quarta-feira, 13 de julho de 2016
Wellington apresenta projeto para criar Programa Saúde Auditiva do Idoso

Wellington do Curso (PP) apresentou mais uma proposta de Lei na manhã de terça-feira (12), na Assembleia Legislativa. Desta vez, o projeto foi voltado para a Saúde Auditiva do Idoso. 

O projeto de Lei visa desenvolver ações de promoção, prevenção e recuperação da saúde auditiva dos idosos residentes no Estado do Maranhão. 
 
Deputado Wellington faz balanço de suas atividades na Assembleia e é parabenizado pelos demais parlamentares
O deputado Wellington do Curso:“Queremos adotar uma ação integrada das várias Secretarias Municipal e Estadual, cujas competências estejam afetas ao Programa, bem como garantir a participação de Técnicos dos Conselhos Regionais, Associações e instituições universitárias de ensino das áreas relacionadas”.
“É uma proposta muito boa para milhares de idosos do nosso Estado que tem problemas de saúde auditiva. Juntos, queremos garantir ações educativas em saúde auditiva, dirigidas aos profissionais de saúde, educadores, estudantes, familiares de idosos, principalmente sobre questões de promoção, prevenção e conservação da audição”, explicou Wellington. 

Wellington pontuou que estudos revelam que a deficiência auditiva atinge hoje em média 70% dos nossos idosos. “Fica evidente que essa deficiência se inicia principalmente após os 60, 65 anos de idade, e depois se estabelece. Mais de 15 milhões de brasileiros têm problemas de audição, segundo a Organização Mundial de Saúde. Com esse projeto queremos melhorar a saúde do idoso em nosso Estado”, enfatizou Wellington. 

O deputado concluiu, “Queremos adotar uma ação integrada das várias Secretarias Municipal e Estadual, cujas competências estejam afetas ao Programa, bem como garantir a participação de Técnicos dos Conselhos Regionais, Associações e instituições universitárias de ensino das áreas relacionadas”.

Após a apresentação, o projeto foi encaminhado às comissões técnicas da Assembleia, depois será votado no plenário por todos os deputados.
 
MATÉRIA ENVIADA PELA ASSESSORIA DE IMPRENSA DO DEPUTADO

Acidentes, controle de sindicatos e processos trabalhistas marcam a política da Vale
Reportagem mostra o cotidiano dos trabalhadores da maior província mineral de ferro do mundo em Carajás


Márcio Zonta

Especial para o Brasil de Fato

Passava da meia noite do dia três de março de 2012. Depois de mais uma troca de turno cansativo na mineradora Vale, os funcionários foram adentrando o ônibus que desceria a Serra de Carajás, no Pará.

Logo procuraram se ajeitar nas poltronas para dormir. Alguns percorreriam um caminho de até duas horas e meia para chegarem às suas casas no município de Parauapebas. No entanto, não contavam que uma árvore gigantesca despencaria sobre o veículo no trajeto de volta.

“A Vale me abandonou. Tudo que eu tenho eu consegui na justiça. Os R$ 3 mil que gasto com medicação por mês vem da ajuda da minha família e do meu marido. Tomo um coquetel de remédios de seis em seis horas que inclui andidepressivos. Foi isso que ganhei em trabalhar na maior mineradora do mundo”
A partir daí foram doze horas de um resgate interminável repleto de falhas e com final mortífero. Apenas um trabalhador morreu esmagado no momento do acidente.
Muitos outros ficaram lúcidos, mas impossibilitados de saírem do ônibus, por terem suas pernas presas às ferragens, esperando angustiados todas as tentativas de salvamento sem sucesso.

Durante esse tempo duas pessoas morreram por choque hipovolêmico por causa a grande quantidade de sangue perdido. Para piorar, um dos que se salvariam, um rapaz chamado Chicão, foi derrubado da maca pelos socorristas quando desembarcava no hospital. Não resistiu a queda e morreu.

Um dos sobreviventes desse acidente, quatro anos depois ainda sofre com as sequelas. Márcio, que passou por diversas intervenções cirúrgicas, ainda tem muitas dores nas pernas e convive com a dificuldade de andar.

“A poltrona que estava a minha frente no ônibus com o acidente veio para trás e esmagou minha perna por nove horas seguidas. Por conta disso perdi parte dos nervos da perna, perdi a sensibilidade, meus pés deformaram, e eu não consigo ficar mais de duas horas com calçado fechado, além de não conseguir andar por muito tempo”, conta.
Um bombeiro que esteve naquela noite no local do acidente e que prefere não se identificar, levanta uma séria de fatores que a Vale deveria levar em conta na segurança do trajeto de seus trabalhadores na Serra de Carajás. 

“Inexiste comunicação nesses pontos da estrada, não tem sinal de telefonia e demora muito pra acionar o resgate. A equipe de bombeiro não tem equipamentos apropriados de imediato para acidentes daquela magnitude, pois a motosserra que levaram era pequeno de mais pra cortar aquela árvore enorme, e por fim, ao perceberem o insucesso da máquina, só 8 horas depois conseguiram chegar com o guindaste de capacidade 160 toneladas pra erguer o tronco que restou sobre os feridos”, explica.

Depois dos quinze dias de coma, Márcio diz que nas primeiras conversas com os médicos, todos foram taxativos em afirmar: “Você só está assim porque houve muita demora para ser retirado dos escombros do ônibus. Se tivessem te tirado rápido, hoje provavelmente você teria uma vida normal”, lamenta o jovem trabalhador que vê seu futuro incerto.

“Para o INSS estou em processo de reabilitação. Para mim, eu não tenho condições nunca mais de voltar a trabalhar, ainda mais numa empresa como a Vale, que o trabalho é intenso”, conta.




Juventude sucumbindo

Uma leva da juventude de trabalhadores da mineração em Carajás, com menos de 40 anos de idade, vai sucumbindo ao ritmo acelerado de trabalho na mineradora Vale.
Aos 36 anos, Avanilde Carvalho Cerqueira Rodrigues se diz inapta para viver. “Não tenho mais uma vida cotidiana normal e minha vida se resume a remédios, dores, ficar sentada e pedir ajuda para os outros para andar ou fazer qualquer coisa”, resume.

No auge de sua carreira, em outubro de 2008, Avanilde trabalhava como eletricista de alta tensão na Vale e sofreu uma queda. Para não prejudicar sua equipe que não poderia ter acidentes, pois ficariam sem a participação de lucros repartida pela empresa, trabalhou dois meses com conhecimento de sua chefia na Vale, adoentada e sem o registro da Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT).

“Naquele ano a Vale tinha batido o recorde de exportação de minério de ferro, e para não prejudicar minha equipe e a empresa, eu fiquei trabalhando por dois meses sem registrar o acidente. A mineradora vinha, me pegava, me levava até a empresa, eu batia o ponto e ficava lá trabalhado sem condições”, recorda.

Em 15 de dezembro de 2008, Avanilde não aguentou mais as dores e não conseguiu mais trabalhar. “Eu tive que fazer uma cirurgia urgente, pois no acidente desloquei minha bexiga e já estava com uma infecção se alastrando para todo o corpo”. 

A partir daí, aos 26 anos de idade, a rotina hospitalar de cirurgias, consultas e uma medicação intensiva marcou a vida de Avanilde nestes últimos dez anos.
“A Vale me abandonou. Tudo que eu tenho eu consegui na justiça. Os R$ 3 mil que gasto com medicação por mês vem da ajuda da minha família e do meu marido. Tomo um coquetel de remédios de seis em seis horas que inclui andidepressivos. Foi isso que ganhei em trabalhar na maior mineradora do mundo”, esbraveja.


Mortes constantes

Na madrugada de 19 de fevereiro de 2007, Paulo Pimentel estava dormindo quando recebeu um chamado de outro funcionário da Vale para averiguar uma anormalidade funcional no pátio de estocagem, onde era responsável. Ao chegar ao local de forma sonolenta, foi atropelado por um trem de carga que decepou sua perna na hora. Pimentel morreu a caminho do hospital.

Por conta desse acidente em 2009, depois de seguidas mortes em vários locais de trabalho ao longo da Estrada de Ferro de Carajás e de áreas do Complexo Mineral de Carajás, o Ministério Público do Trabalho (MPT) ajuizou uma Ação Civil Pública por dano moral coletivo, denunciando várias irregularidades, desrespeitos às normas de segurança do trabalho e na forma com a qual os trabalhadores da mineradora e de suas terceirizadas eram submetidos durante as longas jornadas de trabalho.

Depois de seis anos, em decorrência do processo, em julho de 2015, o juiz da 8ª Vara  Federal de Trabalho de Marabá, Jonatas Andrade dos Santos, multou a mineradora Vale em R$ 800 milhões.  

Para o médico auditor do MPT, Mário Parreira, as principais causas de mortes e acidentes nas mineradoras que atuam no Brasil advém do “controle de produtividade, como excesso e exigência exorbitante de produção, trabalho excessivo, monotonia e repetitividade. Quase todos os acidentes que tenho analisado são por consequência de jornadas de trabalhos prolongadas de 12, 13, 14 horas”, expõe.

Procurada pela reportagem, a Vale disse possuir “um procedimento que padroniza o processo de análise de incidentes de saúde, segurança e meio ambiente” (…) e “enquanto organização, nosso papel é compreender profundamente as falhas para evitar que elas recorram”.

A mineradora ainda afirma que estes “relatos não têm relação com o que vem acontecendo de fato. A taxa de acidentes de trabalho com afastamento na Vale vem caindo ano a ano desde 2011. Em 2013, o número de acidentes com afastamento foi de 6,9 para cada 10 milhões de horas-homem trabalhadas. Em 2014, o número foi de 6 para cada milhões de horas-homem trabalhadas. E, em 2015, o número de acidentes com afastamento foi de 5,8 para cada milhões de horas-homem trabalhadas”.

Vinte anos sem democracia sindical

Outro agravante em Carajás é que há 20 anos não existem eleições para disputar o Sindicato dos Trabalhadores na Indústria do Ferro e Metais Básicos (Metabase de Carajpas), que envolve as cidades de Eldorado dos Carajás, Marabá, Parauapebas e Curionópolis.

Neste período, os pleitos foram marcados pelo discurso da Vale e do próprio sindicato, que sempre alegaram a inexistência de um grupo de trabalhadores na oposição.
Porém, em agosto de 2014, a chapa 2, assim como ficou conhecida a chapa da oposição, conseguiu se inscrever sem ser banida antes pela mineradora. Segundo os trabalhadores,
demissões, retaliações e assédio moral dentro da empresa são práticas constantes para quem tenta formar uma chapa de oposição.

Há dois anos tramita na justiça uma briga judicial entre a diretoria do Metabase de Carajás e a oposição na tentativa de viabilizar a legalidade da Chapa 2, que foi colocada em suspeita pela comissão eleitoral, composta pelos membros que dominam o sindicato há duas décadas.

Mas, em caso de vitória favorável à Chapa 2 para poder disputar as eleições, a Vale já usou outra artimanha para barrar o processo. Oitenta por cento da chapa opositora foi demitida. “Quando viu que tinha a possibilidade da chapa que domina o sindicato há anos perder na justiça e realizarmos as eleições, a Vale não pensou duas vezes: praticamente demitiu todo mundo da nossa chapa para não ter eleições. Só no ano passado foram dez”, denuncia o vice-presidente Maurício Matos, um dos demitidos.

Segundo a minerado, “a Vale não interfere na montagem de chapas para eleições sindicais”, e diz respeitar “a liberdade sindical, em conformidade com as legislações locais aplicáveis, e esclarecemos que os eventuais processos de desligamentos na empresa, quando não são voluntários, são feitos de acordo com a performance de seus empregados ou desrespeito aos valores da empresa, observando sempre as necessidades dos negócios. A empresa nega qualquer vínculo entre eventuais desligamentos e a atuação sindical de seus empregados".

Campeãs de processos trabalhistas

Na lista do Tribunal Superior do Trabalho (TST) divulgada no dia 20 de abril de 2015, a Vale está na 14ª colocação no ranking geral entre as empresas que mais estão envolvidas em processos.

A mineradora possui um total de 2.415 processos, sendo 1.360 ativos e 1.055 passivos. No ranking das dez maiores litigantes por região, a mineradora aparece na primeira posição do TRT 3ª região em Belo Horizonte (MG). A empresa tem 2.544 processos de primeiro grau e 62 de segundo grau, totalizando 2.606.

No ranking do TRT 8ª região, que diz respeito a Belém (PA), a Vale está em segundo lugar, com 1.956 processos, sendo 1.795 de primeiro grau e 161 de segundo grau. A empresa também aparece no terceiro lugar do TRT 16ª região, de São Luís (MA), com 405 processos. Conforme a lista, 318 são de primeiro grau e 87 de segundo grau.

A Vale também aparece em primeiro lugar no ranking das dez maiores litigantes de Vitória (ES), com 942 processos, que se dividem em 857 de primeiro grau e 85 de segundo grau.

Novo código pode piorar

Desde 2013, o Projeto de Lei 0037/11, que trata da atualização do marco regulatório da mineração - visto que a legislação vigente é datada do ano de 1967 - está em tramitação na Câmara dos Deputados.

Porém, as prerrogativas dentro da Lei sobre a Saúde, Segurança e Direito dos Trabalhadores seriam mínimas. O novo texto não levaria em consideração estudos científicos realizados pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), publicado em 2015, onde coloca “a indústria extrativa como a que mais oferece risco de acidente e até mesmo de vida, por ser a que menos oferece medidas de segurança aos trabalhadores”, menciona o documento.

Para Jarbas Vieira, membro do Movimento pela Soberania Popular na Mineração (MAM), que acompanha a tramitação do PL em Brasília, se o PL fosse aprovado hoje no Congresso Nacional, o novo código da mineração seria um ataque aos trabalhadores desse setor no Brasil.

“Ficaríamos mais 49 anos atrasados em relação à saúde, à segurança e aos direitos dos trabalhadores. Para se ter ideia, segundo dados do IBRAM (Instituto Brasileiro de Mineração), entre 2001 e 2011, a produção mineral no Brasil cresceu 550%, partindo de US$ 7,7 bilhões para US$ 50 bilhões. Esse crescimento traz mais doenças, mutilações e mortes”, alerta.
Acordo entre MPT e Prefeitura garante o pagamento de R$ 3,2 milhões a trabalhadores da Result e Multicooper
Prestadores de serviço da Semed dependem de homologação judicial para ter acesso às verbas

Após audiências de mediação realizadas no Ministério Público do Trabalho no Maranhão (MPT-MA), 402 trabalhadores da Result e da Multicooper poderão ter acesso ao pagamento de mais de R$ 3,2 milhões em verbas rescisórias pela prestação de serviços à Secretaria de Educação de São Luís (Semed). O acordo foi celebrado em audiência presidida pelo procurador do Trabalho Maurel Selares e só depende de homologação da 3ª Vara do Trabalho de São Luís.

Anya Gadelha Diógenes, procuradora chefe do Ministério Público do Trabalho - MPT, também participou do evento.
Anya Gadelha Diógenes, procuradora chefe do Ministério Público do Trabalho – MPT
Em 2014, outros 774 trabalhadores terceirizados que atuavam na Semed tiveram acesso ao pagamento de R$ 6,6 milhões em verbas rescisórias. Com a inclusão desses 402 prestadores de serviço, o total de beneficiados sobe para 1176 trabalhadores, totalizando R$ 9.861.920,00 em verbas rescisórias pagas pelo município de São Luís.

A liberação do dinheiro é fruto de uma ação civil coletiva ajuizada em 2013, que resultou na celebração de um acordo entre o MPT-MA e o município, garantindo o acesso dos prestadores de serviço aos valores devidos.

Segundo o acordo, o pagamento poderá ser feito em até 40 parcelas mensais, por meio de depósito em juízo aos empregados que prestaram serviço à Semed no período de 1º de maio de 2012 a 31 de dezembro de 2013 e concordaram em aderir ao acordo. A primeira parcela deve ser depositada no prazo máximo de 30 dias após a homologação judicial.

MATÉRIA ENVIADA PELA ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO NO MARANHÃO 
EDIÇÃO DA AGÊNCIA BALUARTE 
Pré-candidato a prefeito, Luis Fernando reúne 18 partidos para definir rumos de coligação

O pré-candidato do PSDB à prefeitura de São José de Ribamar, Luis Fernando Silva, reuniu na noite da última segunda-feira (11), presidentes e lideranças de dezoito partidos que seguirão juntos numa coligação, que terá o tucano como cabeça de chapa. 

O objetivo do encontro foi começar as tratativas para a realização da convenção, que vai apresentar o nome de Luis Fernando como candidato, e iniciar as conversas para a formação das coligações proporcionais.
Oligarquia Cutrim tenta desestabilizar candidatura de Luis Fernando
CONSOLIDADO EM SÃO JOSÉ DE RIBAMAR O pré-candidato Luis Fernando: 18 partidos para definir rumos de coligação
Além do PSDB, participaram do encontro, presidentes e representantes do PTB, PRTB, PV, DEM, PSDC, PHS, PSD, PTC, PSC, PRB, PSL, PMB, PMN, PROS, SD, PCdoB e PEN.
José Malheiros, presidente do Diretório Executivo do PCdoB de São José de Ribamar, reconheceu a importância do encontro para consolidação das alianças partidárias e elogiou a forma democrática do pré-candidato a prefeito, Luis Fernando Silva, ao reunir os presidentes dos partidos para iniciar as tratativas da convenção. “É muito importante momentos como este para ajustarmos os nossos objetivos”, disse o comunista.
Para o presidente do DEM, vereador Antonio Augusto, todos estão unidos num só propósito: “eleger Luis Fernando e o maior número de vereadores da base aliada”.
Se assumir governo, Humberto sepulta candidatura do irmão em Matões

Há um problema para a já anunciada posse do presidente da Assembleia, deputado Humberto Coutinho (PDT), como governador do Maranhão.
Como revelado ontem (12), ele deve assumir o comando do Estado com a saída do governador Flávo Dino (PCdoB) do Brasil – o vice-governador, Carlo Brandão (PSDB), está na China

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SINUCA DE BICO A situação vivida pelos irmãos Coutinho não é inédita no Maranhão.
 Ocorre que um irmão do pedetista, o vice-prefeito de Matões, Ferdinando Coutinho (PSB), é pré-candidato a prefeito daquela cidade.
Mais do que isso: é o líder nas pesquisas, com chances reais de se eleger.
Portanto, se Humberto assumir o como chefe do Executivo estadual, mesmo que interinamente, Ferdinando fica automaticamente inelegível.

Outros casos

A situação vivida pelos irmãos Coutinho não é inédita no Maranhão.

No início de 2012, quando de uma viagem internacional da então governadora Roseana Sarney (PMDB), estabeleceu-se o mesmo impasse.
 O vice-governador, Washington Oliveira, do PT, era pré-candidato a prefeito de São Luís, não podia assumir
 O  presidente da Assembleia à época, Arnaldo Melo (PMDB), queria fazer a filha Nina Melo (PMDB), hoje deputada, candidata a prefeita de Colinas e também rejeitou o ascensão ao cargo.

Já o então presidente do TJ, desembargador Guerreiro Junior, tinha a esposa como pré-candidata a prefeita em Guimarães. Declinou.
No fim das contas, assumiu o 1º vice-presidente da AL, ex-deputado Marcos Caldas. Ele tinha um irmão, Augusto Caldas, como pré-candidato a vereador de São Luís. Mas se entendeu em família e acabou tornando-se governador interino
 
Em tempo: por conta do problema eleitoral de Humberto, o governo pode acabar caindo no colo do desembargador Cleones Cunha, atual presidente do TJ. Ele é o próximo na linha sucessória.

AS INFORMAÇÕES SÃO DO BLOG DO GILBERTO
EDIÇÃO DA AGÊNCIA BALUARTE 
Baianas da Beija-Flor aprovam ideia de desfilar com os seios à mostra no carnaval
O sorriso estampado no rosto não deixa dúvida: as baianas da Beija-Flor gostaram da ideia do diretor geral de carnaval da escola, Laíla, e estão ansiosas para entrar na Avenida do Samba com os seios à mostra. Assim que souberam da novidade, as senhoras comunicaram a decisão aos mais próximos e já começaram a fazer graça com a situação inédita.

Integrantes posam felizes após ideia do diretor de carnaval, Laíla
O sorriso estampado no rosto não deixa dúvida: as baianas da Beija-Flor gostaram da ideia do diretor geral de carnaval da escola, Laíla, e estão ansiosas para entrar na Avenida do Samba com os seios à mostra.
— Eu vi a Dercy Gonçalves desfilando com os seios de fora (foi na Viradouro em 1991) e falei que um dia seria a minha vez. E não é que chegou mesmo? E o meu não tem silicone algum, mas está tudo em cima (risos) — brincou Mara Célia de Paula, de 56 anos, que desfila como baiana há dois.Solteira, a aposentada Adelina Ferreira de Andrade, de 64 anos, também brincou e disse que agora vai arrumar um marido e casar.

Ideia é inédita no carnaval carioca
Assim que souberam da novidade, as senhoras comunicaram a decisão aos mais próximos e já começaram a fazer graça com a situação inédita.
 — Eu estou à procura. Quem sabe não vai ser desfilando assim que vou arrumar alguém? — disse Adelina, para gargalhada das companheiras de ala.

Por orientação de Laíla, nenhuma das integrantes pode ter prótese de silicone. A ideia é que as baianas estejam ao mais natural possível. Elas irão representar mães indígenas no desfile sobre o romance “Iracema, a virgem dos lábios de mel”, do escritor José de Alencar.

Luizinho ao lado da namorada, Eliane dos Santos Santana, que vai desfilar como baiana
Solteira, a aposentada Adelina Ferreira de Andrade, de 64 anos, também brincou e disse que agora vai arrumar um marido e casar.
O presidente da ala das baianas da Azul e branco, Luiz Fernando da Silva, o Luizinho Cabuloso, de 63 anos, já pensa no Estandarte de Ouro, prêmio concedido pelo jornal “O Globo”.

As baianas estarão dentro de um contexto. Não é algo pornográfico. Índio andava nu. Todas aceitaram porque será tratado de uma forma respeitosa — afirmou.

As informações são do repórter Igor Ricardo, do Extra Rio
Edição da Agência Baluarte
Beto Rocha foi preso nesta terça-feira (12) em São Luís

Ele foi denunciado por agressão e tentativa de homicídio por ex-companheira.

O empresário Humberto Dantas dos Santos, mais conhecido como Beto Rocha, foi preso no fim da tarde desta terça-feira (12), em São Luís. A prisão preventiva do ex-secretário de assuntos políticos da cidade de Bom Jardim, a 275 km da capital, foi pedida pela Delegacia Especial da Mulher de São Luis.

Segundo a polícia a ex-companheira dele, que seria uma médica, denunciou Beto Rocha por agressão e tentativa de homicídio ocorrido em junho deste ano.
De acordo o secretário de Segurança Pública do Maranhão, Jefferson Portela, a prisão de Beto Rocha foi pedida em virtude da gravidade das lesões cometidas por ele a sua ex-companheira.

Prisão do empresário Humberto Dantas dos Santos foi pedida Delegacia Especial da Mulher de São Luis (Foto: Alan Delon/ Rádio Mirante AM)

 Beto Rocha é também ex-marido de Lidiane Leite, ex-prefeita de Bom Jardim e que ficou conhecida em todo o Brasil como a prefeita “ostentação”.
“Situação de extrema violência doméstica com lesões graves em uma pessoa. Já foi feito exame de corpo de delito, feita intervenção médica com internação da pessoa em face da gravidade das lesões. É algo preocupante em relação à saúde da vítima e daí essa prisão decretada pelo o poder judiciário atendendo a representação da senhora delegada da Delegacia da Mulher”, revelou o secretário Jefferson Portela.

Beto Rocha é também ex-marido de Lidiane Leite, ex-prefeita de Bom Jardim e que ficou conhecida em todo o Brasil como a prefeita “ostentação”. Ela é investigada pela a Polícia Federal por desvios de recursos públicos na área da Educação do município maranhense.

O empresário ainda é investigado por desvios de recursos públicos na área da Educação do município de Bom Jardim e em agosto do ano de 2015 chegou a ser preso. Humberto Dantas dos Santos ficou preso no Complexo Penitenciário de Pedrinhas, na capital. Atualmente, ele estava cumprindo liberdade provisória.

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