segunda-feira, 26 de junho de 2017
Feirinha São Luís estimula produção e venda de produtos agrícolas na capital 

Uma nova janela de escoamento da produção local, a terceira edição da Feirinha São Luís, realizada pela Prefeitura por meio da Secretaria Municipal de Agricultura, Pesca e Abastecimento (Semapa), funciona como vitrine para os produtos agrícolas cultivados na Ilha de São Luís. O espaço, que também contempla artesanato, artes plásticas, gastronomia, literatura e apresentações culturais, conta com a parceria do Governo do Estado. 

Presente nessa edição, o governador Flávio Dino, que visitou a feirinha acompanhado da primeira-dama Daniela Lima, destacou a importância de ocupar o Centro da cidade com atividades produtivas. "Estamos ocupando uma parte importante da capital do Estado, valorizando a produção local agrícola, artesanal e cultural, ativando ainda mais a promoção turística com um projeto que tem uma intenção social de geração de renda. Pude conversar com todos os comerciantes presentes e vi a alegria deles em participar da Feirinha São Luís que veio pra ficar e só tem a crescer cada vez mais", afirmou o governador.

Para o titular da Semapa, Ivaldo Rodrigues, o escoamento da produção local, assim como a geração de emprego e renda, principais objetivos da Feirinha São Luís, foram alcançados com a juda do público que abraçou a iniciativa da Prefeitura. "A ideia surgiu por orientação do prefeito Edivaldo, da necessidade de novos canais para comercialização da produção rural da nossa capital, que é muito rica em agricultura, e unimos com a vontade de reocupar o Centro da capital aos fins de semana, durante a manhã. Já vemos clientes fiéis, que estão presentes em todos os eventos e sempre chamando mais alguém para prestigiar", informou Ivaldo Rodrigues.

CULINÁRIA

A variedade da culinária regional é marcante no projeto. São oferecidos ao público caldos diversos, bolos, doces em compotas, geleias, queijos, tortas salgadas, frutos do mar, mocotó, e outros ítens que podem ser consumidos por preços acessíveis. "A presença maciça da população e turistas está sendo muito importante, pelo intercâmbio sociocultural, pois além de poderem apreciar as apresentações culturais, fortalecidas durante o período junino, podem também degustar da nossa gastronomia ímpar, com comidas típicas, ou guloseimas que comumente são oferecidas em feiras livres da capital, como os tradicionais pasteis recheados, acompanhados de caldo de cana, entre tantas outras opções, e depois fazer um passeio pelo Centro Histórico", frisou o secretário Ivaldo Rodrigues.

São Luís tem uma grande quantidade de agropolos e comunidades produtivas, gerando vasta variedade frutífera, além de hortaliças leguminosas, folhagens e verduras, cultivadas de forma agroecológica, ou seja, sem o uso de fertilizantes que agridem o solo, água e meio ambiente. As produções são de pequeno porte e geralmente realizadas por famílias da zona rural.

As mentes criativas do Maranhão, que produzem obras de arte e artesanato, também tem seu espaço reservado nas bancas da Feirinha São Luís. Estão à venda bolsas, camisas, tapetes, redes, chapéus, porta objetos, bonecas soulvenirs, e outros ítens.
Reginaldo Fonseca Cantanhede é produtor agrícola de Paço do Lumiar, ele cultiva tangerina, mamão, abricó, maracujá, abacate, manga e goiaba. "Estou aproveitando esse espaço dado para poder escoar a produção também aos domingos, pois não podemos perder a oportunidade de fazer uma renda extra para a nossa família. O retorno tá sendo proveitoso, à cada domingo, acredito que a venda gira em torno de 400 quilos de produtos na minha banca", constatou Reginaldo.

ARTE E ARTESANATO

As mentes criativas do Maranhão, que produzem obras de arte e artesanato, também tem seu espaço reservado nas bancas da Feirinha São Luís. Estão à venda bolsas, camisas, tapetes, redes, chapéus, porta objetos, bonecas soulvenirs, e outros ítens.

Nascida em uma família que já está na sétima geração de rendeiras, a artesã Maria Edwanda Oliveira, executa a técnica da renda de bilro, que aprendeu os sete anos de idade com sua mãe. "A paixão e vontade de ser rendeira tá no sangue, eu me realizo fazendo esse trabalho, me sinto muito bem e faço por amor. O surgimento dessa feira foi bom demais, pois é mais um dia para poder vender nossa arte e ganhar uma renda extra, para contribuir em casa", afirmou.

Maria Nivanilde Santos, faz artesanato utilizando como material a palha do buriti, técnica que ela aprendeu há 9 anos, e desde então não parou mais. "Quando a gente aprende um ofício, não quer mais largar, tive muitas mudanças boas na minha vida desde então. Além de poder todo dia aprender coisas novas e usar a imaginação para criar e imprimir a personalidade no artesanato, podemos realizar troca de experiências, conhecendo novas pessoas e agregando mais cultura, como em um projeto como esse da Feirinha São Luís, antigamente não tinha um lugar assim com tanto cliente no domingo para comprar nosso trabalho, tá sendo lucrativo expor nossa arte aqui", disse a artesã.

Na Barraca do Chef dessa edição, que dá espaço a nomes reconhecidos da culinária maranhense e apresenta ao público pratos diferenciados, tradicionais e novidades, quem comandou o espaço neste domingo foi a chef Cila Brandão, da Budegaria.
CULTURA

Nessa edição, a diversidade deu o tom, iniciando com o Centro de Capoeira Angola Matroá, que trouxe uma mistura do som do berimbau com matracas de bumba meu boi; na sequência, o couro aquecido do tambor de crioula Arte Nossa fez a alegria do público; a Banda do Bom Menino deu continuidade à festividade que teve ainda o sotaque de orquestra do boi Brilhoso do Sol e Mar, a quadrilha Mocinha do Sertão e o forró Pé de Serra, que não deixou ninguém parado.

Participam da feirinha 11 polos que comercializam produtos diversos a preços competitivos distribuídos em 61 barracas, sendo 25 para produtores rurais, 25 para artesanato e 11 para gastronomia.

A iniciativa reúne órgãos municipais, Banco do Nordeste, Governo do Estado, Supermercados Mateus, Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e Associação Comercial do Maranhão (ACM). Apoiam ainda o evento, o Senac, a Academia Maranhense de Letras, e a Arquidiocese de São Luís.

Um comentário:

  1. MESTRE ATALAIA PUBLICA ESSA MATERIA DO BLOG DO SEU AMIGO JUDSON POR FAVOR
    Moradores da Raposa revoltados com a péssima administração da Prefeita Talita Laci vem fazendo várias denúncias do descaso da prefeitura de Raposa. São denúncias referentes à ruas intrafegáveis , avenidas esburacadas tal qual a avenida São Sebastião, que não recebe uma camada asfáltica sequer. A Prefeitura de Raposa já arrecadou nos primeiros seis meses, mais de R$ 19.129.846,49 (mais de dezenove milhões)pra um município com pouco mais de 30.304 mil habitantes.
    O dinheiro, porém, ninguém sabe onde foi aplicado. As ruas continuam esburacadas e não receberam nenhum tipo de melhoria, nem asfáltica e nem paliativa.
    A Educação do município assim como outros setores da gestão também vem sofrendo com o descaso da prefeita Talita que ainda não disse pra que veio como prefeita.
    http://blogdojudson.com.br/index.php/2017/06/26/prefeitura-de-raposa-recebeu-quase-20-milhoes-de-reais-em-seis-meses-e-a-cidade-continua-abandonada/

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