sábado, 21 de março de 2015

Secretariado de Flávio Dino tem prazo de validade a vencer com a aproximação das eleições municipais

Simplício Araújo deverá sair para disputar a Prefeitura de Pedreiras
Embora tenha garantido que um dos critérios para alguém ser confirmado em sua equipe seria o compromisso de não ter projetos de concorrer a mandatos eletivos no próximo ano, parte do secretariado do governador Flávio Dino (PCdoB) tem prazo de validade a vencer. Pelo menos dois secretários - Simplício Araújo (Indústria e Comércio) e Clayton Noleto (Infraestrutura) - devem se afastar até abril do próximo ano para que possam concorrer ao cargo de prefeito em suas respectivas bases eleitorais: Pedreiras e Imperatriz.
Além destes, alguns adjuntos se movimentam também para se viabilizarem a prefeito, vice-prefeito ou vereador, isto é, a reforma do secretariado poderá ser maior do que se imagina, mas ainda não está certo se Flávio Dino seguirá o exemplo de Epitácio Cafeteira, que, quando governador do Maranhão (1887-90), ao ver a movimentação de secretários querendo se candidatar a prefeito ou vereador, alertou: "quem sair não volta".


Clayton Noleto deverá ser candidato a prefeito de Imperatriz em 2016
Fala-se também que a Prefeitura de Imperatriz poderá ser disputada por dois auxiliares de Flávio Dino, já que, a exemplo de Clayton Noleto, a adjunta de Saúde, Rosângela Curado, vem trabalhando para se viabilizar sucessora de Sebastião Madeira. Outra dúvida é quanto a Neto Evangelista (PSDB), que é secretário de Desenvolvimento Social. Como seu partido pretende estar em palanques em todas as capitais em 2016, ele tanto poderá convocado a se candidatar novamente (na eleição passada foi vice de João Castelo) ou mesmo se ausentar por coerência, já que tucanos e comunistas deverão estar em lados opostos nesta disputa, num jogo bruto já com vistas à sucessão de Dilma Rousseff em 2018.

Fonte: Blog do Aquiles

MÃE E FILHA ASSUMEM RELACIONAMENTO SEXUAL

“Minha mãe ainda é minha mãe. Ela ainda faz coisas normais de mãe: me compra roupas, comida, me diz para fazer a minha cama. Nós apenas também gostamos de fazer sexo uma com a outra”.
Com essa frase eu conheci a história de Mary e Vertasha Carter, mãe e filha que assumiram um relacionamento lésbico uma com a outra. As leis proíbem a prática de incesto, principalmente pelo fato de relações entre pessoas da mesma família trazerem defeitos para os bebês.
“Minha mãe ainda é minha mãe. Ela ainda faz coisas normais de mãe: me compra roupas, comida, me diz para fazer a minha cama. Nós apenas também gostamos de fazer sexo uma com a outra”.
De acordo com a reportagem, esse é o primeiro caso declarado do gênero entre mãe e filha nos Estados Unidos.
“Ambas somos mulheres e obviamente não podemos fazer crianças. Seria diferente se o pai dela a engravidasse e nascesse um bebê com deformidades, mas nós não estamos machucando ninguém. Somos uma minoria nova e tudo o que queremos é que aceitem.” – disse a mãe, Mary Carter.
A mãe ainda declarou que a atração entre ele e a filha iniciou quando a garota completou 16 anos, mas elas discutiram e decidiram esperar que ela completasse 18 anos para que começassem a fazer sexo. Ela ainda afirmou que elas não tornaram seu relacionamento público para criar polêmica, mas sim para encorajar outras pessoas que estivessem em relacionamentos parecidos.
“Queremos que o mundo saiba que amamos uma a outra como mãe e filha e como amantes”.

Fonte: Tribuna Hoje

Polícia prende suspeita de participação na morte do ex-vereador

Do iMirante

A funcionária pública Maria Baiano da Silva, 29 anos, foi presa após investigações da Polícia Civil de Açailândia. Segundo o delegado Vital Rodrigues, ela teve a prisão preventiva decretada por suspeita de participação na morte do ex-vereador de Cidelândia Edes Alves Feitosa.
Segundo a polícia, as investigações sobre a participação de Maria Baiano no crime serão aprofundadas nesses 30 dias em que durar a prisão preventiva.
Ex-vereador Eudes Alves Feitosa
Ex-vereador de Cidelândia Edes Alves Feitosa
O crime aconteceu em dezembro do ano passado. Cachorrão, como era conhecido o ex-vereador, foi encontrado morto e completamente nu, próximo da caminhonete dele, em uma estrada vicinal que dá acesso ao matadouro de Cidelândia.
Edes Alves tinha duas perfurações de tiros, uma no braço e outra na cabeça. No dia 25 de março do ano passado, o ex-vereador foi condenado a oito anos de prisão por tentativa de homicídio, mas ele recorreu da sentença e estava em liberdade quando foi assassinado.

Executivos de empreiteiras e ex-diretores da Petrobrás estão em nova denúncia da Lava-Jato

Altos executivos e funcionários de empreiteiras como Mendes Júnior, OAS, Toyo Setal, Galvão Engenharia e Delta Engenharia figuram na lista

Por José Coutinho Júnior
De São Paulo
Nesta segunda-feira (16), o Ministério Público Federal (MPF) realizou nova denúncia contra 27 pessoas envolvidas na operação lava-jato, por crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e quadrilha. Altos executivos e funcionários de empreiteiras como Mendes Júnior, OAS, Toyo Setal, Galvão Engenharia e Delta Engenharia figuram entre a lista.

Cinco dos denunciados foram presos: o ex-diretor de Engenharia e Serviços da Petrobrás Renato Duque, o executivo da Galvão Engenharia Dario Teixeira Alves Júnior, o empresário da Delta Engenharia Adir Assad e os operadores Sonia Mariza Branco e Lucélio Góes. Esta é a primeira denúncia que envolve a Diretoria de Serviços da Petrobras.
Segundo o MPF, a denúncia vem após investigação das obras de Replan, Repar, Gasoduto Pilar/Ipojuca e Gasoduto Urucu Coari. As empreiteiras OAS, Mendes Junior e Setal, que recebiam de contratos com a Petrobras, lavavam o dinheiro. Segundo as estimativas, foram 24 atos de corrupção totalizando R$ 136 milhões e 503 atos de lavagem de ativos que somam R$ 292 milhões. 
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Em nota, a defesa do tesoureiro do PT afirma que "o sr. Vaccari(foto) não ocupava o cargo de tesoureiro do PT no período citado pelos procuradores, durante entrevista no dia de hoje, uma vez que ele assumiu essa posição apenas em fevereiro de 2010”, e que "ele não recebeu ou solicitou qualquer contribuição de origem ilícita destinada ao PT. 
Dos denunciados, quinze são de empreiteiras, cinco são operadores, quatro têm ligações com operadores, dois são ex-diretores da Petrobras e um é ex-gerente da estatal.
O então tesoureiro do PT, João Vaccari, também denunciado, é acusado de participar de reuniões com Renato Duque e empresários para lavar dinheiro utilizando-se de doações oficiais para o partido. Segundo o MPF, foram feitas 24 doações entre outubro de 2008 e abril de 2010, totalizando R$ 4,26 milhões.
Em nota, a defesa do tesoureiro do PT afirma que "o sr. Vaccari não ocupava o cargo de tesoureiro do PT no período citado pelos procuradores, durante entrevista no dia de hoje, uma vez que ele assumiu essa posição apenas em fevereiro de 2010”, e que "ele não recebeu ou solicitou qualquer contribuição de origem ilícita destinada ao PT, pois as doações solicitadas pelo sr. Vaccari foram realizadas por meio de depósitos bancários, com toda a transparência e com a devida prestação de contas às autoridades competentes".
Acordos
Em entrevista nesta segunda ao programa Roda Viva, da TV Cultura, o presidente da Câmara dos deputados Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que também está na lista do procurador-geral Rodrigo Janot, junto com outros 47 políticos, que serão investigados pela operação lava-jato, afirmou que a corrupção na Petrobrás teve início no primeiro mandato do governo Fernando Henrique Cardoso, que abriu "a porteira da corrupção ao ignorar a lei de licitação nº 8.666".
Em 1998, foi publicado o decreto 2.745, que regulamentou o regime diferenciado simplificado de contratações da Petrobras.
"A Petrobras passou a obedecer a um regulamento próprio, que permitia a licitação por carta-convite por empresas cadastradas previamente na própria Petrobras. É claro que é uma desculpa até palatável, pois a Petrobras precisa competir no mercado internacional, mas ao mesmo tempo abriu a porteira para a corrupção, pois o diretor podia escolher quem ele convidava e permitir que as empresas combinassem a quem se beneficiava, as empresas podiam combinar o seu preço”.
O dono da Setal Engenharia, Augusto Ribeiro de Mendonça Neto, confirmou o que o presidente da câmara disse em depoimento à Justiça Federal do Paraná em fevereiro.

Segundo ele, "As empresas, com o intuito de se protegerem, fizeram um acordo entre si de não competirem entre elas mesmas. Naquela ocasião eram nove companhias e tinham o compromisso de não competir. Cada uma escolhia uma determinada obra por uma visão de mercado futuro e quando chegasse a vez daquela companhia, as outras companhias se comprometiam a submeter preços superiores", afirmou em depoimento.
A partir de 2004, segundo Mendonça, o grupo passou a negociar com a diretoria da Petrobrás, o que tornou o resultado destas reuniões “mais efetivo”.
Defesa da Estatal
Para os movimentos sociais e sindicais,que realizaram no dia 13/05 ato em defesa da Petrobrás, os culpados devem ser punidos, mas a empresa não pode ser inviabilizada para das lugar à empresas estrangeiras.

“A Petrobras é a empresa que mais investe no Brasil: R$ 300 milhões, 13% do PIB nacional. Além disso, ela é a responsável por 86 mil empregos diretos. Defender a Petrobras é, também, defender a punição de funcionários de alto escalão envolvidos em atos de corrupção. Exigimos que todos os denunciados sejam investigados e, comprovados os crimes, sejam punidos com os rigores da lei. Tanto os corruptores, como os corruptos. A bandeira contra a corrupção é dos movimentos social e sindical. Nós nunca tivemos medo da verdade”.
Confira abaixo a lista dos denunciados pelo MPF:
Empreiteiras
Adir Assad - operador da Delta Engenharia
Agenor Franklin Magalhães Medeiros -  Diretor-presidente da Área Internacional da construtora OAS
Alberto Elísio Vilaça Gomes -  Executivo da Mendes Júnior
Alberto Youssef - Doleiro
Ângelo Alves Mendes - vice-presidente da Mendes Júnior
Augusto Ribeiro de Mendonça Neto - dono da Setal Engenharia 
Dario Teixeira Alves Júnior - executivo da Galvão Engenharia
José Aldemário Pinheiro Filho – Presidente da OAS
José Humberto Cruvinel Resende – Funcionário Mendes Júnior
Julio Gerin de Almeida Camargo – Consultor grupo setal e representante da Camargo Correa
Mateus Coutinho de Sá Oliveira - vice-presidente do Conselho Administrativo da OAS
Rogério Cunha de Oliveira - diretor de Operações de Óleo e Gás da Mendes Júnior
Sérgio Cunha Mendes – diretor vice-presidente executivo da Mendes Júnior
Vicente Ribeiro de Carvalho 
Petrobrás
Paulo Roberto Costa – ex-diretor da Petrobrás
Pedro José Barusco Filho -  ex-gerente-executivo de Serviços e Engenharia da Petrobras
Renato de Souza Duque – Ex diretor da Petrobrás
Políticos
João Vaccari Neto – Tesoureiro do PT
Operadores
Waldomiro de Oliveira (laranja de Youssef na MO Consultoria)
Sonia Mariza Branco - ligada à empresa de publicidade Rockstar

Renato Vinícios de Siqueira
Marcus Vinícius Holanda Teixeira
Mario Frederico Mendonça Góes – Operador da empresa Arxo
Lucélio Roberto Von Lehsten Góes - filho de operador suspeito de intermediar propina paga pela empresa catarinense Arxo
Luiz Ricardo Sampaio de Almeida
José Américo Diniz
Francisco Claudio Santos Perdigão
ERRATA
Diferentemente do que afirmava a reportagem “Executivos de empreiteiras e ex-diretores da Petrobras estão em nova denúncia da Lava Jato”, o denunciado Vicente Ribeiro de Carvalho não era engenheiro de obras na construtora Andrade Gutierrez. Trata-se de um homônimo, conforme nos foi alertado pela assessoria de imprensa da construtora. A informação já foi corrigida e o Brasil de Fato lamenta o relevante erro e qualquer inconveniente causado ao funcionário.

Abaixo, confira nota de esclarecimento da construtora Andrade Gutierrez: 

A Andrade Gutierrez esclarece que não foi procurada pelo site Brasil de Fato, que incorretamente mencionou a companhia como tendo executivos e/ou funcionários em denúncia do Ministério Público Federal; o que não procede. Além de mencionar incorretamente a empresa, o site Brasil de Fato ainda citou o nome de Vicente Ribeiro de Carvalho, engenheiro de obras na Construtora Andrade Gutierrez, como sendo um dos investigados, o que também não procede, causando grave prejuízo para a imagem do profissional.

Como vem fazendo desde o início da operação, a Andrade Gutierrez afirma que não tem ligação com os fatos investigados na Lava Jato e repudia veementemente qualquer ilação envolvendo seu nome.
TJ precisa de R$ 128 milhões para fechar as contas
Com orçamento reduzido, Tribunal de Justiça do Maranhão revela que pode faltar dinheiro para pagar folha de pagamento até o fim do ano

Luisa Pinheiro

A impossibilidade de nomear os aprovados do concurso realizado em 2011 é apenas uma das dificuldades enfrentadas pelo Tribunal de Justiça do Maranhão causadas pelos “severos cortes” na proposta orçamentária de 2015 enviada à Assembleia Legislativa ainda no ano passado. De acordo com o diretor-geral do TJMA, Hebert Pinheiro Leite, o tribunal precisa de um aporte financeiro de R$ 128 milhões para cumprir os gastos previstos para este ano com a folha de pagamento.

O orçamento aprovado para o Tribunal de Justiça do Maranhão, cerca de R$ 1,124 bilhão, é menor do que foi efetivamente usado em 2014, quando o orçamento era de R$ 1,032 bilhão e o Executivo ainda enviou um aporte de R$ 120 milhões. Ainda de acordo com o diretor-geral, uma solução para o problema deverá ser discutida com o governador Flávio Dino (PCdoB) e com o Poder Legislativo. O pedido de crédito orçamentário para o TJMA, que para este ano está estimado em R$ 128 milhões, é feito por meio da Secretaria de Estado do Planejamento e Orçamento (SEPLAN).

O orçamento aprovado para o Tribunal de Justiça do Maranhão, cerca de R$ 1,124 bilhão, é menor do que foi efetivamente usado em 2014, quando o orçamento era de R$ 1,032 bilhão e o Executivo ainda enviou um aporte de R$ 120 milhões.
“A folha de pagamento foi a mais prejudicada porque a gente não conseguiu nomear e instalar nossos fóruns, que estão sem juízes e servidores. Também foram prejudicados os investimentos nas construções, nas obras de Imperatriz, nas obras dos fóruns que já estão em andamento”, disse Hebert Pinheiro Leite.

O presidente da Assembleia Legislativa, Humberto Coutinho (PDT), enviou um ofício no dia 10 de fevereiro à presidência do Tribunal solicitando informações sobre as nomeações do concurso de 2011 após a indicação do deputado estadual Welington do Curso (PPS) feita para que os candidatos aprovados fossem convocados. O parlamentar não quis se posicionar ontem sobre o assunto, mas disse que iria fazer um pronunciamento na tribuna durante a sessão de ontem na Assembleia.

Em resposta ao ofício, a desembargadora Cleonice Freire justificou a inviabilidade de nomeação diante da impossibilidade de assumir aumento de gastos com a folha de pagamento. A presidente do TJMA explicou também que os “severos cortes orçamentários” foram efetuados quando a proposta do Tribunal foi analisada na Comissão de Orçamento do Legislativo Estadual.

Segundo o diretor-geral, Hebert Pinheiro Leite, a proposta orçamentária do TJMA para 2015 previa aproximadamente R$ 860 milhões em gastos com pessoal e o valor aprovado na Assembleia foi de R$ 595 milhões. “Houve um corte de 30% entre o proposto e o aprovado. Por conta desse corte, tornou-se inviável neste momento a nomeação desses novos servidores na eminência de serem chamados. Com esse dinheiro, daria para chamar em torno de 100 juízes e mais de 200 servidores e ainda daria para pagar o reajuste solicitado de 21,7%”, afirmou.

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