A verba para pagar os agricultores que fornecem merenda aos estudantes é do programa federal PNAE. Secretário da Educação ainda não fez os repasses e anda protelando.

POR FERNANDO ATALLAIA
EDITOR-CHEFE DA AGÊNCIA BALUARTE

O secretário de Educação do prefeito Edivaldo Holanda Júnior, Geraldo Castro, acaba de aprontar mais uma. Dessa vez o alvo foram os agricultores que fornecem merenda às escolas da capital maranhense pelo Programa Nacional de Alimentação Escolar-PNAE.

Ocorre que os profissionais da agricultura, que há meses não recebem o dinheiro do Programa que deve ser repassado pela Educação, paralisaram as entregas e reclamam de calote. Uma fonte que preferiu não ser identificada, afirmou que a insatisfação com a questão já levou os agricultores a denunciar o possível desvio de conduta do secretário a setores da imprensa, mas ele prontamente se comprometeu em resolver o problema. O que ficou até hoje apenas na promessa.

AONDE FOI PARAR O DINHEIRO DO PNAE? Agricultores denunciam que o secretário Geraldo Castro(foto) não faz os repasses
''Ele ficou com medo do escândalo vir à tona e entrou em contato com alguns agricultores pedindo que não levasse o problema pra imprensa, que iria resolver logo, mas até hoje nada'', disse a fonte.

Segundo apurou ANB Online, agricultores de localidades como Cinturão Verde, Maracanã e Itaqui-Bacanga deixaram de investir nas plantações por falta da verba dos repasses. Nos centros de ensino, a merenda não chega.

''Não temos como plantar e nem entregar, pois não há dinheiro para pagar nem a gasolina do carro que faz a entrega e nem para comprar material para as hortas, tudo parou'', explicou um agricultor revoltado.

A reportagem da Agência Baluarte tentou contatar o secretário de Educação da Prefeitura de São Luís, Geraldo Castro, para obter esclarecimentos sobre a denúncia, mas, como é de praxe, o telefone só sinalizava fora de área ou desligado. 

Os agricultores já não sabem a quem recorrer.
Musa do impeachment é expulsa de desfile após tirar a roupa
Musa do impeachment tira a roupa durante desfile e é expulsa do Sambódromo. Ela já havia sido proibida de usar um tapa-sexo com o logo do Fora Dilma. "Como não deixaram, fiz meu protesto por um País melhor deixando os seios à mostra", justificou

A empurrões e pontapés, a modelo Juliana Isen, musa do impeachment, foi expulsa do Sambódromo sob o olhar do presidente da Liga, Serginho.
Ela, que já tinha sido proibida de usar um tapa-sexo com o logo do “Fora Dilma”, foi retirada da ala das passistas depois de ficar com os seios amostra em frente ao recuo da bateria.

Juliana era a madrinha da ala das passistas. Foi o próprio Serginho que puxou ela pela cintura, pediu para abrir o portão que dá acesso a saída, até que um membro da escola a empurrou no chão e jogou o costeiro da fantasia sobre ela.
“Me senti humilhada e estou saindo ferida. Vou processar essa escola”, contou a modelo.

musa do impeachment carnaval
A musa foi jogada ao chão. Ela vai processar a escola heterofóbica 
Ela explicou que assim que chegou na escola foi abordada por um membro da Peruche que exigiu a retirada do tapa-sexo. Segundo ela, o adereço tinha sido acordado com a escola assim que ela foi chamada para desfilar pela agremiação.

“Como não deixaram, fiz meu protesto por um País melhor, deixando os seios a mostra.” Segundo Juliana, nos ensaios técnicos da escola, ela já havia dito que ficaria nua no Anhembi. A escola pode perder pontos na apuração.

A Liga Independente das Escolas de Samba de São Paulo informou que aguarda o término do desfile para poder se manifestar sobre o ocorrido.

O presidente da escola, Sidney de Moraes, o Ney, justificou a ação do integrante da escola que a teria empurrado. “Ela não estava com a vestimenta legal. Em cima disso, nós acabamos perdendo ponto. Nossos harmonias estão praticamente cientes disso e acabaram tirando (a integrante). Só que por parte do folião, ela quis permanecer. A gente deu a fantasia, doamos. Ela simplesmente não quis sair. Isso não é legal”, disse.

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