sexta-feira, 9 de junho de 2017

Deputado disse que o Brasil vive uma ditadura judiciária

O deputado Raimundo Cutrim (PCdoB), ao fazer uso da tribuna na sessão desta quinta-feira (8), voltou a afirmar que o Brasil vive hoje uma ditadura judiciária, e que isso é prejudicial para a democracia, visto que os direitos constitucionais e individuais ficam totalmente fragilizados.

“Eu falo o que penso. Sempre foi assim a minha vida toda. Hoje, nós estamos vivendo uma ditadura judiciária e isto é perigoso para a democracia. Aquilo que era exceção, hoje, em pleno século 21, é a regra e a população não pode ficar ouvindo isso de braços cruzados”, afirmou Raimundo Cutrim, lembrando que o código penal brasileiro é de 1940, onde diz que a pessoa só seria conduzida coercitivamente depois da terceira vez que não atendesse à notificação e intimação da Justiça ou do delegado.  Mas hoje, disse o deputado, isso virou regra e as pessoas estão sendo conduzidas coercitivamente para depor em consequência da desmoralização pública.

Resultado de imagem para deputado raimundo cutrim
Raimundo Cutrim também criticou as interceptações telefônicas que estão feitas pelo país a fora. Ele disse que estão colocando assuntos pessoais de família na imprensa para que haja uma desmoralização pública, mas e a lei não diz isso. Ao citar o caso do jornalista Azevedo, da Revista Veja, que teve conversa interceptada, Cutrim afirmou que tanto o Supremo Tribunal Federal, o Ministério Público e a Polícia Federal não deram a devida importância para o caso.  
Interceptação

Raimundo Cutrim também criticou as interceptações telefônicas que estão feitas pelo país a fora. Ele disse que estão colocando assuntos pessoais de família na imprensa para que haja uma desmoralização pública, mas e a lei não diz isso. Ao citar o caso do jornalista Azevedo, da Revista Veja, que teve conversa interceptada, Cutrim afirmou que tanto o Supremo Tribunal Federal, o Ministério Público e a Polícia Federal não deram a devida importância para o caso.  

Também criticou a forma como se deu a prisão do diretor do IDAC, Aragão, onde foi exposto nos blogs com roupa de presidiário. “Eu olhava nos blogs, ele de frente, de costa e com farda de presidiário. A penitenciária não tem esse poder; o Ministério Público não tem esse poder; a Polícia não tem esse poder. Aquilo ali é uma tortura psicológica contra a sua família que depois vai buscar direitos morais. Nós não podemos aceitar que uma pessoa presa, cautelarmente, possa ser execrada publicamente, porque nem sequer, começou a instrução do processo. Eu não estou dizendo se ele está certo ou não, porque eu não conheço o fato, e eu não sou amigo dele para defender causa, eu não conheço o trabalho. O que eu conheço é o hospital de Carutapera, que para mim ele presta um bom serviço a região”, acentuou Raimundo Cutrim.

0 comentários:

Postar um comentário

Nº de visitas

Central de Atendimento

FAÇA PARTE DA EQUIPE DA AGÊNCIA DE NOTÍCIAS BALUARTE

Denúncias, Sugestões, Pautas e Reclamações, ligue:
(98) 9 8767-7101

E-mail:
agencia.baluarte@hotmail.com

atallaia.baluarte@hotmail.com


Sua participação é imprescindível!

Nossos Seguidores

Parceiros ANB