sexta-feira, 30 de junho de 2017
Senador sabe que se quisesse já teria ‘partido pra cima’ do problema
Seminários foi a forma encontrada para promover candidatura a governador 

O senador Roberto Rocha, pré-candidato: rios promocionais.

POR FERNANDO ATALLAIA
DIRETO DA REDAÇÃO 

A solução para os problemas dos rios maranhenses apenas na Grande São Luís passa por ações concretas que aquele de fato estiver preocupado com a questão procurará resolver de maneira prática. Seja por convênios, parcerias e injeção de verba direta ou com a mão à própria enxada. 

Roberto com o colega oligarqueano, Sarney Filho em edição de um seminário: interesses conjugados.
Pois bem. O senador Roberto Rocha (PSB) sabe disso, mas preferiu o caminho que mais lhe traria vantagens: usar as péssimas e deploráveis condições dos rios maranhenses como pauta para promover a candidatura a Governador do Estado. Ele, que tem 1% das intenções de votos, já se auto anunciou pré-candidato contra Flávio Dino em 2018.  

NA TEORIA Rios continuam sem revitalização, mesmo diante de verba a qual senador tem direito para aplicar.

Roberto começou uma peregrinação em ‘favor’ dos rios quando teve a ideia-dada não se sabe por quem diabos-, de que poderia tirar ganhos eleitoreiros do problema, aparecendo na mídia, mostrando a cara em prol de uma ‘boa causa’ e fazendo às vezes do senador engajado. Não colou. O primeiro seminário organizado por ele e turma teve a devida acolhida de grande parte da imprensa que logo percebia que nas próximas edições o evento, por ser apenas de caráter promocional-eleitoreiro, despencaria para o foco que o originou: a promoção da candidatura ao governo. 

EM AÇÃO Durante os seminários, falas de Roberto Rocha mostram constante afetação político-eleitoreira; 2018 já bateu à porta. 

Ainda insistindo nos seminários, Roberto, apesar de toda revelação em torno do real objetivo do evento, segue para Caxias no próximo dia 7 com a trupe que o acompanha. Poderia, se minimamente se preocupasse com os rios, já ter até aqui, através de seu mandato, posto as máquinas nas nascentes. Nada: quer mesmo é aparecer ‘bem na fita’.


Engodo já percebido pela população do estado.

2 comentários:

  1. Fernando Atalaia parece que tu vivendo longe da realidade kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk se o dito cujo aí não paga os funcionários da rádio deleCapital vai mandar emenda pra rio? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk isso ai é o maior 171 que a política do Maranhao ja pariu professor kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    Nenzinho

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  2. ATALAIA OLHA ESSA MATERIA AI DO BLOG DO GARRONE ELE DISSE QUE É TEU AMIGO

    O senador Roberto Rocha (PSB) literalmente se alimentou da desgraça do presidente Temer para finalmente ocupar espaço no governo federal, antes reduzido à sua própria insignificância, e compor o time principal do que restou de uma base aliada, em sua maioria investigada na Lava Jato.

    Da noite para o dia, foi nomeado corregedor do Senado e relator da indicação da procuradora Raquel Dodge, o que o faz acreditar ter alguma importância, embora não passe de um cumpridor de tarefas indigestas perante à opinião pública.

    Em meio ao turbilhão em torno de Michel Temer, primeiro presidente brasileiro formalmente denunciado pelo crime de corrupção passiva enquanto exerce o cargo, o senador maranhense vem cumprindo à risca o que é determinado pelo Planalto.

    Depois de trair o seu partido o PSB, o eleitor e votar a favor da reforma trabalhista, Rocha antecipa agora o seu relatório favorável, por ordem de Temer, à indicação de Raquel Dodge para a Procuradoria Geral da República, levando em conta somente sua competência e exuberância curricular, sem questionar sua ligação com o ministro do STF, Gilmar Mendes, Sarney e o próprio presidente, defensores do engavetamento da Lava Jato.

    Dodge foi a segunda colocada na lista tríplice elaborada pelo voto dos procuradores, vencida por Nicolau Dino, aliado de Rodrigo Janot, a quem é considerada adversária dentro da PGR.

    Roberto Rocha quer salvar Temer porque sonha trazer o presidente ao Maranhão – como já prometeu -, na expectativa de garantir investimentos federais que possam alavancar sua candidatura ao Palácio dos Leões em 2018.
    Esquece, no entanto, que esse governo imposto por um golpe parlamentar conseguiu apenas 7% de aprovação, segundo última pesquisa DataFolha.

    Em artigo republicado pelo blog, o presidente da OAB/SE, Henri Clay Andrade, diz que “após denúncia de corrupção passiva baseada em fatos estarrecedores revelados em gravação autêntica, Temer, apequenado e enroscado, apega-se à mediocridade e a cumplicidades”.

    Quer melhor explicação para a súbita ascensão de Roberto Rocha?

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