domingo, 10 de abril de 2016

Pai e filho acusados de homicídio são condenados em Colinas

João Rita Vieira da Silva foi condenado a 25 anos em regime fechado.
Antônio Rita Vieira da Silva foi condenado a 19 anos de prisão.

A Justiça do Maranhão decidiu condenar no município de Colinas, a 437 km de São Luís, João Rita Vieira da Silva e Antônio Rita Vieira da Silva, pai e filho respectivamente. Eles são acusados de cometer crimes de homicídio e ocultação de cadáver praticado contra Alex Aron da Costa em agosto de 2014 em Colinas.

Na ocasião do crime, houve uma discussão entre a vítima Alex Aron da Costa Ribeiro e o adolescente L. S. S., que se encontrava com o réu Antônio Rita. A discussão teria acontecido porque Alex Aron dançou com uma garota.


João Rita recebeu a pena de 23 anos por homicídio qualificado e 2 anos por ocultação de cadáver, no total de 25 anos em regime fechado. Antônio Rita recebeu a pena de 19 anos por homicídio qualificado, também a ser cumprida inicialmente em regime fechado.


Exaltado, a vítima teria ido até sua residência buscar uma espingarda e logo após retornou a festa. No local, os réus se aproximaram da vítima, onde João Rita desferiu um golpe de facão atingindo a vítima. Alex Aron da Costa Ribeiro morreu após ser espancado e atingido com golpes de facão.

João Rita recebeu a pena de 23 anos por homicídio qualificado e 2 anos por ocultação de cadáver, no total de 25 anos em regime fechado. Antônio Rita recebeu a pena de 19 anos por homicídio qualificado, também a ser cumprida inicialmente em regime fechado.


AS INFORMAÇÕES SÃO DO G1MA

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Estudo revela que música boa provoca ‘orgasmos’ na pele

Um recente estudo publicado pela rede Britânica BBC, aponta que, algumas pessoas sentem a música tão intensamente que as sensações podem ser comparadas ao sexo.
Psyche Loui, violinista, pianista, psicóloga e investigadora de neurologia, contou que teve essa sensação quando ouviu o Concerto Nº 2 de Rachmaninov.

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No entanto, não é necessário ser um expert em música ou neurologia para sentir isso. Pode acontecer com qualquer um e em qualquer lugar (Na igreja, no Shopping, em um casamento ou mesmo vendo TV)
No entanto, não é necessário ser um expert em música ou neurologia para sentir isso. Pode acontecer com qualquer um e em qualquer lugar (Na igreja, no Shopping, em um casamento ou mesmo vendo TV). Essas sensações físicas geralmente são conhecidas por arrepio ou calafrios, mas, algumas pessoas os sentem de forma tão profunda que a pesquisadora define como “orgasmo da pele”.

Loui acredita que um dos principais responsáveis por esta sensação é a forma como o nosso cérebro lida com as expectativas. Se a música for muito convencional não vai chamar nossa atenção, se for algo extremamente desconhecido o cérebro vai classificar como barulho. Então, para que uma música possa causar um “orgasmo” ela deve ter um equilíbrio sutil entre o familiar e o incomum.

Ao ouvir algo dessa natureza, o corpo libera dopamina, um neurotransmissor que age em regiões do cérebro pouco antes de logo após o “orgasmo”. Essa mesma substancia é liberada no corpo quando uma pessoa faz exercícios físicos, tem relações sexuais ou mesmo quando está sobre efeito de drogas como a cocaína.

“Quem precisa de sexo e drogas quando se tem Rachmaninov?” Disse Psyche Loui à BBC
Na internet é possível encontrar playlists que dizem ajudar a criar o “orgasmo da pele” e também os chamados “i-doser” sons que supostamente produzem a “brisa” de drogas como cocaína e maconha.
“Quem precisa de sexo e drogas quando se tem Rachmaninov?” Disse Psyche Loui à BBC.

AS INFORMAÇÕES SÃO DO PHOUSE

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Em Timon, Escola Estadual faz apelo a ladrões



Funcionários da Escola Anna Bernardes, da rede estadual em Timon, fazem apelo através de uma faixa aos ladrões para evitar roubos. "Senhor ladrão não roube nossa escola tenha piedade de nossos alunos".


A escola estadual foi assaltada três vezes nos últimos 30 dias, e cansados em ver o estabelecimento de ensino ser roubado, a direção resolveu apelar diretamente aos próprios ladrões pedindo clemência.


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