domingo, 23 de outubro de 2016


Prefeito se pautará pelas carências locais para implantação de medidas de desenvolvimento que irão beneficiar os mais de 180 mil ribamarenses que habitam a cidade.

POR FERNANDO ATALLAIA
EDITOR-CHEFE DA AGÊNCIA BALUARTE

Uma São José de Ribamar pensada e projetada para os ribamarenses. É sob essa égide que o prefeito eleito Luís Fernando Silva (PSDB) irá, a partir de janeiro, governar a terceira maior cidade do estado.

E para melhor exemplificar a paisagem a ser mudada, o tucano se pautará pelas demandas prementes e carências gritantes que assolam Ribamar nos dias atuais. Na prática, a gestão tende a ser pontuada pelas ausências impostas pela gestão passada que levaram os ribamarenses ao limbo da falta de esperança e norte quando o assunto é a autossuficiência da economia local e a sustentabilidade de uma cidade que há muito haveria de ter sido contextualizada à altura de sua dimensão macro.

Esfacelada na sua perspectiva de crescimento, São José de Ribamar, além de maltratada em todas as áreas da gestão pública pela ultima gestão, perdeu a identidade cultural e turística para dá lugar a uma terra  temerária e em constante estado de sítio. Referência no país por sua religiosidade, mesmo esse aspecto que é marcante não foi poupado pela exclusão acupinzadora que há seis anos devassou a estrutura física e social do município. 

luis fernando silva
CONTRA O DESEMPREGO O prefeito eleito de São José de Ribamar, Luís Fernando Silva: gestão de fortalecimento da economia que porá os ribamarenses no mercado de trabalho.

 Agora passada a instauração do atraso, Luís Fernando Silva acena para um projeto de (des)envolvimento que visa dimensionar  a importância da cidade tanto para os ribamarenses quanto para o estado e restante da federação.

Um dos graves e sérios problemas que vem ao longo dos anos servindo de sustentáculo à violência e criminalidade em território ribamarense, a falta de programas e projetos na área da Geração de Emprego e Renda, capacitação profissional e fortalecimento do comércio, fez de Ribamar uma cidade pedinte às demais da Região Metropolitana. Grande parte da população ribamarense  necessita ainda da capital São Luís para manter o sustento de suas famílias. Essa mendicância histórica é um dos alvos da próxima administração que pretende criar um modelo de inserção trabalhista aproveitando setores como Agricultura, Turismo e Pesca. 

Gestão arrojada- No organograma administrativo da Prefeitura de São José de Ribamar, as muitas secretarias presentes na última gestão serviram tão somente para emoldurar um portal na internet pela sua visível inoperância, incompatibilidade com a realidade local e ausência de ações estruturais que beneficiassem os ribamarenses. Sem integração, as pastas favoreciam mais a seus titulares que aqueles a quem deveriam contemplar por legitimidade. Os reflexos dessas arbitrariedades apontaram durante seis anos para uma gestão aquém do interesse público em São José de Ribamar. 

Cidade, que sob o aspecto da boa e acertada governabilidade só poderá avançar se todas as secretarias estiverem integradas a partir de uma única e pontual direção, a administração tucana pretende aparar as arestas da ineficiência,  pondo em campo uma força-tarefa gestora que pense soluções concretas, pragmáticas, mostrando resultados palpáveis como resposta ao abandono ainda presente. Devolver aos munícipes a autoestima perdida a partir da valorização da mão de obra local é também umas das bandeiras do novo governo. 

Os ribamarenses não veem a hora de chegar janeiro.

Acidente grave deixa três pessoas mortas em Presidente Dutra

Caso foi registrado por volta das 17h30 deste sábado na BR-135.
Colisão envolveu duas motocicletas e uma caminhonete.

Parte frontal da caminhonete ficou totalmente comprmetida após acidente (Foto: Divulgação/PRF)
Caso foi registrado por volta das 17h30 deste sábado na BR-135.
 Três pessoas morreram em um acidente envolvendo duas motocicletas e uma caminhonete, no Km 336 da BR 135, em Presidente Dutra no fim da tarde deste sábado (22). A colisão foi registrada por volta das 17h30.


Uma das motocicletas ficou completamente destruída após a colisão (Foto: Divulgação/PRF)
Colisão envolveu duas motocicletas e uma caminhonete.
Segundo informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), após a batida entre os veículos, não resistiram aos ferimentos Jessica Valéria Borges Nascimento, de 21 anos, e Dauro de Lima Nascimento, 46, condutor e passageira de uma das motos, e Deusilene do Espírito Santo Silva, de 26 anos, que era passageira na outra motocicleta.


AS INFORMAÇÕES SÃO DO G1MA

EDIÇÃO DA AGÊNCIA BALUARTE
Polícia descobre rinha com cerca de 500 galos no Araçagi
Uma rinha com cerca de 500 galos foi estourada, na noite desta sexta-feira, (21), em uma operação  realizada pela Delegacia do Meio Ambiente, comandada pela delegada Bianca Almada,  com apoio do delegado Augusto Barros do SAISP Turu.
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Também participaram da operação técnicos da Secretaria de Meio Ambiente e peritos do Instituto de Criminalista, (ICRIM). 
O local tinha toda uma estrutura e dentro dos próximos dias iria sediar uma competição internacional.  

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Uma rinha com cerca de 500 galos foi estourada.
A rinha de briga de galos estava funcionando na rua Bom Sucesso, Aracagi, próximo ao elevado que da acesso a Maioba e Raposa. Cerca de 50 pessoas foram detidas e encaminhadas para a Delegacia Especial da Mulher, onde foi montado um plantão especial para atender a ocorrência. 

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A rinha de briga de galos estava funcionando na rua Bom Sucesso, Aracagi, próximo ao elevado que da acesso a Maioba e Raposa.
Também participaram da operação técnicos da Secretaria de Meio Ambiente e peritos do Instituto de Criminalista, (ICRIM). 

AS INFORMAÇÕES SÃO DO BLOG DO SILVAN
EDIÇÃO DA AGÊNCIA BALUARTE

Rombo nos estados é maior que o informado, revela Tesouro

A deterioração fiscal nos estados decorrente do aumento de gastos com pessoal e do aumento de créditos nos últimos anos é pior que a informada pelos governos locais. Segundo relatório inédito divulgado esta semana pelo Tesouro Nacional , existem diferenças entre os dados enviados pelos estados em relação ao endividamento, ao gasto com pessoal e ao déficit da previdência dos servidores locais.

Divulgado pela primeira vez pelo Ministério da Fazenda, o Boletim das Finanças Públicas dos Entes Subnacionais baseia-se nos Programas de Reestruturação e de Ajuste Fiscal (PAF), usados pela União para monitorar as contas públicas estaduais e autorizar operações de crédito com os governos locais. Os critérios do Tesouro desconsideram manobras usadas por governadores para diminuírem despesas com pessoal e se enquadrarem nos limites definidos pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

Em relação às despesas com o funcionalismo público, a Lei de Responsabilidade Fiscal estabelece que os estados e o Distrito Federal não podem comprometer mais do que 60% da receita corrente líquida (RCL) com o pagamento aos servidores locais ativos e inativos nos Três Poderes. Pelos dados informados pelos governos locais, somente dois estados estavam acima desse limite no fim do ano passado: Paraíba (61,86%) e Tocantins (63,04%).

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Divulgado pela primeira vez pelo Ministério da Fazenda, o Boletim das Finanças Públicas dos Entes Subnacionais baseia-se nos Programas de Reestruturação e de Ajuste Fiscal (PAF), usados pela União para monitorar as contas públicas estaduais e autorizar operações de crédito com os governos locais.
No entanto, ao usar os critérios do Tesouro, nove unidades da Federação estouravam o teto no fim de 2015: Distrito Federal (64,74%), Goiás (63,84%), Minas Gerais (78%), Mato Grosso do Sul (73,49%), Paraná (61,83%), Rio de Janeiro (62,84%) e Rio Grande do Sul (70,62%). Pelos parâmetros do PAF, a relação fica em 61,13% no Tocantins e em 64,44% na Paraíba.

Segundo o Tesouro, a diferença na contabilidade deve-se principalmente ao fato de que a maioria dos estados não declara gastos com terceirizados e informa apenas a remuneração líquida dos servidores, em vez dos números brutos. A defasagem também decorre do fato de que diversas unidades da Federação não declaram gratificações e benefícios como auxílio-moradia pagos aos servidores do Judiciário, do Ministério Público e das Defensorias Públicas locais.

Durante a renegociação da dívida dos estados, o Ministério da Fazenda tentou incluir, nas contrapartidas dos governadores, a mudança nas estatísticas de gastos com pessoal, com prazo de dez anos para os estados que estourarem o teto voltarem ao limite de 60%. No entanto, depois de pressões de servidores públicos, o governo recuou e derrubou a exigência. O projeto de lei em tramitação no Senado estabelece apenas a proibição de reajustes ao funcionalismo local por 24 meses após a sanção da lei, sem a necessidade de reenquadramento na LRF.

Déficit da Previdência

O levantamento também constatou que os estados estão subestimando o déficit das previdências dos servidores públicos locais. De acordo com os Relatórios Resumidos de Execução Orçamentária (RREO), enviados pelos governos estaduais ao Tesouro a cada dois meses, o resultado negativo de todas as unidades da Federação estava em R$ 59,1 bilhões no fim de 2015. Nas contas do Tesouro, no entanto, o rombo chegou a R$ 77,1 bilhões.

A maior diferença é observada no Rio de Janeiro, que declarou déficit de R$ 542,1 milhões, contra resultado negativo de R$ 10,8 bilhões apurados pelo Tesouro Nacional. Outros estados que se destacam são Minas Gerais (R$ 10,1 bilhões declarados, contra R$ 13,9 bilhões apurados pelo Tesouro), Rio Grande do Sul (R$ 7,6 bilhões declarados, contra R$ 9 bilhões apurados) e Paraná (R$ 3,2 bilhões declarados, contra R$ 4,3 bilhões apurados).

O Tesouro Nacional não explicou o motivo da diferença de R$ 20 bilhões no déficit das previdências públicas estaduais, mas recomendou mais transparência, controle dos aumentos salariais, corte de cargos comissionados e reformas para conter o rombo. Inicialmente, a criação de tetos para as aposentadorias de servidores estaduais estava nas contrapartidas exigidas pelo governo federal para a renegociação da dívida dos estados, mas a exigência também foi retirada durante as negociações.

AS INFORMAÇÕES SÃO DA AGÊNCIA BRASIL
EDIÇÃO DA AGÊNCIA BALUARTE 

''O exercício do jornalismo é a permanente prática da preservação e  defesa do interesse público. A missão do jornalista na sociedade é fazer com que a democracia seja constantemente oxigenada diante da homogeneidade de opiniões que põe em risco a coletividade, a pluralidade e as muitas nuances do homem na realidade em que vive. Uma das funções  primordiais do jornalismo é ser voz onde não se tem; é ser silêncio onde há muitas vozes num só coro, para assim, logo após se constituir a  múltipla palavra diante de uma só que quer justificar a tudo e a todos''. 

Fernando Atallaia

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