quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Josemar Sobreiro recebeu R$ 1,4 milhão do Ministério da Justiça para videomonitoramento; as câmeras nunca apareceram no município. 

Ainda não se sabe aonde foi parar o valor de quase R$ 1,5 milhão pago pelo Ministério da Justiça à Prefeitura de Paço do Lumiar, em maio deste ano.

Paço do Lumiar recebeu R$ 1,4 milhão do MJ para videomonitoramento; e cadê as câmeras Josemar?
O prefeito de Paço do Lumiar, Josemar Sobreiro: ele recebeu quase R$ 1 milhão e meio para câmeras que nunca apareceram no município de Paço do Lumiar. 
A expressiva quantia foi destinada para instalação do sistema de videomonitoramento nas principais vias do município. Ocorre que a vigência do convênio só encerra no dia 31 de dezembro próximo e o dinheiro já foi recebido pela prefeitura, e todo mundo quer saber, inclusive o Blog, onde estão as câmeras de segurança que ajudariam a combater a criminalidade em Paço do Lumiar?
O prefeito Josemar Sobreiro (PSDB) deve ter a resposta, afinal de contas o dinheiro do convênio foi administrado por ele.
Abaixo, a cópia do convênio entre o Ministério da Justiça e a prefeitura de Paço do Lumiar.
Extraído do Portal da Transparência do Governo Federal
A expressiva quantia foi destinada para instalação do sistema de videomonitoramento nas principais vias do município de Paço. Aonde foi parar o dinheiro? 


As informações são do republicano.net



Senador Roberto Rocha troca ofensas com internauta em sua página oficial

A polêmica gira em torno do fato em que Roberto Rocha votou contra a prisão do então senador Delcídio do Amaral (PT-MS), flagrado na tentativa de destruir provas sobre as investigações da Operação Lava-Jato


roberto rocha troca farpas

O senador Roberto Rocha (PSB-MA) parece que perdeu a linha nas redes sociais esta manhã. Em sua página oficial no Facebook, Rocha responde usando as mesmas palavras de baixo calão, utilizadas por um internauta visivelmente alterado com a decisão do senador em ser contra a prisão de Delcídio do Amaral (PT-MS).
Após votação pela prisão de Delcídio, ocorrida ontem a noite com 59 votos a favor e 13 contra, parlamentares maranhenses que compõem o colegiado no senado, tornaram público seu votos. Dentre estes estão João Alberto (PMDB-MA), que optou pelo cancelamento da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), e Roberto Rocha. O único a não esboçar uma opinião a respeito foi Edison Lobão (PMDB-MA), o qual se absteve do ato democrático.
Na publicação, o internauta Robson Melo vocifera xingamentos e acusações. Não deixando por menos, Roberto Rocha responde no mesmo nível e palavreado, usando os mesmos insultos, além de afirmar que “[...] Não estou, pelo menos neste momento, discutindo o mérito, até porque não é minha função, e sim do STF. O que decidimos é sobre o que dispõe a CF no Art. 53 parágrafo segundo. Só isso!!! Amanhã, se tiver processo contra qualquer senador, com provas, votarei pela cassação do mandato. Mas, agora, o que se discutiu é a legalidade da prisão, e não a conduta do senador”, disse.
.roberto rocha troca farpas

Nesse momento a discussão estava montada. Uma enxurrada de comentários se seguiu, como a do também internauta Nilton César, quando critica dizendo “Ao votar pela liberdade do 'Nobre' Senador Delcídio, o Senhor votou a favor do tráfico de influência, do plano de fuga, da falcatrua, do pagamento de mesada para calar a boca... etc! Não brinque com o povo brasileiro! Os Servidores do Poder Judiciário estão de olho! Decepcionado contigo! Não pise mais em Guimarães Maranhão pra pedir votos!”.
roberto rocha troca farpas

Até o fechamento desta notícia, não conseguimos uma resposta oficial da assessoria de imprensa do senador Roberto Rocha, a fim de esclarecer o ocorrido.
AS INFORMAÇÕES SÃO DO JORNAL O IMPARCIAL
EDIÇÃO DA AGÊNCIA BALUARTE
A ‘profecia’ de Carlos Drummond de Andrade sobre o desastre no Rio Doce 

A vida imita a arte: pouco antes de sua morte, o mineiro Carlos Drummond de Andrade publicou o poema que parece ser o retrato do desastre que destruiu o Rio, antes doce. Leia a íntegra

O poeta mineiro Carlos Drummond de Andrade foi considerado um dos mais influentes do século 20. Ao longo de seus 85 anos publicou mais de 30 livros de poemas, e quase 20 de prosa, além de integrar antologias poéticas e produzir histórias infantis. Porém, não imaginava que ao publicar o poema Lira Itabirana estaria prevendo um dos maiores, quiçá o maior desastre ambiental da história do Brasil: o rompimento das barragens da Vale-Samacro em Minas Gerais.

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Drummond: ''O Rio? É doce.
A Vale? Amarga.
Ai, antes fosse
Mais leve a carga''
Há dias o Brasil vive uma de suas maiores tragédias. A irresponsabilidade da empresa Vale-Samacro pode resultar no fim do Rio Doce, que, com seus 853 km de extensão, banha os estados de Minas Gerais e Espírito Santo.

A Vale do Rio Doce-Samarco foi instalada na região no início da década de 1940 e muitas empresas, atraídas pelas reservas de ferro, se estabeleceram na cidade natal do poeta, Itabira. Poucos anos antes de sua morte, em 1984, Drummond publicou o poema que parece ser o retrato do desastre que destruiu o Rio, antes doce. Leia a íntegra abaixo.

“Lira Itabirana”
I
O Rio? É doce.
A Vale? Amarga.
Ai, antes fosse
Mais leve a carga.
II
Entre estatais
E multinacionais,
Quantos ais!
III
A dívida interna.
A dívida externa
A dívida eterna.
IV
Quantas toneladas exportamos
De ferro?
Quantas lágrimas disfarçamos
Sem berro?

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