sábado, 26 de março de 2016
Ana foi brutalmente assassinada ontem, sábado, quando passava pela BR-135
Crime chocou o estado e a classe artística maranhense.

O assassinato brutal da bailarina Ana Duarte ocorrido na madrugada deste sábado (26), abriu o leque da discussão para a ausência de ações preventivas, planejadas e mapeamento da criminalidade na Grande São Luís por parte do Governo do Estado.
A curta visão do secretário de Segurança do Estado, Jeferson Portela(foto) não contempla a Zona Rural e trechos estratégicos para bandidos; Ana Duarte foi mais uma vítima 
Gerando comoção e revolta generalizada na população e na classe artística maranhense, o triste acontecimento chamou atenção para uma gestão de segurança que mostra não ter noção do espaço onde nem sequer atua. Hoje se sabe que os arredores das BRs são povoados de dezenas de comunidades aonde a criminalidade vem se consolidando em práticas como a que vitimou Ana.

O governador Flávio: culpando o DNIT pela falta de segurança e policiamento nos entornos maranhenses da BR
É sabido também que a Zona Rural dos municípios da Ilha está completamente desassistida e que os moradores dessa área vivem intranquilos sem ter com quem, literalmente, contar. Urde e se faria necessário um levantamento não só do espaço físico, geográfico, humano, mas da realidade social, onde a ausência de estado e de politicas públicas vem sendo substituída pelas ações criminosas.

Assassinato da artista Ana Duarte passa por muitas lacunas do Governo; ela deixará saudades 
O clima de insegurança e desproteção na Grande São Luís é geral. Virou um sintoma cruel da indiferença dos governantes, prefeitos e governador. Hoje, por ocasião do assassinato da artista, o chefe do Executivo, Flávio Dino atribuiu o fato ao DNIT. ‘’Venho alertando o Governo Federal para as tragédias que ali se verificam. Infelizmente, o DNIT há meses permanece inerte’’, disse Flávio num arroubo de desumanidade e indiferença, gritante.

DIREITOS HUMANOS UMA OVA Francisco Gonçalves é um dos secretários de Flávio que nada apresenta à população do Maranhão, a não ser rasgos de infértil ideologia nas redes sociais 
A questão aí não são apenas as péssimas condições de infraestrutura da BR em questão, que sob a responsabilidade do DNIT deveria sim está normalizada, o problema e a discussão apontam para uma verdade irrefutável a qual o governador numa jogada de persuasão e desfaçatez tenta encobrir: a região metropolitana, as estradas, avenidas, ruas, as saídas, as BRs e demais vias estão à mercê de uma criminalidade presente que encontra na falta de aparelhamento e lógica de segurança policial, liberdade para agir. Não se veem trailers da PM em áreas consideradas de risco e estratégicas para os bandidos, por exemplo. Não se veem viaturas ou policiamento constante em bairros considerados de alta periculosidade. As secretarias do governo Flávio Dino não estão integradas no sentido de combater a criminalidade e a violência. Adolescentes são apontados como autores do assassinato de Ana Duarte, para se ter ideia.
Adolescente e jovem de Tatiana Pereira, secretária de Juventude, são acusados de serem os autores do crime que culminou com a morte prematura da artista; pasta só existe no papel 
A culpa pelo evento sinistro que tragou precocemente e de forma bárbara a vida de uma artista em plena atividade na Grande Ilha , é sim do Governo do Estado. É da ausência acertada de combate ao crime e de lacunas que vem norteando a Secretaria de Segurança, além, é claro, da visível despreocupação com a pessoa humana no Maranhão. Outras tragédias semelhantes já ocorreram neste Governo.  Nos passados, também. Mas há de se repudiar a postura de alheamento de membros do atual que não hesitam em lançar mão de ranços ideológicos para mostrar aos desavisados que apesar de tudo, está tudo bem. Não está: a onda de criminalidade cada dia se fortalece embasada, apoiada e, sobretudo legitimada pela indiferença daqueles que deveriam sentir à altura do problema, a gravidade de assassinatos como este de Ana. A banalização da vida no Maranhão parte também de secretários deste Governo que, a bem da verdade, estão pouco se lixando ao que ocorre a outrens. A título de verificação, o leitor poderá fazer um giro pelas redes sociais onde frases paliativas são rotineiramente publicadas pelos titulares das pastas do Palácio.

Durante as manifestações de comoção pelo ocorrido a Ana Duarte não foi diferente.


POR FERNANDO ATALLAIA
DIRETO DA REDAÇÃO 
Confusos rumos do PSB para as eleições 2016
Em menos de um ano, o partido já se viu com quatro nomes viáveis ao pleito para ocupar o Executivo municipal, e recentemente surgiu mais um nome, o vereador Roberto Rocha Jr. 

Especulações eleitorais são comuns em ano de eleições. Partidos anunciam pré-candidatos, alguns se autoproclamam os escolhidos para concorrer ao pleito, mas as definições só acontecem quando chegam as convenções.

Pelo cacife de alguns filiados, certos partidos tendem a definir o escolhido entre um ou outro nome. E a opção não chega a ser tão complicada. Ao menos para o PSB isso não deve ser regra. Em menos de um ano, o partido já se viu com, ao menos, quatro nomes viáveis ao pleito.

Encontro Estadual

Os primeiros pessebistas a surgirem como prefeituráveis foram Bira e Roberto Rocha. O nome dos dois foi colocado para a corrida eleitoral durante o Encontro Estadual do PSB em 2015. Mas há uma pequena diferença entre a forma como cada um foi ventilado.
Bira não vê a hora de brindar comemorando sua candidatura em São Luís; alas do PSB o querem candidato
Quando Bira fazia seu pronunciamento, a militância do Partido Socialista Brasileiro começou a gritar seu nome e pediu que ele fosse o indicado para pleito. “Se é desejo do PSB, se é a decisão do PSB, eu aceito ser candidato a prefeito de São Luís. Não desisto do Brasil, não desisto do Maranhão e não vou desistir de São Luís, nossa capital”, disse Bira durante o ato.

Roberto Rocha buscou o contraponto. Sem nenhum apoio, no mesmo ato, se colocou a disposição para ser o candidato e disse ter todos os pré-requisitos para ser o escolhido. O senador foi vaiado quando disse que não existia quadro mais qualificado que ele para ser o candidato. À época, nomes importantes do partido tentaram baixar a bola de Roberto Rocha, dizendo que o partido e a decisão coletiva é maior que anseios pessoais.

Pescar fora

Mais recente, durante a abertura da janela partidária, vários políticos mudaram de sigla, buscando alguma que desse melhores condições de concorrer nas eleições. Quem entrou na onda foi a deputada federal Eliziane Gama, que chegou a ser anunciada como a mais nova filiada ao PSB.

O mancebo de Roberto Rocha, Júnior é vereador sem expressão na Câmara Municipal; ainda assim, ele já vem pensando em 'tomar' a cadeira do outro Júnior 
E ela viria pelas mãos de Roberto Rocha, que vivia defendendo o nome de Gama por uma suposta dívida. Eliziane seria candidata ao governo do estado em 2014 e isso racharia o grupo encabeçado por Flávio Dino (PCdoB). No entanto, Roberto teria convencido Gama a não concorrer no campo majoritário e garantido que ela seria a candidata do grupo. “Ele só não combinou com o grupo e nem recebeu aval para falar em nome de alguém”, disse uma pessoa próxima a Flávio Dino.

Roberto estaria em uma situação embaraçosa, tendo que encontrar formas de cumprir o acordo. Tentou levar Eliziane Gama para o PSB, mas a possível filiação da deputada sem consulta à base do partido provocou reações no presidente estadual, no pré-candidato Bira e em outros membros do PSB. O resultado foi que Eliziane saiu da Rede Sustentabilidade, mas não foi para o PSB; deve retornar ao PPS.

A definição do nome, a princípio, deveria acontecer no diretório municipal, com consulta aos filiados. Mas o presidente local é o senador Roberto Rocha e existe um temor de tendenciosidade.

A Executiva Estadual já disse que vai participar da nomeação do candidato, mas há ainda a possibilidade de interferência da direção nacional. Foi do alto posto do PSB que veio a definição de candidatura própria nas eleições de 2016. Resta saber se vai ser assim e quem vai definir o candidato.


AS INFORMAÇÕES SÃO DO REPÓRTER JOÃO CARVALHO JÚNIOR
EDIÇÃO DA AGÊNCIA BALUARTE 
Ana foi assassinada por assaltantes ao tentar desviar de buracos da BR-135

Segundo testemunhas, os disparos foram feitos por três adolescentes.
Ainda não se sabe se a bailarina reagiu ao assalt
o.


A bailarina Ana Lúcia Duarte Silva, mais conhecida no meio cultural do Maranhão como Ana Duarte, de 51 anos, levou seis tiros de espingarda na madrugada deste sábado (26) após desviar dos buracos na BR-135, próximo ao posto da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Ela não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

Ana Duarte era bailarina e foi assassinada por assaltantes neste sábado (26) (Foto: Reprodução/ Facebook)

Ana Duarte era bailarina e foi assassinada por assaltantes neste sábado (26) 

Segundo testemunhas que estavam no local, os disparos foram efetuados por três adolescentes que fugiram após roubar os pertences da vítima. Ainda não se sabe se a bailarina teria reagido ao assalto.

Ana Duarte estava acompanhada de uma amiga, que não se feriu. Elas estavam voltando para a capital por volta das 3h30. O corpo foi levado para o Instituto Médico Legal (IML) e aguarda a liberação da família.


AS INFORMAÇÕES SÃO DO G1MA

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