sexta-feira, 28 de abril de 2017
Uma corajosa arquitetura poética de ter ou não ter
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Por Wybson Carvalho
Nesta obra ODE TRISTE PARA AMORES INACABADOS lê-se a alma metafórica de um poeta inspirado a revelar-se entre as circunstâncias infindas de um sentimento uno e(ou) não correspondido e confesso à solidão existencial e presa em si. Tal qual nos diz em um  trecho  de um dos seus poemas:  Amores à parte... Amores à parte, eu também amei /Amei com a tempestade à garganta / com o grito preso aos lençóis / Amei com todos os nós / Entre mim e as tuas mãos a toda solidão da minha vida. 


O autor da obra, Fernando Atallaia, é arquiteto de um desenho, em palavras de confissão, numa edificação construída com traços à moderna engenharia magnético-sentimental, extraída de seu âmago, exposta à oferta de si para os andares, dela, em seus viveres e sentires quanto ao amor.


Com maestria poética, ele se refaz em inúmeras aventuras intencionadas à oferta de seu desejo em busca de uma cumplicidade, quase nunca conseguida, e esvaída, solitária e duvidosamente, como a questão de ter ou não ter reciprocidade na comunhão do sentimento. 


E com belíssimo acabamento criativo enfeita todos os seus andares – aos poemas caracteres – de um caminho que não tem fim, face ao “amor é infinito enquanto dure” à procura de quem o tenha e queira compartilhar. 

Ode Triste para Amores Inacabados é obra significativa da Moderna Poesia Maranhense.




Wybson Carvalho é crítico literário e membro da ACL-Academia Caxiense de Letras.
quinta-feira, 27 de abril de 2017

Maioria da bancada maranhense votou a favor da reforma trabalhista aprovada na Câmara: 12 a 6 

Maranhão Hoje 

Edição de ANB


A bancada maranhense compareceu em peso à votação do projeto de reforma trabalhista, aprovado nesta quarta-feira (26) à noite, com 296 votos a favor e 177 contra. Dos 18 deputados maranhenses, apenas cinco votaram contra.

Votaram a favor da reforma os deputados Alberto Filho (PMDB), Aluísio Mendes (PMN), André Fufuca (PP), Cleber Verde (PRB), Hildo Rocha (PMDB), João Marcelo (PMDB), José Reinaldo (PSB), Júnior Marreca (PEN), Juscelino Filho (DEM), Pedro Fernandes (PTB), Vitor Mendes (PSD), Waldir Maranhão (PR). Votaram contra, Deoclides Macedo (PDT), Eliziane Gama (PPS), Luana Costa (PSB), Rubens Júnior (PCdoB), Wewerton Rocha (PDT) e Zé Carlos (PT).
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Júnior Marreca votou a favor.
Dos 382 deputados de partidos aliados presentes nesta quarta-feira (26), 86 (22,5%) votaram contra o substitutivo do relator Rogério Marinho (PSDB-RN), apoiado pelo governo. Já a oposição deu um único voto a favor da reforma. Dos 91 oposicionistas que votaram, só o pedetista Carlos Eduardo Cadoca (PE) “traiu” a recomendação partidária.

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Weverton: contra.
A esperança para o presidente Michel Temer veio do PSB, que havia fechado questão contra as reformas trabalhista e Previdenciária. Diante do painel eletrônico, a bancada na Câmara se dividiu. Dos 30 parlamentares da legenda presentes em plenário, 14 votaram com o governo e 16, contra. Entre os que contrariaram a decisão da direção do partido, está a líder do partido, Tereza Cristina (MS). Segundo ela, há um recurso contra a decisão do comando partidário de se posicionar contra as duas reformas de Temer.

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Waldir Maranhão a favor.
Para evitar a debandada do PSB, o presidente liberou o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho (PE), para reassumir o mandato e votar favoravelmente à proposta. Ele deve retornar ao ministério ainda nesta semana. O segundo aliado menos fiel foi o PP, que teve nove dissidentes entre os 34 que participaram da votação. O Solidariedade, de Paulo Pereira da Silva (SP), o Paulinho da Força Sindical, deu cinco votos a favor e oito contra a reforma. Um desses votos foi registrado pelo próprio presidente licenciado da central.

O PMDB, de Temer, e o PR, do ministro dos Transportes, Mauricio Quintella Lessa (AL), aparecem na sequência, com sete “traições” ao governo. Já o PSD, do ministro Gilberto Kassab, registrou cinco votos contrários à orientação do Planalto.
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Luana Alves: contra.
O DEM deu todos os seus 29 votos possíveis ao governo. Apenas o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), por restrição regimental, não votou. Já o PSDB teve apenas uma dissidência. Entre os 44 tucanos presentes, a catarinense Geovânia de Sá foi a única a votar contra o projeto relatado por Rogério Marinho (PSDB-RN), integrante da bancada.
Complacência tóxica

Por José Luiz Oliveira de Almeida

Há pessoas que não têm boa percepção da realidade porque se contentam em apenas olhar o que está diante delas em vez de refletir profundamente sobre o que se apresenta diante dos seus olhos. Essa posição, puramente contemplativa em face da realidade, é que as conduzem a, por exemplo, votar em pessoas despudoradas, sem compromisso com as promessas que fazem, muitas das quais tendentes, pura e simplesmente, ao logro, à obtenção de vantagens de cunho pessoal, levando os incautos, sem a exata visão da realidade, a se contentarem apenas com percepção das sombras dessa mesma realidade. (Sócrates).

Conquanto me coloque na condição de uma pessoa comum, sei que, de certa forma, as minhas posições podem influenciar as pessoas. Por isso, não me limito, aliás, me recuso a ver apenas as sombras do que está em volta de mim.

Prefiro, ao reverso, encarar a realidade, olhá-la de frente, sem medo, sem receio, sem receio de expor as minhas inquietações, sem me importar com os que, numa visão reducionista da realidade, advertem, para estancar o pensamento, que juiz só fala nos autos, olvidando-se os críticos que juiz é componente da sociedade, que ele participa do seu acervo cultural e dos problemas que a envolvem, e que é um equívoco imaginar que exista juiz neutro, asséptico, acrítico ou inolente.

Esses críticos, é bem de ver-se, não se dão conta de que neutralidade, em relação aos magistrados, é uma inviabilidade antropológica (Zaffaroni). Nesse sentido, importa consignar, os que pensam que existem juízes neutros, apenas se enganam, pois, repito, antes de ser magistrado, somos todos partícipes das tendências sociais nas quais nos achamos envolvidos; pensar de forma diversa é imaginar que somos uma categoria de alienados.

Devo dizer, agora, em face do tema que escolhi para essas reflexões, que não tenho receio de, algumas vezes, parecer monocórdico ou monotemático por, aparentemente, insistir nos mesmo temas, pois, afinal, de rigor, múltiplos são os temas sobre os quais já expendi as minhas opiniões, as minhas inquietações, pois me incomoda, como disse acima, a posição meramente contemplativa, imberbe (sentido figurado), neutra, passiva, anódina e acomodada diante da realidade.

A verdade é que, reconheçamos, a realidade que testemunhamos nos últimos tempos tem nos impelido a, muitas vezes, tratar, até com certa frequência, dos mesmos temas, daí que não me recuso fazê-lo, afinal, como diz Caetano Veloso, está tudo fora de órbita. Aliás, no Brasil, desde o descobrimento, tudo parece estar mesmo fora de órbita. Por isso insisto em refletir sobre temas aparentemente reiterados, os quais, no entanto, têm a sua relevância em face do momento em que estamos vivendo.

Importa anotar nesse panorama – e aqui avanço, definitivamente, na direção do tema que elegi para meditar -, como tenho destacado em vários artigos e/ou crônicas, que tendemos a ser complacentes, quando nos convém, com os desvios de conduta, se eles, de alguma forma, nos dizem respeito.
Essa tem sido, infelizmente, uma realidade que se descortina sob os nossos olhos, olhos que assimilam – e aceitam com benevolência, como indisfarçável condescendência –  as condutas heterodoxas, dependendo do autor do desvio, dependendo dos nossos próprios interesses.

Penso, com efeito, que, para alguns críticos contumazes da conduta dos “outros”, a realidade tem  cores diferentes se os desvios de conduta são de pessoas pelas quais têm algum apreço, e/ou quando, de alguma forma, são beneficiários (os críticos) desses mesmos desvios. Nesse cenário, o que se constata é que os desvios de conduta são assimilados como práticas, digamos, normais, desde que não sejam as práticas dos nossos vizinhos; esses, sim, merecem ser censurados, quando não condenados, quando agem em desacordo com os valores morais que cultivamos ou deveríamos cultivar.

Tenho qualificado esse tipo de atitude de complacência tóxica. Os efeitos danosos dessa conduta compassiva são imensuráveis, desastrosas mesmo, para o conjunto da sociedade, porque, com ela, terminamos por sedimentar na sociedade o sentimento de que a vida é mesmo assim, que é preciso relativizar, também, as condutas morais, premissa a partir da qual terminamos por influenciar os caminhos das novas gerações.

A capacidade que temos de apontar nos outros os defeitos que não vemos – ou preferimos fingir não ver – nas pessoas que estão no nosso entorno e que deveriam ser desencorajadas de seguir na direção errada, é, além de tóxica, perversa, pois estimula a formação de uma geração de oportunistas, para a qual o céu é o limite.

Tenho dito, repetidas vezes, que não adiantA sentar numa mesa de bar, numa roda de amigos, num ambiente familiar e criticar a ação nefanda de políticos que tomaram de assalto o Estado brasileiro, para, no mesmo passo, fazer vista grossa em face das condutas desviantes e condenáveis daqueles que estão próximos de nós, ou pelos quais nutrimos simpatia, como fizeram, por exemplo, Artur Azevedo, Raul Pompeia e Jorge Amado, que foram defensores ardorosos do nefasto autocrata  Floriano Peixoto (Schmidt, Paulo, “Guia Politicamente Incorreto dos Presidentes da República, Leya, 2016-02-26T03:00:00+00:00. ibooks).

A esperança que tenho é de que operações como a Lava-jato sirvam para diminuir o ímpeto dos que ascendem ao poder, em face é de uma outorga popular, para, nele, poder, promoverem toda sorte de falcatrua. Todavia, antes, precisamos fazer a nossa parte. Precisamos preparar as gerações futuras para se insurgirem contra essas práticas nefandas, sem discriminar os seus, condenando-os indistintamente.

Devemos, sim, nos unir numa cruzada, definitiva e moralizadora, contra os desvios de conduta, seja das pessoas que estão próximas de nós, seja dos que estão distantes dos nossos olhos ou pelos quais tenhamos alguma simpatia, desestimulando, na medida do possível, as gerações futuras de seguirem os passos dos que condescendem com os desvios de conduta.
É isso.


José Luiz Oliveira de Almeida é desembargador do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão. Foi Juiz de Direito da 7ª Vara Criminal e Promotor de Justiça. Também lecionou na Universidade Federal do Maranhão e na Escola da Magistratura do mesmo estado, tendo optado, há alguns anos, pela dedicação exclusiva ao Poder Judiciário.

Atriz pornô torna-se pastora de igreja em Los Angeles


Melissa Scott foi estrela de filmes pornográficos e posou nua para revistas masculinas com o nome “Barbie Bridges”. Em 1995 casou com o pastor Gene Scott, que construiu um império com a igreja. Com a morte do marido, Melissa assumiu a “University Cathedral”, igreja localizada no centro de Los Angeles.

Melissa Scott, actriz de filmes pornográficos, resolveu virar-se para Deus e tornou-se pastora numa igreja de Los Angeles, Califórnia, segundo adiantou a edição norte-americana da revista “Marie Claire”.

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O ANTES E DEPOIS DE MELISSA “University Cathedral”, igreja localizada no centro de Los Angeles.
Melissa Scott foi estrela de filmes pornográficos e posou nua para revistas masculinas com o nome “Barbie Bridges”. Em 1995 casou com o pastor Gene Scott, que construiu um império com a igreja. Quarenta anos mais velho, Gene morreu há quatro anos devido acomplicações provocadas por um cancro da próstata.

Com a morte do marido, Melissa assumiu a “University Cathedral”, igreja localizada no centro de Los Angeles. Só que mal fez o primeiro sermão, alguém a reconheceu e enviou cartões com fotografias da pastora em poses menos religiosas, realçando as parecenças entre a actriz porno e a actual líder da igreja. No entanto, Melissa Scott negou qualquer semelhança com a actriz .


AS INFORMAÇÕES SÃO DO DN
EDIÇÃO DE ANB
Presidente Astro de Ogum promulga Lei que proíbe o Uber em São Luís

No final da manha desta quarta-feira(26), o presidente da Câmara Municipal de São Luís – vereador Astro de Ogum assinou a promulgação da Lei de nº 119/2015, de autoria da vereadora Luciana Mendes, que proíbe o uso do aplicativo Uber em São Luís. Na terça feira(25), taxistas realizaram um protesto contra o uso do aplicativo e acompanhados do deputado Cabo Campos e da ex-vereadora Luciana Mendes, uma comissão de manifestantes foi recebida pelo presidente da Casa – vereador Astro de Ogum (PR).
A promulgação da lei foi a principal reivindicação feita pela comissão ao presidente. A matéria foi aprovada pelo plenário do Legislativo Ludovicense e encaminhado para a sanção do prefeito Edivaldo Holanda Junior, o que acabou não acontecendo.
No final da manha desta quarta-feira(26), o presidente da Câmara Municipal de São Luís – vereador Astro de Ogum assinou a promulgação da Lei de nº 119/2015, de autoria da vereadora Luciana Mendes, que proíbe o uso do aplicativo Uber em São Luís. 
Por conta da omissão do chefe do Executivo, a matéria retornou para a Câmara Municipal para que os procedimentos legais fossem adotados. Segundo a ex-vereadora, o prefeito Edivaldo não sancionou a Lei, razão pela qual coube ao presidente do Legislativo  tal prerrogativa.
Durante a reunião, o presidente sinalizou em favor dos taxistas.  “Sempre atendemos as minorias com muito respeito, nesta Casa. O aplicativo deve ser suspenso até que a empresa se regularize”, explicou o presidente. A lei já foi encaminhada para publicação no Diário Oficial no Município.
Entenda o caso

Ainda no exercício do seu mandato, a então vereadora Luciana Mendes teve aprovada pela Câmara Municipal de São Luís e sancionada pelo prefeito Edivaldo o projeto de Lei nº 119/2015, de sua autoria que dispõe no âmbito do município de São Luís sobre a proibição de uso de veículos particulares cadastrados em aplicativos para o transporte remunerado individual de pessoas e dá outras providências. Em outras palavras, a iniciativa proíbe atuação do aplicativo Uber. Sem mandato a ex-vereadora apoia a causa dos taxistas.(RC/ICL)

Sinpol realiza festa em comemoração do Dia do Policial Civil

O Sindicato dos Policiais Civis do Maranhão (Sinpol/MA) preparou uma grande festa para comemorar, junto com a categoria, o Dia do Policial Civil. Com a presença de profissionais da capital e do interior, e de familiares, a solenidade foi realizada na Associação dos Servidores da Polícia Civil (Aspcema), no Maiobão, na última sexta-feira, 21.


Durante a festa, DJ’s animaram os filiados e demais convidados, com músicas que marcaram diferentes épocas. O show musical ficou por conta da banda Phanda SA, que deu o tom da festa. Ao longo do dia foi oferecido feijoada aos participantes.
Categoria prestigia evento do Sinpol.
Em seu discurso, o presidente do Sinpol/MA, Elton Neves, parabenizou todos os Policiais Civis e lembrou a importância desta profissão para a sociedade. “Apesar de todas as dificuldades, nós temos uma missão muito nobre, muito honrosa. Não podemos, mesmo diante de tantos problemas, nos privar de celebrar o nosso dia. Que nós possamos fazer desse momento, um momento de união, porque temos ainda muito o que conquistar na nossa luta sindical. Mas, essa conquista só será possível se ela for feita com a união de todos. Não é o presidente, não é a diretoria que vai realmente mudar a realidade. Hoje, é o Dia do Policial Civil. Muito nos foi negado, e muito estão querendo nos tirar. Até o pouco que nós temos, estão querendo nos tirar. Mas, o que depender dessa classe, que nunca se rendeu aos desmandos de quem quer que seja, nós continuaremos sempre firmes a lutar”, declarou.

Os filiados aproveitaram a festa para dançar, se divertir e aliviar a tensão que sofrem no cotidiano da Polícia Civil.
Após o discurso, foi realizado o sorteio de brindes aos convidados. Os mimos foram doados pela corretora de seguros Sthatus Life, Stop Way Hotel e Wang Park. Na confraternização foram sorteados ainda dez envelopes de R$ 100.

O cantador oficial do Boi da Maioba, Marquinhos da Pindoba, esteve presente no evento, onde distribuiu CD’s do boi e também deu uma palhinha de uma famosa toada do grupo.


Nivaldo Rodrigues Cardoso, 61 anos, trabalha há 35 anos na Polícia Civil, e foi um dos premiados do dia, ao ser contemplado com R$ 100. Participando pela primeira vez da tradicional festa da categoria, Nivaldo falou que gostou da comemoração por reunir a classe da segurança num momento festivo. “Quero parabenizar os organizadores por nos proporcionar essa confraternização”, disse.


Os filiados aproveitaram a festa para dançar, se divertir e aliviar a tensão que sofrem no cotidiano da Polícia Civil. “Está tudo maravilhoso. Esse é o encontro dos profissionais da segurança, dos seus amigos, momento para a gente se descontrair. Essa é uma excelente iniciativa do Sindicato para comemorar nosso dia”, destacou Raimundo Campos, investigador da Polícia Civil há 25 anos.

Diretoria do Sinpol entrega prêmio para Policial Civil.

A organização e o clima de diversão marcaram o evento. “Parabenizo a organização da festa, está tudo ótimo. Música boa e muita animação”, disse Raimundo Luís de Sousa Pinto, que ganhou uma cortesia para passar o fim de semana no Stop Way Hotel, em São Luís.

Também estiveram presentes na ocasião diretores do Sinpol e o prefeito de Paço do Lumiar, Domingos Dutra.


Confira os ganhadores:
Rômulo Augusto de Sousa Rocha
José de Ribamar Silva Queiroz
Marcos André L. de Assumpção
Renato Ribeiro da Silva
Severino Felinto
Josemilton Teixeira Godinho
Lúcio Mauro A. da Silva
Francisco Euzébio Campos Filho
Alex Sousa
quarta-feira, 26 de abril de 2017
Prefeitura de São José de Ribamar intensificou melhorias na infraestrutura do município

A Prefeitura de São José de Ribamar, por meio da Secretaria Municipal de Recuperação e Manutenção da Malha Viária (SEMMAV), segue realizando serviços tapa-buracos e de melhorias na infraestrutura viária do município. Essas ações foram iniciadas desde o primeiro dia de janeiro deste ano. O objetivo é garantir a trafegabilidade de ruas e avenidas completamente destruídas pela falta de manutenção e conservação nos últimos seis anos.


A operação segue atendendo áreas importantes do município.
O trabalho que já atingiu em sua primeira etapa, cerca de 30 localidades, entre elas, avenidas importantes como Panaquatira, Mascarenhas de Moraes, Araripina, Gonçalves Dias, além da Avenida João Alves Carneiro e Joaquim Mochel – que dão acesso a vias coletoras de grande fluxo, unidades de saúde, e escolas – foram priorizadas, como forma de garantir acessibilidade para a população e motoristas.

O secretário Hilário Ferreira conta que a operação de reconstrução da malha viária do município também está avançando para os bairros e vilas, atendendo assim antigas demandas de ruas completamente deterioradas, algumas inclusive com trechos cortados pelas crateras formadas no local.

“O que estamos enfrentando é inimaginável para um município. Foram seis anos de completo abandono que resultaram no comprometimento total de direitos constitucionais da população que o é de ir e vir. Para se ter ideia, de janeiro até hoje não paramos um só dia, no compromisso de minimizar os transtornos da população”, contou.

O trabalho que já atingiu em sua primeira etapa, cerca de 30 localidades, entre elas, avenidas importantes como Panaquatira, Mascarenhas de Moraes, Araripina, Gonçalves Dias, além da Avenida João Alves Carneiro e Joaquim Mochel.
O secretário também explica que ruas com um comprometimento asfáltico maior, localizadas em bairros como Parque Vitória, Vila Flamengo, J. Câmara, Vila Kiola, Turiúba, Jardim Tropical, Mata e Matinha, também já receberam e ainda estão recebendo serviços emergenciais de pavimentação. “Nesta primeira etapa, o cronograma emergencial vai atender todas as localidades destruídas, ou seja, sem condições de trafegabilidade. Após o período de chuvas vamos trabalhar para garantir obras definitivas, sobretudo nas áreas já mapeadas pela equipe técnica e que necessitam de sérias intervenções”, garantiu.

Melhorias 

A operação segue atendendo áreas importantes do município. Atualmente, cerca de 18 localidades passam por melhoramento de trafegabilidade, entre elas trechos seriamente comprometidos, nos bairros do Centro, São Raimundo, Vila São Luís, Trizidela da Maioba, Araçagy, Parque Araçagy II, Comunidade São Paulo, Alonso Costa, Jardim Tropical, Vila Sarney Filho, Dr. Julinho, polo agrícola Itapary, estrada de São Brás dos Macacos além de estradas.  


MATÉRIA ENVIADA PELA ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO DA PMSJ
Centro Histórico de São Luís sob os cuidados do IPHAN resiste em total abandono.

POR FERNANDO ATALLAIA
DIRETO DA REDAÇÃO

As indicações grosseiras de apadrinhados políticos para órgãos públicos de atuação em áreas consideradas sensíveis como é o caso do Centro Histórico de São Luís, sob a responsabilidade do IPHAN no Maranhão, vem sendo uma das causas do abandono reinante em um dos sítios arquitetônicos mais importantes do mundo.

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INDICAÇÕES GROSSEIRAS O superintendente do IPHAN, Maurício Itapary: ele já havia passado pelo DNIT.
Sob a superintendência de Mauricio  Itapary , o IPHAN até hoje sequer prestou contas  do investimento recebido na marca de R$133 milhões provenientes do PAC Cidades Históricas. O recurso é voltado para o restauro de prédios, incluindo a revitalização da Rua Grande, onde as obras nunca tiveram início. 

Itapary,  indicado para o IPHAN à moda arranjada/grosseira, pouco ou nada entende da complexidade e/ou da importância do Centro Histórico da capital maranhense para a humanidade. Com uma passagem controversa e questionável pelo DNIT, foi alvo de críticas dos servidores daquele órgão que, em carta, acusaram sua atuação de  “estranha à engenharia rodoviária, sem a qualificação necessária”.  A imprensa na ocasião afirmara que o único atributo do hoje superintendente do IPHAN era ser afilhado de um deputado federal maranhense  e filho de um amigo de José Sarney.

Afora as particulares expostas, o caso de Mauricio Itapary lança luz sobre uma lógica viciada que impera no Maranhão, onde especialistas, profissionais e pesquisadores engajados à causa do Patrimônio são excluídos da discussão que envolve a valorização, preservação e proteção do conjunto arquitetônico para dar vez a um corpo inerte e burocratizado selecionado a dedos  por políticos sem compromisso com o Centro. As consequências vêm sendo as piores possíveis: Das 44 obras previstas pelo Governo Federal, a grande maioria sequer foi licitada, para se uma ideia. 

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Kátia Bogea responde atualmente pelo IPHAN nacional; quando superintendente do Instituto no estado, Centro Histórico também amargava abandono.
Há alguns meses o próprio IPHAN que já havia entregado os pontos ao anunciar que as obras pendentes terão que amargar ainda mais morosidade, se deu por convencido de que as medidas tomadas pelo órgão não foram suficientes para a entrega das obras que seguem em atraso. O fato é que o Instituto ao reconhecer a ausência de empenho da atual gestão, nada mais faz que tornar público que o abandono vivenciado hoje por sobrados, casarões, peças e demais monumentos tombados tem relação direta com o alheamento de uma equipe que já mostrou a que veio. 

O IPHAN vive seu próprio paradoxo: instalado num casarão no seio do Centro Histórico é um elefante branco sem atuação para a finalidade a qual é  legitimamente designado. 

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