quinta-feira, 10 de dezembro de 2015
Padre é flagrado com prostituta - Arthut M. Coyle assumiu ter pago

A Arquidiocese de Boston – já calejada por inúmeras acusações de religiosos envolvidos com escândalos sexuais – se viu abalada por mais um caso de má conduta. O vigário e monsenhor Arthur M. Coyle foi pego pela polícia local atrás de um cemitério com uma prostituta, que teria ganho US$ 40 para fazer sexo oral no religioso.

De acordo com autoridades, Coyle foi preso em flagrante com a mulher dentro de seu carro. No entanto, na segunda-feira (5), ele foi liberado após o pagamento de uma fiança de US$ 500. O religioso negou as acusações. Porém, a prostituta afirmou que não é a primeira vez que presta serviços a ele.

De acordo com autoridades, Coyle foi preso em flagrante com a mulher dentro de seu carro
Coyle é o Vigário Episcopal da região de Merrimack desde 2008, o que significa que ele supervisiona uma série de paróquias. Segundo a Arquidiocese, Coyle aceitou voluntariamente se afastar do cargo e está proibido de ministrar em público. Em nota, a instituição disse:

“Enquanto estiver sob afastamento administrativo, está proibido de ministrar em público. Essas restrições vão continuar até o final do caso. As medidas tomadas não representam uma determinação de que o monsenhor Coyle é culpado ou inocente das acusações. A Arquidiocese pede orações por todo o impacto desse caso”.

Em 2011, a Igreja Católica de Bostou revelou uma lista com 248 padres e dois diáconos acusados de casos de abusos sexuais desde 1950. Na época, o cardeal americano Sean O’Malley disse que o esforço em compilar a lista de clérigos é mais um passo adiante na iniciativa de tomar a responsabilidade pelos abusos e evitar que eles voltem a ocorrer.

Supremo Tribunal Federal condena ex-senador Luiz Estevão a 26 anos de prisão

A defesa de Luiz Estevão apresentou 21 recursos e 11 habeas corpus

O Supremo Tribunal Federal (STF) manteve a condenação o ex-senador Luiz Estevão a 26 anos de prisão, nesta quarta-feira. O empresário é acusado de desviar R$ 2 bilhões de recursos da obra do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) de São Paulo. Apesar dos percalços judiciais e do abandono forçado da vida pública, o bilionário conseguiu postergar a prisão por mais de uma década.
Luiz Estevão de 'mãos limpas': 26 anos de prisão
Segundo o Ministério Público Federal, desde o início do processo, a defesa de Luiz Estevão apresentou 21 recursos e 11 habeas corpus. A estratégia para atrasar o desfecho do caso foi eficiente: a pena de 31 anos de cadeia foi reduzida para 26 anos em 2014, já que a demora levou à prescrição das penas relativas aos crimes de formação de quadrilha e de uso de documento falso. Mas, a condenação por corrupção ativa, peculato e estelionato está mantida. Os ministros não analisaram pedido do MP para cumprimento imediato da pena. A defesa ainda pode recorrer da decisão. Agora, será publicado um acórdão e, segundo o ministro Marco Aurélio Melo, ainda cabem embargos declaratórios. O prazo regimental para a publicação do acórdão é de 60 dias.
Luiz Estevão cumpre hoje pena em prisão domiciliar, depois do trânsito em julgado de outro processo, em que ele foi condenado a 3 anos e 6 meses em regime semiaberto por falsificar documento público.

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