segunda-feira, 11 de janeiro de 2016
Acusada de fraude fiscal, princesa Cristina é julgada por corte espanhola 
Irmã do Rei é a primeira membra da família real a se sentar no banco dos réus 
Esta segunda-feira (11) é um dia histórico para a Espanha. Pela primeira vez na história do país uma integrante da família real foi levada a julgamento, se sentando no banco dos réus. A princesa Cristina de Bourbon, irmã do Rei Felipe VI, foi uma das 18 pessoas indiciadas no curso da investigação sobre desvio de dinheiro público na Fundação Noos, administrada por seu marido, Iñaki Urdangarin. 
De acordo com promotores, Urdangarin, ex-jogador profissional de handebol, utilizou a Fundação Noos, uma organização de caridade ligada a projetos sociais esportivos, para desviar mais de R$ 18 milhões em recursos governamentais. Para isso, contou com a cumplicidade de Cristina e de outros sócios. 
Princesa Cristina pode ser condenada a até quatro anos de prisão
Parte do dinheiro da fundação era transferido a uma companhia de propriedade majoritária da princesa e de Urdangarin, sendo depois utilizada, segundo a investigação, para arcar com despesas pessoais, desde estacionamentos a festas infantis.
A infanta espanhola enfrenta duas acusações por compactuar com fraude fiscal e, no caso de realmente ser condenada, pode receber uma pena de até quatro anos de prisão. Já para Urdangarin, o quandro é ainda pior: acusado por crimes como fraude e evasão fiscal, poderá ser preso por até 19 anos. 
O casal, que tem quatro filhos, foi junto à corte de Mallorca hoje, e negou todas as acusações. 
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EDIÇÃO DA AGÊNCIA BALUARTE

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