarta secretaria, com cinco e 13 indicações, respectivamente.

O Folha de São Paulo apurou que, para justificar o apoio, petistas pretendem dizer que não referendam o nome de Eunício, mas apenas seguem o regimento interno do Senado, segundo o qual, sempre que possível, deve-se respeitar a proporcionalidade na formação da Mesa. Por essa lógica, a presidência cabe à maior bancada, no caso, o PMDB, que tem 19 senadores.

Em troca do apoio, Eunício ofereceu ao PT a primeira-secretaria, uma espécie de prefeitura da Casa. Ao titular caberá administrar em 2017 um orçamento de pouco mais de R$ 4 bilhões e a indicação de 12 a 55 cargos comissionados.

Os senadores pretendem indicar José Pimentel (CE) para ocupar o posto.

A negociação visa manter o PT longe dos cargos mais altos da Mesa depois do susto pelo qual o PMDB passou no fim do ano passado, quando Renan Calheiros (PMDB-AL) ficou na iminência de perder a presidência e deixá-la na mão de um petista.

A parceria entre governo e oposição, no entanto, não é consenso no partido. Petistas relatam focos de resistência na bancada, como os senadores Lindbergh Farias (RJ) e Gleisi Hoffmann (PR). Ambos não atenderam às ligações da reportagem. Caso não se convençam até o final de janeiro, véspera do pleito, o presidente do partido, Rui Falcão, e o ex-presidente Lula podem entrar em campo.

SALÃO VERDE

No outro lado do Congresso, o PT deve apoiar a reeleição de Rodrigo Maia (DEM-RJ) para a presidência da Câmara, em detrimento do único candidato oposicionista, André Figueiredo (PDT-CE).

Alguns petistas defendem apoiar inicialmente Figueiredo para não votar logo de início em um candidato do DEM, um dos principais fiadores do impeachment de Dilma. Falam ainda em reconhecer a lealdade do PDT até a queda da petista. A ala mais pragmática, contudo, não quer arriscar ficar sem cargos e defende estar com Maia já no primeiro turno.

A decisão final será tomada em reunião no próximo dia 17, mas petistas já negociam a segunda secretaria da Casa, que trata de estágios, prêmios conferidos pela Câmara e da emissão de passaportes diplomáticos para deputados. O cargo permite nomear 33 comissionados.

A eleição no Senado está agendada para 1º de fevereiro. Na Câmara, a votação acontece no dia seguinte.


AS INFORMAÇÕES SÃO DO JORNAL A FOLHA DE SÃO PAULO
EDIÇÃO DA AGÊNCIA BALUARTE

Prefeito Luis Fernando Silva visitou ruas e planejou obras para a Região das Vilas

Acompanhado de vereadores, secretários, assessores e da comunidade, o prefeito Luis Fernando Silva visitou na manhã desta sexta-feira, dia 06, ruas dos bairros do J. Lima, Vila Sarney Filho I, Vila São Luís, cujas vias estão incluídas no plano de governo, elaborado ainda na pré-campanha, por meio dos seminários “Planeja – O Cidadão Decidindo”.

A visita aos bairros surgiu de uma reunião do prefeito com o vereador Manoel do Nascimento, que também pediu pela pavimentação das vias.

“Quando o vereador esteve comigo e apresentou suas demandas, disse logo de imediato que não adiantava ele mostrar papel, pois eu queria era vir aqui conversar com a população e reafirmar o compromisso que fizemos na campanha e nos seminários ainda na pré-campanha”, disse Luis Fernando.

O prefeito de São José de Ribamar, Luis Fernando Silva: “Quando o vereador esteve comigo e apresentou suas demandas, disse logo de imediato que não adiantava ele mostrar papel, pois eu queria era vir aqui conversar com a população e reafirmar o compromisso que fizemos na campanha e nos seminários ainda na pré-campanha”.
Acompanhado também do líder do governo na Câmara, Professor Cristiano, o prefeito disse que a sua gestão será sempre assim, em parceria com os vereadores e com diálogo permanente com a comunidade.

Para o prefeito, o trabalho que iniciou desde as primeiras horas da manhã não vai parar. “Vai continuar em ritmo acelerado. Estamos apenas no começo. Temos equipes trabalhando em vários pontos do município recuperando tudo o que foi destruído. Nossa missão é reconstruir São José de Ribamar para que os ribamarenses voltem a sentir orgulho da cidade”, disse.

Na região, a Avenida Mascarenhas de Moraes e algumas ruas adjacentes foram contempladas com os serviços iniciais de recuperação da malha viária que estava totalmente destruída por falta de conservação.

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