domingo, 25 de dezembro de 2016
Sem nenhuma ética, secretário de Comunicação e Articulação Politica do Governo do Estado se rendeu ao fuxiquismo barato em redes sociais. 
 
POR FERNANDO ATALLAIA

DIRETO DA REDAÇÃO 


A matéria produzida pelo blogueiro e jornalista Diego Emir para o jornal O Estado de São Paulo, edição de hoje, 25, ganhou desdobramentos no gabinete do secretário de Articulação Politica e Comunicação do estado Márcio Jerry que disparou contra o repórter nas redes sociais.  


‘’ Depois de mentir e inventar personagens em matéria para o @EstadaoPolitica o @diegoemir me liga pra gritar impropérios. É muito cara de pau’’, esbravejou Jerry.

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ELE NÃO SABE LIDAR COM A IMPRENSA O secretário de Comunicação e Articulação Política do Governo do Estado, Márcio Jerry: baixo e rasteiro, ele chamou jornalista de 'cara de pau'.
Mostrando não ter ética e respeito pela liberdade de imprensa no Maranhão, a postura baixa e rasteira de Marcio Jerry ganhou o repúdio de leitores maranhenses que acusaram o secretário de injúria e difamação. Não se tem a confirmação de que Emir teria, de fato, ligado para Jerry, mas ainda assim o secretário xinga o jornalista querendo fazer crer que sim. 


Não é de hoje que Márcio Jerry, principal auxiliar do governador Flávio Dino, expõe a deficiência e o despreparo no trato com a imprensa, em particular blogueiros, deixando claro o posicionamento antidemocrático do Governo comunista em relação aos comunicadores. Ele já partiu para cima de outros colegas de profissão, recebendo da população o mesmo tratamento: repúdio. 


À guisa de contraponto ao comportamento  torpe do secretário e em solidariedade ao jornalista, ANB Online  deixa abaixo um dos textos matrizes do exercício da profissão/atuação dos agentes da imprensa. Esperamos que Márcio Jerry utilize-o como bússola:  


''A imprensa é a vista da Nação. Por ela é que a Nação acompanha o que lhe passa ao perto e ao longe, enxerga o que lhe malfazem, devassa o que lhe ocultam e tramam, colhe o que lhe sonegam, ou roubam, percebe onde lhe alvejam, ou nodoam, mede o que lhe cerceiam, ou destroem, vela pelo que lhe interessa, e se acautela do que a ameaça''. 


Rui Barbosa

Sete países da América Latina investigam propina da Odebrecht

Pelo menos sete países da América Latina anunciaram hoje (23) que vão investigar o suposto pagamento de propina de executivos da empreiteira brasileira Odebrecht, investigada na Operação Lava Jato, em troca de vantagens em contratos públicos. As medidas foram tomadas em reação à divulgação de documentos nos quais o Departamento do Estado dos Estados Unidos […]

Pelo menos sete países da América Latina anunciaram sexta-feira (23) que vão investigar o suposto pagamento de propina de executivos da empreiteira brasileira Odebrecht, investigada na Operação Lava Jato, em troca de vantagens em contratos públicos.
As medidas foram tomadas em reação à divulgação de documentos nos quais o Departamento do Estado dos Estados Unidos confirmou que a Odebrecht pagou mais de US$ 1 bilhão, cerca de R$ 3,3 bilhões, em propina a funcionários de governos em 12 países.

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Pelo menos sete países da América Latina anunciaram sexta-feira (23) que vão investigar o suposto pagamento de propina de executivos da empreiteira brasileira Odebrecht, investigada na Operação Lava Jato, em troca de vantagens em contratos públicos.
Peruano nega propina

O presidente do Peru, Pedro Pablo Kuczynski, negou ter recebido dinheiro quando era presidente do Conselho de Ministros no governo do ex-presidente Alejandro Toledo, que ocupou o cargo entre 2001-2006. Kuczynski disse que apóia a investigação sobre as denúncias.

“Eu posso garantir que não recebi nada, nem sei de nada. Obviamente, deve-se investigar tudo isso e sou a favor de uma profunda investigação”, disse.

Diante das novas denúncias, a procuradoria do Peru decidiu reabrir uma investigação na qual Kuczynski foi acusado de favorecer a Odebrecht em uma concessão pública durante o período em que ocupou cargo no Conselho de Ministros.

Equador investigará propina

O governo do Equador anunciou que pediu ao Ministério Público que investigue supostos pagamentos de propina pela Odebrecht no país. Uma das principais obras feitas pela empreiteira foi a construção do metrô da capital, Quito.
Em 2008, o atual presidente, Rafael Correa, expulsou a Odebrecht do país sob a alegação de que houve irregularidades da usina hidrelétrica de San Francisco, financiada com recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Colômbia cancelará contratos

Por meio do secretário de Transparência da Presidência da República, Camilo Enciso, a Colômbia anunciou que vai cancelar todos os contratos nos quais ficar comprovada que a Odebrecht pagou propina.

“No momento em que for demonstrado de maneira clara que houve pagamento de subornos, o estado colombiano não duvidará de nenhuma maneira em tomar as decisões necessárias para terminar de maneira unilateral seus contratos e para evitar que a Odebrecht continue tendo negócios no país”, disse Enciso.

Argentina pede informações a investigadores

Na Argentina, o órgão responsável pelo combate à corrupção informou que pediu informações à força-tarefa de investigadores da Lava Jato para obter informações mais detalhadas sobre as denúncias de que US$ 35 milhões foram pagos em propina para funcionários públicos entre 2007 e 2015, fato que teria ocorrido durante o governo da ex-presidente Cristina Kirchner.

Oposição da Venezuela vai apurar denúncias

Na Venezuela, parlamentares oposicionistas ao governo do presidente Nícolas Maduro afirmam que vão investigar as denúncias por meio da Comissão de Controladoria do Parlamento.

As suspeitas são sobre supostos pagamentos de propina a funcionário do governo de Maduro e do ex-presidente Hugo Chavez.

Panamá anuncia punição

O governo do Panamá prometeu processar e punir integrantes do governo, que teriam recebido mais US$ 59 milhões em propina. O Ministério Público local informou que pedirá informações aos Estados Unidos sobre o caso.

México abre investigações

O governo mexicano e a Pemex, estatal petrolífera, informaram que abriram investigação para apurar o suposto pagamento de aproximadamente US$ 10 milhões para que a Odebrecht fosse beneficiada em contratos da estatal.

O outro lado

Ao assinar o acordo de leniência com autoridades dos Estados Unidos, Brasil e Suíça, a Odebrecht divulgou nota à imprensa na qual pede desculpas e diz que “se arrepende profundamente da sua participação nas condutas que levaram a este acordo e pede desculpas por violar os seus próprios princípios de honestidade e ética.”
No comunicado, a Odebrecht diz que “permanecerá cooperando com as autoridades e adotará as medidas adequadas e necessárias para continuamente aprimorar seu compromisso com práticas empresariais éticas e de promoção da transparência em todas as suas ações.”


As informações são do repórter André Richter
Edição da Agência Baluarte

Rocha intensifica ‘campanha’ rumo ao Palácio dos Leões
Senador será o principal adversário de Flávio Dino em 2018
 
POR FERNANDO ATALLAIA
DIRETO DA REDAÇÃO

O jantar promovido pelo senador Roberto Rocha na noite de natal canonizou o que já havia revelado com exclusividade matéria da Agência Baluarte sobre a disputa eleitoral em 2018(veja aqui http://agenciadenoticiasbaluarte.blogspot.com.br/2016/12/maranhao-cenarios-2017-o-ano-mais.html )

A frente ampla que já vem sendo montada contra o projeto de reeleição do governador Flávio Dino terá como cabeça de chapa Rocha, que pelos movimentos recentes mostra intensidade nos ataques ao governador. 


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BRIGA COLEGIAL Em choque de egos, tanto Flávio Dino quanto  Roberto Rocha querem apenas o Comando do estado;  sonho de consumo para o da direita, enquanto que o da esquerda de lá não quer sair.

O fato é que tanto Rocha quanto Flávio Dino preconizam no Maranhão projetos estritamente politico-eleitoreiros e, pelo andar da carruagem, essa verdade porá em pé de igualdade ( e de desgaste) a ambos no pleito vindouro. Os maranhenses estão escaldados com os antigos aliados. Não aguentam mais os shows de politicalha promovidos pela dupla. 

A troca de farpas, acusações e difamações públicas entre Roberto e Flávio é via de mão dupla e expõe os reais interesses daqueles que tem por sonho de consumo apenas o assento na cadeira maior do Executivo estadual. Roberto Rocha nunca negou a ninguém a jactância de um dia por no currículo o cargo. Já Flávio deixa claro que a intenção de seu grupo era a implantação no Maranhão de um sistema politico controverso perpassado por autoritarismos, adolescências, comunismos e afetação, muita afetação ideológica. 

Roberto Rocha vem aí contra Flávio Dino, mas daqui para 2018 grande parte da população maranhense terá os dois como incapazes de gerir um estado cada vez mais desafiador sob o aspecto do desenvolvimento. O atraso no Maranhão continua e a passos largos. A razão? Enquanto o atual Governo gasta milhões  em mídia defensora e marketing ilusório para manter o projeto de poder comunista, as politicas públicas não vem sendo aplicadas à real dimensão dos graves problemas do estado. Mas esta não é uma peculiaridade apenas de Flávio. Roberto Rocha segue o mesmo discurso e linha política engodantes em seu mandato como senador. A única semelhança entre Flávio e Roberto é que a briga entre eles se dá à moda colegial. Estão no ginásio. 

Enquanto os maranhenses continuam na miséria.

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