sexta-feira, 31 de março de 2017
3 Perguntas para Rayol Filho

O vice-presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Maranhão-Sinpol, José Peperiguassú Britto Rayol Filho, mais conhecido como Rayol Filho, do alto dos seus 37 anos vem ao lado do presidente da entidade, Elton Neves, capitaneando a discussão pelo enfrentamento da Reforma da Previdência no estado. A Reforma, amplamente repudiada em solo maranhense, prevê extinção de direitos dos servidores.  O Sinpol quer mantê-los.
 
Graduado em Administração Hospitalar e graduando no Curso de Bacharel em Direito pela Universidade Federal do Maranhão e já há oito  anos servidor da polícia civil, Rayol falou a Agência Baluarte em nome da categoria. Ele fez um breve resumo do que os servidores da Segurança reivindicam diante da problemática. Aproveitou também para traçar  breve perfil da nova gestão do sindicato para os próximos anos. Boa leitura: 


POR FERNANDO ATALLAIA

EDITOR-CHEFE DA AGÊNCIA BALUARTE



Agência Baluarte- Diante das últimas manifestações contra a Reforma da Previdência no estado e das quais o Sinpol participou ativamente, o que o sindicato reivindica à categoria dos policiais civis nessa questão? 


Rayol Filho- A atual diretoria do Sinpol-MA frente à luta contra a Reforma da Previdência em conjunto com demais instituições pelo país, como a COBRAPOL (Confederação Brasileira dos Trabalhadores Policiais Civis) e UPB (União dos Policiais do Brasil), não está de acordo com as subtrações de direitos impostas na Reforma, pois a proposta de emenda pretende retirar da Constituição o Artigo que reconhece a atividade de risco dos profissionais de segurança nos critérios de concessão da aposentadoria. A atividade de risco dos policiais é atualmente assegurada pela Constituição Federal e vemos que não há argumento coerente para sustentar a retirada desse direito das categorias que exercem função pública de forma diferenciada. O Governo Federal só conseguirá superar a atual crise na Segurança Pública se oferecer condições dignas para os servidores que atuam no segmento, são inúmeros os policiais civis dentre outras corporações que já protocolaram pedidos de aposentadoria, consequentemente um número menor de policiais para combate aos crimes.
O vice-presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Maranhão-Sinpol, Rayol Filho em entrevista a Agência Baluarte: ''A atividade de risco dos policiais é atualmente assegurada pela Constituição Federal e vemos que não há argumento coerente para sustentar a retirada desse direito das categorias que exercem função pública de forma diferenciada. O Governo Federal só conseguirá superar a atual crise na Segurança Pública se oferecer condições dignas para os servidores que atuam no segmento, são inúmeros os policiais civis dentre outras corporações que já protocolaram pedidos de aposentadoria, consequentemente um número menor de policiais para combate aos crimes''.
 Agência Baluarte- A atual gestão do sindicato é formada por jovens policiais que mostram incisivo engajamento na luta por melhorias à categoria no estado. Qual  o perfil da atual gestão do Sinpol?  


Rayol Filho- Somos um grupo de várias idades e que quando unidos busca agregar o melhor de cada um para levar à categoria, que tem vivido dias difíceis e de poucas glórias, inexistência de reconhecimento pelos trabalhos prestados à sociedade. Estamos em busca de dias melhores e mostramos para o Governo do Maranhão que a Segurança Pública não se faz apenas com propaganda ou na valorização de determinado cargo. Dentro da instituição Polícia Civil há o Comissário de Polícia, o Investigador, o Escrivão, o Perito Criminalista, o Auxiliar de Perícia, o Auxiliar de Médico Legista, o Operador de Rádio e o Motorista Policial, deve-se  olhar, portanto,  para todos como parte da corporação e não individualmente tratar um a um, como tem ocorrido nos últimos anos.



Agência Baluarte- Quais são hoje  as principais demandas e conquistas a serem pleiteadas em caráter de urgência pelos policiais civis do Maranhão? 


Rayol Filho- A categoria anseia por valorização profissional e os representantes devem tomar a frente na convocação daqueles que estão a esperar, para que possamos construir um projeto de âmbito institucional e que reflita de forma positiva diante e para a sociedade. Sabemos que nos últimos anos a instituição Policia Civil sofreu um desgaste a nível nacional, descrédito quanto à sua atividade precípua, a investigação criminal, não por culpa dos profissionais, mas da estrutura que a cada tempo se torna ainda mais precária ou desvalorizada, sem os investimentos necessários na área de Segurança Pública. Uma instituição com mais de um século de vida vem sendo desmontada por egos ou individualismo, algo que enquanto representantes da categoria, à frente do Sindicato dos Policiais Civis do Maranhão, iremos lutar arduamente para mudar o desprezo que aflige a todos os policiais civis, pois estes homens e mulheres honrados deixam suas famílias em casa não para ir não somente ao local de trabalho, mas para doar sua vida em prol da sociedade, não há preço justo ou ideal nesta relação entre  trabalho e a defesa da sociedade. É dever daqueles que se dispõem ao se fazerem escolhidos. Queremos o reconhecimento do trabalho em todos os aspectos, mas principalmente do Governo do Estado, pois valorizar é preciso.
Juíza presta informações ao TJMA e esclarece sobre a inexistência de abuso de autoridade 

Apesar de intimada três vezes, universidade só se manifestou no processo após a determinação da prisão do reitor.
 

A juíza da 1ª Vara da Fazenda Pública da Capital, Luzia Madeiro Neponucena, prestou informações nesta sexta-feira (31), ao desembargador Kléber Costa Carvalho, sobre os motivos que levaram à decretação da prisão em flagrante do reitor da Universidade Estadual do Maranhão (UEMA), professor Dr. Gustavo Pereira da Costa, em face de descumprimento - reiterado - de decisão judicial. No documento remetido à Corte, a magistrada descreve sobre a decisão de concessão de tutela antecipada proferida em 21 de junho de 2016, e a intimação da UEMA três dias depois, ou seja, em 24 de junho.


Em nova petição ajuizada no processo, o advogado do autor Thiago do Nascimento Gonçalves, requereu o cumprimento da decisão por parte da universidade e a majoração da multa diária para R$ 5 mil reais. "Assim, fora novamente reiterada em 13 de outubro de 2016 a decisão proferida por este Juízo, determinando a intimação pessoal do reitor da Universidade Estadual do Maranhão, Prof. Dr. Gustavo Pereira da Costa, para que cumprisse a decisão que determinou à UEMA, a participação do autor no certame, na condição de pessoa portadora de deficiência, conforme item 4.4.1 do edital, e, em caso de aprovação nesta condição, que efetivasse a matrícula do mesmo no referido curso de Medicina Bacharelado", informa a juíza Luzia Neponucena.
A juíza da 1ª Vara da Fazenda Pública da Capital, Luzia Madeiro Neponucena, prestou informações nesta sexta-feira (31), ao desembargador Kléber Costa Carvalho, sobre os motivos que levaram à decretação da prisão em flagrante do reitor da Universidade Estadual do Maranhão.
Em uma outra petição, mais uma vez o autor requereu o cumprimento da decisão, solicitando à 1ª Vara da Fazenda Pública, que determinasse multa na pessoa do agente público responsável pelo descumprimento da ordem judicial, por ato atentatório ao exercício da jurisdição e dignidade da Justiça, bem como, requerendo a comprovação nos autos do cumprimento da decisão.

A magistrada finaliza o documento remetido ao desembargador, informando que somente determinou o meio coercitivo para a satisfação de uma obrigação de fazer determinada em junho de 2016, devido aos reiterados descumprimentos, apesar das diversas intimações e majoração da multa, que não alcançaram o resultado prático almejado. "Somente depois da determinação de autuação em flagrante delito, é que a UEMA manifestou-se nos autos ofertando Embargo de Declaração no qual requereu a reconsideração do Juízo a respeito desta decisão", descreve.
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Gustavo Pereira da Costa, o reitor: apesar de intimada três vezes, universidade só se manifestou no processo após a determinação da prisão.

"Na oportunidade, noticiou que havia cumprido a decisão, tendo o autor realizado as provas do referido certame, contudo, informou que não o matriculou no curso de Medicina Bacharelado por não ter este, logrado êxito na prova, tendo só então, colacionado os espelhos de prova do autor, outrossim, inexiste nesta fase qualquer documento que demonstre a publicidade deste resultado para conhecimento de terceiros", prossegue Luzia Neponucena.

Em linhas finais, a titular da 1ª Vara da Fazenda Pública afirma que não cometeu abuso na decisão que determinou a autuação em flagrante do reitor. "Ao contrário, antes de tomar medida extrema, oportunizou àquele por três vezes informar acerca do cumprimento da decisão proferida por este Juízo, sob pena de multa e sua majoração, ou o porque de não haver cumprido, contudo, ele manteve-se inerte, tendo manifestado nos autos somente após a determinação de sua autuação em flagrante, medida esta proferida para assegurar o cumprimento efetivo da ordem judicial", finalizou a magistrada.

ENTENDA - A ação que culminou com a decretação da prisão do reitor tem como autor Thiago do Nascimento Gonçalves que concorre a vaga do Curso de Medicina Bacharelado no Processo Seletivo de Acesso à Educação Superior (PAES), da Universidade Estadual do Maranhão, na modalidade universal, apesar de possuir deficiência física atestada em laudo médico.
O item 2.4.2 do edital do certame prevê reserva de 5% das vagas dos cursos de graduação da UEMA a pessoas portadoras, porém excetuou alguns cursos, como os de formação de oficial da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros, de Arquitetura e Urbanismo e da área de saúde.

Por julgar-se prejudicado com a restrição do edital, o autor requereu a concessão de tutela urgência, que foi deferida pela juíza Luzia Neponucena, determinando a participação do requerente na condição de pessoa portadora de deficiência, conforme o item 2.4.2 do edital e, que em caso de aprovação, fosse efetuada a sua matrícula no curso de Medicina, e que além disso disponibilizasse o quantitativo de 5% das vagas do referido curso para pessoas com deficiência. Só que o reitor, devidamente intimado, não cumpriu a decisão judicial.


MATÉRIA ENVIADA PELA CORREGEDORIA GERAL DA JUSTIÇA DO MARANHÃO
COM EDIÇÃO DA AGÊNCIA BALUARTE 
Presidente da Força Sindical do Maranhão encabeça luta contra Reforma da Previdência no estado
Frazão Oliveira tem levado o debate às ruas e redes sociais.


POR FERNANDO ATALLAIA
DIRETO DA REDAÇÃO


O presidente da Força Sindical do Maranhão, Frazão Oliveira luta, atualmente, contra a Reforma da Previdência proposta pelo governo Temer aos brasileiros. Oliveira tem levado aos municípios maranhenses e redes sociais as desvantagens que possivelmente poderão ser notadas pelas mudanças na área previdenciária.  


Em nota aos servidores públicos onde critica a decisão do Governo, o sindicalista chama atenção para o fato de que há uma maquiagem na intenção do presidente em instituir novos parâmetros às aposentadorias. 
O presidente da Força Sindical do Maranhão, Frazão Oliveira: ''E aí? Vão ficar aí parados, esperando a morte chegar? Dia 28 de abril vai ter Greve Geral no país inteiro. Apareçam lá nesse dia, ponham a cara nas ruas, protestem, lutem, briguem pelos seus direitos''. 
''O modus operandis da morte previdenciária dos servidores públicos é mesmo desenhado por ele, para os trabalhadores da iniciativa privada. Temer só mudou a guilhotina de lugar. Tirou de Brasília e a instalou nos Estados e Municípios. Temer vai dar seis meses para que os governadores e prefeitos de todas as matizes políticas, os  degolem sem dor nem piedade'', diz ele. 


Frazão Oliveira conclamou, recentemente, os maranhenses frequentadores das redes sociais a participarem de uma grande mobilização que vem sendo organizada e que deverá acontecer em abril. A Força Sindical mostra engajamento e sai na frente no debate público que encerra uma das questões mais polêmicas até hoje vivenciadas no país.


''E aí? Vão ficar aí parados, esperando a morte chegar? Dia 28 de abril vai ter Greve Geral no país inteiro. Apareçam lá nesse dia, ponham a cara nas ruas, protestem, lutem, briguem pelos seus direitos'', escreve o sindicalista na nota.

Pai e filho são presos tentando sacar R$28,8 bilhões

Com as prisões preventivas já decretadas por estelionato pela justiça, os empresários paulistas Antônio Rodrigues Neto, de 65 anos, e Antônio Rodrigues Filho, 40, pai e filho, foram apresentados, na manhã desta quarta-feira (29), à imprensa pela delegada Maria Selma Lima, titular da 16ª Delegacia Territorial (DT/Pituba). Os dois são suspeitos de tentar aplicar um golpe de R$ 28,8 bilhões em Títulos do Tesouro Nacional (TTNs).

Um gerente do Banco do Brasil, agência da Avenida Manoel Dias, no bairro da Pituba, que atendeu os dois, na terça-feira (28), foi quem desconfiou do golpe e chamou a polícia. Pai e filho estavam acompanhados de um grupo de empresários de São Paulo e da Bahia, que teriam interesse no negócio. Uma equipe do Departamento de Repressão e Combate ao Crime Organizado (Draco) foi à agência e conduziu todos à DT/Pituba, que ficou com o caso.

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Antônio Rodrigues Neto, de 65 anos, e Antônio Rodrigues Filho, 40, pai e filho, foram apresentados, na manhã desta quarta-feira (29), à imprensa pela delegada Maria Selma Lima, titular da 16ª Delegacia Territorial (DT/Pituba). Os dois são suspeitos de tentar aplicar um golpe de R$ 28,8 bilhões em Títulos do Tesouro Nacional (TTNs).
Em depoimento à delegada Maria Selma, o gerente do BB disse que Antônio Neto e Antônio Filho foram à agência para abrir uma conta corrente para receber um depósito de R$ 28,8 bilhões referentes às TTNs que tinham em mãos. O Banco Central é que faria isso. Como os documentos de propriedade dos títulos que apresentaram eram incompatíveis tanto em relação aos valores, quanto em relação aos modelos usualmente usados nessas transações, decidiu denunciá-los.

Proprietários da New Ápice Empreendimentos e Participações Ltda, com sede em Alphavile, em Barueri, estado de São Paulo, Antônio Neto e Antônio Filho disseram à delegada que tudo não passava de um grande mal entendido, pois as TTNs são legítimas e, mais tempo, menos tempo, tudo será esclarecido. A delegada pesquisou sobre a New Ápice e descobriu que ela atuaria no ramo de desenvolvimento e licenciamento de programas de computadores não customizáveis, e não em corretagem de valores, o que sugeriria alguém que porta títulos no valor de bilhões.

A delegada Maria Selma, inclusive, já está buscando entender porque os dois empresários escolheram a Bahia para abrir uma conta corrente para tão vultosa transação. Obteve informações preliminares de que os dois já estiveram em outros estados e em outros bancos com o mesmo objetivo: abrir uma conta corrente para sacar a bagatela de R$ 28,8 bilhões.

“Apreendemos vários documentos e, entre eles, há a presença de folhas de contratos de outros bancos e boletos também. Vamos investigar a fundo o que eles pretendiam”, disse a delegada, que já iniciou a coleta de depoimentos dos empresários que acompanhavam a dupla e saber qual era o papel deles e como se beneficiariam de tudo. “Alguns já desconfiam que seriam vítimas de um golpe também”, salientou.
Pastor sai correndo nu após ser flagrado com mulher casada
O marido pegou o pastor no flagra mantendo relações sexuais com a sua esposa.

Um caso de traição envolvendo um Pastor com uma fiel da Igreja Batista Jacob Chapel foi registrado na cidade de Tallahassee, na Flórida. O pastor foi pego no flagra pelo próprio marido traído no momento em que estava mantendo relações sexuais com sua esposa no quarto que usa sua filha mais velha. O pastor pego no flagra foi identificado como O. Jermaine Simmons, de 37 anos, que também é casado e tem um filho. A mulher foi identificada como Claynisha Monette Stephens, de 34 anos, esposa de Benjamin Stephens III.


Segundo informações da polícia local, os oficiais foram até o apartamento na Praça Sienna, na capital Circle Northeast, na tarde de 17 de janeiro, após uma mulher ter chamado a polícia relatando que seu marido estava com muita raiva. Ele estava com uma arma ameaçando de morte um homem, após ele ter flagrado ela mantendo relações sexuais com o homem dentro do quarto da sua filha. 

Pastor é pego no flagra com mulher casada
Ele estava com uma arma ameaçando de morte um homem, após ele ter flagrado ela mantendo relações sexuais com o homem dentro do quarto da sua filha.

Ainda de acordo com a polícia, o homem traído chegou em casa após a escola ter entrado em contato com a sua esposa para pegar seu filho doente, mas não obteve sucesso. Então resolveu entrar em contado como o homem, que, ao chegar em sua residência, flagrou toda a cena.


O homem, enfurecido, disse para o pastor que ia matá-lo. Em seguida, foi até o seu quarto pegar uma arma. Nesse momento, o amante saiu correndo do apartamento completamente nu e se escondeu atrás de uma cerca. O incidente aconteceu na mesma semana em que Jermaine Simmons estava comemorando o seu 11º aniversário de liderança na Igreja Batista Jacob Chapel.


De acordo com o portal “Christian Post”, um ex-membro da entidade religiosa, que preferiu ficar em anonimato, disse que o pastor já fez muita coisa boa antes do caso de traição. "Antes deste incidente aquela igreja tem feito muito bem a toda aquela comunidade. [A igreja] ajudou as pessoas com contas, ajudou as pessoas a encontrarem empregos, ajudou as pessoas a deixarem as drogas", disse o ex-membro em anonimato.


Ainda de acordo com o portal , a direção da Igreja se pronunciou a favor do pastor. "Sob a liderança do Pastor Simmons, a Capela de Jacó literalmente alimentou os famintos, vestiu os nus, ministrou aos que estavam nas prisões e construiu casas para aqueles sem-abrigo, é a mensagem da Cruz, da morte, do sepultamento e da ressurreição de Cristo da sepultura que continua a alimentar o fogo que queima dentro deste apaixonado pregador e professor", disse a igreja.



As informações são do Blastingnews

Edição de ANB Online

Reunião discute convênios entre UFMA e Paço do Lumiar 

 

O prefeito da cidade de Paço do Lumiar Domingos Dutra (PCdoB) participou de uma reunião na reitoria da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) para viabilizar convênios que possam beneficiar a população luminense com mais acesso a educação e saúde.


Na reunião foram debatidos assuntos como a parceria com a Fundação Josué Montelo para melhorar o funcionamento das 16 Unidades Básicas de Saúde, viabilização de cursos de capacitação profissional para nível técnico e superior para suprir a demanda na educação.
A implantação de um polo da UFMA em Paço do Lumiar, a desativação do lixão, reciclagem de resíduos sólidos e parceria com a equipe de fitoterapia da Dra. Teresinha Rego com o objetivo de proporcionar atendimentos semanais em Paço do Lumiar também foram discutidos na reunião na reitoria da Universidade Federal.
Para a reitora dra. Nair Portela Silva Coutinho destacou a importância da iniciativa da Prefeitura de Paço do Lumiar “É uma parceria importantíssima, pois pode agregar os valores que Universidade tem as demandas de Paço do Lumiar”, afirmou.

A implantação de um polo da UFMA em Paço do Lumiar, a desativação do lixão, reciclagem de resíduos sólidos e parceria com a equipe de fitoterapia da Dra. Teresinha Rego com o objetivo de proporcionar atendimentos semanais em Paço do Lumiar também foram discutidos na reunião na reitoria da Universidade Federal.

“Discutimos parcerias em várias áreas, desde a formação de professores, gestores da saúde, produção de vídeo para apresentar as nossas riquezas culturais, nosso turismo. A reitora se comprometeu a fazer uma visita com uma equipe para conhecer melhor a nossa realidade. Portanto, aqui é o primeiro passo para tirar Paço da escuridão”, explicou o prefeito Domingos Dutra.

Outra reunião será realizada com a presença de cada núcleo para acertar detalhes com a finalidade de atender os pedidos de convênios solicitados pela nova gestão da Prefeitura de Paço do Lumiar.
Ministério Público do Maranhão acionou Marreca por improbidade administrativa
Ele terá que devolver R$ 13 milhões à Prefeitura.

A 1ª Promotoria de Justiça da Comarca de Itapecuru-Mirim ingressou, no último dia 23, com uma Ação Civil Pública por improbidade administrativa contra Antonio da Cruz Filgueira Junior, conhecido como Júnior Marreca, ex-prefeito do Município. Também são alvos da ação a Interativa – Cooperativa de Serviços Múltiplos Ltda. e seu ex-presidente, Georgevan Ferreira Santos.
 
Em 2011, a Interativa – Cooperativa de Serviços Múltiplos Ltda. firmou contrato com a Prefeitura de Itapecuru-Mirim para “prestar serviços da área pública”. A empresa teria sido a vencedora do pregão presencial n° 13/2011, com valor global de pouco mais de R$ 6,5 milhões. De acordo com Georgevan Santos, foram contratadas cerca de 250 pessoas para prestar serviços na prefeitura, com valor contratual mensal de R$ 543.622,51.

Em depoimento, o ex-presidente da empresa afirmou que os valores não foram mais honrados pela Prefeitura a partir de junho de 2012, havendo a “rescisão parcial e verbal” do contrato. A Interativa – Cooperativa de Serviços Múltiplos Ltda. teria deixado de prestar serviços à administração municipal em novembro de 2012.
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MÃO PESADA Júnior Marreca terá  que devolver R$ 13 milhões à Prefeitura de Itapecuru-Mirim.
Em 2016, foi solicitada cópia do procedimento licitatório n° 13/2011 ao Município. Em resposta, a Procuradoria Geral do Município afirmou não ter encontrado os documentos nos arquivos municipais, tendo encaminhado cópia do estatuto da empresa e do segundo termo aditivo ao contrato, no valor de R$ 7.445.140,20. Esse aditivo previa a prestação de serviços entre abril de 2012 e abril de 2013. No entanto, de fato, os serviços findaram em 31 de dezembro de 2012, último dia de mandato de Júnior Marreca.

Ainda de acordo com a Procuradoria do Município, concomitante ao contrato com a Interativa, o ex-gestor realizou uma série de contratações temporárias de pessoal nos exercícios de 2006 a 2012. Tal situação levou a Prefeitura de Itapecuru-Mirim a condenações na Justiça do Trabalho, por conta de dívidas não saldadas pela empresa.

TERCEIRIZAÇÃO

Para a promotora de justiça Flávia Valéria Nava Silva, “o contrato firmado entre o ente municipal e a Interativa se refere à terceirização para fornecimento de mão de obra, que corresponde a artifício utilizado para burlar a regra da obrigatoriedade do concurso público”. Ela cita como exemplos os cargos de psicólogo, auxiliar administrativo, motorista e auxiliar de enfermagem, reconhecidamente necessários pela administração municipal e com necessidade já quantificada, mas, mesmo assim, contratados por meio da empresa.

“Ao contrário do que ocorre com a terceirização sob a forma de empreitada de serviço, a espécie em comento caracteriza-se pelos requisitos de subordinação e pessoalidade, próprios de uma relação de empresa, razão pela qual não pode ser admitida no serviço público”, complementa a representante ministerial.

PENALIDADES

Na ação, o Ministério Público do Maranhão pede, como medida Liminar, que a Justiça determine a decretação da indisponibilidade dos bens dos envolvidos. Ao final do processo, Antonio da Cruz Filgueira Junior, Georgevan Ferreira Santos e a Interativa – Cooperativa de Serviços Múltiplos Ltda. Se condenados, os envolvidos estão sujeitos ao ressarcimento solidário de R$ 13.968.610,30 mais os valores a serem apurados, atualizações monetárias e acréscimos legais.

Júnior Marreca está sujeito, ainda, à perda do cargo público que esteja exercendo, suspensão dos direitos políticos por oito anos, multa de 100 vezes o valor recebido à época e proibição de receber benefícios ou fechar contratos com o Poder Público pelo prazo de cinco anos.

Georgevan Santos também pode ser condenado ao pagamento de multa de 10 vezes o valor adquirido irregularmente e à proibição de receber benefícios ou incentivos do Estado por até cinco anos. Se condenada, a Interativa – Cooperativa de Serviços Múltiplos Ltda. está sujeita à mesma proibição e poderá ter que arcar com o pagamento de multa de até 100 vezes o valor recebido irregularmente do Município de Itapecuru-Mirim.

Redação: Rodrigo Freitas (CCOM-MPMA)
Edição: ANB Online

Reprovação ao governo Temer sobe para 55% 

A reprovação ao governo do presidente Michel Temer subiu para 55% em março ante 46% em dezembro do ano passado, de acordo com pesquisa CNI/Ibope divulgada nesta sexta-feira (31), que apontou ainda desaprovação de 73% à maneira de governar de Temer, contra 64% no levantamento passado.

Ueslei Marcelino/Reuters
A reprovação ao governo do presidente Michel Temer subiu para 55% em março ante 46% em dezembro do ano passado, de acordo com pesquisa CNI/Ibope divulgada nesta sexta-feira.
A aprovação ao governo ficou em 10%, ante 13% em dezembro, enquanto aqueles que consideram o governo regular somaram 31%, contra 35%, segundo o levantamento.
A pesquisa ouviu 2.000 pessoas em 126 municípios entre 16 e 19 de março. A margem de erro é de 2 pontos percentuais.


Reportagem de Maria Carolina Marcello
Edição de ANB Online 
quinta-feira, 30 de março de 2017
Casa de shows que prioriza a boa música e o entretenimento inteligente, o Nosso Canto é referencia em São Luís e no Maranhão

POR FERNANDO ATALLAIA
DIRETO DA REDAÇÃO

Quem vem a São Luís não pode deixar de ir ao Nosso Canto Buteco, casa de shows e de fomento à música de qualidade na Ilha. É por lá que artistas da estirpe de Carlos Berg, Wilson Aranha, Marcus Lussaray, Kadu Ribeiro, dentre muitos outros se apresentam com frequência. 


O local, um ponto de encontro das famílias e juventude ludovicense, oferece além dos serviços de bar e restaurante, uma diversidade musical ímpar. Espaço agradável e frequentado por todas as classes sociais, o Nosso Canto integra o conjunto de estabelecimentos que resistem à chamada música comercial depredatória. 

Foto de Nosso Canto
Descontração, espontaneidade e, sobretudo, tranquilidade, o clima da Casa  agrada ao público mais exigente que acompanha em tempo real a programação semanal oferecida.

Funcionando de segunda a sábado, o cardápio é dos melhores, com direito a bossa nova, pop-rock, reggae roots ao vivo  e ainda um passeio pela MPB na interpretação de expoentes da musicalidade maranhense atual. 


Descontração, espontaneidade e, sobretudo, tranquilidade, o clima da Casa  agrada ao público mais exigente que acompanha em tempo real a programação semanal oferecida pelo Buteco. Formação de plateia para os músicos e valorização dos artistas da cidade também norteiam o conceito Nosso Canto de entretenimento.


Para este fim de semana, a casa de shows promete por mais uma vez embalar a noite da Ilha com a conhecida qualidade de sempre.  O Nosso Canto fica localizado na Rua 85, Quadra 02, Vinhais.
"Não entrevisto negros" — Detalhes de uma história inaceitável e revoltante

“Eu não entrevisto negros”. Publicação acende o debate sobre inclusão dos negros nas grandes empresas. Em condição de anonimato, a vítima, que tem excelente formação e currículo, explica por que não pretende levar a denúncia adiante.

O presidente da indústria farmacêutica Bayer no Brasil, Theo van der Loo, denunciou em seu perfil na rede social para profissionais LinkedIn, no último sábado, uma “história inaceitável e revoltante”, como ele mesmo classificou.

Um conhecido do executivo, negro, sofreu racismo durante uma entrevista de emprego que aconteceu no dia anterior à publicação da denúncia.

De acordo com Theo, o amigo em questão tinha “excelente formação e currículo”, mas no momento da entrevista, ouviu da pessoa que iria recebê-lo que ele “não entrevistava negros”.

bayer racismo trabalho entrevisto negros
Theo continua o relato, dizendo que sugeriu ao amigo que fizesse uma denúncia. O executivo, então, diz que ficou surpreso com a resposta que recebeu.
Theo continua o relato, dizendo que sugeriu ao amigo que fizesse uma denúncia. O executivo, então, diz que ficou surpreso com a resposta que recebeu.

“Pensei, mas achei melhor não fazer, pois posso queimar minha imagem”, justificou o candidato negro ofendido pelo entrevistador.

A publicação de Van der Loo levantou a bola do debate sobre a inclusão racial nas grandes empresas brasileiras. Seu post teve mais de 500 mil visualizações em quatro dias, um número muito acima média para uma rede social restrita a interações de trabalho.

“Gostaria de que ficasse claro que esta não é minha causa como presidente da Bayer, pois hoje sou presidente e amanhã não. Esta é uma causa que defendo como cidadão brasileiro, e gostaria de que não fosse minha e sim da sociedade”, explicou Theo após a repercussão da postagem.

 

Theo van der Loo


Filho de holandeses, Theo nasceu em São Paulo em 1955 e criou-se com crianças do asfalto e da favela do bairro de Brooklin, na zona sul da cidade. “Meus pais sempre me passaram uns valores fortes para não ter preconceito. Os dois viveram a Segunda Guerra e eu lembro da minha mãe sempre ajudando as pessoas, a todas, independentemente da cor ou a classe”.

A Bayer, conta Theo, tem com um comitê próprio pela inclusão e há funcionários dedicados a essa questão. O curioso é que em outros países o foco está em favorecer a integração de mulheres, pessoas com deficiência ou LGBT, mas no Brasil chegou-se à conclusão de que a maior lacuna estava na falta de oportunidades dadas aos negros.

No país, enquanto mais de 53% da população se declara negra, apenas representam 17,4% da parcela mais rica do país, segundo dados do IBGE de 2014.

“Vejo as pessoas negras com dificuldade de encontrar emprego e fazer carreira. É uma questão de ter uma sociedade mais justa. Minha missão é na Bayer, mas cada CEO tem sua responsabilidade”, alerta o executivo.

“Se a gente quer um país melhor não podemos ignorar as desigualdades sociais, e no Brasil quem as sofre são principalmente os afrodescentes. É necessário ter mais negros nas grandes empresas fazendo carreira. É melhor para o país. Do jeito que esta não dá para ficar”.

Em 2015, Theo van der Loo conquistou o prêmio de personalidade do ano na categoria ‘Melhor Estímulo à Ação Afirmativa”, graças ao programa de diversidade aplicado na Bayer, onde é CEO desde janeiro de 2011.

 

A vítima

 

Em entrevista à BBC Brasil em condição de anonimato, o candidato negro amigo de Theo disse que manterá sua postura de não denunciar o racismo sob pena de adquirir fama de “vitimista” no mercado de trabalho.

“Há uma linha muito tênue entre algo que pode sensibilizar a opinião pública e acabar com a minha carreira profissional”, considera Lucas*, que está há sete meses desempregado e não quer correr riscos.

“Eu conheço o mapa mental do empresariado brasileiro, e, no Brasil, qualquer tipo de agressividade pode acabar se voltando contra você. Você pode rapidamente ser visto como ‘vitimista’ ou como um ‘cara problema'”, completa.

Nascido e criado em um “bairro tradicional” de São Paulo, bisneto de escravos, neto de empregada doméstica, foi o primeiro de sua família a ir para a universidade, a sair do país e a cursar uma pós-graduação nos EUA.

Mas ele diz que o relato de preconceito está longe de ser exceção na sua trajetória profissional.
Quando Lucas* foi atrás de seu primeiro emprego, aos 14 anos, pleiteando uma vaga de office boy em uma conhecida rede de varejo de material escolar, ouviu da moça que encaminhava os candidatos para preencher fichas que “não havia vagas” para ele; deveria procurar com os “amigos” do lado de fora, no estacionamento onde atuavam flanelinhas — todos negros.

Aos 20 e poucos anos, no programa de trainee de uma “grande organização brasileira” para a qual havia sonhado em trabalhar, conta que o gerente costumava chamá-lo de “neguinho do pastoreio”. Às vezes, também de monkey (macaco, em inglês).

“Ele dizia que eu dei sorte por não ser um negro beiçudo, ser boa pinta, falar bem e não ser burro”, lembra.

Mais recentemente, aos 30 e poucos, descobriu uma troca de e-mails numa empresa para a qual prestava consultoria na qual funcionários o chamavam de “macaco” e faziam troça de seu estilo, e do fato de usar camisas da marca Lacoste.

“Onde já se viu, negro com pinta de branco”, leu em uma mensagem. Lucas* diz ter tido acesso a uma troca de e-mails por acaso, e levou o caso a um superintendente. O caso foi abafado. Pouco tempo depois, Lucas foi mandado embora.

“Infelizmente temos ainda esse câncer na sociedade brasileira, e existe ainda essa celeuma popular que associa negros a malandros, vagabundos e outros adjetivos pejorativos que povoam o imaginário coletivo”, diz ele.


*O nome foi trocado para preservar a identidade do profissional


do Pragmatismo
com informações de BBC Brasil
edição de ANB 

Sinpol e deputado Júnior Verde tratam de audiência sobre a reforma da previdência

Na última segunda-feira, dia 27, a direção do Sinpol/MA reuniu com o deputado estadual Júnior Verde (PRB), em seu gabinete parlamentar, para tratar da audiência que irá debater a Reforma da Previdência. Inicialmente, o evento estava previsto para acontecer na próxima sexta-feira, dia 31, mas, em virtude de conflito de agenda, foi adiado para o dia 07 de abril, às 9h, no auditório do Complexo de Comunicação da Assembleia Legislativa do Maranhão.

Na ocasião, o presidente do Sinpol/MA, Elton Neves, reforçou a mobilização da categoria contra a PEC 287. “Não vamos admitir que o governo trate a Polícia Civil de forma diferenciada. Precisamos debater vários pontos e reforçar, cada vez mais, o posicionamento dos servidores da segurança pública”.
Na ocasião, o presidente do Sinpol/MA, Elton Neves, reforçou a mobilização da categoria contra a PEC 287. “Não vamos admitir que o governo trate a Polícia Civil de forma diferenciada. Precisamos debater vários pontos e reforçar, cada vez mais, o posicionamento dos servidores da segurança pública”, declarou.

Segundo Júnior Verde, é importante a participação das entidades representativas na construção de uma proposta alternativa que possa ser levada ao Congresso Nacional. “O diálogo é o caminho mais acertado. Vamos opinar, apresentar contra propostas. Se for para ir à Brasília, nós iremos. Temos que buscar a ampliação de direitos”, ressaltou.
Deputado esteve ontem nos estúdios da TV Maranhense, afiliada da TV Bandeirantes no estado


POR FERNANDO ATALLAIA

DIRETO DA REDAÇÃO


O deputado Raimundo Cutrim(PCdoB), vem sendo convidado com frequência a tecer observações sobre o cenário político-social do estado nos principais meios de comunicação do Maranhão. 


Nesta quarta (29) por ocasião da participação do parlamentar no programa MA News da TV Maranhense, afiliada da TV  Bandeirantes, Raimundo Cutrim fez análises dos atuais temas que vem sendo destaque na opinião pública maranhense e brasileira. Cutrim é especialista da área da Segurança e um dos deputados com marcante atuação na ALEMA. 


O deputado estadual, Raimundo Cutrim: entrevista ao programa MA News.
Entrevistado pelo jornalista ancora do programa, Edilson Wanderlei, o deputado prometeu voltar à TV para conceder, em breve, nova entrevista, desta vez para tratar do assunto que mais vem preocupando os maranhenses nos últimos anos: insegurança, violência e avanço da criminalidade. 


A entrevista do deputado Raimundo Cutrim foi ao ar hoje e será reprisada nas próximas edições do MA News.


Vale a pena conferir!




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