sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Filho mata a própria mãe a facadas em Grajaú-Ma


Sebastião Carvalho de (49) anos morador da Rua São Francisco no bairro Vila São Pedro setor Expoagra, matou a mãe a facadas na manhã desta sexta-feira (26). A mãe ainda estava na cama quando foi atacada pelo acusado, Juliana Carvalho de (84) anos foi morta na cama por volta das 07h30min.

Sebastião Carvalho matou a própria mãe a facadas 
Informações apontadas à redação do blog, foi de que o mesmo tem problemas metais, mas a policia descartou está informação e confirmou que o mesmo é viciado em cachaça e não sofre de nenhum transtorno. Sebastião foi preso em casa em flagrante porque de acordo com detalhes, após executar a mãe na cama ele não saiu da residência, o corpo da Srª Jualiana foi recolhido da cama pela funerária e levado para só após os procedimentos ser entregue ao enterro.
CRUELDADE o corpo da Srª Jualiana foi recolhido da cama pela funerária e levado para só após os procedimentos ser entregue ao enterro.
Após o natal o presente que o filho deu à mãe foi essa crueldade sem cabimento, ele ficará preso à disposição da justiça.


Fonte: Grajaú em Foco. 
Sem mirar o Futuro, governador eleito se queixa de dívidas deixadas pelo governo anterior e de supostos problemas que podem dificultar governabilidade em conhecida estratégia da politicalha local.

Por Fernando Atallaia
Editor da Agência Baluarte

Que o governo Roseana foi uma lástima do inicio ao fim, disso ninguém duvida. As estatísticas comprovam e a realidade miserável do estado testifica. Mesmo tentando provar o contrário, a agora rareada imprensa sarneysista (cooptados, babões e bajuladores restantes) nunca conseguiu dar consistência a tese de que a ex-governadora foi uma boa gestora. Ela não o foi.
UMA FOLGUINHA PRA DESVIAR ATENÇÃO A governadora Roseana Sarney: não podendo culpar a si mesma, ela vez por outra culpava o Governo Federal; Jackson também levou parte da culpa  
Passadas as eleições, como é de praxe, há uma coincidência discursiva entre governo e oposição. Se o eleitor perguntar mesmo que em tom amistoso aos candidatos ( eleitos ou não) nesse pleito se, de alguma forma, poderiam dispor de recursos para destinar a projetos ou a alguma ação social, a resposta é unanime. Sarneysistas e dinistas respondem na lata que só daqui a dois anos, pois estão a pagar dividas de campanha. Assim no 'melhor' dos blefes profissionais. Dividas de campanha. A fala já é conhecida dos maranhenses.  

Quando Edivaldo Holanda Júnior assumiu a Prefeitura de São Luís passou dois morosos, fatídicos e lamuriosos anos queixando-se de João Castelo. Em campanha prometeu acabar de uma vez por todas, logo que assumisse, com os problemas que até hoje assolam a capital do estado. O discurso de Edivaldo mudou depois que ele assumiu.
O prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior: durante dois anos a culpa sempre foi de Castelo 
Agora os maranhenses, por mais uma vez, assistem ao mesmo espetáculo ideológico (uma espécie de desculpa para ter folga pelos próximos dois anos, culpando a este ou aquele no intuito de conseguir fórum no imaginário dos menos avisados) e quem agora o propõe é Flávio Dino e companhia.

O discurso de Dino segue a endemia dos demais políticos e administradores públicos locais que tentam injetar na cabeça da população que 'pegaram um estado falido, sem dinheiro, arrombado e sem receita'. É uma 'deixa' persuasiva que repetida centenas de vezes em blogs, sites e redes sociais pode impregnar o contribuinte de dó e pena. Essa é a intenção. Há até aqueles que chamam os gestores recém-eleitos de ‘coitadinhos’. E alguns que até choram, esbravejam em defesa dos mesmos.

Quem acompanha o noticiário maranhense local, já percebeu que o discurso de Flávio Dino já mudou. Evidentemente que não de forma abrupta, mas na gradativa, para não causar assim muito estranhamento. O que acontecerá  é que mesmo tendo todas as condições legitimas de gerir o estado e continuando a receber com normalidade os investimentos dos programas federais, além dos bilhões mensais da arrecadação de impostos, dentre outros investimentos, Dino certamente utilizará a fala capciosa do cofre vazio. É endêmico. Mas para quem pregou que seria diferente, estará, portanto ocupando apenas o lugar do seu antecessor que sempre usou e abusou dessa prática.
MUDANÇA DE DISCURSO Seguindo a endemia, Flávio Dino já começa a operar com a lógica de estado falido
A fase heroica (discurso antisarney, fim da oligarquia e outras premissas que também servem ao processo de alienação das massas maranhenses) já passou.  O maranhense quer saber hoje de governabilidade, e, por conseguinte, de resultados dimensionais, palpáveis, concretos.

O Maranhão continua sendo um dos estados mais miseráveis do Brasil. Dois anos de ladainha e reclamações serão um sinal de que o grupo que assume hoje o comando do estado(comunistas, neosarneysistas e afins) estará fazendo como Sarney sempre fez: 'deixa pra trabalhar só nos últimos dois anos para se reeleger’, como afirmam e bem sabem os maranhenses.
Edivaldo Holanda Júnior fez assim em São Luís. Flávio Dino fará no Maranhão?

Ficam as perguntas.


Vereadora de Lago da Pedra está prestes a ser cassada por faltar às sessões


Blog do Luis

A Câmara Municipal de Lago da Pedra notificou a vereadora Wanessa Costa da Penha de Morais, por conta de um processo administrativo que apura o número de faltas iguais ou superiores a 1/3 das sessões ordinárias, nos anos de 2013 e 2014, da referida parlamentar.
A Câmara tomou a decisão em sessão ordinárias realizada na última quarta-feira (24) quando foi levantada questão de ordem suscitando a ocorrência de faltas em demasia da vereadora.
A vereadora Wanessa Costa da Penha de Morais: recebendo o salário sem trabalhar?
De acordo com o regimento interno da Câmara Municipal de Lago da Pedra, o vereador que deixar de comparecer em cada Sessão Legislativa, à terça parte das sessões ordinárias, salvo licença ou missão autorizada, pode perder o mandato.


O legislativo municipal já encaminhou a notificação à vereadora que tem o prazo de cinco dias úteis para a apresentação de defesa e indicação de provas.

Quem recebeu da caixinha eleitoral do Congresso

Ao todo, 233 deputados e senadores que disputaram as eleições deste ano receberam R$ 3 milhões de seus subordinados, mostra a Revista Congresso em Foco. Confira a relação dos parlamentares maranhenses contemplados e os respectivos valores repassados por assessores

Lúcio Vaz

Os valores variam de simbólicos R$ 50 até quase R$ 91 mil. Os partidos contemplados vão da esquerda à direita, da base aliada à oposição – ao todo, 20 das 28 legendas com assento no Congresso. No total, 233 parlamentares receberam R$ 3 milhões em doações eleitorais de quase 750 assessores, de acordo com cruzamento de dados feito pela Revista Congresso em Foco com base na prestação de contas entregue pelos candidatos à Justiça eleitoral.


O  MAIS DISCRETO Dutra: só R$ 1 400 
Há servidores que abdicaram de férias para trabalhar em campanha, outros que cederam horas de trabalho para os chefes, funcionários que tiraram da conta bancária valores até superiores aos seus vencimentos mensais. O expediente da chamada caixinha eleitoral foi utilizado por quase metade dos congressistas que disputaram algum mandato em 2014.
O MAIS GULOSO Simplício Araujo: R$ 650 mil 
Embora a lei não proíba esse tipo de prática, a caixinha caracteriza uma clara vantagem dos parlamentares em relação aos candidatos que não contam com mandato. Muitos assessores veem na permanência do chefe a chance de continuar no emprego. A maioria dos congressistas, no entanto, alega que não pressionou nem exigiu qualquer oferta dos subordinados e que as contribuições – em dinheiro, chefe ou serviço – foram de livre e espontânea vontade. Pela legislação eleitoral, qualquer pessoa física pode doar valor correspondente a até 10% dos rendimentos que declarou à Receita Federal no ano anterior.
Veja a relação dos parlamentares do Maranhão que receberam doações dos servidores e o total levantado por cada um deles no respectivo gabinete:

Deputado                                 Partido        Estado  Valor em R$ 
Simplício Araújo
SD
MA
650 mil 
Domingos Dutra
SD
MA
1.400 mil 
Pedro Fernandes
PTB
MA
1.500 mil 
Hélio Santos
PSDB
MA
1.500 mil 
José Sarney Filho
PV
MA
2.100 mil 
Waldir Maranhão
PP
MA
6.850 mil 

Weverton Rocha
PDT
MA
18.000 mil 

Fundo de R$ 500 milhões acirra disputa entre grupo de Sarney e oposição


A disputa entre o governo do Maranhão, ainda controlado pelo grupo de José Sarney, e a oposição, vitoriosa nas eleições, em torno de recursos do caixa do Estado segue acirrada.
DISPUTA ACIRRADA Quem dos dois ficará com os R$ 500 milhões?
A seis dias da posse de Flávio Dino (PC do B) no comando da administração, o atual governo entrou com recurso na Justiça para poder usar R$ 500 milhões para pagar precatórios.
Fundo
O grupo de Sarney tenta derrubar liminar que a oposição obteve na Justiça para bloquear o uso do dinheiro, liberado pela então governadora Roseana Sarney (PMDB) nos seus últimos dias à frente do comando do Estado. A ação foi protocolada na terça-feira, 23, no plantão judiciário, para ser apreciada em caráter de urgência pela presidência do Tribunal de Justiça.
Fundo 2
O autor da ação popular que derrubou o decreto de Roseana, o deputado Rubens Pereira Jr. (PCdoB), justificou o pedido de liminar pelo temor de esvaziamento dos cofres públicos para pagamento de precatórios nos últimos dias da gestão do grupo ligado aos Sarney. O argumento do atual governo é de que se trata tão somente da regulamentação do fundo de depósitos judiciais, já criado por lei.
Fonte: Folha de S. Paulo

Graça Foster, Barbassa e 15 bancos são réus em novo processo contra a Petrobras

Altamiro Silva Junior, correspondente

O processo aberto contra a Petrobras pela cidade norte-americana de Providence, capital do Estado de Rhode Island, na véspera de Natal, inclui 13 executivos da administração, duas subsidiárias no exterior e 15 bancos envolvidos na emissão de papéis da companhia. Aparecem como réus a presidente da empresa, Graça Foster, e o diretor financeiro Almir Barbassa, de acordo com cópia do documento de 70 páginas obtida pelo Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado.
LÁ É DIFERENTE Providence, capital do Estado de Rhode Island, abriu processo contra Petrobras 
Além dos executivos, o processo do escritório Labaton Sucharow, com sede em Nova York, inclui como réus 15 bancos que participaram da emissão dos US$ 98 bilhões em papéis no mercado de capitais pela Petrobras para financiar seus projetos de investimento. Entre os bancos, são citados nomes como Itaú BBA, Bradesco BBI, Morgan Stanley, Citigroup, Santander Investment Securities, JPMorgan e Morgan Stanley.
A ação coletiva alega que o valor destes títulos vendidos pela Petrobras refletem ativos financeiros inflados pela empresa para encobrir as propinas recebidas de empreiteiras e outras prestadoras de serviços. Além disso, o material distribuído aos investidores durante as ofertas dos papéis possui um conjunto de informações enganosas, que omitem, por exemplo, as práticas de corrupção na petroleira.
Quando as denúncias começaram a revelar o esquema, destaca o texto, o valor dos papéis da Petrobras despencou no mercado financeiro, causando prejuízo aos investidores. Outros investidores que compraram os títulos da empresa e também tiveram perdas podem entrar na ação da cidade de Providence.
O DINHEIRO DO BRASILEIRO DESCENDO PELO RALO Piranhas devoradoras da Estatal provocaram processo no Exterior 
A cidade de Providence processa também duas subsidárias da empresa brasileira no exterior, a Petrobras International Finance Company, de Luxemburgo, e a Petrobras Global Finance BV, com sede na Holanda. A emissão de bônus da empresa no exterior foi feito por meio destas duas subsidiárias. A primeira companhia, por exemplo, vendeu US$ 7 bilhões em papéis em 2012.
Da administração, 13 pessoas aparecem com réus. Além de Graça Foster e Barbassa, o gerente executivo, José Raimundo Brandão Pereira, e outros nomes, que incluem Mariângela Monteiro Tiziatto e Daniel Lima de Oliveira, também são citados.
O GERENTE DO ESQUEMÃO Barbassa era um dos executivos que determinava o escoamento do dinheiro do povo brasileiro 
A cidade de Providence tem um fundo de pensão dos funcionários públicos atuais e aposentados. Foi este fundo que aplicou em papéis da Petrobras e que alega ter tido prejuízos por conta da operação Lava Jato. O fundo tem US$ 300 milhões aplicados em ações, renda fixa e outros investimentos. Até agora, as ações coletivas de investidores contra a Petrobras nos EUA processavam apenas a empresa e não executivos e subsidárias.
O processo da cidade de Providence cita ainda os projetos da Petrobras para aumentar investimentos nos últimos anos, incluindo aqueles para extrair óleo do pré-sal. Um dos mencionados é a compra da refinaria em Pasadena, no Texas, por US$ 360 milhões. Para financiar as várias obras a empresa emitiu US$ 98 bilhões em papéis no Brasil e no exterior, em renda fixa e ações.

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