quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Hospital Dr. Carlos Macieira recebe treinamento sobre protocolo de doação de órgãos

A equipe multiprofissional do Hospital Dr. Carlos Macieira (HCM) recebeu, nesta quarta-feira (22), treinamento para implantação de protocolo clínico de manutenção do potencial doador de órgãos em unidades de terapia intensiva. A capacitação foi realizada por representantes do Projeto Donors, que consiste em um ensaio clínico que envolve 70 hospitais de todas as regiões do país, com atividades de treinamento e atualização de diretrizes terapêuticas.

A iniciativa tem por objetivo aumentar a taxa de sucesso das doações e a qualidade dos órgãos disponibilizados aos seus receptores. O HCM é uma das instituições hospitalares convidadas a participar do estudo multicêntrico. O Projeto é fruto de uma parceria do Hospital Moinhos de Vento, de Porto Alegre-RS, com a Coordenação-Geral do Sistema Nacional de Transplantes (CGSNT), do Ministério da Saúde, por meio de recursos do Programa de Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS).


Fachada do Hospital Carlos Macieira

Hospital Dr. Carlos Macieira recebe treinamento sobre protocolo de doação de órgãos; a iniciativa tem por objetivo aumentar a taxa de sucesso das doações e a qualidade dos órgãos disponibilizados aos seus receptores.


Para o início do estudo, a equipe multidisciplinar atuante nas UTIs do HCM ― composta por médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, colaboradores administrativos, dentistas e empregados de outras áreas afins ― recebeu o treinamento voltado ao preenchimento de um cheklist referente ao quadro clínico de potenciais doadores e aos procedimentos no contexto das doações.
O pesquisador principal do projeto, Glauco Westphal, membro da Brazilian Research in Intensive Care Network (BRICnet), apresentou as diretrizes do projeto. Também participantes do grupo responsável pelo treinamento, estiveram presentes as pesquisadoras Cátia Guterres e Luiza Andrighetto.


"Todos os profissionais que mantiverem contato com pacientes em protocolo de morte encefálica vão precisar seguir alguns requisitos, justamente os requisitos que o checklist propõe", explica a coordenadora da Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes (CIHDOTT) do HCM, Luíza Nóvoa. A especialista faz parte da equipe dos responsáveis pelas pesquisas no hospital maranhense, ao lado do diretor geral da instituição, Marko Antônio de Freitas Santos, e da médica Léa Coutinho.


"Com o uso do protocolo, nós vamos melhorar a manutenção do potencial doador, usando padrões já estudados pelos melhores pesquisadores do Brasil na área. A partir daí, vamos inserir esses pacientes em uma plataforma, para, no final do estudo, analisarmos os resultados do cheklist", afirma. Luíza Nóvoa também destaca que, em 2016, o HCM foi a segunda instituição em notificações de abertura de protocolos de morte encefálica no Maranhão.

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