domingo, 14 de fevereiro de 2016

Estado entra como parceiro na construção da maternidade de Paço do Lumiar

Uma reunião entre o secretário de Estado da Saúde, Marcos Pacheco e a secretária de Saúde de Paço do Lumiar, Aila Freitas, nesta sexta-feira (12) definiu uma agenda de trabalho para o inicio dos trabalhos na construção do que será a primeira maternidade do município.

Um novo encontro ficou acertado para a próxima semana, no sentido de debater as questões técnicas estruturais do projeto.

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O secretário Pacheco disse que o Estado pretende municipalizar a futura maternidade, como parte do processo de descentralização administrativa da rede de saúde 

O secretário Pacheco disse que o Estado pretende municipalizar a futura maternidade, como parte do processo de descentralização administrativa da rede de saúde. “Os gestores locais entendem melhor a necessidade da comunidade, por essa razão nós entraremos como apoiadores desse projeto”, disse.

Também participaram da reunião, lideres comunitários luminenses que saíram do encontro entusiasmados, a exemplo da representante da Associação de Mulheres de Paço do Lumiar, Rosinélia Ribeiro. Segundo ela, a maternidade é um sonho a ser concretizado.

“Nós, mulheres, merecemos esse atendimento. Já chega de mulher luminense ficar sem assistência em um momento tão importante para sua família, como é a hora do parto”, afirmou a líder comunitária.


MATÉRIA ENVIADA PELA COORDENAÇÃO DE COMUNICAÇÃO DA PREFEITURA DE PAÇO DO LUMIAR


CPT denúncia violência no campo em Rondônia: “um barril de pólvora”

 Comissão Pastoral da Terra afirma que o estado é o que teve maior número de mortes em conflitos no campo em 2015: 21 trabalhadores foram assassinados
Por José Coutinho Júnior,
De São Paulo (SP)
 A Comissão Pastoral da Terra (CPT) lançou uma nota pública nesta quarta-feira (10) em que denuncia a violência contra os trabalhadores rurais que lutam por terra em Rondônia. Segundo a pastoral, o estado é “um barril de pólvora”.

Em 2015, Rondônia foi o estado com o maior número de mortes em conflitos no campo no país. Foram 21 trabalhadores assassinados, muitos com características de execução. A CPT diz que este é o número mais elevado de assassinatos de camponeses e sem terra já registrado no estado desde 1985

Em 2015, Rondônia foi o estado com o maior número de mortes em conflitos no campo no país. Foram 21 trabalhadores assassinados, muitos com características de execução. A CPT diz que este é o número mais elevado de assassinatos de camponeses e sem terra já registrado no estado desde 1985.
Os casos de violência continuam em 2016. Em janeiro, mais quatro pessoas foram assassinadas por causa de conflitos rurais. Dentre essas pessoas, a militante do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), Nilce de Souza Magalhães, executada com três tiros, num acampamento de pescadores atingidos pela Hidrelétrica de Jirau. Seu corpo, até o momento, não foi encontrado.
Segundo Maria Petronila, da coordenação da CPT em Roraima, a omissão do estado em não realizar uma regulação fundiária efetiva é um fatores que causa e perpertua a violência.
“Em 2015, não foi criado nenhum assentamento e as famílias sem terra ficam acampadas na lona preta por muito tempo. Isso aumenta a pressão da pistolagem contra esses trabalhadores. Além disso, as investigações e inquéritos dos assassinatos não são concluídas”.

Ela também alerta que a polícia, imprensa e autoridades públicas têm colocado a violência como culpa dos trabalhadores.
O comandante geral da polícia militar, Ênedy Dias, que foi ao Vale do Jamari com objetivo de “coordenar ações para diminuir a violência”, afirmou à imprensa que “estamos mandando um recado: não vamos descansar enquanto não prendermos todos esses criminosos, que considero, na verdade, terroristas. Esses ditos sem terras agem como terroristas”.
“A polícia age de uma forma muito parcial, criminalizando os sem terra, outras lideranças e não realizando as investigações da morte dos trabalhadores como deveria. O recado do comandante não foi só para os sem terra, mas para todos que apoiam essa luta”, diz Maria.
Soluções?
A CPT diz na nota que “se nenhuma medida séria e eficaz for tomada pelas autoridades competentes, a situação poderá ser calamitosa, beirando a catástrofe social.”
Para Rubens Siqueira, membro da coordenação nacional da CPT, o estado poderia intervir e buscar uma solução, mas ele é parte do problema.
“O estado, que tem o poder de intervir na questão, é parte do problema. O caos fundiário brasileiro nunca se resolve, porque beneficia empreendimentos econômicos dos grandes grupos financeiros que buscam terras. Por isso não se faz a reforma agrária”.
Segundo o coordenador da pastoral, a sociedade civil, tanto nacional como internacional, deve se mobilizar e pressionar o estado e se colocar contra a violência no campo.
“Se o estado não é capaz por contra própria, vamos criar uma frente popular com movimentos sociais, organizações da igreja e sociedade civil, além de formalizar denúncias internacionais para a Organização das Nações Unidas (ONU) e a Organização dos Estados Americanos (OEA)”.
Dorothy Stang
Nesta sexta-feira (12), completa-se 11 anos da morte de Dorothy Stang. Nascida nos Estados Unidos em 1931, a missionária se naturalizou brasileira e dedicou sua vida à defesa dos direitos dos trabalhadores e à reforma agrária no norte do país.
Quando chegou em Anapu, cidade na beira da Transamazônica, no Pará, em 1982, Dorothy começou a reivindicar os direitos de pequenos agricultores e estimulou sua organização. “Os direitos que a lei reconhece, a gente tem que conhecer e ensinar o povo para eles saberem como batalhar por si. A gente não vai ficar a vida inteira batalhando por eles, eles que têm que fazer'”, dizia.
A missionária foi assassinada no interior de Anapu, com seis tiros. Segundo Rubens, a situação de violência no campo brasileiro só tem piorado desde a morte da missionária.
“A violência só aumentou. No ano passado, pela mesma questão e no mesmo local onde Dorothy foi assassinada, sete outros ativistas foram mortos. Se ela estivesse viva, teria sido ameaçada e morta como continua acontecendo com outras pessoas. Onze anos depois, Dorothy tem sido morta sempre”.
Corpo de advogado que estava em ultraleve é achado
Corpo de Júlio Cézar de Morais foi achado na tarde do sábado (14).
Ele será cremado às 12h desta segunda-feira (15), em São Luís.

O corpo de um dos advogados que estavam no ultraleve que desapareceu na tarde da última terça-feira (9), em Arari, foi achado no fim da tarde deste sábado (13). O Instituto Médico Legal (IML) informou que o corpo encontrado é do advogado Júlio Cézar de Moraes, passageiro do ultraleve.


Segundo informações oficiais do Corpo de Bombeiros, o corpo foi avistado boiando no mar por uma equipe que estava vistoriando o local de jet ski. Ao perceber o corpo, eles repassaram a informação a um grupo de busca e salvamento da Força Aérea Brasileira (FAB), que estava acompanhando as investigações pelo ar. O corpo de Júlio Cézar de Moraes precisou ser içado pelo helicóptero.

José do Vale Filho estava retornando do município de Arari quando ultraleve desapareceu (Foto: Arquivo pessoal/Divulgação)

O piloto José do Vale Filho ainda não foi encontrado; buscas continuam (Foto: Arquivo pessoal/Divulgação)

Por conta do estado avançado de decomposição, a identidade da vítima foi confirmada após um Raio X que mostrou marcas de uma cirurgia que o advogado havia feito na cabeça. A família confirmou que o corpo de Júlio Cézar de Moraes será cremado, atendendo ao pedido do advogado, às 12h desta segunda-feira (15). Não haverá velório.

O corpo de Bombeiros afirmou que as buscas continuarão na manhã deste domingo (14). Segundo corporação, as ações de busca vão se concentrar nas proximidades da Ilha do Caranguejo, local onde foram encontrados o primeiro corpo e partes da aeronave. O piloto José do Vale Filho ainda não foi achado.

No fim da tarde da quarta-feira (10) uma equipe da FAB, com apoio do Centro Tático Aéreo (CTA), conseguiu encontrar parte da cauda do ultraleve entre Estiva e Bacabeira. As buscas estão sendo coordenadas pela FAB e contam com a participação da Capitania dos Portos do Maranhão, Corpo de Bombeiros, CTA, Polícia Militar do Maranhão (PM-MA) e Polícia Civil.


A Força Aérea Brasileira (FAB) informou que os destroços serão analisados por técnicos do Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa) do Pará, responsável pela investigação.

AS INFORMAÇÕES SÃO DO G1
EDIÇÃO DA AGÊNCIA BALUARTE

Jota Pinto anuncia sua pré-candidatura a prefeito

O anúncio foi feito em uma coletiva de imprensa na sede da sigla, no Monte Castelo

Safira Pinho

O ex-deputado estadual e atual presidente estadual do Partido Ecológico Nacional (PEN), Jota Pinto, reafirmou ontem a sua pré-candidatura para prefeito do município de São José de Ribamar.
O anúncio foi feito em uma coletiva de imprensa na sede da sigla, no Monte Castelo. Na ocasião, o exvereador Moreira foi citado para pré-candidatura a prefeito de Raposa e Maninho, para o município de Paço do Lumiar. De acordo com Jota Pinto, o lançamento ofi cial da candidatura será realizado no dia 9 de abril, com a presença do presidente nacional da legenda, o exdeputado estadual por São Paulo Adilson Barroso. Enquanto isso, o ex-deputado prepara-se para realizar encontros com a comunidade ribamarense.
J Pinto candidato
O ex-deputado também afirmou que a escolha para pré-candidatura ao município foi por meio do apoio de lideranças políticas e principalmente por ser o município de reduto eleitoral, onde teve aproximadamente 5 mil votos na eleição a deputado estadual
“Faremos 25 encontros, ouvindo a população, colhendo delas as verdadeiras necessidades e demandas, para que possamos ter um plano de governo com o que a população necessita. Sempre digo que quem sabe as verdadeiras necessidades da população é quem vive e quem mora no local. A partir de agora, em São José de Ribamar, tem mais um pré-candidato, iremos fazer um grande ato político, vamos juntos nesta missão”, ressaltou.

O ex-deputado também afirmou que a escolha para pré-candidatura ao município foi por meio do apoio de lideranças políticas e principalmente por ser o município de reduto eleitoral, onde teve aproximadamente 5 mil votos na eleição a deputado estadual. 

“Nas eleições de 2010, tive apoio de lideranças políticas; nas eleições de 2014, sou muito grato aos quase 5 mil votos conquistados dessa população. É um trabalho reconhecido que fi z como deputado para o município, colocando emendas, adquirindo ambulâncias, escolas, recursos para o carnaval em São José de Ribamar”. 

Esta será a primeira eleição municipal disputada pelo partido, que foi fundado em 2012. Nas eleições de 2014, o PEN elegeu no Maranhão dois deputados federais (Júnior Marreca e André Fufuca) e um deputado estadual (Ricardo Rios). Agora, segundo o ex-deputado Jota Pinto, o objetivo do PEN é eleger o maior número de prefeitos, vice-prefeitos e vereadores nas eleições municipais de 2016. Segundo Jota Pinto, o PEN já está instalado em 182 dos 217 municípios maranhenses e possui 68 pré-candidatos a prefeito e mais de mil pré-candidatos a vereador em todo o estado. Ele acrescentou que, em São Luís, o PEN já está com uma chapa praticamente montada de 49 pré-candidatos a vereador.
Nas duas últimas eleições (de 2010 e 2014), Jota Pinto foi o segundo mais votado para deputado estadual em São José de Ribamar. No estado, a legenda possui dois deputados estaduais (Júnior Marreca e Ricardo Rios) e um deputado federal (André Fufuca).


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