segunda-feira, 30 de março de 2015
Manifestantes tentam invadir o terminal da Praia Grande

Manifestantes que fizeram o trecho da Praça Deodoro até a sede da prefeitura tentaram invadir o Terminal da Praia Grande, na região central de São Luís, ainda há pouco. 

Eles reivindicam contra o aumento de passagens de ônibus que começou a valer neste domingo (29). 
Eles reivindicam contra o aumento de passagens de ônibus que começou a valer neste domingo (29). A tentativa de invasão tinha como motivação a liberação das catracas. A Polícia Militar cercou o local e conteve o movimento. 

Estudantes informaram ao jornalismo da TV Difusora que durante a intervenção policial foi usado spray de pimenta. A informação não foi confirmada pela Polícia.

Mataram cinco em São Luís no final de semana

Foram cinco homicídios durante o final de semana na Região Metropolitana de São Luís. Todos os crimes ocorreram durante o sábado (28).
No bairro Gancharia, mataram um jovem identificado como Daniel Menezes Ferreira, de 18 anos, a tiros durante a madrugada.
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CUIDANDO DA VIDA DAS PESSOAS O secretário de Segurança do Governo do Estado, Jeferson Portela: cinco assassinatos no final de semana e ele, assim como no filme de Stanley Kubrick, de olhos bem fechados 
Outro homicídio ocorrido na madrugada foi no Residencial Nova Terra, em São José de Ribamar. Lá, um jovem identificado como Paulo Ricardo Reis Santiago, também de 18 anos, foi assassinado com tiros por elementos que estavam em um veículo.
Durante a manhã, a vítima fatal foi Gilmar da Conceição dos Santos, morto a tiros na região da Vila Natal.
Já pelo período da noite, um jovem de 18 anos identificado como Pablo Oliveira Soares foi assassinado a tiros na Cidade Olímpica, por volta das 21h.
O último homicídio do final de semana ocorreu na Vila Vitória. Rubens dos Anjos Duarte, de 19 anos, foi morto a tiros por elementos em uma moto.
As informações são do Gazeta da Ilha

Ao custo de pelo menos R$ 1 bilhão, Câmara planeja tirar do papel projeto que inclui a construção de um shopping

Conforto. O peemedebista Eduardo Cunha (PMDB-RJ) também lançou mão desse requisito para ganhar votos dos parlamentares na conquista da cadeira de presidente da Câmara. Além de prometer passagens aéreas para as esposas dos deputados, ele também se comprometeu com gabinetes amplos. O novo prédio incluirá instalações tão modernas, que pode pode abrigar até um shopping.
Na próxima semana a Câmara vai dar o pontapé inicial para transformar a promessa em realidade -- como o presidente tem sido com tudo que foi tudo na época da campanha. A Casa vai lançar uma Proposta de Manifestação de Interesse (PMI) para identificar se há demanda para fazer uma parceria público-privada tirar o projeto do papel.
SHOPPING
ESPECIALISTA EM MAMATA Eduardo Cunha em vez de pensar nos brasileiros, defende privilégios para sua 'categoria'
O primeiro-secretário da Casa, Beto Mansur (PRB-SP) evita usar a palavra shopping para falar sobre o tema. "Vamos apresentar o que nós queremos e a empresa dirá o que pretende explorar por um determinado período, se vão ser escritórios ou estacionamentos, por exemplo, mas que estariam fora do conjunto da estrutura da Câmara", disse o deputado, de acordo com o G1.
Segundo ele, o ideal seria a PPP, que permite a utilização de espaço para financiar a construção do novo anexo, mas se não houver interessados, a Casa tem dinheiro em caixa. "Hoje, a Câmara tem muito puxadinho", justifica Mansur. Em fevereiro, Cunha garantiu que ninguém faria shopping com dinheiro público.
De acordo com a ONG Contas Abertas, "no projeto arquitetônico, um dos prédios terá estacionamento subterrâneio para os deputados, outro, vários gabinetes, uma praça e um prédio comercial, além de um plenário com 675 lugares". Ainda segundo a ONG, o novo anexo está estimado em pelo menos R$ 1 bilhão. Os gabinetes, que têm em média 40 m², passariam a ter 60 m².
Fonte: Brasil Post

Sobre a menina síria que se rende ao confundir câmera fotográfica com uma arma

Por Nara Rúbia Ribeiro

Quando ainda menina, lia muito Drummond. Achava um exagero ele dizer que chegaria um tempo de absoluta depuração, em que “(…) os olhos não choram./E as mãos tecem apenas o rude trabalho./E o coração está seco.” Mas hoje eu vi no noticiário uma cena muito peculiar, e a verdade do poema me veio à alma, imediatamente. Um fotógrafo, ao tentar retratar a vida das crianças sírias, conseguiu captar não a frieza deste mundo, mas já a sua consequência. Ele enquadra a criança em sua lente e essa levanta os braços, rendida, pensando ser uma arma.
Deus! Que mundo é este, onde a inocência caminha de mãos levantadas e a alma do mundo não sangra, e os olhos dos homens não choram, e a dor já não nos pode chocar? Que mundo é este cujos avanços tecnológicos não encontram eco na evolução moral dos indivíduos e onde só o que conta são os cifrões?
Um mundo cujo colorido já não é convidativo aos olhos. Onde a beleza é preterida. Onde a pureza dos pequeninos ainda é roubada e banhada do sangue de seus pares, de seus pais e, não raro, do seu próprio sangue. Um mundo cujas crianças já têm a esperança prematuramente envelhecida pela dor que transborda dos noticiários e que não raro floresce ao seu lado. Um mundo em que, a cada dia, o homem teme mais e mais o próprio homem.
MENINA SÍRIA
Há alguns dias um fotógrafo capturou, na Síria, a imagem de uma criança que se rendeu em frente sua câmera. Segundo informações do site Huffington Post, a pequena levantou os braços ao confundir a câmera com um rifle.
Frequentei um curso, há um tempo, e algo me deixou sobremodo perplexa. O instrutor mostrava-nos diversos vídeos com acidentes causados por veículos. Em dada situação, um homem fora atropelado por não olhar para a sua direita quando um carro vinha na contra mão.  Alguns dos colegas, a maioria jovens entre 18 e 25 anos, riram da cena. Noutro atropelamento, a maioria riu. Esboçaram alguma comoção, leve, quando uma criança foi atropelada. Mas, pasmem: um cachorro foi atropelado e, nesse momento, houve uma comoção geral: “Ah, pobrezinho! Tadinho dele!”.  
A banalização da dor do outro é hoje tamanha que os jovens se identificam mais e se comovem mais com a dor de um animal que com a dor de um homem ou de uma criança.
A dor do outro é estatística. “Quanta mortes, mesmo, na Síria? Quantos desabrigados no Acre? Quantas mulheres são agredidas por ano? Quantas crianças são estupradas por parentes próximos?” Não! Essa postura desmerece o infinito que somos, desautoriza a angelitude a que estamos destinados, desmente a centelha do Eterno que permeia a alma de cada um de nós!
Necessitamos ver o outro como parte desprendida, mas ainda ligada a nós por lanços infindáveis de natureza espiritual. Ninguém pode ser plenamente feliz enquanto um só de nós estiver de braços levantados, rendida criança assustada pelos estrondos da guerra, cativa da dor e da morte. Esfomeada de uma Justiça que ela não pode compreender ou dizer, mas, humana que é, já a pode desejar e de sua falta se ressentir.
Que esta criança que hoje vi de mãos levantadas por confundir a câmera com uma arma possa ainda, é o que utopicamente desejo, levantar novamente as suas mãos, mas não por medo. Que ela ainda possa, na pontinha dos pés, elevar os seus braços para brincar com as estrelas.
Nara Rúbia Ribeiro é escritora, advogada e professora universitária.
Administradora da página oficial do escritor moçambicano Mia Couto.
Deixar a estrada da exclusão social 
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Por Flávio Dino
A fome é a negação mais cruel dos direitos fundamentais de qualquer ser humano. É a negação da condição básica para o desenvolvimento do homem que, sem ter o que comer, não consegue trilhar os caminhos que pedem os sonhos que tem para si e para a sua família. É a negação primeira do que a filósofa Hannah Arendt chamou do“direito a ter direitos”. Sem nada para comer, como ter acesso à educação, à cultura, ao trabalho ou à sua autodeterminação?
Infelizmente, a negação do "direito a ter direitos" ainda é muito viva em nossa realidade. Lembro que cerca de 25% dos maranhenses ainda vivem na extrema pobreza, o que corresponde a cerca de 1,5 milhão de pessoas. Mas esses não são dados frios, e a reportagem “Estrada da Fome”, exibida na última segunda-feira pela TV Record para todo o Brasil, mostrou que esse retrato cruel é verdadeiro, tem nome e sobrenome, tem rosto e lágrimas. 
Esse legado de desumanidade e descaso foi herdado por nós, maranhenses, em decorrência de décadas de governos que deram as costas aos mais necessitados. Como explicar, por exemplo, que o Maranhão seja a 16ª economia do país, estado que possui água em abundância, terras boas e um povo com muita vontade de vencer, mas com as piores condições de vida do país? A explicação somente pode residir na histórica combinação entre utilização pessoal do patrimônio público, corrupção e injustiça social, caminhos pelos quais poucos se apropriaram dos bens de milhões de pessoas.
As vozes do coronelismo maranhense, que hoje vivem enorme crise de abstinência com a perda de antigos privilégios e de ganhos ilícitos, calam-se diante da calamidade retratada por 1 hora na última segunda-feira em rede nacional. Contudo, ao contrário do que eles sempre fizeram, estamos lutando para transformar esse inaceitável retrato.
Creio que nenhuma pessoa deve ficar insensível diante desse quadro. Especialmente no que se refere ao papel do governante, deve ser o de buscar soluções urgentes, duradouras e eficazes para dar a essas pessoas o direito de voltar a sonhar. Foi por este motivo que, logo no primeiro dia de Governo, minutos após a nossa posse, instituímos o Plano de Ações Mais IDH. Ele começa pelas 30 cidades com menor Indice de Desenvolvimento Humano em nosso Estado e vai mostrar progressivamente que, sim, nós podemos mudar o cenário imposto por décadas de desmandos políticos e desrespeito com a população.
Por intermédio do Plano Mais IDH, o Governo do Estado começou a levar mais direitos e mais dignidade a esses milhões de maranhenses outrora invisíveis, cujos futuros foram criminosamente roubados em tenebrosas transações. Agora, o orçamento público é aplicado com a único objetivo de servir a população, com enfoque especial àqueles que mais precisam da ação direta do Estado.
Para que se tenha a dimensão deste programa, somente na primeira semana do Mutirão Mais IDH, foram realizados 18 mil atendimentos em 9 municípios. Nesse mutirão, encontramos milhares de pessoas que jamais tiveram acesso a qualquer serviço público, que jamais foram lembrados pelos governantes, a não ser em tempo de eleição. Até o fim do nosso governo, vamos levar a todas as regiões maranhenses provas concretas de que vale a pena lutar e ter esperança em dias melhores. Apoio à produção, políticas sociais, ampliação de infraestrutura e combate à corrupção são os pilares que sustentam esse novo projeto de desenvolvimento no Maranhão.
O destino dos milhões de maranhenses não é estar irrevogavelmente à margem do mundo dos direitos. É para colocá-los na rota do crescimento e dar-lhes condições de se fortalecer, educar e prosperar que conduzimos as ações governamentais, em que hoje há o DNA da indignação transformadora.
Flávio Dino foi juiz, deputado federal e presidente da Embratur. É o atual governador do Estado do Maranhão. 
Deputado que criticou reportagem da TV Record já foi indiciado pela Polícia Federal por corrupção

Josimar de Maranhãozinho e Detinha foram indiciados, em 2012, por crimes de corrupção passiva, prevaricação, concussão, peculato e formação de quadrilha ou bando

Por Yuri Almeida, do Atual7

O deputado estadual Josimar de Maranhãozinho, do PR, que criticou a reportagem exibida pela TV Record no domingo(22) por mostrar o município administrado por sua mulher e correligionária, Maria Deusdete Lima, a Detinha, como um dos mais miseráveis do pais, já foi indiciado pela Polícia Federal, juntamente com a própria esposa, pelos crimes de corrupção passiva, prevaricação, concussão, peculato e formação de quadrilha ou bando.

Deflagrada em meados de 2011 pela PF a partir de investigações da Operação Arco de Fogo, em que várias pessoas foram presas, a Operação Cupim apontou Josimar e Detinha como cabeças de um esquema criminoso que atuava em áreas indígenas no Maranhão, em que era cobrada uma taxa para entrada de caminhões para extração de grande quantidade de madeira de forma ilegal.

O nome da operação policial, COPII, que significa cupim em tupi-guarani, uma praga que é considerada perigosa e que ataca a madeira e outros produtos agrícolas, foi em alusão ao ataque violento causado pelo casal ao meio ambiente e aos cofres públicos.

Deputado que criticou reportagem da Record já foi indiciado pela PF por corrupção
CASAL 20 Segundo a Polícia Federal, o esquema funcionava com as prefeituras de Centro do Guilherme, comandada desde então por Detinha, e Maranhãozinho, na época comandada por Josimar
Na última etapa da operação, já em 2012, a PF fez buscas nas prefeituras de Maranhãozinho e Centro do Guilherme, na residência e escritório do parlamentar em São Luís, e na residência de outras pessoas envolvidas no esquema.

- O que nos causou espanto foi o poder financeiro da quadrilha, com grande quantidade de bens adquiridos recentemente por um dos envolvidos no esquema, que é avaliado em aproximadamente R$ 30 milhões. - declarou o delegado Alexandre Lucena durante a operação, em referência à Josimar Cunha.

Segundo a Polícia Federal, o esquema funcionava com as prefeituras de Centro do Guilherme, comandada desde então por Detinha, e Maranhãozinho, na época comandada por Josimar, cobrando uma taxa de R$ 150, que dava direito a um tíquete para que cada caminhão, previamente cadastrado no município, entrasse na reserva indígena e de lá extraísse a madeira ilegalmente.

Cerca de 20 caminhões, por dia, saíam carregados do local, sem autorização do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), da Fundação Nacional do Índio (Funai) e da Polícia Federal; e sem que o dinheiro fosse repassado aos cofres públicos.


Além de Josimar de Maranhãozinho e de sua mulher Detinha, participavam do crime quatro policiais militares e vários funcionários públicos que, armados ilegalmente, faziam barreiras e cancelas.

Mulher espanca professora em sala de aula após descobrir caso com seu marido
Uma professora foi espancada em frente aos seus alunos depois que uma mulher lhe acusou de dormir com seu marido. Laelia Paredes Flores, 35 anos, invadiu a sala de aula em Huimanguillo, México, e atacou Marcella Vllalpando Tovar, 32 anos, deixando os estudantes e membros da escola chocados ao assistirem a cena. Um vídeo foi gravado mostrando Marcella se protegendo no chão enquanto Laelia lhe dá uma série de chutes. Ainda não satisfeita, ela pula em cima da mulher e começa a puxar seus cabelos enquanto a xinga, até que finalmente deixa o local.

Ainda não satisfeita, ela pula em cima da mulher e começa a puxar seus cabelos enquanto a xinga, até que finalmente deixa o local.
“A mulher furiosa começou a gritar antes de acertar a nossa professora e jogá-la no chão, foi quando eu corri para pedir ajuda. Mas quando os outros professores vieram, eles apenas ficaram ao redor assistindo. Foi realmente horrível”, disse Miriam Gracia Adorno, 16 anos.
Um porta-voz da escola disse que a agressora é mãe de um estudante matriculado na instituição de ensino. “Estamos consternados com este ataque e como não foi feito nada para pará-lo. Nós iniciamos uma investigação para apurar o caso.”

Zé Inácio entrará com representação junto aos órgãos de Defesa do Consumidor contra reajuste do transporte coletivo

O deputado Zé Inácio (PT) entrará nesta segunda-feira (30) com representação junto ao Procon e Ministério Público objetivando que tais órgãos, que atuam em defesa do consumidor ajuízem ação contra a  Prefeitura Municipal de São Luís e o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de São Luís - SET, que reajustou a tarifa do transporte público em 16% a partir da 0h deste domingo (29).

O Parlamentar que é presidente da Comissão de Direitos Humanos e das Minorias, diz que a representação visa coibir a medida tomada pela Prefeitura Municipal de São Luís em reajustar de forma abusiva a tarifa do transporte coletivo. “Ainda nesta segunda-feira (30), eu como presidente da Comissão Direitos Humanos e das Minorias entrarei com essa representação com o intuito de coibir esse reajuste no valor do transporte público de São Luís, que é um dos mais caros do país e de péssima qualidade”.  
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O presidente da Comissão dos Direitos Humanos e das Minorias, Zé Inácio entra com representação junto ao Ministério Público e Procon
O valor  cobrado na maioria dos coletivos subiu de R$ 2,40 para R$ 2,80, enquanto as mais baratas passarão de R$ 1,90 para R$ 2,20 e R$ 1,60 para R$ 1,90.

Ainda de acordo com o deputado Zé Inácio (PT) o reajuste  é o segundo em menos de 1 ano (O último aumento no preço das tarifas de ônibus havia sido anunciado em junho de 2014, após 16 dias de greve dos rodoviários).  Sendo que a Prefeitura ainda alega que o reajuste é devido à alta do combustível.

Matéria enviada pela Assessoria de Imprensa do Deputado.   

EM MEIO À CRISE E AUMENTOS DE ENERGIA, DILMA DOARÁ USINA TERMOELÉTRICA À BOLÍVIA

O Ministério de Minas e Energia está nas tratativas finais para viabilizar a negociação
 Em meio a uma crise de energia sem precedentes no País e em busca de fontes alternativas para evitar um racionamento, o governo brasileiro vai gastar R$ 60 milhões para reformar e doar uma usina térmica para a Bolívia. O Ministério de Minas e Energia está nas tratativas finais para viabilizar a negociação.
O governo brasileiro vai gastar R$ 60 milhões para reformar e doar uma usina térmica para a Bolívia
O governo brasileiro vai gastar R$ 60 milhões para reformar e doar uma usina térmica para a Bolívia
A usina térmica Rio Madeira pertence à Eletronorte, uma das empresas do grupo Eletrobras. Inaugurada em 1989, ela foi uma das responsáveis por abastecer os estados de Rondônia e Acre por 20 anos. Com potência de 90 megawatts, o empreendimento fica em Porto Velho (RO) e é capaz de fornecer energia para uma cidade de 700 mil habitantes.
Segundo uma fonte, a usina precisa passar por uma "recauchutagem geral" para entrar novamente em operação. Antes de doá-la, a Eletronorte vai converter a usina para gás natural, combustível abundante na Bolívia.
Essa reforma, com o transporte e montagem na Bolívia, custará R$ 60 milhões. O dinheiro já foi transferido pelo governo para a Eletronorte, responsável pela reforma. Uma usina térmica nova, com capacidade de 100 MW, custa hoje em torno de R$ 100 milhões.


  • Escrito por  ANNE WARTH, ANDRÉ BORGES E LISANDRA PARAGUASSU

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